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Cavalgada Erótica II
Veröffentlicht: 31/12/2004 22:00
Autor:ana mesquita
CAVALGADA ERÓTICA II by Ana Mesquita
Relembrando o conto anterior, meu nome é Ana, e estava passando um fim de semana com meu gato Rick, onde no Sábado pela manhã, tive uma das experiências mais gratificantes de minha vida. Sendo fodida por meu HOMEM em cima do lombo de uma égua (Leiam o conto anterior).
Voltando a Segunda parte da história, meu gato havia se comunicado com seus empregados através do rádio amador, e informou-me que não poderiamos ir embora no Domingo, sómente poderia ir na Quarta-feira, o que me fez ficar alegre e temerosa quanto ao meu emprego (lembram-se sou professora em escola particular) e aproveitei o radio amador pedindo a gentileza de transmitir um recado para minha colega e amiga Suzane, para informar aos diretores da escola que estava doente, acamada... uma desculpa qualquer.
Feito isso, fui informada por meu amo, que receberíamos a visita de seu primo e sua esposa ainda naquele Domingo à noite.
Não sei porque, mas fiquei com a pulga atrás da orelha, aquilo cheirava armação do meu amado. Como até então não tinha motivos para nenhuma recriminação, pois estava adorando a estada naquela fazenda maravilhosa, pensei comigo mesma, seja o que for que meu amado estivesse aprontando, procuraria corresponder com todo meu amor.
Após o almoço e durante a tarde toda, eu e meu bem fomos à cavalo verificar a vacinação do gado, a contagem do rebanho, verificar o plantio do arroz, indo até a casa das bombas, que puxava água da lagoa, indo através de valas que se estendiam por toda a fazenda. Pude perceber que o trabalho da peonada e dos agricultores comandados por um eficiente capataz não parava, havia sempre o que fazer. Iniciavam no serviço as 6 da mnhã, indo até às 17 horas, muitas vezes sem intervalo, e nestes dias se recolhiam para suas casas dentro da propriedade, mais cedo.
Quando Rick convidou-me a retornar para casa, avistamos ao longe uma camionete aproximando-se da entrada da fazenda. Era seu primo, então apressamos o galope, afim de bem recepcioná-los.
Ao desmontar-mos, Rick foi guardar os cavalos enquanto eu fui até a cozinha preparar o mate, para oferecer aos nossos convidados. Quando eles chegaram, nós já estavamos na pequena sacada em frente a fazenda, tomando nosso chimarrão, onde Rick recebeu efusivamente seu primo Léo e apresentou-me.
Fiquei encantada com aquele homem, também era bonito como meu Rick, tinham quase o mesmo corpo, sendo que Léo era um pouco mais alto, enquanto cumprimentava Léo, vi aproximar-se uma morena linda, de olhos azuis, e um corpinho de causar inveja a muita menina. Ela tinha um porte elegante e altivo, e dirigiu-se a Rick, abrançando-o longamente e sendo apresentada a mim como sua priminha favorita, se chamava Leda.
Tinha mais ou menos a minha idade, talvez 35 anos, deduzi. Vestia-se com elegancia, numa roupa de vaqueira, com saia de couro, camisa xadrez e jaqueta de couro sem faltar o chapéu cowboy para combinar com sua indumentária.
Convidei-os a sentar na sacada, oferecendo um chimarrão a ela, sentindo-me como uma verdadeira anfitriã. Durante as conversas, onde o assunto eram os problemas da fazenda, soube que Léo também era fazendeiro, sendo sua fazenda próxima da nossa, reparava que o mesmo fitava-me discretamente, já que vestia uma roupa um pouco decotada, estava com um vestido rodado que ia até acima do joelho, e com decote V junto aos meus seios, que ficavam um pouco expostos. Percebia os olhares de cobiça de Leó, enquanto Leda cruzava as pernas, deixando sua coxa quase que totalmente exposta aos olhares de Rick. Notei que ela discretamente me analisava, sentia seus olhos a invadir meus peitos e minhas coxas, a esta altura estava com as pernas cruzadas. Rick serviu-me chimarrão e enquanto ficava tomando, começei a trocar olhares com Leo, sorrindo e concordando com movimentos de cabeça quase tudo o que falava. Depois de saciada pelo chimarrão, perguntei a Leda se não queria que a ajudasse a levar sua mala para dentro, o que fizemos, conduzindo-a até o quarto que mentalmente destinei a eles. Situava-se ao lado do nosso, sendo também uma mini-suite com banheiro privativo, um pouco menor que o meu, sendo que não havia banheira naquele.
Assim que chegamos, Leda começou a despir-se e notei que não usava soutien e nem calcinhas, indo para baixo do chuveiro, estava encantada com sua beleza, ao mesmo tempo que pensamentos eróticos invadiam minha mente, percebendo minha presença, ela convidou-me a banhar-se com ela.... fiquei indecisa... entre desejosa e medrosa.... até que ela veio a mim, tirou-me o vestido e a calcinha e puxou-me para baixo do chuveiro. Deixei a água morna me molhar e sentia as mão de Leda a ensaboar-me os seios, barriga, braços, pernas e virando-me, passou a ensaboar e massagear-me as costas, indo da nuca até o inicio da bunda. Começei a entregar-me a seus carinhos, agora sentindo seus seios, com os bicos duros a encostarem nas costas, sua mão dirigia-se ora aos meus peitos, onde apertavam meus bicos, ora iam até minha buceta enfiando seus dedinhos a provocar-me suspiros de tesão, virou-me enfiando sua lingua em minha boca a procura da minha, correspondi, nossas linguas duelaram febrilmente e avançei com meus dedos em seus bicos apertando e beliscando, ouvindo-a suspirar e gemer, abaixei-me e fiquei de cara com sua xoxotinha, de pelos aparados, onde pousei minha lingua, afastando os lábios a procura de seu moranguinho, fazendo-a gemer mais ainda, sua buceta tinha um sabor gostoso, ao sentir seu grelinho em minha lingua, me pus a beijar, sugar e chupar levando-a rapidamente ao gozo, onde pude sentir seu caldinho a molhar minha lingua. Ela puxou-me pelo cabelo, colocando novamente sua lingua em minha boca, ao mesmo tempo que invadia minha buça com seus dedos, a procurar meu grelo e encontrando começou a siriricar, os movimentos de seus dedinhos me enlouqueciam, ora apertando o grelo, ora alisando, ora enfiando-se buceta adentro, não demorando-me a gozar e melecar seus dedos, sendo beijada e lambida por sua lingua em meus lábios.
Depois deste encontro carnal, ela confidenciou-me aquilo que já suspeitava. Mau amado Rick, havia chamado eles para uma orgia em familia, e queria que Leo e Leda fossem meus padrinhos nesta experiência. Confesso que seria minha primeira vez, em que dividiria meu amado com outra mulher e fatalmente seria fudida por outro homem. Mas gostei da franqueza dela, relatou-me como era sua vida ao lado de Leo, como havia se envolvido com ele, narrou-me a grande amizade que havia entre Leo e Rick, desde que eram pequenos, e quando já estavam na adolescencia, ela entrou na vida de Leo, vindo a casar-se mais tarde, tendo Rick e uma ex-noiva dele como padrinhos. Também me falou que a ex de meu amado, apesar de linda era muito ciumenta e não era uma grande parceira de fantasias sexuais do marido, o que fez a relação terminar em poucos meses, tendo Rick pedido o divórcio deixando-a em uma excelente situação financeira. Embora já conhecesse Rick a alguns meses, nunca fui mulher de ficar atazanado a vida de meu amado, querendo saber coisas de seu passado, pois todos temos uma história que vivemos e para mim o que importava era o presente, sem procurar adivinhar o futuro, tendo em mente viver um dia de cada vez como se fosse o último.
Não percebemos como o tempo havia voado, já era noite fechada e Leda propos de irmos ao encontro de nossos amados, vestidas com roupinhas bem provocantes, avisei-a que não tinha muita roupa em minha bagagem, mas ela percebendo que tinhamos o mesmo manequim, emprestou-me um vestidinho curto e rodado para vestir, pareciamos duas moçinhas da roça, com vestidinhos que delineavam nossos corpinhos, e para combinar, prendemos nossos cabelos, dividindo-os ao meio, amarrando uma mecha de cada lado com elásticos, fantasiadas de Maria Chiquinha, riamos juntas em frente ao espelho analisando o resultado e decidimos não usar calcinhas, afim de provocar nossos machos.
Fomos ao encontro dos dois, encontrando-os na churrasqueira, preparando e assando o nosso jantar. Ficaram encantados com nossa fantasia, e nós com o intuito de atiçar a cobiça deles, começamos a preparar a mesa para o jantar, cuidando para que quando nos vissem, nós exibiamos nossas bundinhas, quando agachavamos ou nos estendiamos sobre a mesa para arruma-la deixando o vestido subir exibindo totalmente nossas bundinhas desnudas. Leo e Rick estavam estáticos e maravilhados com a brincadeira, e logo eles entraram na nossa, passando a alisar e esfregarem-se em nossos corpos, as vezes invadindo com a mão por baixo da saia de uma ou de outra. Avisamos nossos parceiros que após a janta, a sobremesa seria oferecida por nós. Eles trataram de apressar o churrasco, para jantarmos logo, pois estavam ansiosos pela sobremesa.
O jantar foi servido e sentamos eu e Leda lado a lado com Leo a minha frente e Rick de frente a ela. As brincadeiras não paravam, ora sentiamos os pés de Rick a cutucar minha buça por baixo da mesa, enquanto cutucava o pau de Leo, sentindo a sua grossura e dureza por cima da calça.
A sacanagem era tanta que mal conseguíamos comer, mas resistiamos bravamente as investidas de nossos homens ameaçando-os com a falta da sobremesa. Eles se olharam,fazendo sinais de assentimento, pararam e o jantar transcorreu normalmente, ainda com algumas invasões despretensiosas em nossas bucetinhas a esta altura molhadas. Leda levantou-se recolhendo a louça, e também passei a recolher a louça, vi Leda passar com a louça perto de Rick chegando a esbarrar nele e via sua mão a invadir a bunda dela a procura de seus orificios e rapidamente ela afastou-se dele balançando e rebolando aquela deliciosa bundinha, fiz o mesmo com Leo afim de provocá-lo mas não deixei que suas mãos me tocassem esquivando-me rápidamente e indo ao encontro de Leda.
Enquanto nós lavamos e secamos a louça, deixando tudo limpo e pronto, nos dirigimos rapidamente ao quarto, dizendo aos nossos tarados que ia ser servida a sobremesa. Ao chegarmos, caimos na cama já nos atracando, sentia os dedos de Leda em minha vulva, enquanto a beijava calorosamente. Neste momento nossos machos chegaram e parando o que fazíamos, pedimos que se despissem e deitassem na cama, com uma rapidez incrivel Rick e Leo já estavam entre nós duas, arrancando nossas roupas. Conforme havíamos combinado, Leda abocanhou o pau de Léo enquanto fazia o mesmo com Rick, seus paus já estavam duros como pedra, passamos a lamber os dois alternadamente, e quando chegou minha vez de sentir a pica de Leo, pude ver mais de perto aquela ferramenta, era quase do mesmo tamanho do meu amado, talvez um pouco mais grossa, sentia-o na minha boca latejando, e olhei para o lado vendo Leda a acocorar-se sobre o pau de Rick, invadindo suas entradas e sua expressão de tesão estampada em seu rosto, estando ocupada chupando Leo, Leda pedia que ele o penetrasse no seu cú. Afastei-me um pouco vendo-o posicionar-se às suas costas, pedindo-me que salivasse o cuzinho de Leda e tambem o seu pau, não me fiz de rogada e meti minha lingua no ânus dela enquanto Rick a bombava pela xoxota, depois de bem melada e alargada por meus dedos, segurei o pau de Leo conduzindo até a sua entradinha, vendo-o forçar a entrada e ir sumindo pouco a pouco dentro de seu cuzinho, ouvia Leda gritando para enfiar sem medo e aquilo foi como um choque elétrico para Léo que começou a estocar mais rápido e fundo em suas entranhas, os dois machos começaram a movimentar-se sincronizadamente, um entrava outro saía e vice-versa, fitava com admiração as investidas dos dois colossos e ouvia os gemidos dos três como a anunciarem a proximidade de seus orgasmos. Quando senti que Leo caía com seu corpo para o lado, lançando jatos fortes de esperma na bunda de Leda e se contorcendo em extase por sobre sua amada, Leda já se encontrava em delírio total sendo invadida por um gozo fulminante de Rick que esporrava dentro de sua buceta, podia ver sua porra a sair pelos lados da xoxota de Leda que veio cair em meus braços totalmente entregue, enquanto Rick permanecia estirado na cama como que cansado da batalha.
Descansamos por um tempinho até que Leo, Rick e Leda foram ao banheiro se lavarem, passado alguns minutos os tres voltaram fitando-me fixamente, via em seus semblantes que a próxima a submeter-se aos seus caprichos era eu. Rapidamente Rick postou-se a meu lado a beijar meus seios enquanto dirigia minhas mãos ao seu pau segurando-o e punhetando-o calmamente, acordando seu membro que agora crescia entre meus dedos, Leda pôs-se a bolinar meu grelo enquanto Leo, dava pequenas lambidas na xoxotinha, começei a ficar mais úmida, pois agora Leo e Leda alternavam as chupadas em minha xota. Posicionaram-me de quatro, com Rick a minha frente oferecendo seu pau e Leda e Leo as minhas costas chupando meu cú e a buceta. Percebi que Leda me invadia com seus dedos em minha xota, aprontando ela para a penetração de Leo, ela posicionou o cacete na entrada de minha buça enquanto Leo empurrava fazendo pressão e invadindo-a completamente. Minha impressão sobre seu cacete era real, ele era mais largo que o de Rick, pois entrava rasgando minha buceta até que com seus movimentos ritmados e o aumento de minha umidade, começei a sentir minha xoxota a agasalhar aquele monstro com mais naturalidade e passei a movimentar-me sobre sua pica. Leda ao mesmo tempo, tirava o pau da buceta, lambendo-o e voltava a colocar no lugar, ao mesmo tempo que sua ágil lingua continuava a umedecer meu cuzinho. Quando Leo estava aumentando o ritmo de suas estocadas, pediu que todos mudassem de posição. Atendendo aos seus pedidos, Rick deitou-se na cama, e ela fez com que sentasse em seu caralho, ficando de joelhos com as pernas de cada lado do corpo de meu amado e que ficasse beijando-o, com o movimento de meu corpo agora colado ao de Rick, minha bunda abriu-se ficando com meu cuzinho totalmente exposto, Leda abriu minhas nádegas dando uma última lubrificada com sua lingua em meu ânus, preparando-me para a invasão a seguir. Ela com os dedos dentro do meu orificio anal, chupava Leo que já estava a postos para penetrar-me, segurou seu mastro encostando a cabeça na minha entradinha. Senti Leo forçar a entrada, até que entrou a cabeça, gritei de dor, ele tirou seu pau, o alivio foi imediato, senti os dedos de Leda a besuntar meu cú com mais saliva e novamente Leo posicionou seu pau na minha entrada, e ao comando de Leda, enfiou com força e firmemente até o fundo, sentia meu cú a rasgar e gemia de dor, incentivado por Leda ele começou a fricção, agora acompanhado por Rick, Leo entrava, Rick saía, Rick entrava, Leo saía, fiquei sentindo aqueles dois petardos em minhas entranhas a dilacerar-me até a alma, mas começava a sentir as primeiras ondas de prazer, começei a incentivar os dois a estocarem suas pirocas sem medo. Meu prazer começava a aumentar, minha vulva começava a latejar próxima do gozo, rebolava, gritava e gemia, aquela experiência era maravilhosa, me sentia uma puta, uma vadia sendo deflorada sem dó nem piedade em meus buraquinhos. Rick lambia meus peitos alternadamente aumentando suas estocadas, Leo começava a suar muito e sua respiração estava ficando ofegante, gemendo baixinho, anunciando que seu gozo estava próximo, até que sem esperar muito começei a gozar seguidamente enquanto era inundada pela porra de Rick e Leo em minhas entranhas.
Caimos os tres para o lado da cama, ficando a descansar enquanto Leda começava a chupar os dois cacetes, a minha buceta e meu cú a procura de nossos gozos, deixando-nos completamente relaxados, sua lingua era uma dadiva em meus orifícios doloridos. Adormecemos.
Com os primeiros raios de sol a invadir as janelas de nosso quarto e ainda na penumbra, levantei-me e fui ao banheiro fazer xixi, aproveitei e também tomei um banho, escovei os dentes e me secando voltei ao quarto, onde fiquei a olhar aqueles tres corpos nus espreguiçados e completamente adormecidos na cama.
Procurei um roupão para vestir e depois fui até a cozinha preparar um café bem gostoso para tomar. Já era 2ª feira, e estava ali, longe de meus alunos, do meu emprego, vivendo uma aventura que jamais irei esquecer. Estava apaixonada pelos novos amigos e mais ainda por Rick. Servia-me um pouco de café, ainda envolta em meus pensamentos quando ouvi a voz de meu bem:
- tem um pouco de café pra mim ?
- sim, vou te servir respondi.
Quando me preparava para servir o seu café, senti o perfume de meu amado e seu corpo a encostar no meu pelas costas, notando que já havia tomado um banho. Ele veio até a cozinha a minha procura, dizendo que queria conversar sériamente comigo. Pegamos nossos cafés e fomos sentar na sacada, apreciando o alvorecer daquele lindo dia.
Rick começou a falar e fiquei escutando atentamente. Ele me propôs de fircarmos juntos, pois nos próximos meses teria de viajar e não queria afastar-se de mim. Queria que o acompanhasse, pois teríamos bastante tempo para nos amarmos, e queria que daquele dia em diante fosse sua secretária e cuidasse pessoalmente de sua agenda de negócios e particular, que dinheiro não era preocupação, pois não queria era afastar-se e perder-me de vista. Acalmei-o beijando ternamente e respondi que iria pensar e logo daria uma resposta.
Minha mente encontrava-se em turbilhão, pesava os prós e os contras. Estava realmente tentada pela proposta, mas havia o meu trabalho. Adorava lecionar, adorava meus alunos.... é, tinha muito o que pensar....
Rick despertou-me de meus devaneios, pedindo para nos aprontar pois iriamos dar um passeio até a cidade de Mostardas, aproximadamente 1 hora de viagem da fazenda. Foi o que fizemos entrando no quarto e encontrando Leo e Leda quase prontos para sair.
Fomos na camionete de Leo, sentamos eu e Leda no banco de trás, enquanto nossos amados iam na frente, conversando sobre os problemas de suas fazendas. Pedi ajuda a Leda, na tentativa de ajudar-me a decidir sobre a proposta de Rick, ela me incentivava a aceitar, revelando detalhes da vida de meu amado até então desconhecido por mim.
Os dois estavam tão entretidos em sua conversa, que não percebiam e nem escutavam o que eu e Leda confidenciávamos. Chegamos na cidade e deixamos eles no escritório de um advogado amigo deles e Leda assumiu o volante do carro dizendo-me que iriamos dar um passeio e que eles iriam demorar um bom tempo até resolver os assuntos que tinham pendentes. Ela atavessou a cidade pela avenida principal até que entramos em uma estrada de areia, que passava por Dunas de areia, desembocando numa aldeia de pescadores a beira do mar.
Leda seguiu pela beira da praia, deserta e com poucos pescadores até um local ermo e bem afastado da aldeia, parou o carro e convidou-me a caminhar na areia e tomar um banho de mar. Protestei alegando que não trouxe um biquini, mas ela não se fez de rogada e puxou-me para fora do carro despindo-me rapidamente e depois dela ter tirado sua roupa, pegou-me pela mão puxando-me em direção ao mar.
Não estava frio, o sol começava a esquentar o dia naquela manhã, mas o contato da água gelada no meu corpo arrepiou-me, deixando meus pelos eriçados e os bicos dos meus seios durinhos. Que sensação deliciosa, a medida que mergulhava, sentia meu corpo a ambientar-se com a temperatura da água, naquele momento não sentia mais frio. Brincamos e nadamos por um bom tempo, até que saimos da agua deitando na areia afim de pegarmos um sol, aquecendo nossos corpos a medida que seus raios secava. Senti a lingua de Leda a lamber um dos meus seios, enquanto sua mão passeava por todo meu corpo, correspondi aos seus carinhos dando-lhe um beijo molhado, nossas linguas travavam um duelo feroz, até que Leda levantou-se erguendo-me e conduzindo me novamente para dentro dágua, meu corpo voltou a sentir a água gelada e o corpo de Leda abraçado ao meu, enquanto que sua mão procurava minha buceta, começando uma fricção deliciosa. Fiz o mesmo, coloquei meus dedos em sua buça, pegando seu grelinho e apertando e bolinando-o, ora enfiando meus dedos profundamente. Estavamos nós duas naquela imensidão de mar ao nosso redor, siriricando dentro dágua, quando começamos a gozar uma nos braços da outra.
Nos recompusemos e vestimos nossas roupas sobre nossos corpos molhados, embarcamos na camionete e voltamos a procura de nossos amados.....
Continua em Cavalgada Erótica III - Final