Como fui esfolada na primeira vez
Como fui esfolada na primeira vez
Meu nome é Carin, tenho 28 anos, 1,72m, cabelos castanho-escuros, nem longos nem curtos, batendo nos ombros, olhos cor de mel com cílios escuros e de tirar o fôlego. O relato abaixo não se trata de um conto, mas de fatos que se sucederam nesta última década de vida, quando entrei para o círculo universitário e conheci, desde então, minha cafetina. Talvez sirva de advertência para aquelas que prezam seu corpo e caráter, e de prazer para aquelas que já se encontram no gostoso e sedutor vício do sexo.
Seria muita presunção de minha parte afirmar que sou bonita. Vou relatar o que os outros dizem. Uma boneca perfeita com uma bunda tentadora (não tão avantajada como de algumas tanajuras), pernas bem-torneadas, seios médios e sem qualquer mancha. Portanto, branquinhos e sedutores. Pele alva semelhante a um pêssego, inclusive em torno da vulva, que não tem nenhum pêlo, deixando-me com aparência de adolescente.
Minha vulva é rosadinha, contrastando com a pele. Algumas são feias, horrorosas, mas a minha é atraente, fechadinha, salientando-se os grandes lábios, enormes só de nome. A boceta é bem-apertadinha. O cuzinho é perfeito, com suas pregas no lugar, sem problemas de hemorróidas, bem-escondidinho no meio das gostosas nádegas. Pelo menos essa era uma descrição perfeita de dez anos atrás.
Aos 18 anos, no primeiro ano de Direito em uma universidade federal, conheci Tamara, uma terceiro-anista do mesmo curso, filha de desembargador. Fizemos amizade e ela me ensinou os atalhos para minha ascensão no curso, de natureza machista e patriarcalista. Um dia ela me convidou para ir ao cinema, assistir à estréia de um filme na cidade. Recusei, agradeci-lhe o convite e expus as dificuldades financeiras. Ela insistiu e me pagou a entrada. O filme que assistimos era pornográfico. Fora a primeira vez que eu vira uma cena de sexo explícito. Constrangida, não comentei nada. Mas ela puxou o diálogo.
Em seguida, revelou-me que era cafetina e agenciava moças bonitas como eu para acompanharem homens ricos e transar com eles. Deixou claro que eu poderia receber uma boa quantia e custear com conforto os gastos com livros, apartamento, automóvel, roupas, jóias, perfumes e viagens. Disse-lhe que ia pensar no caso. Antes, por curiosidade, perguntei-lhe quanto me pagariam. Ela me respondeu que precisava de uma fotografia, não necessariamente nua, mas de rosto e do corpo, com um biquíni mesmo.
Três dias depois, ela me ofereceu cinco mil reais, sendo vinte por cento dela. Achei um absurdo ceder o corpo para um homem que não conhecia por míseros cinco mil reais. E depois? Confessei-lhe que era virgem e não poderia aceitar isso. Ela me respondeu que uma virgem poderia valer no mercado até vinte mil reais. Queria conhecer meu pretendente. Marcamos uma visita e fomos ao seu escritório, num edifício moderno e luxuoso.
Lá ele se demonstrou muito cortês e ético, não comentando nada sobre sexo, sequer um olhar insinuante. Talvez isso tenha me atraído para aquele homem de cabelos grisalhos, 1,78m, muitos músculos, apesar da idade, entre 50 e 55 anos. Conversamos a respeito de política, economia, direito, história, amenidades da vida.
No dia seguinte, Tamara me ofereceu cinqüenta mil. O cara é empreiteiro, um sujeito riquíssimo. Quero um milhão, reforcei, deixando-a estupefata. Ela prometeu devolver a resposta muito breve.
Uma semana se passou até Tamara me abordar e dar um ultimato. Duzentos mil e nada mais. Devolvi-lhe 800 mil. Não levou duas horas e ela me trouxe a resposta definitiva, proposta derradeira. 600 mil reais e uma trepada com o filho virgem e com ele. Trata-se de um presentaço para o jovem de 20 anos que nunca transara. Eu queria receber o valor adiantado, um dia antes do serviço, que deveria ocorrer no dia em que estivesse provavelmente no cio, afinal tinha medo de dor e desprazer.
Ele prometeu atender o pedido e exigiu que a primeira trepada fosse com o filho, em forma de estupro. Fiquei com receio, mas Tamara me tranqüilizou, prometendo que seria rápido. O que importava seria a conta bancária. Disse-me que eu prometia muito, pois nunca sonhara ganhar tanto na vida em tão pouco tempo e nunca ouvira falar de alguém que recebera tanto por um só serviço. Isso significava o valor dado por ele, antigo cliente dela desde que sua mulher falecera, vítima de hepatite.
Seu Roque depositou a fortuna na minha conta, integralmente. Repassei 120 mil para Tamara e transferi 450 mil para outra conta como garantia contra um possível bloqueio, ficando apenas com 30 mil naquela conta. Já tinha consultado uma ginecologista e fiz alguns exames de rotina para ver se estava tudo bem comigo, e comecei a tomar o anticoncepcional. A desculpa apresentada é que me casaria e precisava saber se o corpo se encontrava em ordem. A médica disse-me que meu hímen seria rompido com dificuldade, pois havia apenas um pequeno orifício, mal-passando a esfera de uma caneta ponta-fina, e que não era central.
No dia marcado, um após o pagamento, preparei-me com a melhor roupa, o melhor perfume e fui à casa de Roque e Guigo, seu filho. O endereço me assustou, pois era uma mansão num bairro nobre, toda gradeada acima dos altos muros. Um jardim enorme a cercava. Um gentil Roque me recebeu com um grande sorriso. Eu estava toda de preto, quase indo para uma cerimônia fúnebre. Pegou-me pelo braço e levou-me à sala de estar, biblioteca, salão de jogos, cozinha, cineminha, piscina, vinhedo. Um encanto de lugar. Depois me conduziu ao quarto onde me deixou sozinha.
Tirei a blusa e a saia, ficando de sutiã e calcinha, também da cor negra. Minutos após, ele voltou e me encontrou sentada na cama, envergonhada, corada tal qual um tomate. Acariciando-me os ombros, tocou em meu queixo, deu-me um beijo na face direita e me deitou, colocando-me mais acima, próxima à grade de ferro. Aí puxou dos cantos umas tiras de couro e amarrou meus pulsos à grade. Tirou-me o sutiã, acariciou meus seios, deixando-me mais nervosa. Devagar, retirou minha calcinha, fazendo-me corar de vez e olhar para o canto, não o encarando.
Em seguida, levantou minhas pernas como uma franguinha e as abriu, expondo toda a boceta à vergonha. Por medo, tentei reagir, mas ele era muito forte e me segurou, impedindo qualquer movimento de fuga. Com as pernas levantadas, amarrou-as em outras tiras, de modo que fiquei toda exposta aos ensandecidos desejos e fantasias dele. Com a boceta à mostra, ele se abaixou e me beijou o umbigo, depois o monte de Vênus. Nessa altura já suspirava para o que viria. Com habilidade incomum, ele lascou-lhe uma chupada no meu clitóris, arrancando meu primeiro grito de prazer. Ele continuou e clamei para ele parar, pois já não agüentava. Meu corpo sacudia todo. Podia sentir algo como um líquido escorrendo por dentro do corpo descendo da cabeça para minha bocetinha.
Tentava retirar em vão minhas mãos, mas quanto mais me debatia, mais ele chupava. Comecei a gemer feito uma doida até que ele puxou como se fosse um desentupidor meu clitóris e eu berrei atingindo o primeiro orgasmo da vida. Suando toda, com a boceta molhadinha, fiquei estirada na cama, com as pernas ainda levantadas e abertas. Foi aí que me dei conta do trato e sabia que seu filho, que era meio débio mental, viria a qualquer instante me estuprar.
Imaginei minha vagina ardendo em chamas após a penetração, uma dor insuportável. Como ele romperia o intransponível hímen? Juro que fiquei tremendo de medo e cheia de vontade de fugir dali. Mas era impossível. Estava amarrada e numa posição que não ofereceria qualquer tipo de resistência. Quando ele entrou no quarto, não tive como evitar seu olhar de demente e, num relance, enxerguei seu pênis, um pouco maior que o normal, mas para uma virgem seria um trauma. Deveria ter uns quinze centímetros de comprimento e quatro de largura.
Balbuciei algo como você não vai me machucar, né?, mas acho que ele ignorou, já que era retardado. Sentou-se em frente às minhas pernas e, encostando o pênis na entrada da vagina, procurou arrombá-la, sem resultado. Nessas alturas já tinha perdido toda a lubrificação, estava tudo seco, morta de medo, quase chorando, o corpo tremendo de frio, me debatendo presa às tiras, dizendo bem baixinho não, não, por favor, não. De repente, sem aviso prévio, ele se posicionou mais acima e, deixando todo o peso do corpo cair sobre mim, empurrou com toda a força descomunal que ele tinha seu cacete em minha vagina. Eu berrei de dor, implorei misericórdia, mas era tarde. Cheguei a me arrepender em ter entrado nessa gelada. Uma, duas, três, quatro, cinco, seis estocadas e nada de o hímen romper. Sentia um pouco de sangue escorrendo da vagina em direção à bunda. A entrada já estava esfolada. Foi quando ele, num impulso de violência contra uma fêmea no cio, tuff, arregaçou minha bocetinha, descabaçando a vagina e explodindo sangue pelo lençol.
Aquela coisa enorme me penetrou, rasgando cada centímetro da boceta. Uma dor lancinante como uma facada correu pelo baixo-ventre e aquele pênis me estuprava até bater no útero. Eu gritava de dor e, à medida que ele se movimentava feito um louco em cima de mim, naquela posição eu sentia minha bexiga sair pelo ventre, uma coisa estranha começou a acontecer. Algo se mexia dentro de mim, começando na cabeça e descendo para o útero e vice-versa. Estava ficando maluca. Sentia prazer, por incrível que pareça, apesar do meu repúdio por aquele monstro sobre e dentro de mim.
Comecei a gemer, balançar o corpo junto em direção ao seu pau e ele, ao perceber meus gemidos, ficou mais louco ainda, aumentando o ritmo das batidas na minha boceta. Dava para sentir seu escroto ralar no meu ânus. Num frisson, ele friccionou meu clitóris, deixando-me alucinada. Urrei e berrei como em convulsão. Orgasmos múltiplos começaram a me assaltar e ele cada vez mais violento. Até que seu rosto mudou de expressão e soltou um urro como se estivesse morrendo. Numa velocidade espantosa ele me estocou umas doze vezes. Eu gritei pelo Roque, pela mãe, por clemência, ao mesmo tempo em que solicitava ser fodida e rasgada. Seu líquido jorrou como uma mangueira com pressão, molhando-me toda por dentro. Acho que deu um meio copo ou mais de porra quentinha. Sem afeição, ele saiu de cima e do quarto, deixando-me às lágrimas na cama, meio arrependida por haver cedido à violência sexual de um sujeito sem escrúpulos.
Ali estava eu, deflorada, pernas arriadas e cansadas, a boceta esfolada, sangrando sem parar. Um caco. Levou uns cinco minutos e Roque entrou no quarto, subiu na cama, retirou as tiras das pernas e me virou de quatro, prendendo os tornozelos em outra parte da cama. Apavorada, urrei como nunca quando ele me violentou por trás. O seu pênis penetrou na boceta até o útero com certa dificuldade, mas sua habilidade e violência eram tamanhas que ele não desistiu. Eu tentei sair para frente, mas ele agarrou minha bundinha, nas duas nádegas, cravando as unhas nelas e me puxou para seu corpo. Aí o cacete entrou sem dó nem piedade, aumentando o jorro de sangue. Com a mão direita ele acariciava de modo violento o clitóris, puxando-o para fora dos lábios, deixando-o saliente. O prazer foi intenso. Urrei como nunca, joguei minha bunda contra seu pênis. Ele batia forte no útero e os orgasmos se sucediam um atrás do outro. Comecei a gritar para ele parar, já que não suportava mais e tinha medo do que viria. Implorei por meu pai, minha nossa, o que é isso?, o que você está fazendo?, você vai me matar, mas ele se tornava cada vez mais doido e começou a me bater nas nádegas com uma cinta.
Depois disso ele me virou para a posição anterior, empurrou bem minhas pernas até encostá-las nos peitos e enfiou o pau na boceta. Novamente esperneei e amaldiçoei sua família. O prazer era intenso, irrefreável, incontrolável. Com extrema habilidade ele me amarrou novamente na posição de franguinha e pegou no criado-mudo um consolo vibratório, introduzindo-o em minha boceta. Fui às nuvens, pois o troço emitia uma vibração absurdamente prazerosa. Feito isso, ele o retirou e pegou outro, de um tamanho descomunal, uns vinte centímetros por cinco de largura. Encontrando certa resistência da boceta, ele tentou me penetrar, mas aí valeu sua maldade. Com o pé, empurrou tudo, fazendo-me soltar um berro nunca dado antes. Era grande demais e ele movimentava aquilo com maestria, levando-me aos estertores do prazer. Descansando o cacetão artificial na boceta, ele colocou uma camisinha lubrificada, com odor de morango que dava para sentir de longe e começou a cutucar meu ânus. Com a garganta seca, disse-lhe que não fizesse isso, doeria muito. Ele não me respondeu e foi forçando o cu para dentro ao mesmo tempo em que batia com o ventre no cacetão dentro da boceta. Eu gritava desesperada. Com outra mão ele fritava o clitóris. Fui à loucura e lhe pedi para tirar o cabaço do cu. Ele penetrou, o sangue espirrou e o prazer se tornou loucura. A cama sacudia toda, batendo na parede. Parecia que a casa ia desmontar. Imaginei as pessoas correndo da rua para dentro da casa atendendo os rogos indescritíveis de socorro.
Tirando o pau do cu, ele retirou a camisinha, me virou e me fodeu como uma cadela até esporrar dentro da minha boceta. Ao contrário do seu filho, ele ficou em cima da minha bundinha, acariciando-a, assim como meus seios, os quais chupou-os e me levou a novo orgasmo. Depois, saiu e foi embora. Fiquei ali, com o sexo arreganhado, com a boceta ardendo, mas até certo ponto satisfeita por curtir um prazer inolvidável. Voltei para casa e fiquei uma semana de molho, sem comparecer às aulas na universidade, pois mal podia andar. Deitada na cama, sem calcinha, de pernas abertas, tomando antibióticos e cheia de curativos, não imaginava o que me reservava o futuro, tampouco tinha noção da situação em que havia me envolvido. A história desses dez anos de foda contarei adiante.
Meu nome é Carin, tenho 28 anos, 1,72m, cabelos castanho-escuros, nem longos nem curtos, batendo nos ombros, olhos cor de mel com cílios escuros e de tirar o fôlego. O relato abaixo não se trata de um conto, mas de fatos que se sucederam nesta última década de vida, quando entrei para o círculo universitário e conheci, desde então, minha cafetina. Talvez sirva de advertência para aquelas que prezam seu corpo e caráter, e de prazer para aquelas que já se encontram no gostoso e sedutor vício do sexo.
Seria muita presunção de minha parte afirmar que sou bonita. Vou relatar o que os outros dizem. Uma boneca perfeita com uma bunda tentadora (não tão avantajada como de algumas tanajuras), pernas bem-torneadas, seios médios e sem qualquer mancha. Portanto, branquinhos e sedutores. Pele alva semelhante a um pêssego, inclusive em torno da vulva, que não tem nenhum pêlo, deixando-me com aparência de adolescente.
Minha vulva é rosadinha, contrastando com a pele. Algumas são feias, horrorosas, mas a minha é atraente, fechadinha, salientando-se os grandes lábios, enormes só de nome. A boceta é bem-apertadinha. O cuzinho é perfeito, com suas pregas no lugar, sem problemas de hemorróidas, bem-escondidinho no meio das gostosas nádegas. Pelo menos essa era uma descrição perfeita de dez anos atrás.
Aos 18 anos, no primeiro ano de Direito em uma universidade federal, conheci Tamara, uma terceiro-anista do mesmo curso, filha de desembargador. Fizemos amizade e ela me ensinou os atalhos para minha ascensão no curso, de natureza machista e patriarcalista. Um dia ela me convidou para ir ao cinema, assistir à estréia de um filme na cidade. Recusei, agradeci-lhe o convite e expus as dificuldades financeiras. Ela insistiu e me pagou a entrada. O filme que assistimos era pornográfico. Fora a primeira vez que eu vira uma cena de sexo explícito. Constrangida, não comentei nada. Mas ela puxou o diálogo.
Em seguida, revelou-me que era cafetina e agenciava moças bonitas como eu para acompanharem homens ricos e transar com eles. Deixou claro que eu poderia receber uma boa quantia e custear com conforto os gastos com livros, apartamento, automóvel, roupas, jóias, perfumes e viagens. Disse-lhe que ia pensar no caso. Antes, por curiosidade, perguntei-lhe quanto me pagariam. Ela me respondeu que precisava de uma fotografia, não necessariamente nua, mas de rosto e do corpo, com um biquíni mesmo.
Três dias depois, ela me ofereceu cinco mil reais, sendo vinte por cento dela. Achei um absurdo ceder o corpo para um homem que não conhecia por míseros cinco mil reais. E depois? Confessei-lhe que era virgem e não poderia aceitar isso. Ela me respondeu que uma virgem poderia valer no mercado até vinte mil reais. Queria conhecer meu pretendente. Marcamos uma visita e fomos ao seu escritório, num edifício moderno e luxuoso.
Lá ele se demonstrou muito cortês e ético, não comentando nada sobre sexo, sequer um olhar insinuante. Talvez isso tenha me atraído para aquele homem de cabelos grisalhos, 1,78m, muitos músculos, apesar da idade, entre 50 e 55 anos. Conversamos a respeito de política, economia, direito, história, amenidades da vida.
No dia seguinte, Tamara me ofereceu cinqüenta mil. O cara é empreiteiro, um sujeito riquíssimo. Quero um milhão, reforcei, deixando-a estupefata. Ela prometeu devolver a resposta muito breve.
Uma semana se passou até Tamara me abordar e dar um ultimato. Duzentos mil e nada mais. Devolvi-lhe 800 mil. Não levou duas horas e ela me trouxe a resposta definitiva, proposta derradeira. 600 mil reais e uma trepada com o filho virgem e com ele. Trata-se de um presentaço para o jovem de 20 anos que nunca transara. Eu queria receber o valor adiantado, um dia antes do serviço, que deveria ocorrer no dia em que estivesse provavelmente no cio, afinal tinha medo de dor e desprazer.
Ele prometeu atender o pedido e exigiu que a primeira trepada fosse com o filho, em forma de estupro. Fiquei com receio, mas Tamara me tranqüilizou, prometendo que seria rápido. O que importava seria a conta bancária. Disse-me que eu prometia muito, pois nunca sonhara ganhar tanto na vida em tão pouco tempo e nunca ouvira falar de alguém que recebera tanto por um só serviço. Isso significava o valor dado por ele, antigo cliente dela desde que sua mulher falecera, vítima de hepatite.
Seu Roque depositou a fortuna na minha conta, integralmente. Repassei 120 mil para Tamara e transferi 450 mil para outra conta como garantia contra um possível bloqueio, ficando apenas com 30 mil naquela conta. Já tinha consultado uma ginecologista e fiz alguns exames de rotina para ver se estava tudo bem comigo, e comecei a tomar o anticoncepcional. A desculpa apresentada é que me casaria e precisava saber se o corpo se encontrava em ordem. A médica disse-me que meu hímen seria rompido com dificuldade, pois havia apenas um pequeno orifício, mal-passando a esfera de uma caneta ponta-fina, e que não era central.
No dia marcado, um após o pagamento, preparei-me com a melhor roupa, o melhor perfume e fui à casa de Roque e Guigo, seu filho. O endereço me assustou, pois era uma mansão num bairro nobre, toda gradeada acima dos altos muros. Um jardim enorme a cercava. Um gentil Roque me recebeu com um grande sorriso. Eu estava toda de preto, quase indo para uma cerimônia fúnebre. Pegou-me pelo braço e levou-me à sala de estar, biblioteca, salão de jogos, cozinha, cineminha, piscina, vinhedo. Um encanto de lugar. Depois me conduziu ao quarto onde me deixou sozinha.
Tirei a blusa e a saia, ficando de sutiã e calcinha, também da cor negra. Minutos após, ele voltou e me encontrou sentada na cama, envergonhada, corada tal qual um tomate. Acariciando-me os ombros, tocou em meu queixo, deu-me um beijo na face direita e me deitou, colocando-me mais acima, próxima à grade de ferro. Aí puxou dos cantos umas tiras de couro e amarrou meus pulsos à grade. Tirou-me o sutiã, acariciou meus seios, deixando-me mais nervosa. Devagar, retirou minha calcinha, fazendo-me corar de vez e olhar para o canto, não o encarando.
Em seguida, levantou minhas pernas como uma franguinha e as abriu, expondo toda a boceta à vergonha. Por medo, tentei reagir, mas ele era muito forte e me segurou, impedindo qualquer movimento de fuga. Com as pernas levantadas, amarrou-as em outras tiras, de modo que fiquei toda exposta aos ensandecidos desejos e fantasias dele. Com a boceta à mostra, ele se abaixou e me beijou o umbigo, depois o monte de Vênus. Nessa altura já suspirava para o que viria. Com habilidade incomum, ele lascou-lhe uma chupada no meu clitóris, arrancando meu primeiro grito de prazer. Ele continuou e clamei para ele parar, pois já não agüentava. Meu corpo sacudia todo. Podia sentir algo como um líquido escorrendo por dentro do corpo descendo da cabeça para minha bocetinha.
Tentava retirar em vão minhas mãos, mas quanto mais me debatia, mais ele chupava. Comecei a gemer feito uma doida até que ele puxou como se fosse um desentupidor meu clitóris e eu berrei atingindo o primeiro orgasmo da vida. Suando toda, com a boceta molhadinha, fiquei estirada na cama, com as pernas ainda levantadas e abertas. Foi aí que me dei conta do trato e sabia que seu filho, que era meio débio mental, viria a qualquer instante me estuprar.
Imaginei minha vagina ardendo em chamas após a penetração, uma dor insuportável. Como ele romperia o intransponível hímen? Juro que fiquei tremendo de medo e cheia de vontade de fugir dali. Mas era impossível. Estava amarrada e numa posição que não ofereceria qualquer tipo de resistência. Quando ele entrou no quarto, não tive como evitar seu olhar de demente e, num relance, enxerguei seu pênis, um pouco maior que o normal, mas para uma virgem seria um trauma. Deveria ter uns quinze centímetros de comprimento e quatro de largura.
Balbuciei algo como você não vai me machucar, né?, mas acho que ele ignorou, já que era retardado. Sentou-se em frente às minhas pernas e, encostando o pênis na entrada da vagina, procurou arrombá-la, sem resultado. Nessas alturas já tinha perdido toda a lubrificação, estava tudo seco, morta de medo, quase chorando, o corpo tremendo de frio, me debatendo presa às tiras, dizendo bem baixinho não, não, por favor, não. De repente, sem aviso prévio, ele se posicionou mais acima e, deixando todo o peso do corpo cair sobre mim, empurrou com toda a força descomunal que ele tinha seu cacete em minha vagina. Eu berrei de dor, implorei misericórdia, mas era tarde. Cheguei a me arrepender em ter entrado nessa gelada. Uma, duas, três, quatro, cinco, seis estocadas e nada de o hímen romper. Sentia um pouco de sangue escorrendo da vagina em direção à bunda. A entrada já estava esfolada. Foi quando ele, num impulso de violência contra uma fêmea no cio, tuff, arregaçou minha bocetinha, descabaçando a vagina e explodindo sangue pelo lençol.
Aquela coisa enorme me penetrou, rasgando cada centímetro da boceta. Uma dor lancinante como uma facada correu pelo baixo-ventre e aquele pênis me estuprava até bater no útero. Eu gritava de dor e, à medida que ele se movimentava feito um louco em cima de mim, naquela posição eu sentia minha bexiga sair pelo ventre, uma coisa estranha começou a acontecer. Algo se mexia dentro de mim, começando na cabeça e descendo para o útero e vice-versa. Estava ficando maluca. Sentia prazer, por incrível que pareça, apesar do meu repúdio por aquele monstro sobre e dentro de mim.
Comecei a gemer, balançar o corpo junto em direção ao seu pau e ele, ao perceber meus gemidos, ficou mais louco ainda, aumentando o ritmo das batidas na minha boceta. Dava para sentir seu escroto ralar no meu ânus. Num frisson, ele friccionou meu clitóris, deixando-me alucinada. Urrei e berrei como em convulsão. Orgasmos múltiplos começaram a me assaltar e ele cada vez mais violento. Até que seu rosto mudou de expressão e soltou um urro como se estivesse morrendo. Numa velocidade espantosa ele me estocou umas doze vezes. Eu gritei pelo Roque, pela mãe, por clemência, ao mesmo tempo em que solicitava ser fodida e rasgada. Seu líquido jorrou como uma mangueira com pressão, molhando-me toda por dentro. Acho que deu um meio copo ou mais de porra quentinha. Sem afeição, ele saiu de cima e do quarto, deixando-me às lágrimas na cama, meio arrependida por haver cedido à violência sexual de um sujeito sem escrúpulos.
Ali estava eu, deflorada, pernas arriadas e cansadas, a boceta esfolada, sangrando sem parar. Um caco. Levou uns cinco minutos e Roque entrou no quarto, subiu na cama, retirou as tiras das pernas e me virou de quatro, prendendo os tornozelos em outra parte da cama. Apavorada, urrei como nunca quando ele me violentou por trás. O seu pênis penetrou na boceta até o útero com certa dificuldade, mas sua habilidade e violência eram tamanhas que ele não desistiu. Eu tentei sair para frente, mas ele agarrou minha bundinha, nas duas nádegas, cravando as unhas nelas e me puxou para seu corpo. Aí o cacete entrou sem dó nem piedade, aumentando o jorro de sangue. Com a mão direita ele acariciava de modo violento o clitóris, puxando-o para fora dos lábios, deixando-o saliente. O prazer foi intenso. Urrei como nunca, joguei minha bunda contra seu pênis. Ele batia forte no útero e os orgasmos se sucediam um atrás do outro. Comecei a gritar para ele parar, já que não suportava mais e tinha medo do que viria. Implorei por meu pai, minha nossa, o que é isso?, o que você está fazendo?, você vai me matar, mas ele se tornava cada vez mais doido e começou a me bater nas nádegas com uma cinta.
Depois disso ele me virou para a posição anterior, empurrou bem minhas pernas até encostá-las nos peitos e enfiou o pau na boceta. Novamente esperneei e amaldiçoei sua família. O prazer era intenso, irrefreável, incontrolável. Com extrema habilidade ele me amarrou novamente na posição de franguinha e pegou no criado-mudo um consolo vibratório, introduzindo-o em minha boceta. Fui às nuvens, pois o troço emitia uma vibração absurdamente prazerosa. Feito isso, ele o retirou e pegou outro, de um tamanho descomunal, uns vinte centímetros por cinco de largura. Encontrando certa resistência da boceta, ele tentou me penetrar, mas aí valeu sua maldade. Com o pé, empurrou tudo, fazendo-me soltar um berro nunca dado antes. Era grande demais e ele movimentava aquilo com maestria, levando-me aos estertores do prazer. Descansando o cacetão artificial na boceta, ele colocou uma camisinha lubrificada, com odor de morango que dava para sentir de longe e começou a cutucar meu ânus. Com a garganta seca, disse-lhe que não fizesse isso, doeria muito. Ele não me respondeu e foi forçando o cu para dentro ao mesmo tempo em que batia com o ventre no cacetão dentro da boceta. Eu gritava desesperada. Com outra mão ele fritava o clitóris. Fui à loucura e lhe pedi para tirar o cabaço do cu. Ele penetrou, o sangue espirrou e o prazer se tornou loucura. A cama sacudia toda, batendo na parede. Parecia que a casa ia desmontar. Imaginei as pessoas correndo da rua para dentro da casa atendendo os rogos indescritíveis de socorro.
Tirando o pau do cu, ele retirou a camisinha, me virou e me fodeu como uma cadela até esporrar dentro da minha boceta. Ao contrário do seu filho, ele ficou em cima da minha bundinha, acariciando-a, assim como meus seios, os quais chupou-os e me levou a novo orgasmo. Depois, saiu e foi embora. Fiquei ali, com o sexo arreganhado, com a boceta ardendo, mas até certo ponto satisfeita por curtir um prazer inolvidável. Voltei para casa e fiquei uma semana de molho, sem comparecer às aulas na universidade, pois mal podia andar. Deitada na cama, sem calcinha, de pernas abertas, tomando antibióticos e cheia de curativos, não imaginava o que me reservava o futuro, tampouco tinha noção da situação em que havia me envolvido. A história desses dez anos de foda contarei adiante.
Nenhuma reação ainda.
0
curtidas
👁️ 15 visualizações