Laura veio passar alguns dias comigo a meu convite, e enquanto ia trabalhar ela ficava em meu apê devidamente acomodada. Nos meus intervalos de almoço nos encontrávamos na praça de alimentação do Shopping no Centro, almoçávamos sempre a trocarmos confidências. Ela era uma mulher que por sua beleza atraía a atenção dos homens para a nossa mesa. Ríamos dos olhares gulosos que eles nos dirigiam, principalmente quando circulávamos pelo Shopping e nosso rebolado provocava olhares de cobiça fazendo os homens virarem a cabeça quando por eles cruzávamos. Vestíamos calças jeans muito justas, o que realçava nossas bundas. Ao nos despedir, Laura ainda foi ao cinema enquanto voltei para o meu trabalho. Á noite ao chegar em casa, encontrei-a na cozinha com a janta pronta e logo estávamos a comer. Depois de tudo limpo e arrumado, fomos até a sala onde fi-la sentar a meu lado em frente ao computador e começei a navegar pela internet, mostrei alguns e-mails que recebi de outras mulheres que relatavam suas experiências com sexo anal, mostrei fotos e naveguei por páginas de pompoarismo, notei que estava ficando excitada com tudo que estava vendo. Logo sua mão estava pousando sobre minha coxa, e fitei-a nos olhos pegando em sua mão e levantando-me puxei-a em direção ao quarto, parei ao lado da cama e beijando-a carinhosamente fui despindo-a, ela gemia ante minhas carícias, sua respiração ficava ofegante a medida que minhas carícias percorriam seu corpo, deitei-a na cama e tirei minha roupa indo até meu roupeiro onde tirei de uma das gavetas, meus apetrechos sexuais. Ela ao ver-me voltar para a cama com meus brinquedinhos deu um gritinho de alegria e curiosidade incontida. Pedi que voltasse a se deitar e avisei-a que iria prepará-la para curtir as delícias do sexo anal. Começei a beijar carinhosamente e alisar seu corpo com minhas mãos, passei por seus seios e belisquei seus bicos, a medida que ficavam tesos lambia passando minha lingua ao redor da auréola, sugando lentamente, aos poucos fui descendo minha lingua em direção ao seu umbigo, ela contorcia-se com meus carinhos, desci mais um pouco e pude ver sua xana molhada de tesão, posicionei-me entre suas pernas afastando-as e caí de lingua em sua buceta. Senti seu mel na minha lingua, a medida que brincava com seu grelinho seus sucos foram ficando abundantes e seu gozo vinha se aproximando, ela apertou-me a cabeça com as pernas e empurrou com suas mãos minha cabeça junto a buceta, quase me sufocando. Seu caldo escorria aos borbotões anunciando seu gozo intenso, em meio a gritos e gemidos histéricos, logo vindo a desfalecer. Agora que ela se encontrava relaxada e já havia gozado, voltei minha atenção para o seu ânus. Ergui suas pernas e acomodei-as em meus ombros, fiquei com uma visão previlegiada de seus orifícios, apanhei um pequeno vibrador e encostei em seu clitóris ligando-o a seguir, parecia que estava levando um choque, seu corpo contorcia-se intensamente.
Fiquei passando o consolo pela sua racha, enquanto aprontava um outro, menor e largo, sem parar de brincar em sua xana, besuntei seu cúzinho com uma pomada anestésica e logo posicionei o dilatador anal em seu buraquinho. Ela reagiu contraindo seu ânus, parei de brincar em sua vagina com o vibrador e peguei seu clitóris dedilhando-o entre meus dedos. Sua respiração voltava a ficar ofegante e distraindo sua atenção fui empurrando o consolo em seu ânus, enfiava um pouco e parava, fazendo com que se acostumasse com ele, ela reagia querendo expulsá-lo, procurei acalmá-la com palavras carinhosas e pedindo que relaxasse sem tirar o consolo de seu ânus, ao contrário começava a enfiar lentamente, ela reclamava de dor ao que eu respondia judiando-a e voltando a enterrar mais um pouco, meus dedos brincavam em sua buceta que estava a encharcar-me os dedos, ela estava gozando e gritando de tesão, então tirei o consolo de seu cú e fiquei olhando para o seu orificio que piscava com espasmos seguidos. Ela deixou-se dominar por um estado de torpor que deixou-a inerte e sem forças para reagir, dei-lhe um longo beijo avisando-a que teria de dormir com o pequeno consolo em seu cú. Laura argumentava que não iria aguentar, que iria sofrer, então relatei minha própria experiência. Ela assentiu concordando com minhas palavras, então pedi que deitasse de ladinho e vendo seu ânus ainda a piscar, passei mais um pouco de pomada anestésica e enfiei o dilatador lentamente, ela agora não mais resistia, acolhendo-o com mais prazer. Fiquei a acarinhá-la até que adormeceu. Acordei com Laura me chamando, ao abrir os olhos via-a de pé ao lado da cama, convidando-me a tomar o café que havia preparado. Vendo-a nua, indaguei sobre o consolo, ao que me respondeu que ainda continuava com ele em seu ânus, virou seu corpo e mostrando sua bunda, pude visualizar o pequeno consolo por entre as nadegas. Perguntei como se sentia e sua resposta foi que havia se acostumado com aquele pequeno intruso. Rimos e fomos tomar café, ela ficou de pé sem querer sentar-se, pedi que tirasse e sentasse junto a mim, o que fez sem pestanejar, logo vi seu rosto a denunciar um alivio imediato quando retirou o dilatador e levou-o até o banheiro para ser limpo mais tarde. Tomamos o café calmamente e ela relatava que estava adorando a experiência, que apesar de causar-lhes pequenas dores, elas eram suportáveis. Avisei-a para ela continuar usando os dilatadores, que escolhesse aquele que mais agradasse e passasse algumas horas com eles, pois a noite iria abrigar outros maiores no seu cúzinho. Laura se encontrava excitada com tudo aquilo, e avisei-a que logo poderia abrigar o cacete de seu primo, ela sonhava com aquilo. Não demorei muito no banho e logo me aprontei para sair para o trabalho, combinamos de nos encontrar no horário de almoço no Shopping. Tive uma manhã atarefada, o que não me deixou ver que as horas haviam passado rapidamente, ao sair para o almoço Rick me telefona de Cascavél, perguntando sobre sua prima, contei-lhe dos preparativos, riamos juntos e percebia sua excitação para o dia que se aproximava, quando finalmente iria comer sua prima por completo.
Aquela situação toda estava me deixando muito excitada, ansiava que Laura logo ficasse pronta para assistir aquela foda. Aos nos encontrarmos no Shopping ela conduziu-me até o banheiro onde mostrou-me o pequeno vibradorzinho entalado no seu cuzinho e para minha surpresa, 3 bolinhas em sua xana que ensopava sua calcinha, fiquei excitada com aquela visão sentindo minha xana a palpitar de desejo. Precisava saciar meu sexo, e sem dar muita explicação, levei Laura de volta até meu carro, saimos do Shopping e logo nos encontrávamos deitadas em minha cama, sentindo sua lingua a brincar em minha buceta, a esta altura ensopada pelos meus sucessivos orgasmos. Implorei que pegasse o consolo maior que eu tinha e enfiasse em minha xana, não demorou muito e senti aquele monstro alargando minha xana, ela enfiou tudo de primeira e logo começava o vai e vem, com ele enterrado em mim mudei de posição ficando de quatro e pedindo a ela que brincasse com meu ânus enquanto penetrava-me a buceta. Sua lingua esperta invadia meu cúzinho provocando contrações, sua lingua quente deixava-o cada vez mais lubrificado e o cacete em minha xana entrava e saía agora com mais rapidez, percebendo que logo iria gozar, implorei que tirasse e enterrasse em meu cú, minha buceta agora aliviada estava sendo masturbada por meus dedos, meu ânus estava sendo lentamente alargado por aquele mastro, ela enterrava sem parar até que estivesse com todo ele dentro de mim, ia tirando e enfiando cada vez com mais intensidade, minhas pregas doloridas provocavam sensações deliciosas em mim, logo senti meu ânus aliviado sem a presença do invasor, ela passava lubrificante nele e senti seus dedos besuntando meu buraquinho, provocando uma sensação de frescor, acelerava minha siririca ansiando que ela voltasse a estocar o consolo em meu cú, gritei, implorei até me sentir novamente com meu ânus preenchido, seus movimentos agora eram constantes e suas estocadas eram mais profundas, facilitadas pela lubrificação, começava a sentir os espasmos em meu corpo, provocados por meus orgasmos, apertava aquele cacete com meu cúzinho dificultando sua retirada, ela não forçava apenas observava enquanto gritava e desmaiava na cama com o monstro enterrado em meu ânus. Ela vendo meu torpor foi puxando lentamente o consolo até que me vendo livre, meu cúzinho dilatado piscava sem parar sentindo sua falta. Via sua expressão de surpresa em seu rosto, avisando-a que logo iria passar pela prova de fogo, ela aconchegou-se a mim dando-me um longo beijo. Não queria acreditar que eu pudesse aguentar aquele consolo, as vezes duvidava que pudesse estar gozando pelo cúzinho, confessei que a dor que sentia era muito menor que o prazer. Pedi que passasse uma pomada anestésica em meu buraquinho, o que ela fez com muito carinho abrindo minhas nádegas e pingando um pouco do anestésico, logo enfiou seu dedo, espalhando pelas paredes do meu reto, que aos poucos foi relaxando fazendo-me sentir um alívio gostoso. Naquela tarde, liguei para o escritório e avisei que não iria trabalhar, alegando dor de cabeça. Liguei para uma tele-entrega e providenciei um lanche para nós, até o momento não havíamos almoçado.
Após comermos, ficamos a tarde toda juntas e ela ainda estava com o consolo em seu cuzinho pois as bolinhas havia tirado ainda no banheiro do Shopping, tirei ele e disse que até a noite, seu buraquinho iria ficar vazio, ao que ela retrucou com ar pesaroso.
Ficamos deitadas, olhando Tv e conversando sobre o que iria aprontar com ela, sem entrar em detalhes, ela se encontrava excitada e ansiosa. Depois de um longo tempo peguei sua mão e levei-a até o banheiro, para evitarmos surpresas futuras, fiz uma lavagem estomacal, pois queria seu cuzinho limpinho. Ela no início reagiu surpresa e conforme ia explicando os motivos foi cedendo diante dos meus argumentos. Após esvaziarmos seu reto no vaso, levei-a até o chuveiro e começei a limpar seu ânus, ela reclamava de pequenas dores, o que era normal devido a pequena lavagem. Seu ânus se encontrava devidamente pronto para os passos seguintes, sequei-o e pedi que fosse para a cama e me aguardasse. Quando saí do banheiro, já havia colocado meu cinto com um consolo de tamanho aproximado ao pênis de Rick, ela deitada na cama me fitava nervosa e ansiosa, aproximei da cama e pedi que chupasse o consolo, logo ela abocanhou, deixando-o bem melado de saliva e pronto para a penetração, então pedi que deitasse na beira da cama, de ladinho para que pudesse ver sua maravilhosa bunda, ajoelhei no chão e começei a lamber seu cúzinho, a medida que lambia, sentia ele abrir-se para a minha lingua, ela se encontrava bem relaxada, depois de molhado por minha saliva, introduzi um dedo, senti seu ânus a apertar meu dedo, começei a girar dentro do seu reto e ouvindo seus gemidos e pequenos gritinhos de dor e prazer, enfiei outro, agora eram dois dedos a alargar seu cú. Percebia que ela estava adorando a brincadeira, então apanhei o tubo de KY com a outra mão sem deixar de boliná-la e tirando os dedos, besuntei seu cuzinho, espalhando por todo o seu orifício e também no pênis. Levantei-me ficando com o consolo bem na altura de seu cúzinho e fui introduzindo lentamente, a medida que entrava, dava uma pausa para que fosse se acostumando com a espessura, e atendendo seu pedido, fui enfiando mais um pouco, ela gritava: - que dorzinha gostosa...ai....ai... mete mais....não para..ai..ai...enfia essa pica....vai....mais....mais um poooouuuucoooo....ai..ui.... mee aaarrrooommbbaaaa.... nesta altura já havia colocado todo o pênis em seu reto e começava lentamente o vai e vem, ela suspirava, gemia e gritava descontroladamente, enquanto fustigava seu cú, tive que me apoiar em suas ancas para não perder o controle da penetração, pois pulava como doida, ficamos um bom tempo assim até que tirei o consolo vendo seu cúzinho bem alargado e piscando sem parar, ela respirou aliviada perguntando-me por que parei, apenas queria mudar de posição, então pedi para fazermos um 69 com ela por cima, e que me chupasse enquanto que com sua buceta ao alcançe de minha boca, também começei a lamber sua xana e podia visualizar o consolo já sem o cinto a ser enfiado em seu cú. Seu ânus não oferecia mais resistência agasalhando cada vez mais o consolo, ela apertava-o contraindo seu ânus dificultando sua retirada ao mesmo tempo que gemia prazerosamente, sua lingua trabalhava rapidamente sugando, lambendo e chupando meu grelinho, meu tesão era tão intenso que não demoraria a gozar, para que gozássemos juntos, acelerei minhas chupadas em sua buceta e o vai e vem em seu rabo. Uma onda de sensações aumentava de intensidade por todo meu corpo que estremecia a medida que meu orgasmo invadia meu ser, quase fazendo com que parasse com todos os meus movimentos, num último esforço estoquei mais violentamente o caralho no seu cú mordendo o grelo de Laura que começava a gozar e inundar minha boca com seu caldinho, parando de lamber minha buceta enquanto seu corpo se contorcia por cima do meu até ficar inerte sobre meu corpo, o consolo continuava em seu cú, e quase sem forças começei a puxá-lo para fora sentindo a resistência dela em deixá-lo sair, pedi para que relaxasse e logo o tinha em minha mão e larguei ao lado da cama. Com nossas respirações ainda ofegantes e entre frases entrecortadas falei a ela que ia passar uma pomada anestésica no seu cúzinho dolorido para aliviar, saimos daquela posição, ela agora estava refestelada na cama e eu apanhei a pomada que estava no criado mudo, ergui suas pernas e vendo seu cú com um belo buraco, introduzi meu dedo espalhando a pomada por todo ele sentindo seu ânus contrair-se em meu dedo, assim que relaxou tirei o dedo e deitei-me ao seu lado selando aquela foda com um beijo caliente, caindo no sono a seguir. Despertamos com o telefone tocando, olhei o relógio de cabeceira e já eram 6:30 da manhã, levantei e fui atender, era meu amado avisando-me que já estava em casa e me aguardava no escritório, ficamos um bom tempo conversando abóbrinhas e falando sacanagens até que desligou. Laura estava desperta na cama, falei do telefonema e fui tomar banho e me arrumar para o trabalho, ela resolveu ficar dormindo mais um pouco e pediu-me o pequeno consolo, pois queria dormir com ele em seu cúzinho, ri da situação dizendo a ela que acabei viciando-a em sexo anal. Ela riu e assim que lhe alcançei o brinquedinho ela deu uma lambida deixando-o bem salivado e virando de ladinho introduziu em seu ânus, fechando os olhos e voltando a dormir.
Espero que tenham gostado.
Continua em Conto 6 by Ana