Recordações Parte II
Continuação do Conto 11361
Há mais de 1 mês que eu e Caê estávamos juntos, durante este período fui ao ginecologista, fiz uma série de exames para verificar minha saúde atual, como sempre faço anualmente, aproveitando meu plano de saude. Tudo correu bem, os exames constataram que minha saude estava normal, apesar de pequenos corrimentos e sangramentos vaginais já estudados pelo meu gineco, que receitou-me alguns medicamentos e abstinência sexual por pouco tempo, para que cessassem estes corrimentos. Me encontrava um pouco tímida para perguntar sobre o sexo anal, até que encontrei coragem, e incentivada por minha amiga Tatiana começei a relatar minhas dúvidas. Ele não se encontrava surpreso pelas perguntas, talvez por estar acostumado a falar sobre o assunto, e começou a narrar os prós e contras, os cuidados de higiene que teria de ter e diversos conselhos médicos. Era perfeitamente normal os casais usufruírem do sexo anal, desde que inteirados sobre os cuidados a serem seguidos. Saí do consultório bastante otimista e disposta a praticar o sexo anal. No mesmo dia, fomos eu e Tatiana até uma Sex shop, entrei no recinto e sentia-me encabulada e ao mesmo tempo excitada a examinar com os olhos todos os artigos expostos nas vitrines. Fomos atendidas por uma funcionária muito simpática e já a vontade começei a indagar sobre a finalidade de diversos produtos. Escolhi 4 produtos e entreguei a vendedora que acondicionou-os em embalagens discretas e paguei com cartão de crédito. Saímos da loja e fomos para casa, despedi-me de Tatiana, ela queria ir até minha casa e com jeito e muito tato a convenci de não ir, pois queria usufruir dos meus brinquedos sózinha. Ao chegar em casa, encontrei minha mãe pronta para sair e alegando cansaço e dor de cabeça, avisei-a que iria para cama e não queria ser importunada. Ela veio até a mim, deu-me um beijo e saiu para fazer compras no supermercado. Ela iria demorar algum tempo e minha irmã chegaria tarde da noite, pois após seu trabalho tinha aula na faculdade. Estava exultante pois ficaria sózinha por um bom tempinho. Dirigi-me a meu quarto, despi-me e fui até o banheiro tomar uma pequena ducha antes de deitar-me, lavei bem minha bucetinha de pelos ralos e ensaboei bem meu anelzinho. Sequei-me e fui para a cama, de frente para minha cama havia meu roupeiro e numa das portas, a do meio havia um grande espelho, consegui desengatar a porta e situá-la bem em frente a cama, calcando-a com uma cadeira em um angulo um pouco inclinado para frente de modo que ao ficar deitada pudesse me ver pelo espelho. Fui até a porta e tranquei para evitar surpresas.
Estava excitada, peguei meus brinquedinhos e coloquei em cima da cama, fui até a penteadeira e peguei um frasco de óleo e um pequeno espelho de mão. Deitei-me de frente ao espelho, erguendo minhas pernas para o alto, visualizando meu anelzinho, calmamente fui besuntando-o com óleo e enfiava meu dedinho bem devagar, sentia a penetração e uma sensação gostosa, começei a brincar tirando e enfiando sentindo meu cuzinho a relaxar e enfiei mais um dedo, girando-os para todos os lados tentando alargar, a medida que meus dedos penetravam, meu ânus se abria sem resistência, tal era o meu grau de excitação, resolvi experimentar o vibrador pequeno, tinha talvez uns 15cm de comprimento por 2 ou 3cm de largura, fui enfiando lentamente, sentia um atrito gostoso nas paredes de meu cuzinho a medida que entrava, tirei e besuntei-o com óleo e voltei a penetrar, desta vez não houve resistência e ele deslizou mais gostoso. Tirava e botava cada vez aumentando as investidas, a dorzinha era gostosa e suportável, era uma dor tesuda, minha buceta estava ensopada e passei a dar atenção a ela a medida que a penetração se tornava mais profunda em meu ânus. Já estava quase gozando quando esfregava meu grelo, que tirei o vibrador e coloquei um maior, lambendo-o e salivando, este media talvez 19 x 4cm, mudando de posição e ficando de quatro diante do espelho, fui com a mão conduzindo aquele pênis artificial até o meu anelzinho, e apoiada na cama pelo outro braço que segurava o pequeno espelho, através dele fui vendo o pênis ser enfiado por mim em meu rabo, a medida que entrava, sentia me rasgando e uma dor muito forte, assim que a cabeça entrou, dei uma parada a fim de recuperar minhas forças e voltei a empurrar lentamente para dentro de meu cúzinho. Procurava relaxar para agasalhar aquele monstro, puxei um pouco para fora e passei óleo por toda parte à descoberto, e empurrei para dentro, agora deslizando mais fácil e começei os movimentos de vai e vem, era uma sensação maravilhosa, aumentei o ritmo das estocadas vendo pelo espelho que já entrava quase tudo, larguei o espelho de mão, apoiei minha cabeça no colchão e com a mão livre levei até a xoxota e começei a dedilhá-la enquanto com a outra enfiava cada vez mais forte em meu ânus, começava a sentir meu orgasmo aproximar, ondas de sensações indescritíveis invadiam meu corpo, tremia e gemia a medida que meus movimentos aceleravam nos dois orifícios, até que senti minha xana inundar meus dedos de meu gozo, parando as estocadas em meu rabo, deixei-me cair na cama ainda sentindo aquela estaca em meu cuzinho. Não sei quanto tempo fiquei assim, sentia algo enfiado em meu traseiro, já não me incomodava e achava gostoso. Depois de um bom tempo cochilando, acordei, tirei o pênis de meu rabo levemente úmido, ergui as pernas em frente ao espelho e pude ver meu buraquinho levemente aberto, passei meus dedos nas paredes do buraquinho causando-me uma sensação gostosa e depois levantei-me e fui me lavar.
Após o banho, guardei tudo no lugar e fui para a cozinha preparar algo para comer, enquanto estava fazendo um lanche, chegou minha mãe com as compras do super, ajudei-a a guardar as compras, e despedi-me dela novamente indo dormir. Já eram quase 22 horas, voltei para a cama e antes de deitar-me fui até meu esconderijo secreto (onde guardei meus brinquedinhos) e peguei um pequeno dilatador anal, voltei a deitar-me e abaixei minhas calcinhas por baixo do lençol e lubrifiquei o brinquedo com saliva e passei um pouco de óleo nas paredes do meu cuzinho. Depois de preparado, fui enfiando-o lentamente, encontrava resistência, meu cuzinho se fechava, fiz força enfiando até a metade, como era mais grosso, sentia uma leve dor, mas não desisti até empurra-lo todo até a base, a sua base era bem larga para evitar que ficasse tudo dentro de meu ânus, fui me aclamando sentindo ele a fustigar minhas entranhas com qualquer movimento de corpo que fizesse, procurei ficar de ladinho e fiquei bem quietinha. Meu esfincter contraía sobre ele, provocando-me pequenas dores e prazeres. Não sei quanto tempo deixe-o dentro de mim, lembro que adormeci com ele entalado no meu rabo, já me encontrava relaxada e não mais me incomodava aquele intruso. Senti vontade de fazer xixi e levantei-me calmamente com ele ainda dentro de mim, baixei a camisola e fui ao banheiro. O caminhar me provocava pequenas dores e prazeres, sentia meu ânus contrair-se querendo expulsá-lo, mas minhas nádegas fechadas não deixavam, ao chegar ao vaso sentei-me e senti meu esfincter expulsá-lo lentamente, sentia meu buraquinho alargar a medida que saía, até que com a mão retirei-o sentindo um alívio imediato. Mijava litros de urina, quando senti meu ânus a contrair-se e aproveitei e defequei, foi suave e rápido, limpei-me com papel higiênico e depois fui até o bidê e lavei minha xeca e cúzinho com sabonete. Sequei ambos e voltei para meu quarto e minha cama. Meu ânus ficava piscando involuntariamente, ao deitar-me passei meus dedos nele e enfiei um, ele parecia que gostava daquela invasão, apertando meu dedo seguidas vezes, besuntei meu cuzinho e o dilatador com óleo e voltei a enfiar no meu buraquinho, agora ele abriu-se para agasalhar o invasor. Não senti muita dor, apenas o prazer da penetração. Deixe-o lá, bem agasalhado e olhei para o relógio, já eram quase 4:30 hs, logo iria amanhecer e teria de levantar-me cedo para o meu turno de trabalho. Dormi com aquele brinquedinho dentro de mim, e ao acordar pela manhã, retirei-o, limpei e guardei no meu cantinho secreto. Estava me sentindo bem e disposta, apesar das pequenas contrações doloridas de meu ânus. Deste dia em diante, sempre que possível, dormia com meu amiguinho agasalhado em meu cuzinho, com o passar do tempo, já aguentava com mais facilidade outros brinquedinhos de diversos tamanhos. Faltava o teste final, e teria de ser num final de semana com meu namorado Caê. Liguei do escritório para Tatiana perguntando se seus pais me emprestariam sua casa de praia para eu passar um fim de semana.
Tati ficou de dar-me uma resposta até o meio-dia e logo a seguir liguei para Caê, falando de minha proposta de passarmos o final de semana juntos na praia, ele adorou a idéia e ficou na expectativa de que tudo saísse certo.
Não demorou muito e Tati retornou a ligação dizendo-me que a casa estava a minha disposição, pois seus pais iriam viajar para o sítio deles. Não pude deixar de perceber que Tati estava a insinuar-se para querer ir junto, não tive alternativa, convidei-a para passarmos o final de semana juntos, e avisei-a que iria com Caê, ela então disse-me que iria com um amigo. Durante aquela semana entramos em contato por diversas vezes combinando e se preparando para a viagem. Nos encontramos todos em minha casa e seguimos viagem no carro de Caê, eu sentava a seu lado e atrás iam Tati e Luis (amigo de Caê). A viagem foi rápida devido ao pouco movimento. Ao chegarmos, Tati foi abrir a casa e a porta da garagem, entramos e fomos descarregando as coisas enquanto Luis foi fechar as portas da casa e da garagem. Depois de um jantar animado, com conversas picantes e piadas, ficamos jogando pif-paf até que já era tarde da noite e já me encontrava louca para deitar-me com Caê, despedi-me deles com a desculpa (velha) de dor de cabeça e me recolhi ao quarto. Antes de deitar-me despí-me e coloquei um camisetão largo que ia até quase os joelhos por cima, sem nada por baixo. Deitei e esperei. Me encontrava cochilando quando senti um beijo molhado em meus lábios, Caê estava sentado na cama a meu lado passeando suas mãos por sobre meu corpo enquanto sentia sua lingua quente e úmida a vasculhar minha boca e duelar com minha lingua com longas chupadas. Sua mão agora estava por baixo de meu camisetão a apertar meus seios e biquinhos, puxei-o por cima de meu corpo beijando-o mais fortemente, sentindo seu peito a esmagar os meus e ele acomodando-se por cima de meu corpo, senti sua ereção através de seu abrigo a cutucar minhas pernas. Empurrei-o para o lado, e começei a despir sua camisa, beijando-lhe os bicos dos seios, sentia seu corpo arrepiar-se ao contato de minha lingua e fui baixando sem deixar de lambê-lo até um pouco abaixo do umbigo, começei a arriar seu abrigo junto com a cueca até sentir seu pênis em pé junto a minha boca, ajudei-o a desvencilhar das roupas e abocanhei aquele falo chupando-o como se fosse um picolé. Lambia, passava a lingua sobre a glande, vendo ficar cada vez mais inchada, e peguei seu pau com a mão, apertando-o entre meus dedos sentindo-o duro e pronto para o meu prazer, mudei de posição, tirei meu camisetão e acocorei-me sobre sua boca para sentir sua lingua em minha bucetinha levemente úmida, senti abocanhar-me toda a xana e sua lingua a sugar-me e lamber-me fundo, que prazer, sua lingua agora passeava sobre toda minha racha indo até meu cuzinho, que agora estava a piscar e percebi sua lingua a enfiar-se em meu buraquinho, aquilo me deixou mais doida e afastando-me dele fui acocorar-me agora sobre seu pau, duro e apontado para cima, abaixei-me até senti-lo na entrada de minha gruta e deixei cair-me sobre aquela tora, sentindo alargar-me e provocando múltiplas sensações por todo meu corpo.
Começei os movimentos de sobe e desce aumentando o ritmo gradualmente, enquanto era bolinada nos seios, ora ele erguia-se abocanhando e chupando meus bicos, ora um ora o outro, enquanto cavalgava deliciosamente sobre seu mastro. Ouvia sua respiração ofegante e seus gemidos a denunciarem que logo me inundaria com seu leite, pensei em tirar seu pau de minha xana e enfiá-lo no meu cuzinho, mas resisti deixando para a segunda rodada, logo voltei a me concentrar sobre seu mastro em minha buceta, acelerando meus movimentos e com uma das mãos começei a esfregar meu grelinho afim de gozar junto com ele, não demorou muito começei a sentir os espasmos de seu cacete em minha vagina e seu leite quente sendo espirrados dentro de minha buceta, não parei os movimentos da cavalgada agora com minhas mãos a dedilhar meu grelo com mais intensidade até que meu corpo tremeu, anunciando meu gozo em descargas elétricas e espasmos involuntários, fazendo-me cair por sobre o peito de Caê, sem tirar seu membro que adormecia em minhas entranhas. Ficamos um bom tempo abraçados, até que ouvimos gemidos e gritos, só poderia ser tatiana e Luis trepando no quarto ao lado do nosso. Levantamos e indo ao banheiro, passamos pela porta do quarto deles, ouvindo agora com mais nitidez os gritos de Tatiana, Caê levou a mão a maçaneta abrindo a porta de leve, por uma pequena fresta vimos Tatiana de quatro sendo enrabada por Luis, que enfiava sua tora sem piedade, enquanto ela gritava : me come..... enfia fundo.... ai desgraçado, não pára.... ai... ai..... mete..... mais forte....., Caê fechou a porta lentamente e rindo fomos ao banheiro nos lavar. De banho tomado fomos até a cosinha, trazendo refri e salgadinhos e voltamos para o quarto. Por que será que depois das transas sentia-se fome ? vontade de tomar algo doce ? ou até mesmo fumar um cigarro ?, foi justamente tudo o que Caê fez, serviu-se de coca-cola, comeu alguns biscoitos e logo acendeu um cigarro. Ficamos recostados na cama, lado a lado enquanto minha mão passeava por sua coxa, próxima a seu membro, que começava lentamente a erguer-se. Murmurei em seus ouvidos: - meu bem, hoje eu quero me sentir uma mulher completa. Ele fitou-me nos olhos, curioso voltei a falar: - esta noite eu quero sentir seu pau na minha bundinha.... Agora fitava-me interrogativamente, então contei-lhe: - meu querido, neste tempo todo eu me preparei só pra ti... agora eu quero sentí-lo dentro de mim... não tenha receio pois estou pronta... Ele deu uma última tragada, apagando o cigarro no cinzeiro e acomodando-me sobre a cama, começou por beijar minha boca, descendo aos meus seios, lambendo meus bicos até deixarem intumescidos e eretos, passando a lamber por entre meus peitos descendo com sua lingua molhada até meu umbigo, onde posicionou-se entre minhas pernas, erguendo-as e percorrendo o interior de minhas coxas, ora uma ora a outra até que passou a brincar com minha xana.
Sua lingua invadia sem pudor vasculhando todos os cantinhos de minha buceta, repousando sobre meu clitóris, onde era massageado e umedecido pelo calor de sua boca. Começei a ficar excitada, minha xana agora se encontrava molhada pelo meu suco vaginal, ele passou a lingua pelo meu rêgo e levantando mais as minhas pernas foi indo até meu cuzinho que piscava de prazer sentindo sua saliva a besuntar meu orifício. Senti seu dedinho a infiltrar-se em meu ânus, não encontrando resistência, brincou um pouco e logo invadiu-me novamente agora acompanhado de seu irmão. Ele girava seus 2 dedos alargando meu buraquinho, e não aguentando aquela agonia, passei a ele o óleo que havia escondido embaixo de meu travesseiro, pedindo: meu bem.... passa o óleo e me come logo.... não estou aguentando.... mete de uma vêz..... Ele ficou a besuntar seu pau e meu cú, calmamente, prolongando minha ansiedade. Seus dedos agora invadiam meu ânus sem nenhuma resistência, já estava relaxada e mais do que pronta a espera de seu caralho. Estava na posição de frango assado segurando minhas pernas totalmente aberta pra ele. Seu pau encontrava-se na minha entradinha e foi lentamente invadindo meu ânus, senti colocá-lo só a cabecinha, depois de alguns segundos e não encontrando resistência, começou a entrar sem parar alargando meu cúzinho, sentia uma leve dorzinha e incentivava-o a meter sem medo: ....mete.... mete mais..... assim..... ai, ai, me fode.... me arromba.... ai... ai...., quando senti suas bolas em minhas nádegas, ele começou a acelerar os movimentos, meu cú piscava como que a querer segurá-lo, e sentia seu pau a provocar sensações gostosas nas paredes de meu reto. Não suportando aquela delicia de prazer começei a brincar com minha buceta, enfiava meus dedos e sentia seu pau por dentro dela, estocando meu cuzinho, ele já estava metendo sem piedade e estava adorando aquela experiência, estava cada vez mais descontrolada, mil descargas elétricas invadiam meu ser, minha buceta dava sinais de gozo a medida que dedilhava meu clitóris furiosamente e era fustigada no meu rabo, sentindo seu membro cada vez mais duro e próximo de gozar quando meu orgasmo inundou minha buça, sentindo-o a escorrer ao longo da vagina, respingando um pouco naquele pau que parecia um bate estaca no meu cú, até que senti sua porra quente a inundar-me e Caê contorcer-se agarrando minhas pernas e fechando-as enquanto continuava a penetrar-me e jorrar suas últimas gotas em meu orifício anal, vindo a descansar por sobre meu corpo. Adormecemos.
Depois desta noite, nunca mais tive receios para praticar sexo anal. Passamos o fim de semana trepando como loucos.
Continua em Recordações Parte III
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