Parte IV - Deflorada na frente do marido
Deflorada na frente do marido antes da lua-de-mel
Terminei o curso de Direito e comecei a trabalhar num escritório de advocacia tributária, de família e criminalista. Ali conheci Tiago, promotor público da Vara da Infância. Namoramos, noivamos e nada de sexo antes do casamento. Imaginava e almejava o dia da lua-de-mel, quando seria descabaçada pelo meu amado esposo.
Organizamos a ornamentação da igreja, da festa, convidados, viagem. Dia do casamento, igreja lotada, o pastor de uma congregação protestante oficiou a cerimônia, abençoou-nos e nos despediu. No hall, recebemos efusivos cumprimentos de amigos, parentes, padrinhos e membros da comunidade religiosa.
O veículo que nos aguardava era blindado e nos levaria ao aeroporto, onde trocaríamos de roupa e embarcaríamos para o Caribe. Dispensamos a festa em troca de uma viagem mais longa e o não-recebimento de presentes, já que nossos salários eram excelentes e tínhamos comprado tudo o que necessitávamos.
No aeroporto, cada um foi para o seu banheiro. Ao sair, topei com Roque e mais dois guarda-costas dele. Eles me seguraram firme pelo braço e me ameaçaram se fizesse escândalo. Ao fazer menção de pedir socorro, Roque frisou que a vida de Tiago estava sob perigo. Calei-me e entrei num carro, onde encontrei Tiago, tremendo e nervoso. Tiago me perguntou o que era aquilo e Roque me solicitou resposta. Ao fingir desconhecer o problema, ele revelou a Tiago que eu era uma putinha gostosuda. Tiago olhou para mim. Fiquei chocada com a traição e comecei a chorar, jurando ser virgem ainda. Roque respondeu que em sua casa eles veriam se eu falava a verdade.
Roque nos levou para um sítio, cerca de setenta quilômetros da cidade. Lá, descemos sob ameaça de morte e fomos obrigados a entrar na casa. Tiago foi amarrado e amordaçado. Eu fui colocada numa cama de ferro, amarrada e despida. Tiago chorava ao me ver daquele jeito. Colocada na posição de franga, apavorei-me ao ver a largura do cacete do guarda-costa de Roque, uns seis ou sete centímetros. Tiago se debatia tentando se livrar a fim de me salvar da verga que me arrebentaria a boceta mais uma vez. Sem sexo há alguns anos, as paredes da vagina colaram, deixando passagem apenas para o sangue da menstruação. O hímen fora reconstruído e reforçado, tendo uma pequena abertura central, de cerca de um milímetro apenas. Roque segurou minhas pernas sentado atrás de minha cabeça. Devagar, ele as abria, deixando à mostra todo o sexo, minha bocetinha, parte da bundinha e o cuzinho fechadinho, por enquanto. Dava para ver Tiago com olhos esbugalhados, não acreditando no pesadelo à frente.
O segurança se aproximou e me lascou um chupão no clitóris. Quando gemia, para desespero de Tiago, o brutamontes me mordeu, fincando os dentes nos lábios. Gritei, urrei de dor. Ainda sentia a lancinante mordida quando ele bateu com seu pau no hímen. Forçou-o, arregalei os olhos, gritei, berrei, prometi a Roque fazer qualquer coisa se eles me soltassem e não fizessem nenhum mal a Tiago. Foi em vão. Tiago recebeu um tapa na cara e, segurando-o pelos cabelos, o obrigaram a olhar eu gemer de prazer. Ele chorava, babava feito uma criança, pedindo clemência, piedade por mim e por ele. Pedi para ser fodida primeiro por ele, provocando mais ainda a ira de Roque e dos assistentes.
O guarda-costa, num impulso animal e fora de si, tchofc, perfurou meu hímen, arreganhando a vagina para Alfredo. Era um sangue só. Aquele cacete penetrava, rasgando as paredes da boceta até encostar-se ao útero. Os movimentos frenéticos sobre mim começaram a ganhar dividendos. Segurei ao máximo, mas não contive o gemido de prazer, os urros, os berros e gritos alucinantes de quem participa e curte uma fodida. O monstruoso pau entrava e saía, eu tremia toda, sacudia na cama feito uma possessa. Tiago derramava lágrimas convulsivamente. Roque lhe dizia que eu estava numa boa, saciando a sede de anos sem levar cacete. Tiago queria conhecer essa história. Xinguei Roque, mas os estertores e fodidas na boceta, assim como o saco batendo na bundinha, me elevavam para outro mundo, o paraíso da sacanagem.
O cara me virou e fodeu por trás até esporrar e me esbagaçar. Quando Tiago viu o sêmen saindo da boceta, abaixou a cabeça e se calou. Nosso casamento terminava aí. Roque subiu sobre mim e me fodeu também até eu não agüentar mais. Bateu recorde, ficando duas horas me martirizando. Foi simplesmente inebriante.
Com o rosto voltado para Tiago, obrigada a encará-lo, um dog alemão foi colocado atrás e me comeu o cuzinho. Gemi, urrei de prazer e meu marido parecia estar em transe, morto. O supercachorro me esporrou e levou umas três horas para conseguirem retirá-lo. Depois disso, Roque saiu e me deixou à vontade dos desejos daqueles guarda-costas, que me varavam e esporravam. A tortura durou a noite toda. Não cessou um só instante. Terminou comigo trepando sobre o gigante, da segunda descabaçada, de costas para ele. Segurando-me pela cintura, ele me elevava e puxava com força descomunal sobre seu cacete. Pedi perdão para Tiago, mas ele me ignorou, sequer teve compaixão.
Voltei para casa. Tiago foi embora do País. Minha família sempre acreditou que minha ascensão social e econômica era o resultado de casos ganhos em tribunais para bons clientes. Tenho outro emprego, mas a frustração me assaltou e se confunde com o vício do prazer. Tenho o hímen fechado novamente, aguardando o homem que me amará. Espero que Roque nunca mais me encontre. Não sou mais a mesma. O nojo e a aversão se misturam com o desejo de dar a bunda, arreganhar a boceta para mil homens e animais. De preferência com um pau bem grosso, igual a uma tora, um tronco. Isso provoca sensações indescritíveis nas mulheres. Foi bom desabafar com vocês.
Terminei o curso de Direito e comecei a trabalhar num escritório de advocacia tributária, de família e criminalista. Ali conheci Tiago, promotor público da Vara da Infância. Namoramos, noivamos e nada de sexo antes do casamento. Imaginava e almejava o dia da lua-de-mel, quando seria descabaçada pelo meu amado esposo.
Organizamos a ornamentação da igreja, da festa, convidados, viagem. Dia do casamento, igreja lotada, o pastor de uma congregação protestante oficiou a cerimônia, abençoou-nos e nos despediu. No hall, recebemos efusivos cumprimentos de amigos, parentes, padrinhos e membros da comunidade religiosa.
O veículo que nos aguardava era blindado e nos levaria ao aeroporto, onde trocaríamos de roupa e embarcaríamos para o Caribe. Dispensamos a festa em troca de uma viagem mais longa e o não-recebimento de presentes, já que nossos salários eram excelentes e tínhamos comprado tudo o que necessitávamos.
No aeroporto, cada um foi para o seu banheiro. Ao sair, topei com Roque e mais dois guarda-costas dele. Eles me seguraram firme pelo braço e me ameaçaram se fizesse escândalo. Ao fazer menção de pedir socorro, Roque frisou que a vida de Tiago estava sob perigo. Calei-me e entrei num carro, onde encontrei Tiago, tremendo e nervoso. Tiago me perguntou o que era aquilo e Roque me solicitou resposta. Ao fingir desconhecer o problema, ele revelou a Tiago que eu era uma putinha gostosuda. Tiago olhou para mim. Fiquei chocada com a traição e comecei a chorar, jurando ser virgem ainda. Roque respondeu que em sua casa eles veriam se eu falava a verdade.
Roque nos levou para um sítio, cerca de setenta quilômetros da cidade. Lá, descemos sob ameaça de morte e fomos obrigados a entrar na casa. Tiago foi amarrado e amordaçado. Eu fui colocada numa cama de ferro, amarrada e despida. Tiago chorava ao me ver daquele jeito. Colocada na posição de franga, apavorei-me ao ver a largura do cacete do guarda-costa de Roque, uns seis ou sete centímetros. Tiago se debatia tentando se livrar a fim de me salvar da verga que me arrebentaria a boceta mais uma vez. Sem sexo há alguns anos, as paredes da vagina colaram, deixando passagem apenas para o sangue da menstruação. O hímen fora reconstruído e reforçado, tendo uma pequena abertura central, de cerca de um milímetro apenas. Roque segurou minhas pernas sentado atrás de minha cabeça. Devagar, ele as abria, deixando à mostra todo o sexo, minha bocetinha, parte da bundinha e o cuzinho fechadinho, por enquanto. Dava para ver Tiago com olhos esbugalhados, não acreditando no pesadelo à frente.
O segurança se aproximou e me lascou um chupão no clitóris. Quando gemia, para desespero de Tiago, o brutamontes me mordeu, fincando os dentes nos lábios. Gritei, urrei de dor. Ainda sentia a lancinante mordida quando ele bateu com seu pau no hímen. Forçou-o, arregalei os olhos, gritei, berrei, prometi a Roque fazer qualquer coisa se eles me soltassem e não fizessem nenhum mal a Tiago. Foi em vão. Tiago recebeu um tapa na cara e, segurando-o pelos cabelos, o obrigaram a olhar eu gemer de prazer. Ele chorava, babava feito uma criança, pedindo clemência, piedade por mim e por ele. Pedi para ser fodida primeiro por ele, provocando mais ainda a ira de Roque e dos assistentes.
O guarda-costa, num impulso animal e fora de si, tchofc, perfurou meu hímen, arreganhando a vagina para Alfredo. Era um sangue só. Aquele cacete penetrava, rasgando as paredes da boceta até encostar-se ao útero. Os movimentos frenéticos sobre mim começaram a ganhar dividendos. Segurei ao máximo, mas não contive o gemido de prazer, os urros, os berros e gritos alucinantes de quem participa e curte uma fodida. O monstruoso pau entrava e saía, eu tremia toda, sacudia na cama feito uma possessa. Tiago derramava lágrimas convulsivamente. Roque lhe dizia que eu estava numa boa, saciando a sede de anos sem levar cacete. Tiago queria conhecer essa história. Xinguei Roque, mas os estertores e fodidas na boceta, assim como o saco batendo na bundinha, me elevavam para outro mundo, o paraíso da sacanagem.
O cara me virou e fodeu por trás até esporrar e me esbagaçar. Quando Tiago viu o sêmen saindo da boceta, abaixou a cabeça e se calou. Nosso casamento terminava aí. Roque subiu sobre mim e me fodeu também até eu não agüentar mais. Bateu recorde, ficando duas horas me martirizando. Foi simplesmente inebriante.
Com o rosto voltado para Tiago, obrigada a encará-lo, um dog alemão foi colocado atrás e me comeu o cuzinho. Gemi, urrei de prazer e meu marido parecia estar em transe, morto. O supercachorro me esporrou e levou umas três horas para conseguirem retirá-lo. Depois disso, Roque saiu e me deixou à vontade dos desejos daqueles guarda-costas, que me varavam e esporravam. A tortura durou a noite toda. Não cessou um só instante. Terminou comigo trepando sobre o gigante, da segunda descabaçada, de costas para ele. Segurando-me pela cintura, ele me elevava e puxava com força descomunal sobre seu cacete. Pedi perdão para Tiago, mas ele me ignorou, sequer teve compaixão.
Voltei para casa. Tiago foi embora do País. Minha família sempre acreditou que minha ascensão social e econômica era o resultado de casos ganhos em tribunais para bons clientes. Tenho outro emprego, mas a frustração me assaltou e se confunde com o vício do prazer. Tenho o hímen fechado novamente, aguardando o homem que me amará. Espero que Roque nunca mais me encontre. Não sou mais a mesma. O nojo e a aversão se misturam com o desejo de dar a bunda, arreganhar a boceta para mil homens e animais. De preferência com um pau bem grosso, igual a uma tora, um tronco. Isso provoca sensações indescritíveis nas mulheres. Foi bom desabafar com vocês.
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