Conto 8 by Ana
Estávamos a nos lavar embaixo do chuveiro, e a bolinação continuava, Vera agora punhetava Rick lentamente, seu pau foi ficando cada vez mais ereto, sua resistência ao sexo anal continuava, então resolvi ajudar meu amado e começei a preparar Vera, alisava sua bunda enquanto falava em seu ouvido palavras de incentivo e tentava injetar auto confiança em seu íntimo. Não demorou muito, Hernandez que estava dormindo, acordou e caíu na piscina, ao ouvirmos o barulho que fazia na água, resolvemos nós três lhe fazer companhia. Caímos todos na água, logo fui abraçada por Hernandez, a água fria fazia meu corpo arrepiar e a lingua quente dele no meu cangote provocava arrepios gostosos. Seu membro flácido encostado em minha bunda, fez com eu levasse minha mão até ele, e ainda de costas pra ele, sendo agora bolinada nos seios e buceta por suas mãos, apertava seu pau e notava pequenos sinais de reação aos meus estímulos. A esta altura Vera e Rick se encontravam atracados em um longo beijo, com suas mãos explorando seus corpos sem parar. Aproximei-me do corpo de Vera, e toquei seus seios, sua reação aos meus estímulos foi imediata, ela virou seu rosto e beijou-me longamente, enquanto sentia Hernandez a cutucar minha bundinha com seu cacete. Estávamos eu e Vera de frente uma pra outra aos beijos e carícias, com nossos machos a nos penetrarem por trás, ela gritava como louca a cada investida de meu amado em sua vagina, Hernandez também socava minha buceta sem piedade, a água da piscina levemente gelada, provocava sensações deliciosas ao contato com nossos corpos a medida que nossos corpos se agitavam na piscina molhando tudo ao seu redor, senti Hernandez a agarrar-me fortemente e dar suas últimas estocadas em minha xana, despejando seu semen quente e afastando-se lentamente de mim, que ainda me encontrava elétrica e pronta para novas aventuras, ele logo saiu da piscina, indo deitar-se na cama, enquanto eu me dirigi a Vera e Rick ainda dentro da piscina, fiquei às costas de meu amado com ele a fustigar a buceta de Vera dentro dágua espalhando água por todos os lados. Beijei a orelha de Rick falando aos seus ouvidos para comer o cuzinho dela. Ele fitou-me e vendo minha determinação, ele parou os movimentos saindo da piscina a seguir, e ajudando-nos a sair da piscina eu e Vera, fomos até a cama onde Hernandez estava deitado, ao ver-nos se aproximar, levantou-se e foi ao banheiro tomar banho na Jacuzzi, deixando-nos a vontade com Vera. Fi-la deitar-se na cama, e logo eu e Rick já estávamos entre suas pernas cada um segurando uma, dando uma especial atenção a sua xoxota molhadinha. Pedi que Rick deitasse ao lado dela e erguendo suas pernas começei a lamber seu cuzinho, ouvia-a gemer e estremecer seu corpo a medida que lambia e brincava com seu anelzinho, ao pressentir que Vera já estava devidamente relaxada, pedi-a que ficasse de ladinho e recolhesse um pouco as pernas, sua bunda abriu-se deixando seu cúzinho bem exposto, falei para Rick tambem ficar na mesma posição, e ao ver seu membro levemente flácido a bater em sua bunda, peguei-o em minha mão e levei minha boca até ele, abocanhando-o a fim de deixá-lo duro e pronto para gozar no cuzinho de vera, também não me descuidava e volta e meia dava uma linguada em seu ânus. Quando o cacete de Rick se encontrava duro em minha boca, peguei-o com a mão e levei-o até o buraquinho de Vera, firmei-o bem na entradinha e ordenei que Rick a penetrasse, firmando seu membro, vi a cabeça entrar bem justo, Vera deu um leve gritinho, ele foi paciente e aguardou ela relaxar, e eu aproveitei e dei uma ultima salivada no resto do membro exposto, e vi ele desaparecer aos poucos dentro do ânus dela. Escorregou fácil para dentro, e ele agora começava os movimentos de vai e vem lentamente, fiquei ali com meu rosto bem próximo, assistindo a cópula de meu amado com Vera. A medida que o tempo passava, Vera a esta altura gritava, gemia e implorava que Rick a golpeasse com mais força, seu rosto denunciava seu gozo próximo com inúmeras caretas, e ele dando um berro acabou por gozar e inundar o cú de porra, seu membro escapuliu para fora ainda despejando semen e eu aproveitei e coloquei-o em minha boca, dando-lhe lambidas confortadoras e sentindo seus últimos jatos em minha lingua, o cú de Vera estava alargado e branco de esperma, que ainda escorria de seu buraquinho, ela logo colocou seu dedo a fim de verificar o estrago e ficou impressionada com o rombo, tranquilizei-a falando que logo ele voltaria ao normal e ela estaria pronta para outra. Ela confidenciou-me sentir-se realizada, sempre tivera medo de praticar o anal e agora se sentia mais segura para praticar com Hernandez. Por falar nele, acabei deixando ela com Rick na cama e fui fazer companhia a ele na Jacuzzi. Ao chegar lá, encontrei-o deitado, relaxado e dormindo. Ao entrar na banheira, ele despertou dando-me lugar para sentar a seu lado. Conversamos sobre Vera e sua fantasia, ao que ele me relatou que sempre tentou praticar anal com ela, mas suas tentativas muitas vezes foram fracassadas, pois ela reclamava de dor, ele acabou por me contar em segredo, que chegou a contratar prostitutas para saciar o seu desejo. Mesmo assim não ficou plenamente satisfeito, pois elas eram extremamente profissionais, faltando aquele calor e carinho. Ao estar ali, ouvindo suas confissões, minha mão agora pousava sobre seu flácido pau, acarinhava-o lentamente a fim de despertá-lo, meus estimulos aos poucos começaram a surtir o efeito desejado, ao me comover com seu relato, acabei por pedir que comesse meu cuzinho, ele ficou surpreso e seu pau deu um pinote, a fim de certificar-se do que ouvira, perguntou-me se era este meu desejo, e para dirimir todas as suas dúvidas acabei por confessar a ele que este era o meu maior prazer, eu era tarada por sexo anal. Ali mesmo dentro da Jacuzzi, ele puxou-me de encontro ao seu corpo, dando-me um longo beijo. Acomodei-me melhor sentando por cima de suas pernas, sentindo seu pau meio ereto a roçar minha buceta, nesta posição ele começou a lamber meus peitos, fazendo com que meus bicos ficassem intumescidos de tesão, suas mãos estavam segurando-me a bunda, as vezes uma de suas mãos fugia furtivamente até meu cúzinho, e seus dedos ficavam alisando pra lá e pra cá, sem tentar uma penetração. Aquela brincadeira estava me deixando louca, levei minha mão até minha xoxota e sentindo seu pau próximo da entradinha, forçei com meu corpo que seu pênis levemente flácido encontrasse abrigo dentro de minha xana, com alguma dificuldade consegui introduzí-lo e começei a contrair minha vagina e fazer movimentos com meus quadris, ficamos neste rala e rola por um bom tempo, sem deixar de nos beijar e nos acariciar. Passado um tempo a excitação dele aumentava, seu pênis a esta altura já preenchia minha buceta plenamente, ocupando todos os espaços, me sentia gostosamente entalada, seus dedos em minha bunda já invadiam sem pudor meu cuzinho, logo receberia seu grosso pau em meu ânus. Atendendo um desejo dele, mudamos de posição, deitei-me na beira da banheira com minhas costas apoiadas no piso, Hernandez ergueu minhas pernas por sobre seus ombros e posicionou seu pau na entrada de minha xana, penetrando logo a seguir, seus movimentos cadenciados provocavam maravinhosas sensações que invadiam meu corpo, depois de ficarmos assim por um bom tempo, ele afastou seu pau, ergueu e afastou minhas pernas, deixando exposto meu cuzinho e atacou com sua lingua, as vezes enfiava sua lingua e eu relaxava meu ânus a cada investida sua que foi ficando cada vez mais profunda, ele molhou seus dedos e enfiou um de cada vez, sentia-o a alargar meu ânus, uma dorzinha gostosa lentamente começava a invadir meu ser, quando ele sentiu meu anelzinho a não mais resistir seus ataques e devidamente relaxado, posicionou seu pau na entradinha e logo enfiou pra dentro, seu pau deslizava gostosamente pra dentro de mim. De joelhos na piscina, segurando minhas pernas, começou os movimentos cadenciados de entra e sai, seu cacete grosso provocava uma gostosa dorzinha nas paredes de meu ânus, ele deslizava facil e suas estocadas foram ficando mais rápida. As vezes contraía meu ânus apertando seu pau, e ele esperto, diminua a velocidade a fim de prolongar nosso prazer, esta tortura gostosa durou um longo tempo até que senti suas estocadas cada vez mais profundas e seus pentelhos a roçar minhas nádegas, sentia seu pau grosso cada vez mais duro e latejando em meu cuzinho, ele aproximou seu rosto do meu e começou a beijar-me sem parar a penetração, e quando lambia meus peitos, gritou e gemeu despejando em meu ânus todo o seu sêmen quentinho, continuou a bambar-me até sentir seu membro totalmente flácido sair de meu reto. Ele caiu para trás, recostando-se na banheira, vi sua expressão de satisfação em seu rosto, e me ergui sentindo meu ânus doloroso mas satisfeita e fui sentar-me a seu lado dentro da Jacuzzi. Ele ligou os jatos e logo a água morna começou a provocar os efeitos anestésicos em nossos corpos, fazendo-nos adormecer.
O dia já começava a despontar no horizonte, quando todos nos, dormimos até quase 10 horas, e tomamos um belo café ali mesmo na suíte do motel. Rick e Hernandez tinham compromissos na parte da tarde e não poderiam fazer companhia a mim e Vera. Quando saímos do motel já passavam do meio-dia, e o movimento nas ruas de São Paulo era intenso, Hernandez nos deixou de volta ao hotel e seguiu com Vera para sua casa, com a promessa de novo encontro à noite. Eu e Rick subimos para a nossa suite e ele logo foi se aprontar, pois tinha compromissos agendados às 14 horas em um Banco na av. Paulista. Após ajudá-lo a vestir-se, ele despediu-se de mim com um beijo caloroso e saiu prometendo voltar logo. Então me vi naquela suíte totalmente sózinha. Resolvi ir tomar uma ducha e após fazer um lanche. Depois de um bom banho, voltei até a cama, vestida num roupão curto e liguei para a gerência, busquei informação sobre como encontraria um McDonald pelas redondezas, pois era fã dos seus lanches.
Informação obtida, me vesti com uma roupa bem simples e calçei um tamanquinho, e saí em direção à lanchonete. Ela situava-se a poucas quadras do hotel, não estava lotada, fui atendida rapidamente e sentei em uma das mesas onde pude lanchar calmamente, depois de saciada pelo big-mac, terminei de comer as batatas fritas e tomei os ultimos goles de coca-cola e sai, ao andar pela calçada de volta ao hotel, sentia a brisa leve, naquele dia calorento e abafado, apressei meus passos em direção ao hotel, e logo me vi dentro da suite, num ambiente climatizado e gostoso, me despi e fui para a cama, liguei a TV, e peguei o telefone, liguei para minha mãe, conversamos por um bom tempo, depois de me atualizar das noticias familiares, desliguei o telefone e voltei minha atenção para a TV, peguei o controle e sintonizei o canal de sexo, logo surgiu a imagem de duas mulheres se chupando, num sessenta e nove muito erótico, aquela visão me acendeu e levantei da cama, fui até o armário e de dentro de minha mala, escondida num canto, apanhei meu fiel companheiro, que apelidei de Thor, media 18 x 5 cm, e voltei rapidamente para a cama e passei a esfregá-lo em minha buceta que aos poucos ia ficando encharcadinha de tesão, passava minha lingua pela cabeça daquele membro sem desgrudar os olhos da TV, onde a loira peituda agora enfiava na xana de sua parceira um vibrador de grosso calibre, aquilo foi sendo engolido rapidamente e logo ela intensificou os movimentos de vai e vem, aquilo me excitou mais ainda e agora, com minhas pernas levemente dobradas e abertas, posicionei o Thor bem na entradinha e forçei sua penetração, ele deslizava para dentro de minha buceta alargando minhas paredes internas, provocando-me sensações deliciosas, logo estava num frenesi, estocando firmemente em minha xana, meu gozo estava próximo e enfiei mais fundo aquele mastro, já me contorcia em cima da cama, quando senti minha respiração ofegante, meu coração disparar e meu corpo tremular e jorrar meu gozo no thor, que retirei-o completamente lambuzado de meus fluidos, pondo-o na boca e chupando todo o meu caldinho, enquanto minha outra mão massageava minha bucetinha levemente arregaçada, provocando deliciosa sensação de bem estar e deixando-me bem relaxada. Só sei que apaguei.
Não sei quanto tempo se passou, apenas ouvia os gemidos vindo da TV, agora era um negrão comendo duas loiras bem tesudas, levantei-me da cama, arrumei-a e logo apanhei minha roupa que havia jogado no chão e fui tomar um banho refrescante, depois de revigorar-me com um bom banho, voltei para a cama e troquei de canal na TV e passei a assistir a novela da seis, não passou dez minutos ouço a porta da suite ser aberta, e logo vejo meu amado chegando, atirou a pasta no sofá e foi despindo-se em direção ao banheiro, passado algum tempo ele já estava a meu lado, cheirosinho e de banho tomado me beijando e deixando-me taradinha com suas carícias, sua boca chupava meu seio e uma de suas mãos já estava bolinando minha rachinha, meu tesão aumentava a medida que seus carinhos eram mais intensos, peguei o controle da Tv e desliguei-a, não queria que nada atrapalhasse nosso interlúdio amoroso, joguei o controle no chão ao lado da cama e fui em busca de seu cacete que já estava duro como pedra, começei a punhetá-lo levemente, enquanto sua lingua sugava meus dois seios, ora um ora outro. Ele afastou-se de mim deitando-se a meu lado, pediu que sentasse sobre ele (69) e assim fiz, fiquei a chupar seu pau enquanto sua boca invadia minha xana com sua lingua voraz, e depois lambia meu cuzinho onde enfiava seus dedos, meu ânus era invadido por um, dois e até tres dedos, ele alargava, passava sua lingua e voltava a enfiar seus dedos, aquele martírio estava cada vez mais gostoso, não demorei muito a implorar que me penetrasse, ele então, sugeriu que o cavalgasse, logo estava sentando no seu pau, entrou gostosamente em minha bucetinha já alagada de tesão, começei os movimentos de vai e vem, enquanto estava neste movimento, suas mão agarravam minha bunda, ajudando-me nas penetrações, logo seus dedos já estavam roçando meu rego e meu cú, não demorou muito já estavam penetrando meus ânus. Ondas de prazer invadiam meu ser, depois de um bom tempinho cavalgando, Rick pede para mudarmos de posição, então me deitei e ele posicionou-se entre minhas pernas, ergueu-as e colocou seu cacete na minha bucetinha, golpeando-a com firmeza, sentia seu cacete no meu útero, gritava, gemia e incentivava suas estocadas, logo ele tirou seu cacete, deu uma paradinha, como a querer recuperar suas forças e voltou, agora enfiando sem cerimônia em meu cuzinho que tivera suas pregas dilaceradas pelo seu mastro e logo foi acomodando-o em seu interior, deu uma paradinha sentindo meu ânus contrair-se e meu esfincter segurar seu pau, e lentamente foi fazendo os movimentos de entrar e sair, agora meu cú já acostumou-se a sua vara e pedia para ser comido sem pudor, ele então começou a bombar com tal intensidade, que meu cú piscava de prazer nas suas investidas, estava arreganhada em cima da cama, com ele segurando-me pelas pernas, enquanto seu pau comia com vontade meu cuzinho, com minhas mãos livres, logo alcançei meu Thor que estava no criado mudo ao lado da cama, e dando-lhe algumas lambidinhas a fim de lubrificá-lo, logo introduzi em minha buceta, agora tinha meus dois orificios preenchidos, numa foda louca e alucinante, seu pau entrava, o thor saía, seu pau saía, o thor entrava, já me encontrava no auge e quase gozando quanto sinto meu amado estocar fundo em meu cú, e logo senti sua porra quente a inundar meu ânus. Ele deu mais algumas estocadas enquanto eu também gozava com thor enterrado na minha bucetinha, senti ele cair a meu lado, exausto, suado mas com uma fisionomia satisfeita e alegre, eu tirei o thor da xana e enfiei em meu cú, dando umas estocadas de leve, sentindo ainda as contrações de prazer de meu ânus e logo tirei-o, ele estava completamente melecado com a porra de meu amado e também com meus fluídos, levantei-me da cama e fui até o banheiro, abri o chuveiro, lavei o thor e com o chuveirinho, lavei meu cúzinho e minha bucetinha, deixando-a limpinha e prontinha para outra sessão de sexo selvagem. Ao retornar para a cama, Rick adormecia, deitei-me a seu lado e liguei a TV, assiti o Jornal Nacional enquanto meu bem roncava a meu lado.
Continua........ contos IX.
Ancora nessuna reazione.
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