Entre dois mundos-cap.3: Aula de punheta
Olá galera, aqui quem vos fala é o escritor, só passando aqui no ínicio pra dizer que estou muito feliz com o resultado da série, enbora tenha uns que não estão gostando e acabam comentando coisas absurdas outros estão adorando, eu sei por que tenho reçebido muitas mensagens positivas de amigos e pessoas que estão lendo os contos, isso me deixa feliz, significa que eu estou conseguindo passar uma mensagem atravéz da história, muito obrigado por lerem e por todos os elógios, estou doido pra postar dois capítulos por semana más tenho minha vida pessoal pra viver, tenho meu trabalho e acabo não tendo tempo pra escrever (sim estou escrevendo a série conforme aconteçeu, não inventei, eu vivençiei isso e foi tudo muito reçente) más prometo que vou começar a postar dois por semana e enquanto não sai um novo capítulo fiquem com esse e tamo junto…
ENTRE DOIS MUNDOS-CAP.3: AULA DE PUNHETA.
BASEADO EM FATOS REAIS…
Em fim chegou o fim de semana, eu estava muito cansado então resolvi dormir até mais tarde no sábado, quando acordei fui resolver uns trabalhos que estavam pendentes, fotos pra editar e mais um monte de outras coisas pessoais, Felipe não mandou mensagem e não nos falamos, no domingo continuamos sem nos falar, mandei mensagem pra ele mas não obtive resposta, mais tarde resolvi dar uma volta com uns amigos pra esquecer um pouco o Felipe, fomos no shopping no cinema e aquilo me deu uma ideia, será que o Felipe já foi no cinema? Mesmo se sim é sempre bom vim de novo, vou dar um jeito de trazer ele aqui, chegamos em casa por volta de onze da noite, tomei um banho e fui dormir, ainda não tinha conversado com meu príncipe, mas algo dizia que ele estava bem.
Segunda feira acordei cedo e fui pra agencia, eu não tinha nada de muito importante pra fazer lá, mas sempre gostei de ir pra lá mesmo pra ficar o dia todo sem fazer nada, e além disso depois de uma da tarde meu príncipe ia chegar e eu poderia ver aquele anjinho lindo de novo, mais tarde Felipe chegou, meio desanimado e com cara de cansado, quando ele me viu veio me abraçar e eu percebi que algo estava errado.
― Oi Felipe, está tudo bem? Perguntei enquanto abraçava ele.
― Esta sim, só estou um pouco cansado, ele respondeu.
― Cansado de que? Perguntei.
― Não sei, acho que não dormi muito bem, ele respondeu.
― Tudo bem, hoje eu vou ficar com você, vou pedir autorização para o diretor deixar eu te aplicar as aulas hoje, e prometo que vou pegar leve com você.
Felipe estava na agencia para fazer um curso intensivo de modelo, para se tornar modelo de verdade e ter os documentos que comprovem a profissão e preciso fazer esse curso, eu como modelo profissional e fotografo poderia aplicar esse curso e foi o que aconteceu, o diretor da agencia me autorizou a aplicar a aula de hoje, levei o Felipe para um dos estúdios, fechei a porta e começamos a aula, ele até que gostou da ideia e pouco tempo depois já estava mais feliz, desfilando pra lá e pra cá dentro do estúdio, ensaiamos até três da tarde e resolvemos fazer um intervalo para lanchar.
― Felipe você quer sair pra pegar um ar? Perguntei.
― Não precisa, tem ar condicionado aqui, ele respondeu e apontou para o aparelho de ar condicionado.
― Felipe nós precisamos conversar, o que aconteceu com você? Tem algo te incomodando? Perguntei.
― Não, eu estou bem, ele respondeu.
― Não, você não está bem, dá pra ver nos seus olhos, fala pra mim, você sabe que pode confiar em mim, ele abaixou a cabeça e disse:
― é a escola… no semestre passado eu tirei nota muito ruim em redação, sexta feira vai ter uma prova de redação e se eu não tirar nota boa minha mãe disse que não vai deixar eu ser modelo.
― Por que você não me disse isso antes, eu sou ótimo em redação, eu posso te ajudar a estudar.
― Sério? Você vai me ajudar? Ele deu um pulo de alegria e me deu um abraço apertado.
― Más a sua mãe não te ajuda a estudar? Perguntei.
― Ela até tenta, más meus pais trabalham muito, não tem tempo pra mim, ele respondeu de cabeça baixa.
― tudo bem más antes eu preciso conversar com a sua mãe, ela tem que conseguir te liberar do curso, se explicarmos a situação para o diretor da agencia ele vai te liberar a semana pra estudar, essa semana eu não tenho compromisso aqui, então eu não preciso vim aqui, se a sua mãe autorizar eu vou pra sua casa e te ajudo a estudar.
― Sério? Você faria isso por mim? Ele perguntou com os olhos cheios de lagrimas.
― Claro que sim, eu Fasso tudo pra te ver feliz, só uma pergunta, por que você não falou com migo o fim de semana todo? Perguntei.
― Desculpa, passei o fim de semana todo estudando, minha mãe não me deixou fazer mais nada, ele respondeu.
― Tudo bem, eu te intendo, me dá um abraço.
Ele me abraçou bem apertado.
― Vai ficar tudo bem, prometo, eu disse bem baixinho no ouvido dele, pude sentir ele suspirar de alivio.
― Agora pega esse caderno e esse livro, já são três e meia, nós temos que ficar até as cinco aqui, se alguém entrar eu digo que estou te dando aula teórica, você finge que está lendo o livro e fica tudo bem.
― Pode ser, ele respondeu.
― Enquanto isso nós podemos ficar jogando conversa fora até cinco horas.
Felipe sentou do meu lado e apoio no meu ombro, ficamos ali conversando sobre vários assuntos, é incrível a experiencia de não ver o tempo passando quando estamos perto de alguém que gostamos, o tempo passou tão rápido que quando vi já eram cinco horas.
― Felipe já são cinco horas, vamos, sua mãe já deve ter chegado, eu disse e em seguida nos levantamos e saímos do estúdio, chegando na recepção a mãe do Felipe estava lá.
― Oi, kadu, ela me comprimento toda eufórica.
― Oi, dona Mayra, desculpa eu fiz você ficar esperando?
― Tem dez minutos que eu cheguei, mas não tem problema estava usando o Wify da agencia pra resolver unhas coisas no celular.
― Que bom, está entregue o seu filho.
Felipe deu um abraço na sua mãe.
― Dona Mayra preciso conversar com você, eu conversei com o Felipe e ele acabou me dizendo que está com dificuldades em redação e que ele precisa estudar pra fazer a prova.
― Sim é verdade, más não precisa se preocupar, eu vou dar um jeito de estudar com ele, vou ter que faltar uns dois dias de trabalho pra estudar com ele.
― Não precisa, eu posso ajudar, essa semana eu não tenho compromisso nenhum e se você autorizar eu vou até a sua casa ajudar ele a estudar.
― Você faria isso kadu? Vai ser maravilhoso, eu entro no trabalho as duas da tarde, todos os dias pego o Felipe na escola, nem sempre almoçamos e já trago ele pra agencia e vou trabalhar, se você puder fazer isso por mim eu preparo almoço em casa, pego ele na escola e quando eu estiver saído pro trabalho, você vai estar chegando, e como nós vamos fazer com o curso de modelo do Felipe? Eu vou ter que cancelar.
― Quanto a isso, não se preocupe nós vamos agora falar com o diretor da agencia e ele vai liberar o Felipe essa semana pra ele estudar.
― Mas será que ele faria isso?
― Tem mais de cinco anos que eu sou modelo aqui, e três anos de fotografo, eu sei domar a fera, pode confiar, eu disse e sai rindo.
Fomos falar com o diretor e eu expliquei a situação, como eu não tinha nem um job pra essa semana eu não tinha nem um compromisso com a agência, prometi que ia ajudar o Felipe a repor os dias perdidos de curso, e como todos concordaram inclusive a mãe do garoto ele não se opôs e concordou em liberar o Felipe por uma semana.
Terça feira finalmente chegou, acordei cedo, estava ansioso eu ia passar o dia todo com meu príncipe, fiz tudo que eu tinha pra fazer de manhã, me arrumei e fui logo pra casa do Felipe, o garoto morava em uma casa gigante de dois andares, interfonei na portaria, dona Mayra atendeu e disse pra entrar, logo depois abriu o portão automático, entrei naquela casa gigante e fui indo em direção à porta dona Mayra veio logo me receber.
― Kadu que bom que você veio, desculpa eu tenho que ir, estou atrasada.
― Tudo bem, pode ir, eu respondi rindo.
― você já almoçou, tem comida na geladeira, se você quiser pode esquentar no micro ondas, o Felipe já almoçou e esta te esperando no quarto dele, pode entrar lá, sobe as escadas, no fim do corredor a última porta a direita é o quarto dele, qualquer coisa me liga, ela disse já entrando no carro.
― Todo bem dona Mayra pode ir que eu cuido de tudo.
― Obrigado, kadu você é um anjo, ela disse e em seguida já deu partida no carro e foi embora.
Entrei na casa morrendo de medo, na sala tinha uma tv gigante na parede, o pé direito da casa era alto uns 10 metros, e no meio da sala tinha um lustre que custou mais caro que a minha casa, em volta da sala havia uma sacada e uma escada de mármore branca que levava ao segundo andar, subi as escadas e avistei o corredor, fui em direção a última porta do corredor, a da direita.
― Felipe, você está aí? Perguntei em voz alta e empurrei a porta…
Felipe estava em pé, na frente da porta, só de cueca, era uma cueca box vermelha da Calvin Klein.
― SURPRESA… Dudu você veio! Felipe gritou de alegria e veio correndo me abraçar.
― Eu prometi que ia vim, mas eu não vou conseguir te ajudar vendo você só de cueca o tempo todo, respondi.
― Foi mal, vou vestir uma roupa, ele disse com uma carinha de safadinho.
Ele virou as costas pra mi e eu dei um tapinha na bundinha dele, ele foi no guarda roupa e vestiu uma bermuda e uma camiseta.
― Pronto agora podemos começar os estudos, ele disse e apontou para mim sentar em uma cadeira na escrivaninha, ele sentou em outra cadeira do meu lado e eu comecei a “aula”.
― Então, qual a sua maior dúvida na hora de fazer uma redação? pode ser gramatica, talvez você esteja confundindo o jeito de escrever ou os acentos.
― Na verdade não é esse o problema, eu leio muito bem e escrevo muito bem, sei aonde ficam os acentos e os pontos, mas eu começo a escrever e fico sem ideia.
― Intendi, seu problema não e com a escrita, e com a criação, você precisa de mais imaginação pra criar as redações, antes de você escrever tenta imaginar o que você que escrever, fica mais fácil pra você organizar as ideias.
― Nunca tinha pensado nisso, ele disse.
― Vamos tentar, primeiro imagina um tema, depois cria uma sequência com início, meio e fim e depois começa a escrever…
O tempo passou e já eram cinco da tarde foi quando o pai do Felipe chegou, ele entrou no quarto e em fim nos conhecemos, ele ficou feliz em me ver ali, agradeceu e pediu desculpas por eu ter que ensinar o filho dele, e disse que não ia me pagar com dinheiro mas se o Felipe conseguisse passar na prova ele ia me dar um presente que eu jamais ia esquecer, fiquei surpreso e ansioso, agora eu tinha que ensinar esse garoto pra saber que presente era esse
A semana passou igual um raio e quando vi já era quinta feira, nem precisava mas fui novamente passar o dia com meu príncipe, ele já estava fera na redação, melhor que eu, ia tirar de letra essa tal prova, ainda estudamos mais um pouco e revisamos a matéria, por volta de quatro horas nos paramos.
― Parabéns, sua redação ficou muito legal, já dá pra ganhar uma ótima nota, você vai tirar essa prova de letra, foi o que eu disse ao ler a redação.
― Que legal, me sinto mais aliviado ouvindo isso, ele respondeu, em seguida fechou os cadernos e disse:
― Agora vamos nos divertir, ele olhou pra mim com carinha de safado, levantou da cadeira, abriu uma gaveta do armário e pegou uma caixinha, quando ele abriu a caixinha eu quase cai da cadeira.
― Felipe aonde você arrumou isso? Perguntei assustado e rindo, dentro da caixinha tinha várias camisinhas de marcas e modelos diferentes.
― Peguei nas coisas do meu pai, ele respondeu na maior inocência.
― E o que você pretende fazer com isso? Perguntei.
Ele tirou a bermuda e a cueca e já estava de pau duro, tentou colocar a camisinha, mas não servia, o pau dele era grande pra idade dele, mas não era grande o suficiente pra entrar uma camisinha, meu pau já estava durasso vendo aquela cena.
― Não entra, que raiva, queria ver como que fica, coloca no seu… por favor… ele me pediu com um sorriso no rosto.
― Tudo bem, eu vou colocar pra você ver.
― Oba, ele gritou todo alegre, ele mesmo puxou minha calça e minha cueca, segurou no meu pau e já foi colocando a camisinha, por incrível que pareça ele sabia o jeito certo.
― Aperta a ponta pra sair o ar, e vai puxando devagar até a base, ele dizia enquanto ia puxando a camisinha no meu pau.
― Que legal! Ele disse com cara de surpreso.
― Posso colocar outra? Ele perguntou.
― Más pra que outra? Eu perguntei.
― essa é mais especial, confia em mim, ele disse e já foi tirando a camisinha que estava no meu pau e foi abrindo outro pacotinho, se tratava de uma camisinha neon, daquelas que brilha no escuro, novamente ele colocou a camisinha no meu pau repetindo a mesma frase em voz baixa.
― Aperta a ponta pra sair o ar, e vai puxando devagar até a base, pronto agora, surpresa…
Ele levantou e apagou a luz, dessa vez eu me surpreendi, a camisinha era toda verde brilhante, ele se sentou na cama e começou a bater uma punheta, eu vendo a cena não aguentei e comecei a bater uma também, sentei do lado dele e disse:
― Chega aqui, você bate do jeito errado, eu vou te ensinar a bater do jeito certo.
Ele se sentou do meu lado, e eu comecei a aula.
― Primeiro você precisa ter firmeza nas mãos, segura o pau reto e não torto, e começa os movimentos de vai e vem, você não precisa ir ate o fim, na verdade a região que mais da prazer é a ponta do pênis e não a base, quer ver?
Segurei o pau dele reto, e comecei a fazer movimentos bem devagar apertando bem a ponta do pau dele, ele fechou os olhos e começou a suspirar.
― Não precisa ir muito rápido, você pode ir devagar pra sentir o prazer, curte o momento, quando você for gozar você vai mais rápido, eu disse.
E continuei batendo punheta nele, minutos depois ele começou a se movimentar, subia e descia o abdômen.
― Você vai gozar? Perguntei, ele apenas mexeu a cabeça dizendo que sim, comecei a movimentar mais rápido e ele começou a gemer, sua respiração estava ofegante, Pude sentir seu pau crescendo na minha mão, e em fim ele gozou, foram vários jatos que caíram em sua barriga, imediatamente ele se levantou e disse:
― Acho que aprendi.
Ele segurou meu pau com firmeza e começou a movimentar devagar, eu deitei na cama, fechei os olhos e comecei a respirar mais rápido, bastaram três minutos e já pude sentir o orgasmo vindo, nem consegui avisar pra ele, mas acho que ele percebeu e começou a movimentar mais rápido, dessa vez era eu que estava contraindo o abdômen ate gozar, depois de gozar fiquei olhando pra ele que estava rindo, eu ainda estava com a camisinha neon e o efeito do gozo dentro da camisinha é muito legal.
Depois de gozarmos Felipe se levantou e foi tomar um banho por que tinha gozado na sua perna e tinha se sujado todo, eu apenas tirei a camisinha dei um nó e a enrolei em uma folha de caderno, aproveitei e arranquei outra folha, escrevi uma mensagem para o Felipe, dobrei e coloquei dentro do seu estojo, amanha seria o grande dia da prova de redação e ele precisava do meu apoio
Após tomar banho Felipe saiu agora vestido com uma bermuda e sem camisa, era incrível ver ele saindo do banheiro, o vapor do chuveiro e o cheiro de sabonete me leva pra outra dimensão.
― Vamos lanchar! Aproveito e te mostro a minha casa, ele disse.
― é verdade eu vim aqui a semana toda e só conheço o caminho do seu quarto, respondi.
― Pega sua mochila e vem, vou fazer uns sanduiches, ele disse e já foi me puxando em direção a saída do quarto.
CONTINUA…
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