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Cavalgada Erotica I

Veröffentlicht: 31/12/2004 22:00

Autor: ana mesquita

CAVALGADA ERÓTICA by Ana Mesquita Meu nome é Ana e gostaria de relatar uma experiência maravilhosa que vivi quando conheci Rick. Um belo exemplar da raça HOMEM, em maiúsculo mesmo. Este gato eu conheci em um passeio que fiz a Gramado com minhas amigas. Tatiana que já o conhecia me apresentou a ele. Que sorriso encantador. Ele tinha aproximadamente 1,79m, corpo másculo sem ser exagerado, deveria ter por volta de 75kg, loiro, olhos castanhos e faiscantes que me deixavam hipnotizada quando estava sendo analisada minuciosamente por ele. Me considero gostosa, sem ser necessariamente linda, mas os homens ficavam caidinhos pela minha cinturinha fina (tanajura),pernas bem torneadas e bundinha empinadinha. Rick encontrava-se com uma turminha de amigos e aproveitei e lhe pedi seu telefone para mantermos contato. Senti que estava sendo oferecida, mas não podia perder contato com este gato. Ele me deu seu telefone e combinamos de contactarmos o mais breve possível. Já se passou alguns dias e tomei a iniciativa de telefonar para ele a fim de marcarmos um encontro, mas não obtive sucesso, pois se encontrava em São Paulo a negócios , informou a empregada da casa e solicitei que deixasse recado para ligar para mim. Para minha surpresa 2 dias depois Rick me ligou tarde da noite, se desculpando pelo horário e me convidando para passar um fim de semana na fazenda da família em Palmares do Sul. Topei na hora, sem pensar muito e ansiosa por reencontra-lo. Continuamos mantendo contato nos outros dias e combinamos que Rick iria me apanhar no sábado pela manhã no meu apê, e dali seguiríamos viagem até a fazenda. Estava me sentindo uma adolescente esperando pelo príncipe encantado, estava numa expectativa nervosa, aguardando a chegada dele em frente ao condomínio, quando avistei seu Audi A3 conversível parando na minha frente e a porta abriu-se e ele perguntou: - está pronta gata ? - sim. Respondi entrando naquele carro sendo recebida com 3 beijinhos afetuosos por Rick, que deu inicio a nossa viagem. O passeio transcorria maravilhoso, ele era um excelente piloto, fazendo as ultrapassagens no tempo certo, sem abusar da velocidade (abomino alta velocidade), apesar de ter um carro possante. Rick contou histórias da sua família, que era de posses, tinham plantações de soja, criavam gado, e tinham muitos imóveis e flats nas principais capitais do país. Depois destes relatos falei de minha vida de professora de alfabetização numa das mais tradicionais escolas do estado (Colégio Farroupilha) e como adorava ensinar as crianças e lidar com crianças. Enquanto conversávamos animadamente, percebi que estávamos chegando próximo a entrada da fazenda, pude ver a plantação de arroz, o gado pastando no vasto campo separados por cerca, e os carneiros e ovelhas espalhados pelo outro lado da cerca. Entramos pela porteira principal e percorremos ainda alguns quilômetros até chegarmos a casa principal. Era uma casa construída na parte mais alta do terreno, feita de madeira nobre e situada ao lado de um pequeno açude. Rick parou o carro na frente da porta principal e fomos recepcionados por seu capataz. Rick me disse para ficar a vontade, e que iria resolver alguns assuntos com seu empregado e voltaria logo, assenti com um aceno de mão. Fiquei ali parada, vendo aquele paraíso a minha frente, havíamos chegado antes do meio dia. Fui até o carro, peguei nossas malas e me dirigi até a área da frente da casa, onde deixei as malas em cima de uma mesa de praia, próxima a uma churrasqueira. Entrei pela porta principal, onde me defrontei com uma enorme varanda e sala de jantar muito bem decorada com mesa de vidro e bancos enormes, e mais a frente uma sala aberta onde pude ver uma enorme TV com aparelho de DVD colocada ao lado de uma linda lareira, e na volta grandes sofazões. Fui olhando os outros aposentos da casa, me sentindo maravilhada, quando sinto um abraço por trás. Era Rick que havia chegado e absorta como estava nem percebi sua presença. Rick me beijou na nuca e disse para me aprontar pois iríamos dar uma volta à cavalo. Peguei minha mala e fui ao quarto me aprontar, coloquei um short e uma blusinha de mangas compridas, troquei o sapato pelo tênis, ajeitei meu cabelo fazendo um rabo de cavalo e voltei rapidamente à sala, onde Rick já me esperava. Rick havia selodo dois cavalos e como nunca havia cavalgado, fui montada numa égua bem mansinha, ele me orientou em como deveria conduzir o cavalo e seguimos a trote fazenda adentro. Que delícia o vento batendo no meu rosto, o ar puro e úmido da relva ainda molhada, podia ouvir os quero-quero, os mugidos do gado, relinchar de cavalos no campo. Estava adorando o passeio. Depois de cavalgarmos quase uma hora, chegamos ao nosso destino, próximo a um açude, onde Rick ajudou-me a desmontar e foi logo estendendo cobertores no chão, que havia trazido em sua sela. Sentamos no chão e imediatamente Rick virou-se em minha direção olhando nos meus olhos e aproximando seus lábios dos meus, invadiu minha boca com sua língua arisca, molhada e áspera, duelando com a minha, me chupou, lambeu meus lábios me deixando quase sem ar. Aquilo me excitou, os bicos de meus seios eriçaram-se, comecei a antever o que viria depois. Rick levantou-se, tirou sua roupa e caiu no açude, nadando vigorosamente de um lado a outro do açude, dizendo: - Venha gata. A água está uma delícia. Não precisou me chamar pela segunda vez, imediatamente me despi e cai naquele açude sentido a água geladinha no corpo e indo de encontro a ele. Quando abraçou-me dentro dágua, senti entre minhas pernas, seu pau duro como pedra, começou a alisar minha bunda, enquanto beijava meus peitos, agora com os mamilos durinhos e rijos a sentir sua língua quente e molhada. Murmurou em meus ouvidos que queria me proporcionar uma experiência nova em matéria de sexo. Fiquei curiosa e pegando-me pela mão me levou até o cobertor estendido no chão e pedindo que me deitasse. Ficou olhando para meu corpo nu e começou a passar a mão desde a minha perna e foi subindo até meus seios, lambendo meus biquinhos novamente. Sentia novamente aquela língua enquanto sua mão se dirigiu a minha xotinha, onde começou a massagear meu grelinho, e ao mesmo tempo levei a minha até seu pau, onde pude senti-lo pulsando e cada vez mais duro. Levantamos com os corpos molhados e Rick conduziu-me de mãos dadas até a égua que havia montado, montou nela e pediu para que subisse. Puxou-me para cima da montaria ficando de frente para ele. Sentia aquele cacete duro de encontro a minha xaninha e Rick me posicionou de tal maneira que introduziu seu pau em minha buceta e fez com que minhas pernas o enlaçassem pela cintura e meus braços ficassem como apoio em seus ombros acima de sua cabeça. Quando ele colocou a égua em movimento, senti seu pau penetrando vorazmente minha buceta. Que sensação maravilhosa, a medida que a égua andava, minha bunda saltava pra cima e caía diretamente no seu cacete, abracei Rick mais fortemente para não perder o equilíbrio, sentia seu pau cada vez mais duro e minha buceta estava sendo dilacerada por ele. Rick foi aumentando o galope gradativamente e seu pau me invadia cada vez mais fundo fazendo-me gritar de emoção, nunca havia experimentado aquilo, era simplesmente maravilhoso, comecei a gozar seguidas vezes, e pressenti que Rick também estava próximo de gozar, pois já estávamos galopando rápido em volta do açude e o vai e vem na minha buceta também era intenso, até que Rick gritando encheu minhas entranhas de porra e eu gritei que nunca havia gozado daquela maneira, abraçando-o fortemente e beijando-o melosamente, como a agradecer a foda maravilhosa. Paramos e desmontamos, indo deitar-me nos cobertores estendidos, já um pouco cansada e com dores nas pernas devido ao esforço de manter o equilíbrio em cima da montaria e a buceta inchada e arrombada, enquanto Rick novamente foi banhar-se no açude. Novamente ele me chamava para mais um banho, levantei-me sentindo dolorida mas feliz e fui caminhando dentro dágua até que seus braços enlaraçaram-me novamente e sentindo seu hálito quente em minha boca, beijamo-nos calorosamente. Ele murmurou em meus ouvidos: - minha deusa, a festinha não terminou.... agora quero fuder teu cuzinho.... - Como você quiser meu bem !!!! – respondi. Esperava que ele me conduzisse até os cobertores, mas agora estava em seus braços e ele caminhou até a égua novamente. Comecei a imaginar o que faria, embora já estivesse acostumada ao sexo anal, aquela experiência me assustava um pouco. Ele me pediu que o chupasse, o que fiz com muito prazer deixando-o duro e firme novamente. Então ele me colocou na garupa do cavalo, fazendo com que minhas pernas fossem posicionadas uma de cada lado da égua e ficasse com meu corpo junto ao pescoço do animal, pediu que me firmasse agarrando a crina da égua, logo depois ele montou e sentando às minhas costas senti seu cacete duro em minha bundinha, fez com me inclinasse mais para frente e começou a salivar meu cuzinho, ora enfiava um dedinho ora dois, começava a sentir meus ânus se alargando e estando bem lubrificado ele colocou a cabeça do seu pau na minha entradinha, dando uma leve estocada. Senti aquela estaca me furando, até que entrou a cabeça e ele parou. Respirei fundo pois antevia o que aconteceria. Não me enganei, ele colocou a égua em movimento e senti seu pau me penetrando profundamente, rasgando minhas pregas num misto de dor e prazer. O efeito da cavalgada agora era ao contrário, sentia o corpo dele saltar e ao cair sua estaca penetrava-me sem cerimônia. Agarrei mais fortemente as crinas da égua, gritando de prazer, ele aumentou o ritmo do trote, e as investidas à minha já dilatada bundinha eram mais rápidas, sentia seu pau cada vez mais grosso e duro, ele urrava de prazer e pressentia que seu gozo estava próximo. Minha buceta estava sendo esfregada no lombo da égua, que tinha a penugem áspera provocando um roçar gostoso e um orgasmo intenso. Gritei de emoção e senti Rick agarrando meus braços por trás a contorcer-se todo de prazer, onde senti meu cuzinho inundado por seu leite. Assim que paramos, desmontamos e caímos refestelados no chão. Rick me beijava com carinho, agradecendo a foda, enquanto sentia em suas mãos o estrago que seu lindo cacete havia feito em meu cuzinho. Rimos de felicidade e adormecemos um nos braços do outro. Acordamos sentindo o frio do campo em nossos corpos, no horizonte o sol já estava se pondo, logo anoiteceria. Rick levantou-se e foi selar os cavalos para voltarmos, e eu fiquei a arrumar as coisas e amarrar os cobertores à sela. Me sentia tão dolorida, que meu corpo todo doía, minha xexeca ardia e meu ânus ainda contraía-se levemente de dor sentindo a falta do cacete de Rick. A volta no lombo da égua foi um martírio, parecia que a casa ficava cada vez mais distante, procurei uma melhor posição para sentar, e fiquei de ladinho com as duas pernas de um lado do cavalo, fazendo-o trotar bem devagar. Estava doída mas feliz com a maravilhosa experiência. Quando chegamos, Rick vendo meu estado e dificuldade de desmontar, levou-me em seus braços até a cama, deitando-me com carinho e com um beijo gostoso de lingua dizia: - Minha deusa, eu vou guardar os cavalos, falar com o capataz e logo, logo eu volto para cuidar de você. Esta bem ? - Esta bem querido. Não demore..... Recostei-me de lado na cama, para descansar um pouco e acabei tirando um cochilo, sendo despertada pela lingua de Rick em meus lábios. Rick despiu-me e de volta a seus braços levou-me até a jacuzzi, onde pude sentir a água morna e perfumada com seus jatos a invadir meus orifícios, dando-me uma sensação tão gostosa que fui relaxando e me sentindo aos poucos revigorada. Enquanto ficava ali me banhando, meu amado foi até a cozinha preparar alguma coisa para nós comermos, pois a esta altura me encontrava faminta, pois desde que chegamos apenas beliscamos um sanduiche quando estavámos lá no açude. Quando ele veio me buscar, já me encontrava bem melhor e relaxada, meu amado levantou-me da Jacuzzi, vestiu-me com um roupão bem felpudo e novamente em seus braços fui levada até a sala de jantar, onde me acomodou na cadeira já forrada de almofadas. Admirava sua atenção para comigo, um tratamento de um verdadeiro cavalheiro, atencioso, carinhoso e muito afável, me sentia no paraiso na presença dele. Logo ele pôs o jantar na mesa, revelando-se um grande cozinheiro. Preparou um talharim “al pesto”, e para acompanhar uma garrafa de vinho cabernet sauvignon “Marcus James”, minha marca preferida. Para mim era um banquete, estava uma delícia aquela massa. Passamos o jantar bebendo mais vinho e conversando amenidades, e sentia seus olhos gulosos a fitar-me os seios que já estavam aparecendo por sobre o roupão sempre que me inclinava na mesa a fim de servir-me outra vez. Meu macho me convidou a irmos nos deitar, concordei com ele e novamente ele me pôs em seus braços, conduzindo-me a nossa cama. Ao deitarmos ele beijou-me longamente guiando suas mãos até meus seios apertou-os delicadamente. Ainda me encontrava dolorida e não queria naquele momento ser novamente arrombada pelo seu cacete. Apesar de sentir-me melhor, temia um estrago maior naquele momento, não tive alternativa a não ser falar para o meu amado como me sentia. Ele foi muito compreensivo e levantou-se e foi até o banheiro, onde retirou da gaveta situada abaixo da pia uma pomada. Falou que iria passar em mim e que no outro dia já estaria bem melhor. Senti ele abrindo minhas pernas, dando um beijinho na bucetinha e colocando delicadamente a pomada pelos lábios da vagina e um pouco na entrada. Levantou-me as pernas para cima, ficando com o cuzinho bem exposto e ali ele enfiou-me o dedo já besuntado de pomada delicadamente, espalhando a pomada pelas paredes internas de meu orificio anal. Senti um frescor nos meus dois buraquinhos, me deixando muito relaxada. Rick já se encontrava dormindo a meu lado, e me sentindo tão grata pela sua atenção, resolvi presenteá-lo com um boquete. Levantei o lençol e posicionando-me de quatro, levei minha lingua até aquele gigante adormecido. Passei a lingua vagarosamente sobre o corpo daquele membro, vendo-o acordar, começei a lamber as bolas e Rick já desperto abriu mais as pernas para que pudesse lambê-lo mais fundo. Coloquei a mão no pau e puxei a pele que cobria a glande, deixando-a exposta e sendo massageada por minha lingua. O cacete começou a latejar e crescer na minha boca, começei a lamber, sugar e chupar mais rápida e ouvia Rick a gemer.... batia uma punheta de leve enquanto passava minha lingua pelo buraquinho da uretra, agora segurando com mais força aquela tora, começei a punhetar com mais rapidez e apertar mais, aguardando o momento em que meu amado gozasse em minha boca. Não demorou muito e senti aqueles jatos fortes, do seu leitinho tão gostoso a invadir-me o fundo de minha garganta, até que depois de deixá-lo limpinho, o gigante já cansado do combate, adormeceu em minha boca, sentindo a minha lingua a acarinhá-lo. Rick puxou-me pelos cabelos fitando-me nos olhos e invadiu minha boca com sua lingua quente a sugar e lamber a minha até que pousou sua cabeça em seu travesseiro agradecendo-me pelo maravilhoso boquete. Aninhei-me junto ao seu corpo, colocando minha cabeça sobre seu peito adormecendo feliz e realizada. No outro dia pela manhã. Levantei-me e fui tomar uma ducha rápida, enquanto meu cavaleiro ainda dormia. Após o banho dirigi-me a cozinha, a procura de algo, para tomarmos um belo café da manhã. Como não conhecia a casa, começei a revistar todos cantos, abrindo portas de armário, gavetas, geladeira, etc... e aos poucos fui encontrando tudo de que necessitava. A medida que encontrava e aprontava os quitutes, levava até a mesa da sala que a esta altura já estava devidamente posta e decorada, como não havia pão, dispuz-me a fazer rapidamente um pão caseiro e preparei também uma boa pizza com bastante mussarela e recheada com cebola, pimentão e tomates, decorando com bastante azeitonas. Deixei para o final, omelete com presunto que iria servir quando meu amado já estivesse de pé. Fui interrompida com a presença de Rick na cozinha dizendo: - Huummm... que cheirinho bom.... - Estou preparando nosso café querido.... respondi. - Estou faminto.... mas antes eu quero um beijo de bom dia... Rick dirigindo-se a mim me deu um abraço e beijou-me. Sentia sua lingua, agora com seu hálito fresco, seu rosto liso, devido a barba feita e seu perfume da loção, muito gostoso, agarrei-me mais fortemente a ele sentindo meus seios estufarem diante de seus carinhos. Afastei-o levemente e conduzi-o até a mesa, onde sentou-se enquanto ia até a cozinha buscar o que havia preparado para nós comermos. Via Rick deliciar-se com meus quitutes, comia com apetite, tecendo-me elogios de boa cozinheira. - meu bem.. você não é só uma boa cozinheira, como uma cozinheira muito boa e gostosa.... falou risonhamente. Fiquei encantada com seus elogios maliciosos. Depois de comermos, tirei a mesa e começei a lavar a louça, onde fui ajudada por meu macho. Ele quando pegava alguma coisa para secar, aproximava por trás e beijava minha nuca, ora enfiando a mão por baixo de minha camisola, esfregando e alisando minha bunda, ora encostando seu pau, que latejava dentro de sua cueca, a esfregar-me na bundinha, me encoxando de vez em quando. Estava adorando a brincadeira, e começei a inclinar e empinar minha bundinha até seu cacete. Sentia ele duro a me cutucar. Estando pronto nosso serviço, virei-me de frente a ele, novamente abraçando-o e beijando-o com carinho, começei a alisar seu cacete por cima da cueca deixando meu macho mais maluco. Já estava pronta para mais uma rodada de sexo. Meu bem perguntou se ainda estava dolorida pela transa do dia anterior, e tranquilizei ele dizendo que a pomadinha milagrosa havia surtido efeito, e estava ali pronta para ser fudida outra vez pelo seu lindo pau. Ouvindo aquilo, meu macho começou a despir-me ali mesmo, dando lambidas nos meus seios, que já se encontravam com os biquinhos duros, pegando-me em seus braços sem deixar de beijar e lamber-me. Conduziu-me até nosso ninho. Pousou-me delicadamente na cama, e agora já nua e totalmente aberta, pôs-se a sugar, lamber e mordiscar meu grelinho. Fiz com que meu amado ficasse por baixo e na posição 69 também passei a chupar e lamber aquele pau que tanto prazer me proporcionara. Sentia sua lingua vasculhando o interior de meu sexo, enquanto dava chupadas vigorosas em seu pau, sai de cima dele, posicionando-me de tal maneira que pudesse cavalgar naquele cacete, ansiava por tê-lo dentro de mim, a perfurar novamente minha xoxota já bastante úmida de seus beijos. Sentei devagar, pois de cócoras, podia sentir todo o seu volume me preenchendo completamente minha vagina, começei os movimentos de subir e descer naquela piroca devagar, aumentando o ritmo aos poucos. Suas mão apertavam meus peitos, desciam pelas costas fazendo-me arrepiar de tesão, até seus dedos roçarem a porta de meu ânus. Ficavam ali a me dedilhar, e me lambuzar de sua saliva, brincando sem penetrar-me. Começava a sentir meu orgasmo a se aproximar, procurei diminuir o ritmo para prolongar o prazer, mas Rick agarrando-me pela cintura, começou a enfiar seu pau com mais rapidez, aumentando a velocidade e as estocadas, pude sentir seu cacete mais duro e grosso num prenuncio de que seu gozo estava próximo. Abraçei meu macho incentivando-o a meter-me com vontade: - fode, fode mais rápido, me come.... ai, que tesão... mais rápido.... Minha xoxota começou a latejar, e sentindo as contrações começei a gritar e gemer, gozando abundantemente enquanto Rick estocava alucinadamente seu pau dentro dela, jorrando seu leite profundamente, inundando minha vagina com seu leite misturado ao meu gozo. Caí por cima dele, quase sem ar, com a respiração ofegante, enquanto assim abraçadinhos, descansamos para o próximo combate. Já refeitos da trepada, fomos tomar um banho, levei meu macho até o chuveiro segurando-o pelo pau, que descansava em minha mão. Abri o chuveirinho, molhando-o e ensaboando ele com todo carinho, botei a glande pra fora, massagendo levemente, molhava com a água morna tirando a espuma feita pelo sabonete e sentia ele acordar dando pinotes entre meus dedos. Rick apanhou o chuveirinho e passou a ensaboar meus seios, barriga, minha vulva depilada e virando-me pos o sabonete entre as minhas nádegas, passando o sabonete delicadamente no meu rego e cuzinho, as vezes sentia seu dedo a cutucar meu cú, como que temeroso em penetrar, falei em seu ouvido: - querido, pode me comer sem medo, estou louca pra sentir teu caralho no meu cuzinho. Dizendo isto, meu amado tirou a espuma do sabonete com o chuveirinho, detendo-se mais calmamente na minha vulva e na minha bunda. Depois fechou a torneira e levou-me novamente em seus braços até a cama. Sentei na beirada da cama, onde de pé a minha frente, pude ver o seu cacete querendo ficar novamente pronto para o combate, ajudei colocando-o em minha boca, dando lambidas bem molhadas e sugava sua glande a fim de deixá-lo bem duro. Rick na beira da cama, levantou minhas pernas colocando ao redor de seu ombro, e enfiou seu cacete na minha xaninha, para lubrificá-lo, enquando com seu dedos, molhados por minha lingua, eram levados até o cuzinho, a fim de lubrificar. Meu amado me beijava, estocava seu pau na minha buceta e dedilhava o dedo no meu cú, que sensação gostosa, aos poucos fui ficando cada vez mais molhada, seu pau entrava facilmente em mim, até que se afastando, vi-o mergulhar com a boca na minha bunda sentindo sua lingua a molhar-me o cuzinho de saliva. Enfiava seus dedos a fim de alargar-me, e preparar-me para ser invadida pelo seu colosso. Seu pau se encontrava na portinha de meus ânus, senti a cabeça entrar lentamente mas com força, deu uma parada. Minha respiração já estava ofegante, a cabeça do seu pau já invadiu meu cu, lentamente era empurrado para dentro de mim, a dor era suportável e gostosa, seus movimentos de vai e vem foram aumentando. Meu cú contraía-se no seu pau, como que querendo expelir o invasor, sentia-o saindo de dentro de mim, um alívio imediato, logo após senti um liquido quente e novamente ele voltou a penetrar-me com mais força, agora deslizando mais ágil dentro do meu cuzinho. Meu amado havia cuspido em meu cú, para facilitar a meteção, agora já começava a sentir mais prazer do que dor, as estocadas foram aumentando gradativamente, incentivada por meus gritos e berros: - enfia.... mais força.... tá gostoso.... mete sem medo... vai... outra vez.... Pulava na cama a cada investida do seu pau, apertando aquele invasor destemido com meu cú, até que começei a sentir seu pau a querer expelir seu leitinho nas minhas entranhas. Eu começei a siriricar minha buça, aumentando a velocidade conforme suas investidas, até que notei seu caldo quente a molhar-me o cuzinho, escorrer para fora e lambuzar minha bunda, e pedindo a ele que enfiasse de novo sua vara, que não encontrou mais resistência do meu cuzinho, provocou-me ondas indescritíveis invadindo meu ser, onde meu corpo sacudia espasmódicamente de gozo, ainda aninhando seu cacete já cansado do combate, dentro do meu cuzinho e saindo sorrateiramente. Ficamos ali, abraçados e adormecendo novamente. Já era próximo do meio-dia, quando nos levantamos para prepararmos o almoço. Eu estava bem disposta e descansada, por vezes lembrando-me da trepada pela manhã. Rick foi atender o rádio-amador que estava na sala, enquanto preparava algo para comer. Foi então que Rick, perguntou-me se poderia ir embora sómente na Quarta-feira, respondi que tudo bem, não haveria problemas. Na verdade não sabia se ao voltar na Quarta, ainda estaria empregada, pois professora numa escola particular, não tem muitos previlégios. Rick que ainda se encontrava falando no rádio, perguntou-me se não queria mandar recado para alguém, avisando que só chegaria Quarta-feira. Pensei um pouco e deixei o telefone e um recado para minha amiga e colega Suzana, que seria retransmitido, pedindo que inventasse uma desculpa junto a direção da escola, para que pudesse usufruir da companhia de meu amado até o meio da semana. Após este empecilho, meu amado estava contente por poder usufruir de minha companhia, por mais 3 dias, avisando-me que iria receber a visita de seu primo e esposa naquele Domingo a noite. Novos pensamentos povoaram-me a mente.... Não perca a continuação.... Cavalgada Erótica II [email protected]
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