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Parte III - Estuprada por um orangotango

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: carin

Estuprada por um orangotango, um leitão, um dog alemão e um asno

Olá, sou a Carin novamente. Se você não leu minhas histórias anteriores, não inicie esta sem conferi-las. Para compreender a situação vivida aqui, você precisa se inteirar da verdade. Devido a compromissos e problemas com nossas agendas, voltei à casa de Roque meio ano depois. Havia me esquecido até das condições pré-aceitas por mim sem as conhecer de fato.

Roque me recebeu com outros três amigos, sem o filho dessa vez. Curiosa, perguntei dos demais e ele me respondeu que não houve como sincronizar um dia livre para o encontro. Contudo, ele garantia um êxtase supremo, além da imaginação e dos sentidos do prazer.

Ao contrário da bacanal anterior, desta feita ele conversou comigo, perguntou do curso de Direito, de Tamara, dos investimentos como milionária da putaria. Os demais se mantinham sempre sorridentes. Um deles, uma graça. Deveria ter cerca de trinta anos, era casado. Olhos azuis, cabelos negros, alto, forte, magnífica arcada dentária, hálito sedutor. Um perfeito ariano. Imaginava seu pau dentro de mim e ele em frenesi me conduzindo à loucura. Apenas sonhava, pois a realidade seria outra. A tal da surpresa.

Conhecendo Roque, já sabia que algo de inusitado e anormal aos padrões aconteceria. Ele foi se achegando, me acariciando, me beijando, retirando minha roupa até me deixar só de calcinha, rosa dessa vez. Os três babavam. A cueca de Alfredo já estava molhada, em ponto de bala para ejacular. A cueca de Gerson aumentava de volume pouco a pouco. Um baita cacete se configurava ali. Já o gatão, Lino, permanecia impassível, sentado e me observando. Quase me desestabilizou.

Levada para o quarto, Roque me debruçou sobre a cama, amarrando meus pulsos. Fiquei de bunda para cima. Então, ele me retirou a calcinha, roçando seus dedos na boceta. Tremi bem na hora em que Alfredo esporrava sem qualquer controle atrás da porta. Lino e Gerson me seguraram as pernas, abrindo-as, deixando à mostra boceta e cu. Uma cadelinha perfeita. Ou uma leitoa.

Nisso Roque volta com um monstro. Xinguei-lhes, protestei e eles argumentaram o trato, as condições aceitas previamente. Jamais desejaria isso para mim, muito menos ser estuprada. O leitão parecia ter sido treinado. Estava de cacete duro. Por sinal, um enorme pênis, semelhante ao de Guigo. Eles cochicharam alguma coisa e Roque saiu com o leitão. Fiquei tremendo de medo. Como seria a dor, a violência animal, possíveis doenças. Enquanto isso, para meu desencanto, Lino e Gerson me chamavam de putinha safada, vadia classe A, vagabunda destruidora de caráteres.

Roque voltou com outro animal, uma besta simiesca. Acho que era um orangotango. O instinto dos macacos para o sexo é incrível. O orangotango sentiu o cheiro da minha boceta e seu pênis cresceu. Não o vi, mas calculo que fosse do tamanho do daquele gigante brutamontes que me estuprara da vez anterior.

Rapidamente ele se posicionou atrás de minha bunda e encostou o pau na entrada da vagina. O hímen latejou e eu uivei de dor quando ele o empurrou. Minha boceta fechou instintivamente diante da possibilidade de dor e ele ficou maluco, socando-me com incrível velocidade e força insuportável. Tchuff. Foi o fim de mais uma virgindade. Agora com um macaco. A besta permaneceu sobre minha bunda durante meia hora, fodendo, fodendo, e eu berrando, esperneando, urrando de dor e, depois, de prazer. Ao ejacular, o líquido imediatamente escorreu pelas pernas para a cama, fazendo uma grande mancha amarelo-avermelhada, misturando o cheiro de sangue com esperma.

Eu continuava de bundinha empinada quando Roque trouxe de novo o leitão que subiu na cama e trepou em mim. Ele pesava muito e seu cacete demorou a entrar. Ao me penetrar, projetei o corpo para frente, mas ele fincou atrás de mim e me fodeu durante uns quinze minutos até ejacular. Tive medo, pois seus dentes eram enormes e sua respiração fétida atrapalhou qualquer sensação de prazer. Chorei muito depois da transa zoofílica.

Ainda chorava quando eles me viraram de costas e amarraram as pernas como franga. Um baita dog alemão se aproximou, cheirou a boceta, lambeu-a e passou a língua no clitóris, tirando-me um longo suspiro. Mais veloz que o porco, ele trepou e enterrou o pênis na vagina, ficando um tempo maior que o orangotango. Ainda não havia ejaculado quando Roque curvou mais minhas pernas e ele arremeteu contra meu cuzinho. O pau não entrava, mas duas mãos me abriram e o ajudaram. O enorme cão fodeu com prazer pra ele e lancinantes dores pra mim, ejaculando no meu rabo. O problema foi retirar a cabeça do pau dele, muito mais larga que o restante do pênis. Quase fizeram um parto fórceps em mim. Aos berros ensandecidos eu amaldiçoava a todos, chorava, gritava desesperadamente enquanto eles puxavam o dog do outro lado até sair e me inverter o ânus.

A última surpresa seria a pior experiência de sexo bestial de minha vida. Amarrada, sem poder reagir, vi quando Alfredo entrou no quarto com um asno. O quadrúpede presenciou minha posição e se excitou. Seu hipercacetão se avolumou. Chegou aos trinta e poucos centímetros de comprimento. Claro que isso jamais entraria lá dentro, senão eu morreria sendo arrebentada. O problema era a largura da tora, uns oito ou nove centímetros, totalmente anormal aos padrões humanos, insuportável numa bocetinha como a minha. Mas Roque e os amigos queriam e pagaram para ver esse dia e seus resultados funestos.

Confesso que preferiria ter aquele brutamontes me rasgando o ânus a isso. Mas não havia volta. Não adiantava me debater. Quanto mais me mexesse, pior seria. O asno subiu na cama com as patas dianteiras. Fui puxada para frente, embaixo dele, na posição do cacete. Encostado em mim, o pênis roçava ambas as pernas. Senti que seria impossível ele me penetrar. Clamei ao Roque, xinguei-o, esbravejei, gritei como uma desvairada a ser morta, empalada pela besta. Os demais sorriam, gargalhavam, me ridicularizavam, tentavam arregaçar minha boceta com as mãos.

No traseiro do asno, Roque e Alfredo o empurraram contra mim. Soltei um uivo de dor, desgraça e arrependimento. O pau não entrou mas causou avarias ao hímen, sem o romper. Por instinto, o animal jogou seu corpo e me fodeu. Aquela coisa entrou na boceta sem piedade, dilacerando-a. O sangue escorria e o asno se movimentava como se estivesse com uma égua. Roque encostou sua boca no clitóris e me beijou, chupou, acariciou e me deixou sedenta daquilo. Comecei a mexer o corpo e a urrar de prazer enquanto o asno me ferrava mais. Minhas pernas não fechavam e a cãimbra começava a causar estragos. O asno não saía e ficava mais ágil, levando-me às nuvens. Uma gritaria só, escândalo vergonhoso para uma universitária sendo estuprada por uma besta. Ele esporrou no meu útero uma quantia absurda. Senti todo aquele líquido morno me lavando por dentro.

Na enfermaria da casa de Roque, Gerson me aplicou um anestésico antes de costurar a vagina, dilacerada pelo asno. Aproveitou e me revirginizou. Também deu um ponto no ânus. Deixou-me na posição de exame ginecológico durante umas três horas. Quando o efeito da anestesia passou, ao me mexer sentia umas fisgadas dos pontos e cortes. Gerson voltou e conferiu o trabalho, pedindo-me para aguardar mais alguns minutos.

De pernas abertas, coberta apenas por um lençol, escutei quando a porta abriu e alguém se aproximou do biombo. Achei que fosse Gerson, mas era Roque e Lino. Roque retirou o lençol e Lino abriu a braguilha da calça, mostrando um cacete branquinho, sem pêlo algum, mas enorme, com uma cabeça bem vermelha. Gritei por Gerson, mas ele não me atendeu. Lino não podia me foder naquelas condições. Xinguei-o de covarde, mas ele gargalhou e me chamou de puta desgraçada.

Ploctch. Seu pau me arrombou a boceta. O sangue explodiu na sua barriga. Desmaiei e acordei outro dia em uma clínica. A enfermeira me relatou que fui encontrada dentro de um carro furtado sem as vestes e estuprada. Meses depois, paguei minha revirginização, ficando mais apertadinha do que antes e jurei a Tamara que nunca mais aceitaria uma proposta de Roque, por qualquer preço que ele oferecesse. Não lhe contei que me tornara virgem novamente e que desejava casar, ter filhos, trepar à vontade com um homem apenas, ser feliz. Desconhecia e não me passava pela cabeça o que Roque planejara. Isso fica para a próxima vez.
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