As novas experiências sexuais de um ex-machão
Sou engenheiro e trabalho em uma grande empresa nacional. Viajo muito, vou tratar de assuntos da empresa nos Estados Unidos e Europa e, às vezes, deixou minha mulher sozinha por vários dias. Casei-me com Laurinha há cinco anos, mas até hoje não tivemos filhos e isso deixa minha esposa na maior solidão. Um dia, mexendo sem querer numa gaveta usada por Laura, encontrei um consolo em forma de pênis de tamanho descomunal. Fiquei perplexo, como pode uma mulher tipo mignon, com 1m.55, agüentar tudo aquilo dentro de uma bocetinha delicadíssima? Coloquei o tarugo de látex no lugar onde estava e nada comentei com Laurinha, mas fiquei com muita pena dela. É claro que nessas viagens longas eu sempre encontrava um jeito de dar uma trepadinha, seja com alguma prostituta, tomando os devidos cuidados, seja com alguma colega de viagem ou namoradinha eventual, pois sempre me considerei um machão irresistível. A partir daquele dia comecei a me preocupar com a solidão de Laurinha. Seria justo eu dar minhas escapadinhas e ela se consolar com um pinto de borracha? E se ela estiver dando seus pulinhos também? Só Laurinha poderia responder minha pergunta. Uma vez, retornando de viagem, resolvi dar uma trepada homérica, inesquecível, em Laurinha e, depois de alguns drinks, começar a tocar de leve nesse assunto tão delicado. Dei voltas e voltas, explicando que eu não tinha ciúmes, que eu sabia das necessidades dela, que compreenderia se ela me contasse que dava seus pulinhos e, para convencê-la definitivamente que sua confissão não iria mudar nada em nosso casamento, afirmei que só a idéia, a mera possibilidade de traição por parte dela me dava um imenso tesão. Laurinha adorou aquele papo maluco, me agarrou como uma doida varrida e me beijou, dizendo, com sorriso malicioso nos lábios, que, se fosse mesmo verdade tudo o que eu estava dizendo, ia, logo logo, me contar seus futuros pecados cabeludos. Se inicialmente meu sentimento era um misto de verdade e brincadeira, a partir daquela frase de Laurinha percebi que aquela minha vontade de ser corno era mesmo para valer, era verdade pura e não podia ficar só no campo da fantasia erótica. Eu era um corno mansinho, mansinho, e se Laurinha não dava seus pulinhos, haveria de dar e, agora, com o meu consentimento e incentivo. Comecei a dar conta de que tinha, dentro de mim guardado, o grande tesão terrível de ser corno e não sabia. Comecei a torcer, dia e noite, para ser verdade aquelas insinuações de Laurinha. Queria mesmo que Laurinha, nas minhas ausências, desse seus pulinhos e, por incrível que pareça, me contasse suas aventuras, detalhe por detalhe, ou seja, descrevesse como era o seu novo macho, o tamanho de sua piroca, o que eles fizeram, enfim, queria um relatório exato, fiel, do ocorrido. Todos os dias tocava nesse assunto com Laurinha., pois sabia que essa conversa excitava minha mulher, levando-as às nuvens. Nem bem começava a falar, meu pau subia na hora e a bocetinha dela pingava sem parar. Era sempre uma foda maravilhosa. É claro que eu sabia que traição sempre foi tabu entre nós e, por isso, essa minha iniciação como corno deveria ser feita com muito tato, com muito cuidado, caso contrário nosso casamento iria por água abaixo. Depois de certo tempo, depois de convencer Laurinha que, realmente, eu estava super sincero e de provar, várias vezes, que aquela conversa me excitava muito, ela começou a se abrir, bem devagar. Um dia, depois de esvaziar um champagne Laurinha falou baixinho no meu ouvido:_Sabe amor, eu comprei, pela Internet, um consolo enorme para mim. Ele funciona à pilha e, quando você viaja, eu me satisfaço duas vezes com tudo aquilo dentro de mim. Você não vai ficar bravo não, né? Demonstrei surpresa, embora já tivesse encontrado a prova do crime, ou seja, o cacete de borracha, respondi que eu achava legal e que podíamos até usá-lo simulando uma dupla penetração. Ela me lembrou que não dava o cuzinho para mim desde solteira e que não queria dar agora depois de casada, pois doía muito. Dei um sorrisinho maroto e falei Isso vamos ver depois..... É claro que, como corno iniciante, eu queria que Laurinha desse para um bom macho de carne e osso e não para um pau de mentirinha. Corno que se preze não quer ser chifrado por um consolo. Preparando mais uma vez minha mala para viajar, criei coragem e, com a maior cara de pau, falei para Laurinha:_ Dessa vez, amor, vou ficar quase um mês em Nova Iorque e você vai me prometer deixar em paz aquele brinquedinho de borracha. Em vez de usar o consolo, eu, sinceramente, prefiro que você tenha uma aventurinha passageira, tomando cuidado, usando preservativo, é claro. Estou sendo sincero mesmo. Não vou achar ruim não. Ta legal?. Dessa vez Laurinha entendeu meu papo direto e objetivo. Abraçou-me com ternura e respondeu-me ternamente: _Está bem, meu amorzinho, eu vou te obedecer. Deixa comigo. Depois eu conto para você o que aconteceu, tintim por tintim... Meu pau cresceu dentro da calça e fui obrigado a dar uma tremenda foda em Laurinha, antes de viajar. A danadinha compreendeu o espírito da coisa e, na hora do gozo, gemia no ouvido me chamando de corninho querido. Lá de Nova Iorque liguei várias vezes para Laurinha, querendo saber as novidades. Ela me contava sobre tudo, mas sobre o que eu realmente queria saber ela sorria, dissimuladamente, e dizia:_ Isso é segredinho querido. Não vou lhe contar nada. Mas posso adiantar que eu não vou te decepcionar. Mesmo no dia do meu retorno, ela nada me contou, quando lhe telefonei antes de sair de Nova Iorque, o que me deixou aflitíssimo e curioso dentro do avião. Cheguei em casa de táxi e fui direto ao encontro de Laurinha. Encontrei outra mulher. Laurinha mudou o corte e a cor dos cabelos, sua saia estava curtíssima, seus lindos seios estavam à mostra numa blusa sensual, seu sorriso era diferente, mais malicioso e sensual, seu humor era outro. Definitivamente, não era a mesma mulher. Mudou e mudou para melhor. Abracei minha mulherzinha com ternura e, com voz baixinha no seu ouvidinho, perguntei:_ E daí meu bem, aproveitou bem esses dias? A resposta veio de pronto:_Com certeza, você mandou e eu, como boa esposa, obedeci.Vou te contar os detalhes na cama. Não consegui esperar até lá, puxei Laurinha para o chuveiro e, tirando as roupas no caminho, tomamos um banho juntos, num chupa-chupa incrível. Rapidamente usamos as toalhas e fomos para o quarto, onde Laurinha faria suas confissões. Ela se encostou na cabeceira da cama e, com a voz melosa e compassada, começou a contar sua aventura maravilhosa. Primeiro descreveu o macho que ela escolhera para me colocar o chifrão. Pela descrição era mesmo um sujeito muito legal, médico, inteligente, malhadão, freqüentador assíduo de academia de ginástica, ex-campeão estadual de tênis e outros predicados. Contou-me que o nome de seu novo macho era Roque e que era médico do hospital que ficava bem perto de nossa casa. E, para minha surpresa, o tal Dr.Roque também morava no mesmo prédio nosso, na cobertura. Como moramos há pouco tempo naquele prédio, não consegui me lembrar do sujeito que ela descrevia: mulato claro, quase dois metros, olhos verdes, lindo... lindo, sempre de avental branco que era seu fetiche, inteligente, educado, gentil etc. Contou que encontrou com ele no elevador com roupa de academia, onde o médico malha e joga tênis, e que puxou conversa pedindo informações sobre a academia. No mesmo dia, se matriculou na academia para fazer ginástica e na mesma semana já eram íntimos colegas de malhação. Morando no mesmo prédio e indo juntos para a academia, transar com ele foi fácil, fácil, disse sorrindo minha nova Laurinha. Eu só ouvia, ouvia, aquela mulherzinha linda, nuazinha, deitada sobre a cama, com a bundinha para cima, relatando suas aventuras. Com o copo de uísque numa mão e passando a outra em sua bundinha, ficava escutando, com atenção e excitadíssimo, o relato erótico vivido por Laurinha, querendo saber logo como foi a transa e quantas vezes transaram. Para minha grande decepção, Laurinha não quis entrar em detalhes sobre as transas. Insisti muito para ela contar tudo, pois aquilo estava me dando tesão. Mostrei o meu pau babando, quase estourando de tão duro. Laurinha segurou meu pau e começou a bater uma punhetinha gostosa e falou baixinho, dando uns beijinhos na minha glande. _Benzinho, hoje não vou dar para você, vou subir lá na cobertura e vou dormir com meu novo macho. Você deixa? Fiquei perplexo. Minha mulher exagerou, ia me deixar aqui sozinho e ia dar para outro. Mas a culpa foi minha, que incentivei tudo isso. Tentei argumentar que isso não era direito, que sempre dormimos juntos naquela casa, enfim, com delicadeza tentei tirar da cabeça dela aquela idéia de me deixar só. Sabidamente, ela caprichou muito na punheta até arrancar de mim um gozo gostoso, jorrando um punhado de porra. O telefone tocou, Laurinha atendeu e explicou que era o Dr.Roque, pedindo para ela subir ao apartamento dele. _E daí, querido, posso ir me encontrar com ele? Tentei persuadi-la a ficar, mas percebi que eu não podia decepcioná-la, mesmo porque, nos dias anteriores, ela já subira lá várias vezes para transar com o médico. Mas na minha presença, seria um absurdo! E como eu iria passar a noite? Qual sentimento eu sentiria? Ciúmes? Desprezo por mim mesmo? Rejeição? Raiva? Diante de tais indagações, Laurinha deu a solução, trazendo uma pílula de dormir que ela tanto utilizou no passado. Tomei a pílula, arrematei com uma dose de uísque e fui para a cama. Agindo assim, Laurinha compreendeu que eu havia dado um alvará, um sinal verde, e colocou uma roupa sex, sapatos altos e foi embora. Mesmo com a pílula e o uísque na cara, não conseguia dormir de jeito nenhum. O pau crescia cada vez mais, quando pensava que Laurinha estava dando para aquele baita macho. Fui obrigado a ir ao banheiro bater uma uma punheta e voltei para cama, para dormir como um anjo. Quando acordei, ouvi conversas na cozinha e, para meu espanto, era a Laurinha dando o café da manhã para o Dr.Roque, na minha cozinha. O dois caras de pau me receberam com um sorriso cordial e, como todo bom corno manso iniciante, agi com naturalidade. Falamos sobre o trivial, o Dr.Roque falou muito do hospital, disse que estava à minha disposição, que havia gostado muito de mim e que no fim de semana voltaríamos a nos encontrar. Dr.Roque se levantou e deu aquela enorme mão para se despedir de mim. Quando senti aquela mão monstruosa e olhei, dos meus míseros 1m e 65, lá para cima para falar com aquele homenzarrão, me senti um gatinho manso pegando na mão de um baita leão. Gatinho eu não era, mas manso...Quando ele saiu, Laurinha se agarrou a mim, me beijou como louca, agradecendo muito a felicidade que eu estava lhe proporcionando. Fiquei sensibilizado, só não entendi muito o porquê o Dr.Roque deu tanta ênfase que estava à minha disposição no hospital. Laurinha me explicou, um pouco constrangida, que fez exame de sangue no hospital, a pedido do seu macho-médico. E me deixou pasmo, quando disse que o Dr.Roque estava me esperando naquela manhã para eu fazer exame também. Fiquei possesso, puto da vida. Aquilo já era demais. O fulano tira minha mulher da minha cama, come ela a noite inteira e agora ainda quer saber se eu não tenho aids? Que cara ousado! Laurinha ouviu meus berros pacientemente e devagar foi explicando que aquilo era para o nosso bem. Argumentou que o Dr.Roque havia feito um exame junto comigo. Papo vai papo vem, não resisti aos argumentos de Laurinha e fui fazer o tal exame. O novo macho da minha mulher me tratou com muita educação e gentileza, falando, novamente, que iria me encontrar no fim de semana. Quando eu cheguei em casa, Laurinha me explicou que iríamos todos à cobertura de Roque, no fim de semana. Ela queria experimentar uma dupla penetração. Olhei assustado para a Laurinha, dizendo que ela havia progredido muito, mas sempre levando aquela conversa na esportiva, afinal das contas tudo foi iniciado por mim mesmo, quando resolvi me tornar um corno manso. Dr.Roque ligou e disse para Laurinha que nada deu de errado em meu exame de sangue e ficamos, excitadíssimos, aguardando o fim de semana. Sábado à noite, nos arrumamos e fomos nos encontrar com o Dr.Roque na cobertura. Que beleza o apartamento do médico, cheio de pratarias, cristais, luzes, espelhos. Parecia ser um pedaço de um palácio suntuoso. Som de primeiro mundo, imagens em TV de plasma, móveis moderníssimos e até piscina privativa e aquecida havia no tal apartamento. Aproveitamos o máximo. Comida gostosa, conversa animada, enfim, estávamos mesmo à vontade, bebericando ali e aqui, apreciando um quadro ou uma peça de arte qualquer. Laurinha conhecia tudo e todos os cantinhos daquele apartamento, pois, cm certeza não estava lá pela primeira vez. Impressionante sua desenvoltura pelos cômodos. De repente, Laurinha some e aparece com um minúsculo biquíni e se joga na piscina, nadando como um peixinho de aquário. Ficávamos apreciando e elogiando a beleza daquela mulher fogosa e que seria compartilhada por dois machos que a adoravam. Roque se levantou e me chamou para o quarto, pedindo para eu colocar um avental de médico. Fiz o que o homem pedia. Tirei toda a roupa e coloquei o tal avental, uma máscara e um estetoscópio no pescoço. Laurinha já sabia de tudo e se colocou sobre a mesa da sala, como se fosse ser operada por nós. Era seu sonho erótico, era sua fantasia sexual: ser operada e devorada por dois médicos ao mesmo tempo. Aproximamo-nos da nossa paciente que estava deitada totalmente nua, sobre a mesa de jantar, com as pernas ligeiramente abertas. Com a precisão de cirurgião, o Dr.Roque fez um risco bem no meio do corpo de Laurinha, que permanecia com olhos cerrados, como se estivesse anestesiada. O risco feito pelo médico começava pela testa, dividindo-a ao meio e descia até a sua xaninha. raspadinha Metade era minha, metade era dele. Um seio para mim e o outro seio para ele. Uma perna minha, outra dele. Obedecendo a linha divisória, Roque começou a pincelar, com pincel de enfeitar bolo, um creme cheiroso e gostoso, tipo chantily misturado com leite condensado, e, com carinho, começou a passar a língua na sua metade, lambendo gentilmente o corpinho de Laurinha, como se fosse um gatinho esfomeado. Começou pelo pezinho e foi, vagarosamente, subindo, subindo, passando pela canela, joelhinho, coxa, perdendo um tempo enorme naquela bocetinha peladinha. Subiu mais e mais, ultrapassando o umbiguinho e chegando no seu seio. Deixei de observar e comecei a participar daquela operação sensual. Passei o creme com uma espécie de pincel de enfeitar bolo, desde o pé até o pescoço de Laurinha e, a partir do peitinho, caprichei um lambe-lambe legal até ao dedão do pé de minha mulherzinha, aparentemente inerte. Claro que por dentro, Laurinha estava pegando fogo. Percebi isso quando me encontrei com Roque na bocetinha dela, que escorria, sem parar, um líquido quente e abundante. Metade eu chupava e a outra ficava por conta do Roque. Às vezes eu enfiava a língua e em seguida Roque se apresentava para tal missão na bocetinha molhadinha de Laurinha. Dentro daqueles ridículos aventais, nossos pintos formavam duas barracas, duas tendas, saindo para fora por entre os botões. De repente, Roque não agüentou mais aquele lambe-lambe e ergueu uma das pernas de Laurinha, iniciando a penetração daquele invejável mastro na delicada bocetinha de minha esposinha anestesiada sobre a mesa. De pé, Roque puxou um pouquinho Laurinha e foi introduzindo, devagar, aquela tora no buraquinho dela, sob minha supervisão e pleno consentimento. Com a máscara cirúrgica e o avental branco, eu acompanhava aquela outra etapa da cirurgia com grande interesse. Quase não acreditei quando aquela vara sumiu no pequeno buraco. Nesse instante, a paciente acordou e se ergueu agarrando aquele garanhão com furor. O impacto foi tão grande que Roque caiu de costas no tapete macio da sala, com a paciente-impaciente sobre ele. Grudado naquele homenzarrão de quase dois metros, a minha pequena Laurinha rolava pelo chão, gemendo como uma gatinha no cio. E eu estava quase gozando de tanto tesão. A única alternativa sensata era entrar na dança. Assim que Laurinha começou a cavalgar sobre a barriga de Roque, curtindo aquele pau enorme, num vai e vem gostoso, me aproximei, me abaixei, e comecei a bolinar a bundinha de Laurinha. Na hora, ela compreendeu minhas intenções. Parou um pouco de rebolar e ficou esperando a penetração anal. Segurei firme aquelas ancas roliças e, caprichadamente, acertei aquele alvo cobiçado há tanto tempo por mim. Assim que a cabeça do meu pau entrou, aguardei uma reação escandalosa de Laurinha, um grito alto, um gemido aflito, sei lá o que, mas ouvi apenas um fraquíssimo ui, seguido de uma empurrada para trás, encaixando tudo, e uma intensa rebolada cadenciada. Com meu pinto pequeno, mas espertíssimo, no cu e com o tarugo na xaninha, Laurinha estava realizada. Gemia, gritava de tesão, chupava a boca de Roque, chamando-o de tesão de homem, de gostosão e me agradecia toda hora, me chamando de corninho lindo e outros elogios semelhantes. Laurinha era só felicidade e mais uma vez me senti gratificado por ter proporcionado a ela tanta satisfação. Enquanto refletia, sentia aquele cuzinho apertando o meu pau, mexendo sem parar, numa movimentação maravilhosamente sensual. De vez em quando, o pau de Roque saia fora da bocetinha dela e escorregava pelas minhas pernas e bunda. Laurinha, com jeitinho, agarrava o tarugo fujão e o colocava na bocetinha, passando-o, propositadamente, pelo meu reguinho virgem. Fiquei assustadíssimo com o que estava acontecendo comigo. Eu estava adorando receber aquele tarugão no meio das pernas e no rego. Cheguei mesmo a adorar quando Laurinha encostou o tarugo fujão no meu cuzinho e deu umas pinceladas. Gostei tanto que fiz, eu mesmo, o que Laurinha vinha fazendo. Segurei o tarugo fujão do Roque e o passei no meu rabo e iniciei uma frustrada penetração no meu cuzinho super fechado. É claro que nada entrou, tendo em vista a posição em que estávamos. Segurei firme o pintão de Roque e o enfiei de novo onde estava, para o regozijo de Laurinha. Gostei da brincadeira e, várias vezes, tirei o pau do Roque e brinquei com ele: segurando-o, punhetando-o levemente, colocando-o no meio das minhas pernas e tentando enfiá-lo no meu cu, e depois o devolvia para o bocetinha de Laurinha. Roque adorava ter varias mãos tocando em seu pau, que passeava por vários lugares gostosos. Ele chegou mesmo a me ajudar numa dessas empreitadas, forçando a barra para realizar uma penetração no meu rabinho. Doeu, mas gostei mesmo. Pela primeira vez senti um cacete no rabo, pena que não entrou muito. O tesão foi maior que o preconceito. Resolvi insistir mais. Quando eu percebi que a Laurinha estava tendo orgasmos múltiplos e, cansada, já estava s entregando, agarrei firme o cacete molhado que saia de dentro da bocetinha de Laurinha e o enfiei, com determinação, no meu cu. Roque já esperava por isso, porque eu estava há um bom tempo acariciando aquele belo cacete. Desta vez tive sucesso, o pauzão foi entrando com precisão, rasgando meu cu, dividindo-me no meio, sem perdão. Sentado naquela rola, vi estrelas. Laurinha nem acreditava no que via. Ficou com pena de mim, porque, por experiência própria, sabia que a primeira enrabada ninguém esquece. Roque não agüentou muito tempo o tesão louco de comer um cu tão fechado e gozou, enchendo meu rabo de porra. Sentindo aquele liquido quente e delicioso no meu rabo, dei uma gostosa rebolada, tirando e pondo, num vai e vem delicioso. Laurinha me ajudou numa punheta e gozei sem parar. Aos berros clamava: _Ah! Como é gostoso dar o rabo!!! Eu sabia que nunca iria virar gay, mas, com certeza, iria me tornar um simpatizante ou viadinho eventual. No mínimo, seria, a partir daquela enrabada, um bissexual, principalmente quando acontecesse um novo menage á trois com o Roque e Laurinha. Tomamos uma ducha gostosa e caímos na piscina aquecida da cobertura de Roque nus. Nova sacanagem começava. Roque apalpava Laurinha, que pegava no meu pau e eu, já mais entendido, grudava, com as duas mãos, o cacete de Roque. Queria ser enrabado de novo de qualquer jeito. Laurinha também tinha o mesmo desejo. Era uma verdadeira competição. Eu pegava o pau de Roque e o ajeitava na minha bunda, quando Laurinha vinha, de mansinho, e fazia o mesmo. Roque se divertia com aquela disputa por seu pau. Pedia calma porque tinha cacete para todos. Sentou na borda da piscina e colocou seu pinto à disposição, hora eu chupava, hora era Laurinha, que já estava expert no assunto. Roque delirava com tudo aquilo. Deixei Laurinha à vontade chupando o pau de Roque e enfiei o pau na sua bocetinha, dentro d´água. Ela rebolava e empurrava para trás com força, querendo receber mais e mais. Laurinha já estava se acostumando com mais de vinte centímetros na xana e meus míseros quinze cm. estavam fazendo muito feio na sua bocetinha. Cuidadosamente ergui Laurinha e a coloquei sobre o pau de Roque, que ela estava chupando com volúpia. Laurinha agradeceu minha ajuda e foi encaixando seu buraquinho num pau de verdade. Não me senti humilhado, porque sabia que teríamos muitos outros encontros com Roque e que ele não iria deixar de repetir aquela surubinha gostosinha. Com o corpo ainda na piscina, enfiei a cabeça entre as pernas de Roque e chupei aquele saco e a parte do pau que ficava de fora quando Laurinha se erguia. De vez em quando, Laurinha se erguia e deixava o tarugo livre para o meu regalo. Puxava o pau para a minha boca e dava aquela chupada caprichada, procurando imitar o boquete que Laurinha fez antes em Roque. Depois, ajeitava com carinho o pau do Roque na bocetinha da minha mulherzinha fogosa. Subindo e descendo, Laurinha era só prazer. Apesar de estar adorando tudo aquilo, Roque sugeriu que todos fôssemos para uma gostosa cama em sua suíte. Tomamos nova ducha, ensaboando um ao outro de forma sensual e com algumas pitadas de humor. É claro que aproveitei para lavar bem o cacetão do Roque, que ria muito quando Laurinha o tomava da minha mão. Sem preconceito, Roque lavou meu cacete com muito carinho, ajudado por Laurinha. De vez em quando, Roque se encostava sua bunda no meu pau, debaixo do chuveiro. Quando percebi que Roque gostava quando eu dava um trato em seu rabinho, caprichei na lavagem, pincelando o pau no seu rego. Roque delirava, abaixando-se para facilitar minha brincadeira. Enxugamo-nos e fomos para a suíte, depois de uns comes e bebes e ligeiro descanso. Laurinha ainda estava exausta e se jogou numa poltrona, enrolada numa toalha, assistindo um programa que passava numa imensa TV, deixando-nos á vontade. Joguei-me na cama e Roque fez o mesmo do lado contrário. Aproximamo-nos e começamos um sessenta e nove super delicioso. Enfiei o pau de Roque na boca e chupei-o com devoção, sentindo meu pau sendo bem cuidado pela boca dele. Roque chupava divinamente. Eu adorava quando ele chupava meu saco e ia subindo até chegar na minha glande, que ele sabia dar um trato excepcional. Só mesmo um homem para saber exatamente onde o outro tem mais sensibilidade no pau. Laurinha se recuperou e entrou na festa, tirando a boca do Roque de meu pau e se ajeitando nele. Cavalgando sobre o meu pau, deixou, de propósito, seu rabinho á disposição de Roque. Depois de lubrificar bem seu pau com um moderno e eficaz lubrificante, Roque enfiou todo aquele tarugão no rabinho de Laurinha. Como eu já esperava, Laurinha gemeu um pouquinho, mas adorou tudo aquilo dentro dela, pois não era a primeira vez que dava o cu para o Roque. Começamos uma gostosinha dupla penetração, bem calma e cadenciada, que durou um tempão. Tudo o que eu fiz com o pau do Roque na dupla penetração anterior, ele também fez com o meu pau. E para empatar o placar em um a um, o Roque também enfiou meu pau em seu cu, depois que Laurinha gozou tudo o que tinha para gozar. Comi o cu do Roque, que aliás estava super fechadinho, com grande cuidado. Passei lubrificante, pus bem devagar e bati uma punhetinha para ele, enquanto socava o pau até no fundo de seu rabo. Gozei com nunca, inundando o rabinho de Roque, sentido seu pau latejar na minha mão esguichando um jato de porra. Exaustos, cada um caiu para um lado da cama, fazendo companhia para Laurinha. Ficamos quietinhos e, cansados, dormimos até o outro dia. Fomos despertados por Roque, que colocou sobre a mesa um belíssimo café da manhã. Depois do café, nos despedimos com beijos e abraços e com a promessa de que iríamos repetir aquela surubinha por muitas e muitas vezes.
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