Entre dois mundos-cap.2: chuva, punhetas e sono
BASEADO EM FATOS REAIS…
Passei um fim de semana maravilhoso, bati várias punhetas enquanto editava as fotos do Felipe, o fim de semana passou tão rápido que quando vi já era segunda feira, essa semana estava tranquila pra mim, na verdade não tinha nada pra fotografar, essa semana ia deixar um pouco meu lado fotografo e incorporar meu lado modelo, acordei bem cedo e fui para a agencia, ficamos ensaiando a manha toda, paramos para almoçar e depois do almoço tive uma surpresa, um carro branco parou na frente da agencia e de dentro do carro desceu meu príncipe Felipe, fui correndo receber ele lá na entrada.
― Oi Dudu! Felipe gritou e veio logo me abraçar ― você veio fotografar?
― Na verdade essa semana eu vou ser modelo, e você está fazendo o que aqui?
― Eu vou fazer uns trabalhos na agencia e vou ficar um bom tempo aqui, acho que mais de um mês, ele respondeu.
― Que legal, então vamos nos ver muito, isso é bom.
A segunda feira passou bem rápido, a terça também, na quarta passei o dia sendo modelo, que pena que o Felipe estava sendo modelo de outra marca e ficou em outro estúdio, quase não vi ele, más na quinta passamos o dia juntos, organizando uma sessão de fotos que ia acontecer na sexta, finalmente chegou a sexta e finalmente eu ia modelar junto com o Felipe, sete da manhã já estávamos na agencia, a pedido da agencia Felipe nem foi pra escola e começamos a fotografar logo cedo, paramos para almoçar e voltamos por volta de 13:30, por volta de 14:00 começou a chover, más ao mesmo tempo tinha sol e um calor insuportável, quanto mais chovia, mas calor fazia, um dia típico de verão, estávamos fazendo as fotografias do lado de fora da agencia, e o fotografo pediu para ficarmos um pouco na chuva, ele queria fazer unhas fotos com esse efeito de sol e chuva, eu e o Felipe ficamos mais de vinte minutos na chuva, enquanto o fotografo usava um guarda-chuva pra não se molhar, mas não teve jeito, do nada o sol sumiu por completo, a chuva ficou muito muito forte e tivemos que interromper as fotos, o fotografo e a equipe correram pra dentro da agencia, Felipe e eu estávamos do outro lado então coremos para o quiosque que ficava de frente a piscina, por sorte tínhamos deixados as mochilas com as nossas roupas em cima do balcão, e por mais sorte ainda tinha um banheiro no quiosque, e tinha um quartinho cheio de equipamentos, peguei o meu celular na mochila e tinha uma mensagem do diretor do ensaio que dizia “já encerramos o ensaio, não saiam do quiosque, está chovendo muito forte, tem toalhas no quartinho de equipamentos, podem ficar lá mas não mecham em nada”.
― Felipe, parece que vamos ter que ficar aqui até a chuva passar, eu disse rindo.
― Tudo bem, que bom que estou com você, se eu tivesse que ficar sozinho eu ia ficar com medo, ele respondeu.
― Que fofo, agora vamos trocar essas roupas, não podemos ficar molhados, tem um quartinho bem aqui, eu disse e já fui indo em direção ao quartinho.
Entramos no quartinho que estava quentinho por que a janela estava fechada, acendi a luz, tirei a camiseta e por um momento pensei que estava sozinho, tirei a calça e fiquei só de cueca, era uma cueca branca que marcava bem o meu pau, como estava molhada marcava mais ainda, percebi que não estava sozinho quando ouvi Felipe dizendo:
―Nooooooooooosa, olha o tamanho disso! Percebi que estava bem do meu lado sentado no chão, eu disse:
― Felipe você está aí, tinha me esquecido, e ele começou a cantar.
― Tá de pau duro, tá de pau duro…
― Você também está, respondi rindo.
― Não estou, ele respondeu e continuou cantarolando.
― Duvido, eu disse e em seguida pulei em cima dele e peguei no pau dele por cima da bermuda, estava tão duro que quase rasgou a bermuda.
― Tá bom Dudu, eu também estou de pau duro, ele disse com um olhar safadinho.
― Agora troca essa roupa, não é bom ficar molhado, você pode pegar gripe, eu disse.
Em seguida ele ficou de pé e começou e tirar a roupa, primeiro a camiseta e depois a bermuda ficando apenas com uma cueca box preta, dava pra ver que o pau dele estava duro ao máximo, ele virou de costas pra mim e tirou a cueca, pude ver a sua bundinha branquinha e lisa, meu pau ficou mais duro ainda.
― Dudu, você já tirou sua cueca? Ele perguntou
― Não, eu respondi, ele continuou.
― Então tira, eu só virar quando você tirar a sua cueca, ele disse.
― Tudo bem já estou tirando, tirei a cueca e continuei
― Pronto, tirei, você já pode virar, ele fez uma contagem regressiva.
― 3, 2, 1, e… ele virou de frente pra mim, não sabia quem estava mais impressionado, ele ou eu, ele estava babando no tamanho do meu pau, e eu estava babando na perfeição daquele garoto, seu pau deveria ter incríveis 12cm, era groso e branquinho, a cabecinha era rosadinha e tinha uns poucos pelinhos na virilha, os pelinhos eram longos e lisos em um tom de loiro castanho, da cor do seu cabelo.
― Posso encostar? Ele perguntou.
― pode sim, respondi e em seguida senti suas mãos suaves tocando o meu pau, ele analisou, olhou de todos os ângulos e começou a bater uma punheta em mim bem devagar, fechei os olhos pra aproveitar o momento, de repente eu senti meu pau entrando em sua boca, abri os olhos e ele estava de joelhos na minha frente.
― Posso? Ele perguntou.
― pode fazer o que você quiser, respondi, ele deu uma risadinha e novamente colocou meu pau na sua boca, eu fechei os olhos, senti que ele estava fazendo um movimento de vai e vem com meu pau dentro da sua boca, sentia os dentinhos dele arranhando o meu pau, e ele continuava empurrando meu pau pra dentro da sua boca bem lentamente, sua saliva lubrificava meu pau, ele tirou da boca e começou a lamber, já estava quase gozando quando ele parou
― Dudu faz isso em mim? Eu sempre quis saber qual é a sensação. Ele disse
― Tudo bem, pode ser, respondi
Ele se levantou, eu fiquei de joelhos na sua frente e comecei a chupar o pau dele, passei muita saliva pra lubrificar apesar de não precisar, o pau dele cabia perfeitamente na minha boca, fui fazendo o movimento de vai e vem e ficamos assim por alguns segundos, quando eu parava o movimento ele mesmo mexia seu pau que ia entrando e saindo da minha boca, ele estava de olhos fechados e gemia baixinho, coloquei pau dele inteiro na minha boca e dei uma mordidinha leve, ele deu uma risadinha e tirou de minha boca
― Dudu, como que faz 79? Ele perguntou
― 79? Não sei o que é isso, respondi
― Eu também não sei, eu só sei que tem que fazer deitado, ele disse
― Ahh, 69, você deve ter confundido os números
― Isso 69, é esse número mesmo, mas como que nós vamos fazer? Ele perguntou
― Olha um colchão aí, respondi apontando para um colchão de solteiro que estava no chão atrás dele
― De quem é esse colchão? Felipe perguntou
― Não sei, más acho que o dono não vai se importar se agente usar
Empurrei ele em cima do colchão
― Olha Felipe é assim que faz 69, deitei ele na cama e deitei por cima dele só que invertido
― agora você já sabe o que tem que fazer, eu disse e em seguida comecei a chupar o pau dele, imediatamente ele começou a chupar o meu e fazíamos isso ao mesmo tempo, a sensação era incrível, poder sentir prazer e dar prazer ao mesmo tempo era tudo, enquanto lá fora caia uma chuva pesada aqui dentro desse quartinho estavam dois garotos completamente nus tendo a melhor experiencia da nossas vidas, alguns minutos depois Felipe parou, eu também parei
― Parou por que? Perguntei
― não sei, acho que vou gozar, ele respondeu, imediatamente eu me levantei e fiquei sentado no colchão, Felipe também se levantou e se sentou do meu lado, ele começou a bater uma punheta bem devagar, eu comecei e mexer no meu pau e ele segurou meu pau e começou a acariciar, logo ele começou a bater uma punheta em mim, e eu nele, meu pau era muito grande pra mãozinha dele, então ele estava meio desengonçado, comecei a movimentar o pau dele com mais velocidade, ele soltou o meu e deitou no colchão, fechou os olhos e começou a gemer bem baixinho, e eu aumentava a velocidade cada vez mais, ele se contorcia em meio aos gemidinhos de prazer, lá fora ainda estava chovendo e estava frio, más aqui dentro já estava quente um calor de prazer, a linda franja de Felipe já estava grudada no seu rosto suado, e em sua testa dava pra ver o suor que ia escorrendo, eu continuei movimentando mais rápido até que Felipe não aguentou, senti um gemido mais forte e uma contração no seu estomago, quando vi ele tinha acabado de gozar, foram vários jatos de gozo, os dois primeiros foram brancos com uma textura mais grosa e os outros foram transparente com uma textura parecida com agua, assim que ele terminou seu corpo amoleceu e agora ele respirava ofegante e cansado, comecei a movimentar meu pau e dez segundos depois gozei, foram vários jatos em cima da barriga do Felipe, seu pau já estava todo melecado e agora tinha ficado mais ainda, algumas gotas do meu gozo chegaram no seus mamilos, depois disse meu corpo também amoleceu e eu deitei ao lado do Felipe, agora estávamos nos dois deitados lado a lado, com a respiração ofegante mas de uma forma aliviada, nossos paus já estavam moles e latejando, o pau do Felipe chegava a pular, perecia que tinha vida própria, e ele ainda estava dando uns espasmos que liberavam as últimas gotas de gozo do seu pau, ficamos ali por uns minutos e quando percebi já eram quase cinco da tarde, Felipe se encostou no meu ombro e já estava quase dormindo
― Felipe acorda, nós precisamos tomar banho, eu disse e já fui acordando-o, ele estava todo sujo, mas do que eu, levantei ele do colchão e dei uma tolha pra ele
― pega, o banheiro é bem ali, apontei em direção ao banheiro, me enrolei em uma toalha e fui arrumar a bagunça que tínhamos feito no colchão, minutos depois Felipe voltou do banheiro, pedi pra ele ir vestindo uma roupa enquanto eu ia tomar banho, fiquei uns cinco minutos no banheiro e quando voltei Felipe estava lindo no sofá, com uma calça jeans e uma blusa de frio, ainda estava chovendo um pouco lá fora, e agora estava fazendo um pouco de frio, fechei a porta do quartinho e vesti minha roupa, Felipe estava dormindo no colchão, quando eu sentei no colchão ele acordou assustado
― calma Felipe, está tudo bem, eu disse bem baixinho e deitei ele novamente, ele deitou sobre o meu colo e dormiu novamente, agora ele estava respirando bem lentamente, seu coração batia forte porem devagar, dava pra saber pelo movimento que ele fazia na roupa, peguei meu celular e vi que tinha uma mensagem do diretor do ensaio que dizia “está tudo bem? Estou preocupado, mas está chovendo muito forte não tem como sair daqui”
Felizmente a mensagem tinha sido enviada a dois minutos atrás e eu apenas respondi que estava tudo bem
Felipe continuou dormindo e eu apenas o observava, aproveitei pra fotografar e filmar com o meu celular aquele momento lindo, lá fora a chuva forte já havia passado e agora estava somente uma garoa bem fininha, de repente escutei um barulho, era o diretor abrindo a porta e junto com ele a mãe do Felipe
― Xiiiiii, fiz sinal de silencio para que eles não acordassem o Felipe
― Ele dormiu, eu disse sussurrando
― Que lindo… disse a mãe dele
― Deve estar cansado, o diretor disse
― Claro? Ou com certeza? Respondi
― Felipe, a mãe dele disse tentando acorda-lo
― Não, pode deixar que eu o levo pro carro, respondi
Peguei uma toalha e cobri ele, peguei ele no colo e fui andando, a mãe dele pegou a minha mochila e a dele e o diretor já foi abrindo a porta pra sairmos, fomos passando pela piscina e chegamos na parte de dentro da agencia, estava um caos, cheio de gente esperando a chuva passar pra irem embora, o diretor veio pedindo licença pra pessoas pra que eu passasse e conforme ia andando escutava as pessoas dizendo
― Nossa que lindo, ele dormiu, que fofo…
Coloquei o Felipe no ainda dormindo no banco de traz do carro, coloquei o cinto de segurança e bati a porta devagar, quando virei as costas escutei o barulho do vidro abrindo
― Dudu espera, Felipe disse
Parei e voltei pra perto do carro
― Dudu obrigado, por tudo, Felipe disse com a voz sonolenta
― Pode contar comigo sempre, respondi, ele abriu a boquinha com sono e fechou o vidro novamente, caminhei pra dentro da agencia e topei com a mãe do Felipe saindo da recepção
― Oi, estava te procurando, deixei sua mochila com o diretor, ela disse
― Ok, muito obrigado, respondi
― Eu que tenho que agradecer por você ter cuidado do meu filho, eu estava muito preocupada ele morre de medo d chuva, deve ter te dado trabalho
― Medo? Em momento algum ele demonstrou ter medo, respondi
― como eu posso te recompensar pelo que você fez hoje? Ela perguntou
― Apenas de mais atenção pro Felipe, ele está em uma faze de descobertas e de dúvidas, sentir pode confiar nos pais vai ser bom pra ele, respondi
― Tudo bem, você tem razão, prometo que vou dar mais atenção pra ele, ela disse
― Agora eu tenho que ir, já esta tarde e meu irmão já deve estar chegando pra me buscar, dei um abraço na mãe do Felipe e ela saiu em direção a porta
― Kadu, espera! Ela gritou e voltou correndo pra perto de mim e disse
― Estive pensando e eu vou querer que você faça um ensaio particular do Felipe na minha casa, depois eu te mando mensagem e agente combina o valor
― Valor de que? Faço questão de dar esse presente pra ele, eu respondi com um sorriso no rosto, o diretor me chamou e eu fui falar com ele
Depois disso eu fui embora, cheguei em casa tomei outro banho e fui pro meu quarto, deitado na cama eu estava vendo os vídeos que gravei do Felipe dormindo, meu pau não estava duro, eu não queria bater punheta, naquele momento eu apenas olhava para a tela do celular e pensava, como pode um garotinho todo inocente, com cara de anjinho fazer tudo que fez? Como pode um garotinho me levar a um nível de prazer que eu jamais pude sentir? Á única coisa que eu queria era ter ele pra mim, só pra mim e mais ninguém, acho que tínhamos algo em comum, aquilo tudo não era uma amizade, eu sentia que tinha algo além, além do meu trabalho de fotografo, além do nosso trabalho de modelo, eu sentia que entre eu e o Felipe havia se formado um laço muito forte que ninguém é capaz de romper…
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