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Conto 9 by Ana

Publicado: 31/12/2004 22:00

Autor: ana mesquita

Fui despertada pelo celular de meu amado, que tocava insistentemente, levantei-me e fui até sua calça que horas atrás havia sido largada ao chão e tirei do bolso seu celular e levei-o até ele, que tambem havia desperto de seu sono. A medida que a conversa se desenvolvia via sua fisionomia modificar-se, ele foi monossilábico e logo desligou o aparelho. Recebeu a noticia de voltar rápidamente para Porto Alegre, seu pai estava internado no Hospital do Coração e pediu a presença dos filhos, fi-lo se aprontar e imediatamente liguei para a gerencia do Hotel que prontamente providenciou um vôo particular para que meu amado voltasse ainda naquela noite para Porto Alegre. Conversamos por alguns minutos, recebendo instruções para os negócios que ainda estavam pendentes e logo após sua saida, entrei em contato através do telefone particular dos clientes, avisando-os das alterações dos planos. Despedi-me de Rick e acompanhei-o até a porta. Me encontrava triste e lamentava toda a mudança de planos, se vai fazer o que ? é a vida.... Voltei ao telefone e liguei para Hernandez desmarcando nosso compromisso de logo mais. Depois de todos os contatos feitos, voltei para a cama, assisti mais um pouco de Tv e voltei a dormir. Acordei pela manhã, já eram 10 horas e fui desperta pelo telefone que tocava, era a gerência informando que eu tinha visita. Mandei aguardar e curiosa corri ao banheiro, dei uma rápida molhada no rosto, escovei os dentes, e coloquei o vestido com que havia saído no dia anterior e as sandálias. Desci até o hall do hotel e para minha surpresa encontrei Leo (Primo de Rick, ler contos anteriores) a me esperar, logo fui ao seu encontro, beijamos e nos abraçamos, fomos até o restaurante onde tomei meu café da manhã e recebi novas instruções de Leo, que havia sido mandado por Rick. Após saber o estado de saude de seu tio, que inspirava cuidados especiais, subimos para a suite a fim de me aprontar, no elevador Leo já vinha me bolinando a bunda, saudoso de meu cuzinho, acabei dizendo que se ele fosse um menino comportado, ganharia um presente... rindo, saimos do elevador e entramos na suíte, a porta nem havia sido fechada e Leo já estava me agarrando por trás, apertando meus peitos e senti seu cacete duro a cutucar minha bunda, desvencilhei-me dele e fui fechar a porta da suíte, e assim que fechei a porta e me virei, já encontrei Leo de pé, completamente pelado e de pau duro me chamando para a cama, como ele foi tão rápido para se pelar, até hoje não entendi.... fui tirando meu vestido, a calcinha e as sandálias e me atirei na cama abocanhando seu pau duro, grosso e lindo, passei a lamber a glande, enquanto suas mãos brincavam em minha bunda, senti seu dedinho salivado a fuçar meu ânus, e lentamente invadir meu cuzinho, que delicia, eu chupava seu pau e seu dedo me levava ao delírio. Não se aguentando mais, Léo pediu que ficasse de quatro, posicionei-me na beirada da cama, e ele no lado de fora e de pé, ficou numa excelente posição, que favorecia a penetração tanto na buceta como em meu ânus, e antes de mais nada ele lambeu minha buceta, meu rego e meu cuzinho, molhou seus dedos de saliva e introduziu em meu ânus, senti-o a alargar meu reto, preparando-me para o que viria a seguir. Estava com minha cabeça e meu peito totalmente apoiado na cama e com minha bunda bem erguida, estava totalmente entregue aos seus caprichos e delirando de prazer. Senti seu pau na portinha de minha buceta, logo ele forçou a penetração e senti-o a alargar minha xana, embora devidamente lubrificada, seu cacete grosso e duro provocava deliciosas sensações nas paredes vaginais, arrancando gritos e gemidos descontrolados de minha parte, suas estocadas já estavam mais ritmadas e profundas, com suas mãos apoiadas em minha bunda, a medida que ele estocava seu pau na minha xana, seu polegar invadia meu cuzinho, ele entrava e saía gostosamente, a esta altura estava entregue e relaxada, apenas curtindo aquelas sensações que percorriam meu corpo, ele deu uma parada, como a recuperar o fôlego, e tirou seu pau de minha buceta, voltando a introduzí-lo direto em meu cú, enfiando sem parar até o talo, senti seu mastro abrir minhas pregas e meu cú sentir-se totalmente preenchido, ele ficou parado um tempinho, e aos poucos foi tirando lentamente seu pau, meu ânus respondia contraindo-se, como a implorar sua presença, e logo começou os movimentos de entrar e sair, provocando uma dorzinha gostosa em meu ânus, aos poucos ele aumentava o ritmo de suas estocadas, e eu gritava e implorava para que metesse sem piedade. Com meu cuzinho sendo castigado deliciosamente por seu pau, eu levei meus dedos até minha bucetinha e começei a siriricar a fim de satisfazê-la, não demorou mais de 5 minutos e já estava gozando e expelindo meu gozo em jatos rápidos a molhar o lençol da cama e besuntar meus dedos de meu fluído, Leo vendo aquilo, estocava forte e firme em meu cú até que seus urros e as contrações de seu cacete em meu ânus, denunciaram o seu gozo, inundando meu cú de seu esperma branco, espesso e quentinho. Ele ficou agarrado a mim, com seu pau espetado em meu cuzinho até murchar e cair fora, então se esparramou na cama e eu acomodei-me a seu lado. Descansamos um bom tempo e logo fomos tomar um banho, pois os compromissos profissionais nos aguardava. Depois de 1 hora já nos encontrávamos na sala de reuniões de uma empresa de médio porte, grande fornecedora de insumos agricolas e estava sentada ao lado de Leo, digitando no lap-top dados relativo a transação em andamento, após 3 horas de reunião e assinatura dos acordos, ainda era dia e o trabalho naquela tarde havia terminado, então não tendo mais o que fazer, Léo sugeriu de irmos ao cinema, topei e fomos ao shopping próximo de onde nos encontrávamos e fomos assistir “O Senhor dos Anèis”, titulo bem sugestivo, pois Lèo não parava de brincar comigo, perguntando-me quem era o dono do meu cúzinho, ria divertida de suas brincadeiras e durante a sessão até que ele comportou-se adequadamente, assistimos o filme bem agarradinhos como namorados. Depois de sairmos do cinema, fomos até a praça de alimentação, fizemos um lanche rápido e após pegamos um táxi e retornamos ao hotel. Na portaria havia um recado de Rick, avisando-nos que seu pai já se encontrava fora de perigo e avisando-nos que nos esperaria no Rio de Janeiro amanhã, junto com Leda no Hotel Copacabana. Leo e eu subimos para a nossa suíte e a seguir liguei para o celular de mau amado, durante nossa conversa, senti-o mais alegre e disposto, estava na companhia de Leda e nos esperava no Rio. Desliguei o telefone e procurei por Léo, ouvi o barulho do chuveiro e fui até ele, despi-me e entrei no chuveiro, logo fui envolvida pelos braços de Léo e trocamos um longo beijo, suas mãos ensaboavam minhas costas e senti seu pau levemente ereto roçando minha bucetinha, a esta altura suas mãos bolinavam meu cuzinho, e seus dedos invadiam-o sem cerimônia, estavam besuntados de sabonete e assim a penetração ficava facilitada, entravam sem resistência cada vez mais fundo, aquela dorzinha gostosa estava me incendiando, não aguentei e segurei seu pau com força, apertando-o sem friccioná-lo, sentia seus espasmos, e a medida que apertava ele ia ficando cada vez mais duro, pedi para Léo para irmos pra cama, ele pegou o chuveirinho e virando-me de costas pra ele, tirou todo o sabonete de minha bunda, a seguir pegou uma toalha e enrolou-me nela e saimos do box em direção a cama. Assim que chegamos na cama, ele posicionou-me de ladinho na cama e ficou no lado de fora de pé, minha bunda ficava bem na altura de seu pau, ele agachou-se um pouco e começou a lamber meu ânus, a seguir ele afastou-se e foi até sua mala, onde apanhou um frasco de vaselina em gel, besuntou meu cúzinho e o gel geladinho provocou arrepios por toda minha espinha, depois ele foi enfiando um dedo por vez, quando o terceiro entrou e não encontrou resistência, ele tirou os dedos e enfiou seu pau, atolando tudo em meu reto, começou a estocar lentamente, meu cu não oferecia resistência, seu cacete entrava gostosamente provocando sensações deliciosas, as vezes contraía meu esficter a fim de apertar seu pau e provocar mais tesão nele, ele sentindo as contrações começou a estocar violentamente e profundamente arrancando gritos de tesão que não conseguia mais sufocar. Entreabri levemente minhas pernas e coloquei meu dedos em minha bucetinha, tocava uma siririca nervosa a fim de aclamá-la, e começei a sentir seus espasmos, estava me segurando para gozar com Léo mas as ondas de prazer já invadiam meu ser com tanta intensidade que gozei loucamente sentindo seu pau a estocar meu dilacerado cuzinho sem piedade. Fiquei completamente entregue e extenuada, mas satisfeita, voltei a concentrar minha atenção em Léo que começava a dar sinais de que seu gozo não demoraria, suas investidas em meu ânus eram descontroladas e em rápidas estocadas, com a fricção e contração de seu pau em meu cuzinho, logo ele despejava seu leite em jatos fortes, enquanto seu pau pulsava dentro de mim, ele acabou escapulindo despejando sua porra e meu cu arrombado logo recebeu a visita de meus dedos, através do tato senti o estrago que seu pau me provocou, tateei e bolinei meu cú levemente com os dedos que se encontravam melados de sua porra, Leo atirou-se na cama puxando-me por cima dele, e acabei ficando por sobre seu peito, com meus seios encostados em seu tronco cabeludo e seu pau amolecido batendo em minhas pernas, trocavamos um longo beijo e minha mão ainda encontrava-se na minha bunda melada de sua porra, com meu dedo em meu cú a aliviar o estrago, ficamos longos minutos neste abraço enquanto sentia meu ânus voltando ao normal e tirei meu dedo. Depois de alguns minutos levantei-me e fui tomar uma rápida ducha, quando voltei para a cama Leo roncava e como havia perdido o sono, liguei a TV e fiquei assistindo um filme. Acordei com a TV ligada e Leo já não se encontrava na cama, peguei o controle remoto e acionei o relógio da TV, já eram 10:30 da manhã, ao levantar-me encontrei um bilhete de Leo avisando-me que saíra para resolver alguns negócios pendentes e que voltaria as 13 horas para irmos para o Rio. Levantei-me e liguei para a gerência solicitando que me fosse servido o café no quarto, enquanto isto fui ao banheiro e tomei um banho revigorante e refrescante. Quinze minutos depois o boy trouxe o café, estava a tomar o café calmamente e minha mente recordava os momentos bonitos que havia passado com meus dois garanhões, e logo mais estaria no Rio junto com meu amado e Leda, mil idéias passaram pela minha mente, mil loucuras ainda iríamos realizar. Assim que terminei o café, vestida num roupão, começei a preparar a mala. Quando já estava tudo arrumado e organizado e me encontrava vestindo uma roupa para a viagem, Léo chegou avisando que tínhamos pouco tempo e que teríamos de nos apressar para não perder o vôo da ponte aérea. Duas horas depois e ainda dentro do avião, avistei o Cristo Redentor, que cenário lindo, era minha primeira vez no Rio. Logo estávamos desembarcando no Galeão onde Rick e Leda nos aguardavam. Embarcamos no Audi alugado por Rick, sentando-me no carona e Leo e Leda no banco de trás, meu amado ciceroneou-me pelas ruas do Rio, passeamos pela orla do Rio passando pelas praias famosas, que apesar de ser dia da semana, tinha um bom número de frequentadores. Foi um lindo passeio e depois de algumas horas já estávamos em nossa suíte no Copacabana Palace. Já estava entardecendo e o mar logo seria iluminado por uma imensa lua, peguei minha mala e procurei meu maiô, coloquei e convidei Rick a ir comigo até o mar, não demorou muito nós dois já estávamos passeando na areia, como era delicioso o contato da areia úmida nos pés, a água levemente gélida a molhar os pés, aquilo acalma a alma da gente, nos relaxa do stress do dia a dia, só me lembro que voltamos ao hotel quando a noite já ia alta e a fome fez nossos estomagos roncarem. Estavamos embaixo do chuveiro num banho delicioso, cheio de agarramentos, passadinhas de mão, chupadas e beliscões, quando ouvimos o telefone tocar, saí de baixo do chuveiro e molhada fui até o aparelho, era Léo avisando que nos esperaria no hall do hotel para jantarmos fora. Avisei Rick e apressamos em nos aprontar. Após 50 minutos já estávamos todos sentados na mesa em uma famosa pizzaria carioca. O jantar foi alegre e animado, combinamos os passeios para o dia seguinte, iríamos no bondinho, ao maracanã e ao Cristo Redentor, combinamos de não ter hora para levantarmos pela manhã, portanto seria tudo feito conforme nosso espirito no outro dia. Voltamos ao hotel alegres e bem altinhos por conta dos inúmeros choppinhos tomados, Rick quase não conseguia dirigir pois eu estava tocando uma punheta bem caprichada, quase que provoquei um acidente, resolvi parar com aquilo a fim de não distraí-lo e chegarmos inteiros ao hotel, nesta altura Leda chupava Léo sem cerimônia no banco de trás, logo ouvia seus gritos a medida que despejava seu esperma na boca dela. Rick protestou a falta de meus carinhos, mas me mantive firme, prometendo recompensá-lo assim que estivéssemos em nossa suíte. Ao adentrarmos em nosso quarto, já era madrugada e começei a despir-me em direção a nossa imensa cama, Rick não demorou e começou a despir-se também sendo seguido por Léo e Leda. Assim que me acomodei na cama, ele logo aproximou-se de mim ficando de pé ao lado da cama com o pau ainda murcho e todo melecado de sua porra (havia gozado no carro) peguei-o em minha mão, começando a acariciá-lo e logo pus em minha boca, o gosto acre de sua porra me deixou doidinha, começei a sugá-lo e lambê-lo com mais rapidez, passava a lingua por toda a extensão daquele cacete, logo ele pulsava em minha boca ficando cada vez mais duro. Leda no outro lado da cama fazia o mesmo com Léo, quando os dois já estavam prontos para nos comerem, eu pedi a Leda que ficasse por cima de mim, então nós num sessenta e nove e estendida de lado a lado na cama, enquanto nos chupávamos nossos machos já estavam com seus paus na porta de nossas bucetas, Leda conduziu o pau de Rick e eu conduzi o cacete de Leo, quase que instantaneamente fomos penetradas, eu via o cacete de Leo varar a xana dela, e de vez em quando tirava-o de dentro de sua buceta e lambia aquele falo úmido de seus fluidos. Como era gostoso, logo voltava a colocar o pau na entradinha dela e ele enfiava agora com mais vigor. Rick bombava minha xana sem parar, por isso não demorou muito em gozar, logo saiu de dentro de mim e jorrou seu esperma na boca de Leda e ela a seguir lambeu minha buceta arreganhada chupando os ultimos resquícios de sua porra. Rick extenuado, foi ao banheiro e Léo fustigava a buceta de Leda e assim que ele deu uma parada, para descansar um pouco, avancei com minha lingua chupando sua buceta alargada e arrombada, sugava todo o seu caldinho, enquanto meus dedos alargavam seu cuzinho, avancei minha lingua até seu anelzinho, que piscava ao contato de minha lingua, deixando-o bem lubrificado, logo Leo encostou seu cacete em meu rosto, já pronto para meter em Leda. Peguei-o com minha mão e posicionei bem no cú dela, ao meu sinal ele enfiou aquela estaca sem parar até o fundo, ouvi os gritos dela, e incentivei-o a não parar e continuar estocando, com minha cabeça entre as pernas dela, assim que podia lambia sua xana, ela agora não mais gritava, apenas gemia e pedia para come-la com mais força, ele bombeou por um bom tempo e não conseguindo mais prolongar o seu prazer, despejou sua porra no cuzinho dela, que não conseguiu segurar todo o leite, despejando em meu rosto, logo senti a cabeça dele em minha boca, chupei e lambi sua porra e puxei a bunda de Leda até o meu rosto e assim pude lamber seu cuzinho que piscava e pingava a porra de Leo, depois de deixá-lo bem limpinho, pedi a Leda que me chupasse, logo senti sua lingua em meu grelo e devido a minha grande excitação logo gozei. Estavamos todos esgotados, nos levantamos com alguma dificuldade da cama e fomos tomar uma ducha, nossas pernas estavam bambas, o chopp em nossas cabeças faziam-na rodar, fomos agarrados um no outro até encontrarmos Rick na banheira. Ficamos os 4 dentro daquela enorme Jacuzzi, com a água a massagear nossos corpos por um longo tempo. Continua em Contos 10 – Final...
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