Parte II - Descabaçaram e arregaçaram minha boceta
Descabaçaram e arragaçaram minha boceta
Quem leu minha história em Como fui esfolada na primeira vez, lembra que eu sou a Carin. Recuperada da superfodida sofrida nas mãos de Roque e Guigo, voltei às aulas e me encontrei com Tamara. Ela me cumprimentou e me entregou um presente, enviado por Roque. Era um relógio de ouro branco, da marca Rolex, cravejado de diamantes.
Ele gostou muito de você, relatou Tamara. Na realidade, ele deseja vê-la novamente em outra situação, continuou. Achei que nunca mais prestaria para aquilo. Mas Tamara me convenceu a falar com ele. Fui ao escritório dele e ele me propôs pagar a revirginização, deixando-me novinha em folha. Imaginei se conseguiria suportar tudo de novo, a dor, a humilhação.
Roque adivinhou as minhas dúvidas e me propôs uma soma irrecusável. Ele me ofereceu um milhão de reais e a cirurgia de revirginização, contanto que eu me submetesse em uma festinha aos seus amigos, gente do jetset dele, coroinhas, quase brochados. Impus as mesmas condições de pagamento adiantado e aceitei ser revirginizada numa clínica de confiança.
A médica me costurou, deixando-me tão fechada quanto antes, a pedido de Roque, sem eu saber. O ânus não ficou tão afetado quanto a vagina. Por isso, só recebi alguns pontos na boceta.
Passaram-se dois meses e lá estava eu na mansão de Roque sendo apresentada aos amigos. Havia mais seis homens, além de Guigo. Estávamos na sala de estar quando Roque pediu que dois deles segurassem meus braços. Eu achei aquilo muito bruto, repentino e agressivo. Temi pela minha vida. Achei que eles me currariam e cometeriam um assassinato. Comecei a tremer de medo e algumas lágrimas rolaram pela face diante da falta de caráter de Roque, tratando-me como uma vagabunda. Seu filho até insinuou em determinado momento que gostaria de ver como a vadia reagiria agora.
Meu pai, balbuciei, o que vão fazer comigo? Os dois, muito fortes, me arrastaram para o meio de outra sala onde os móveis haviam sido afastados do centro. Um estalar de dedos de Roque e outros dois me seguraram as pernas. Dessa vez estava de calça e Roque abriu com violência o zíper e rasgou a calça. Com a calcinha ele fez o mesmo, depois com a blusa e o sutiã. Fiquei morta de vergonha novamente, principalmente porque os marmanjos começaram a rir da minha situação vexatória. Não sabia se havia algum defeito que era motivo de gozação. Os dois que seguravam as pernas, abriram-nas e foi aí, só então, que eu vi entrar sala adentro um gigante. O cara deveria ter pouco mais de dois metros de altura. Já estava nu. À frente, observando-me, vi seu tronco crescer e ele sorria como um retardado, com os cantos dos lábios, talvez tirando um sarro do meu pavor diante daquilo.
Seu cacete não era tão comprido quanto largo. Ele jamais me penetraria. Então me dei conta da revirginização e comecei a me debater e não gostar nem um pouco do que aconteceria. As dores começaram antes mesmo do ato maldito. Aquela verga de seis centímetros de diâmetro me arrebentaria completamente. Talvez me enviasse direto para o túmulo ou o hospital, com muita sorte.
Antes da foda, Roque se ajoelhou e chupou minha vagina, sugou o clitóris, enquanto outros chupavam os seios, as orelhas. Tinha até um sugando com o máximo de força minha bunda, deixando aquela marquinha de chupada. Comecei a gemer. A putinha está reagindo, falou alguém. Todos riram. Os ânimos quase resfriaram. Roque era de surpreender. Sem mais nem menos, os quatro me elevaram e os dois da frente dobraram minhas pernas para trás e projetaram meu corpo para frente em direção ao brutamontes.
Quando o pau dele bateu em cheio no hímen, chuuc, ele estourou, eu rugi de dor. Ao ver o sangue, ele perdeu a razão e me fustigou violentamente, apesar dos meus gritos, até arregaçar minha boceta. À medida que a tora dele penetrava, a vagina parecia rasgar. Eu berrava para ele parar, mas ele me fodia até penetrar os vinte centímetros. Dava pra senti-lo próximo ao diafragma, com certo exagero. Ele empurrou o útero os ovários. Tudo doía convulsivamente. Era um momento de horror. Mas o prazer logo veio, consegui relaxar e só então o ato desumano contra minha boceta virou uma loucura nunca vista antes. Quando ele ejaculou, parecia não ter fim. Acho que dessa vez passou de um copo. Aquela porra amarelada e fedida saía da vagina quando me viraram e me colocaram sobre alguém deitado no carpete. Trepei e cavalguei. Então, senti Roque fungando no meu cangote e me empurrando até os peitos serem engolidos pelo que me fodia. Minha bunda arrebitou e ele comeu o meu cuzinho. Dois chupavam os seios, outro chupava a bundinha, um friccionava o clitóris, outro metia na vagina e Roque me enrabava. Não há palavras para descrever tamanho prazer ao mesmo tempo. Sendo comida por nove homens. Para completar, Guigo enfiou o cacete dele em minha boca, jogando seu esperma na garganta. Vomitei tudo na hora. Roque e o cavalgado ejacularam ao mesmo tempo. Já não suportava tamanha pressão. Fiquei extasiada. Foi o clímax da minha vida de fodeção até então. Não imaginava o que viria adiante.
Levaram-me para o carro de um deles e me amarraram entre os dois bancos dianteiros, de costas para o pára-brisa. O dono do carro me agarrou com toda a força e me forçou a sentar sobre o câmbio. Fui estuprada pela marcha do carro de um voyeur.
Indo para a piscina, atiraram-me na água e um deles, baixinho, tentava me estuprar, mas a água tirou a lubrificação e ele pediu ajuda. Roque entrou na água, me segurou, outro abriu com os dedos a entrada da vagina e ele introduziu seu cacete, que mais parecia um pedaço de ferro em brasa em minha boceta. Mais dois meteram em mim na água, ainda. De volta a casa, fui levada para o salão de jogos, onde começou tudo de novo, sendo seviciada pelos nove até perder a consciência.
Acordei na enfermaria da mansão sendo costurada sem anestesia por um deles, médico, amigo de Roque. Ali mesmo ele me revirginizou e Roque me disse que eles topavam outra seção de orgias dali a um mês. Inquiri-lhe sobre os honorários e ele me garantiu o mesmo valor, com uma condição que era surpresa. Para a surpresa, eu queria mais duzentos mil. Roque conversou com os amigos e eles toparam, contanto que eu aceitasse todas as condições sem aviso prévio. Aceitei e recebi no dia seguinte a metade da grana. Não havia como recuar diante desses poderosos dominadores de fêmeas como eu, nascida para ceder o corpo às fantasias doentias e psicopatas desses insanos. Detalharei adiante a terceira parte, talvez a mais cruel.
Quem leu minha história em Como fui esfolada na primeira vez, lembra que eu sou a Carin. Recuperada da superfodida sofrida nas mãos de Roque e Guigo, voltei às aulas e me encontrei com Tamara. Ela me cumprimentou e me entregou um presente, enviado por Roque. Era um relógio de ouro branco, da marca Rolex, cravejado de diamantes.
Ele gostou muito de você, relatou Tamara. Na realidade, ele deseja vê-la novamente em outra situação, continuou. Achei que nunca mais prestaria para aquilo. Mas Tamara me convenceu a falar com ele. Fui ao escritório dele e ele me propôs pagar a revirginização, deixando-me novinha em folha. Imaginei se conseguiria suportar tudo de novo, a dor, a humilhação.
Roque adivinhou as minhas dúvidas e me propôs uma soma irrecusável. Ele me ofereceu um milhão de reais e a cirurgia de revirginização, contanto que eu me submetesse em uma festinha aos seus amigos, gente do jetset dele, coroinhas, quase brochados. Impus as mesmas condições de pagamento adiantado e aceitei ser revirginizada numa clínica de confiança.
A médica me costurou, deixando-me tão fechada quanto antes, a pedido de Roque, sem eu saber. O ânus não ficou tão afetado quanto a vagina. Por isso, só recebi alguns pontos na boceta.
Passaram-se dois meses e lá estava eu na mansão de Roque sendo apresentada aos amigos. Havia mais seis homens, além de Guigo. Estávamos na sala de estar quando Roque pediu que dois deles segurassem meus braços. Eu achei aquilo muito bruto, repentino e agressivo. Temi pela minha vida. Achei que eles me currariam e cometeriam um assassinato. Comecei a tremer de medo e algumas lágrimas rolaram pela face diante da falta de caráter de Roque, tratando-me como uma vagabunda. Seu filho até insinuou em determinado momento que gostaria de ver como a vadia reagiria agora.
Meu pai, balbuciei, o que vão fazer comigo? Os dois, muito fortes, me arrastaram para o meio de outra sala onde os móveis haviam sido afastados do centro. Um estalar de dedos de Roque e outros dois me seguraram as pernas. Dessa vez estava de calça e Roque abriu com violência o zíper e rasgou a calça. Com a calcinha ele fez o mesmo, depois com a blusa e o sutiã. Fiquei morta de vergonha novamente, principalmente porque os marmanjos começaram a rir da minha situação vexatória. Não sabia se havia algum defeito que era motivo de gozação. Os dois que seguravam as pernas, abriram-nas e foi aí, só então, que eu vi entrar sala adentro um gigante. O cara deveria ter pouco mais de dois metros de altura. Já estava nu. À frente, observando-me, vi seu tronco crescer e ele sorria como um retardado, com os cantos dos lábios, talvez tirando um sarro do meu pavor diante daquilo.
Seu cacete não era tão comprido quanto largo. Ele jamais me penetraria. Então me dei conta da revirginização e comecei a me debater e não gostar nem um pouco do que aconteceria. As dores começaram antes mesmo do ato maldito. Aquela verga de seis centímetros de diâmetro me arrebentaria completamente. Talvez me enviasse direto para o túmulo ou o hospital, com muita sorte.
Antes da foda, Roque se ajoelhou e chupou minha vagina, sugou o clitóris, enquanto outros chupavam os seios, as orelhas. Tinha até um sugando com o máximo de força minha bunda, deixando aquela marquinha de chupada. Comecei a gemer. A putinha está reagindo, falou alguém. Todos riram. Os ânimos quase resfriaram. Roque era de surpreender. Sem mais nem menos, os quatro me elevaram e os dois da frente dobraram minhas pernas para trás e projetaram meu corpo para frente em direção ao brutamontes.
Quando o pau dele bateu em cheio no hímen, chuuc, ele estourou, eu rugi de dor. Ao ver o sangue, ele perdeu a razão e me fustigou violentamente, apesar dos meus gritos, até arregaçar minha boceta. À medida que a tora dele penetrava, a vagina parecia rasgar. Eu berrava para ele parar, mas ele me fodia até penetrar os vinte centímetros. Dava pra senti-lo próximo ao diafragma, com certo exagero. Ele empurrou o útero os ovários. Tudo doía convulsivamente. Era um momento de horror. Mas o prazer logo veio, consegui relaxar e só então o ato desumano contra minha boceta virou uma loucura nunca vista antes. Quando ele ejaculou, parecia não ter fim. Acho que dessa vez passou de um copo. Aquela porra amarelada e fedida saía da vagina quando me viraram e me colocaram sobre alguém deitado no carpete. Trepei e cavalguei. Então, senti Roque fungando no meu cangote e me empurrando até os peitos serem engolidos pelo que me fodia. Minha bunda arrebitou e ele comeu o meu cuzinho. Dois chupavam os seios, outro chupava a bundinha, um friccionava o clitóris, outro metia na vagina e Roque me enrabava. Não há palavras para descrever tamanho prazer ao mesmo tempo. Sendo comida por nove homens. Para completar, Guigo enfiou o cacete dele em minha boca, jogando seu esperma na garganta. Vomitei tudo na hora. Roque e o cavalgado ejacularam ao mesmo tempo. Já não suportava tamanha pressão. Fiquei extasiada. Foi o clímax da minha vida de fodeção até então. Não imaginava o que viria adiante.
Levaram-me para o carro de um deles e me amarraram entre os dois bancos dianteiros, de costas para o pára-brisa. O dono do carro me agarrou com toda a força e me forçou a sentar sobre o câmbio. Fui estuprada pela marcha do carro de um voyeur.
Indo para a piscina, atiraram-me na água e um deles, baixinho, tentava me estuprar, mas a água tirou a lubrificação e ele pediu ajuda. Roque entrou na água, me segurou, outro abriu com os dedos a entrada da vagina e ele introduziu seu cacete, que mais parecia um pedaço de ferro em brasa em minha boceta. Mais dois meteram em mim na água, ainda. De volta a casa, fui levada para o salão de jogos, onde começou tudo de novo, sendo seviciada pelos nove até perder a consciência.
Acordei na enfermaria da mansão sendo costurada sem anestesia por um deles, médico, amigo de Roque. Ali mesmo ele me revirginizou e Roque me disse que eles topavam outra seção de orgias dali a um mês. Inquiri-lhe sobre os honorários e ele me garantiu o mesmo valor, com uma condição que era surpresa. Para a surpresa, eu queria mais duzentos mil. Roque conversou com os amigos e eles toparam, contanto que eu aceitasse todas as condições sem aviso prévio. Aceitei e recebi no dia seguinte a metade da grana. Não havia como recuar diante desses poderosos dominadores de fêmeas como eu, nascida para ceder o corpo às fantasias doentias e psicopatas desses insanos. Detalharei adiante a terceira parte, talvez a mais cruel.
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