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Conto 6 by Ana

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: ana mesquita

A semana foi de bastante trabalho no escritório, com a crise de nosso país vizinho o trigo teve a sua cotação valorizada pois o nosso país apesar de sua dimensão continental, quase não plantava o trigo, tendo de importar em grande escala, com isto o lucro que estávamos obtendo era fantástico, a familia de Rick possuía terras na Argentina especialmente para a produção de trigo, o que não era incentivado em nosso país, fazendo com que vendêssemos trigo para o Brasil a preços espetaculares também devido a alta do dólar. Também acabei descobrindo que a familia tinha terras e gado no Uruguai, eram grandes produtores de milho, soja e trigo. Eram homens talhados para aquilo, tinham o tino comercial para a produção e vendas. Tudo o que realizavam era planejado com antecedência, analisavam o mercado e suas oscilações e traçavam novos rumos, o capital de giro de suas transações eram de quantias exorbitantes, muito além do que qualquer leigo no assunto pudesse a vir imaginar. Toneladas de grãos eram desembarcadas no porto de Rio Grande e distribuídas e transportadas para todo o Brasil por via rodoviária ou ferroviária. Com a semana movimentada, mal tinha tempo para o almoço e sómente no final de expediente Rick vinha falar comigo, marcamos um jantar em sua cobertura e pediu-me que levasse Laura, pois com o nosso tempo todo voltado para o trabalho acabamos por esquecê-la. A noite quando chegava em casa cansada e louca por um banho, conversávamos um pouco e logo eu caía no sono, despertando no outro dia me arrumando às pressas e sem tomar café da manhã, indo logo para o trabalho. Nem podia estar com ela no meu intervalo de almoço, e ela achando que estava deixando-a de lado, apareceu no escritório e pôde ver com seus próprios olhos a agitação do ambiente naquela semana, pedindo desculpas por ter duvidado de mim, ficou conversando um pouco comigo até que seu primo venho ao nosso encontro dando-lhe um pouco de atenção, ficamos os três conversando e combinamos por um encontro na Sexta à noite. Ela despediu-se de nós um pouco envergonhada e foi para a minha casa. Rick ao se despedir de nós reforçou seu convite para Sexta a noite. Na Sexta-feira durante o dia, liguei para Laura, avisando-a que não iria para casa após o expediente, pedi que nos esperasse na casa de seu primo, pois ia direto depois do expediente junto com ele. Ao chegarmos na cobertura, Laura já nos esperava no hall de entrada do prédio, logo estávamos os três no elevador subindo para o apê. Percebi o nervosismo e ansiedade de Laura, Rick abraçou nós duas enquanto nos dirigíamos para a porta de seu apartamento, entramos e ele fechou a porta atrás de nós. Pedi licença deixando-os na sala e fui tomar um banho, pois estava cansada e precisava relaxar, abri as torneiras da jacuzzi, deixando a água quente encher a banheira e fui tirando minha roupa, assim que deitei sentindo a água molhando meu corpo, senti-me relaxada, aos poucos fui pingando sabonete liquido que logo começou a espumar, fechei as torneiras e recostei-me na banheira, e deixei-me ficar assim, no silêncio ouvindo por vezes as vozes de Laura e Rick, com a água a aquecer-me o corpo, que acho que dormi. Despertei com o barulho do chuveiro, era Rick que tomava banho e não querendo me incomodar resolveu ir pro chuveiro. Pedi que viesse para junto de mim e ele entrou na banheira recostando-se e eu fiquei no meio de suas pernas de costas para ele, encostei-me em seu corpo e pedi que me fizesse uma boa massagem, senti seus dedos em meu ombro a apertar e alisar meus músculos tensos, a medida que seus dedos avançavam por minhas costas fui relaxando e gostando daquela massagem, logo ele puxou-me fazendo minhas costas irem de encontro a seu peito e seus dedos começaram a alisar meus seios, que com suas carícias não demorou muito a estar com os bicos tesos e rijos, sua mão deslizava pelo meu ventre fazendo-me recostar-me mais a seu corpo sentindo sua ereção junto às minhas costas, minhas mãos passeavam por suas pernas, suas carícias estavam ficando mais audaciosas, com uma mão ele brincava com meu seio enquanto a outra ia descendo pelo meu ventre até encontrar minha xaninha, despertando-a de tesão, estávamos naquela bolinação gostosa até que ouvimos Laura entrar no banheiro, nos repreendendo por não a havermos chamado, logo ela estava despindo-se e entrou na jacuzzi, ficando sentada á minha frente passando suas pernas por cima da minha. Rick estava me deixando tão acesa com seus carinhos que pedi que Laura ficasse de costas para mim entre minhas pernas para que pudesse sentir nossos carinhos, ela encostou suas costas de encontro aos meus peitos, sentido meus bicos a espetarem suas costas, e Rick tirou a sua mão de minha xana, começando a brincar com o seio de Laura e eu pousei minha mão em seu outro seio começando a apertar e bolinar seu biquinho, senti ficar teso entre meus dedos e começava a ouvir sua respiração ofegante, ficamos nesta brincadeira um bom tempo, até que Laura sugeriu de nós duas ficarmos lado a lado de Rick para tambem brincarmos com seu cacete, neste instante estávamos os três sentados lada a lado esfregando-se mutuamente, Rick bolinava nossas xaninhas enquanto nossas mãos esfregavam seu pau e suas bolas, sua respiração cada vez mais ofegante anunciava que logo iria gozar, então olhei para Laura e fiz sinal para pararmos com a punheta, pois queríamos prolongar o seu gozo e desfrutar de seu cacete enquanto permanecesse duro, saímos da banheira sem nos secarmos e caímos na cama nos beijando e acariciando uma a outra a espera de Rick, vimos que ficou um pouco frustrado, mas quando ele chegou em nossa cama, deitamos ele e abocanhamos seu cacete, eu lambia suas bolas enquanto Laura sugava sua cabeça, passando a lingua lentamente ao redor, mas ele não aguentou e gozou esguichando seu leite no rosto de Laura. Enquanto Laura se levantou e foi até o banheiro limpar-se, coloquei seu pau murcho em minha boca e começei a sugar o restinho de esperma, limpando-o e aprontando para a próxima aventura, aos poucos fui sentindo sua rigidez em minha boca, lambia toda a extensão detendo-me a chupar a cabeça, segurando com minha mão pude sentir sua dureza, ele já estava pronto. Laura não demorou muito e já estava a meu lado com sua buceta úmida de tesão depois de ficar bolinando-se, então eu ordenei: - vem querida, senta nesta vara...... Ela ficou de pé em cima da cama e foi agachando-se até que o cacete se encontrasse bem na entradinha de sua buceta e deixou cair o corpo. Via aquele pau entrando em sua xana lentamente, ouvia seus gemidos, ela apoiava-se nos braços erguidos de Rick, enquanto começava a aumentar o ritmo de sua cavalgada, naquela posição (cócoras) o cacete entrava todo em sua xana, e ela gritava cada vez mais louca com aquele mastro em suas entranhas. Eu não resisti e começei a dedilhar minha bucetinha molhadinha de tesão ao mesmo tempo que levei meus dedos até o cúzinho dela, senti seu ânus contrair-se ao meu toque, ela estremecia espetada na vara de Rick, gritando e gemendo pude ver sua buceta inundar o cacete de seu gozo intenso, então pedi que Rick mudasse de posição e ela agora deitou-se na cama erguendo suas pernas posicionando-as no ombro dele, e eu cheguei perto de seu ouvido e murmurei: - fode o cúzinho dela.... Ele olhou-me surpreso e eu voltei a sussurrar: - não tenha medo, ela já está pronta.... Ele então enfiou seu cacete na buceta encharcada de Laura, bombeando lentamente enquanto eu salivava seu cuzinho, ela começava a contorcer-se de tesão, pedindo para fuder seu ânus. Rick parou de bombar e afastando seu cacete da xana de Laura, aproveitei a chance e dei uma bela lambida nele, sentindo o gozo de Laura em minha lingua deixando-me mais tesuda, depois voltei a salivar seu buraquinho, agora enfiando um, dois dedos e alargando-o, ela gemia cada vez mais alto, estava adorando, peguei o cacete em minha mão e posicionei na entradinha do seu cú, ele começou a forçar a penetração, pedia para ela relaxar, ele forçou mais um pouco até que começei a ver seu pau deslizando lentamente para dentro de seu cúzinho até estar totalmente preenchido, ele começou os movimentos de vai e vem, aumentando gradativamente, ela gritava dizendo estar adorando ser arrombada, seu pau entrava com um pouco de dificuldade, ele pediu um lubrificante, levantei da cama e fui até o banheiro voltando com um frasco de creme nívea, ele tirou o pau do ânus dela, e pude ver o pequeno estrago, besuntei seu pau e também o cuzinho dela já bem dilatado ouvindo seus suspiros a medida que brincava em seu anelzinho, Rick posicionou seu cacete na entrada e empurrou, ela deu um gemido de satisfação e agora via seu pau a estocar sem resistência seu cuzinho. A velocidade com que enfiava em seu ânus aumentou conforme seu gozo se aproximava, ela com as pernas erguidas e bem escancaradas também anunciava seu gozo, sua mão dedilhava nervosamente sua xaninha contorcendo-se como se estivesse levando uma descarga elétrica, Rick segurava com força suas pernas e estocava sem piedade em seu cuzinho, ela já estava gozando e soluçando de prazer e ele acabou por inundar seu reto de esperma, vindo a cair a seu lado completamente suado e exausto. Deixei os dois descansarem enquanto fui até a cozinha a fim de beber algo, abri a geladeira e peguei uma lata de coca-cola, começei a beber pensando na foda de agora a pouco, estava ainda elétrica e tesuda, precisava de um cacete urgente. Voltei a abrir a geladeira e me deparei com várias coisas que poderia aplacar meu tesão, então decidi por uma garrafinha de molho de pimenta, daquelas que eram finas na ponta e ia ficando larga até a base, fui até a torneira e abri a água quente, limpando a garrafa e aquecendo-a, pois estava gelada, quando estava na temperatura ideal, passei um pouco de manteiga na ponta e agachei-me sobre ela, enfiando-a lentamente em minha buceta, não sei se aplacaria meu tesão mas a tentativa era válida, começei a socar cada vez mais fundo, minha buceta agasalhava e se abria a cada investida, apoiei-me na mesa para não perder o equilibrio e continuei enfiando, cada vez mais rápido e fundo, minha buceta latejava de tesão e não demorei a gozar jorrando meus fluidos sobre aquela garrafinha. Tirei e levantei-me ainda com as pernas bambas e com meu tesão temporáriamente aplacado, deixei a garrafa na pia e apanhei a coca-cola voltando para o quarto. Encontrei Rick tirando uma soneca, enquanto seu cacete era bolinado por Laura. Ela havia lambido seu cacete tirando toda a sua porra deixando-o limpo e pronto para a trepada. Deixou o caralho aos meus cuidados enquanto foi ao banheiro lavar-se, Rick abriu os olhos e me vendo a massagear seu pau, pediu para comer meu cú, não me fiz de rogada e fiquei de quatro em cima da cama a sua espera, ele apanhou o creme nivea, besuntou seu pau e meu cuzinho, enfiou seus dedos e assim que eles não encontravam resistência, tirou e colocou seu pau enfiando lentamente até o fundo. Seu pau deslizou gostosamente em meu ânus, quando senti todo ele dentro contraí, apertando seu pau e a medida que ele forçava a retirada, provocava uma dorzinha gostosa em meu reto, então relachava e deixava ele bombar e de vez em quando voltava a contrair ouvindo seu gemidos de prazer, com suas mãos apoiadas em minhas ancas começou a fustigar-me sem tréguas até derramar seu leite e seu cacete escapulir para fora do meu cúzinho já murcho e sem mais forças, passei meu dedos em meu ânus sentindo o tamanho do estrago, meu cú piscava sem parar de tesão e alivio, totalmente encharcado de sua porra. Rick encontrava-se recostado na cama descansando, então dei-lhe um beijo e fui para o banheiro me limpar, encontrando Laura no chuveiro. Minhas pernas encontravam-se ainda bambas, meu ânus ardia e o frescor da água aliviou e renovou minhas forças a medida que Laura dirigia os jatos de água do chuveirinho pelo meu corpo. Apesar de Rick estar na cama nocauteado de prazer, eu e Laura continuamos nossas carícias, nossos corpos ainda não se encontravam saciados, sua mão bolinava minha xana que despertou de tesão com seu toque, recostei-me no box e deixei que brincasse com meu corpo, ela largou o chuveirinho no chão, que como uma cobra ficava jorrando água por todos os cantos do box, as vezes nos atingindo, não me importava com isso dando atenção a suas mãos que agora vagavam por todo meu corpo. Já me contorcia de tesão sentindo seus dedos apertando e friccionando meu clitóris, e não demorei muito para inundar seus dedos de meu gozo e sentir sua lingua a procura da minha em um beijo molhado de carinho. Continua..... Conto 7
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