Entre dois mundos-cap.11: Entre vários mundos
BASEADO EM FATOS REAIS…
Depois da nossa manhã de amor, Felipe e eu resolvemos tomar um banho, entramos juntos no banheiro, não tenho o costume de tomar banho de manhã, más estávamos todos gozados e não tivemos escolha, depois que tomamos banho e vestimos nossas roupas, fomos em direção a cozinha e dessa vez nós fomos surpreendidos, os pais do Felipe haviam preparado um café da manhã maravilhoso com tudo que nós mais gostamos, comemos igual uns malucos e mais tarde terminamos o café da manhã.
─ Todo mundo animado? o pai do Felipe perguntou.
─ Siiiiiiim, Felipe respondeu com um sorriso no rosto.
– Esquece tudo que aconteceu durante a madrugada e vamos pra um passeio diferente, vamos conhecer o náutico praia clube, o pai do Felipe gritou novamente.
todos comemoramos juntos!
─ O que tem de tão legal nesse parque para o Felipe estar tão animado? eu perguntei.
─ Nada de mais, só um passeio super-radical, dona Nayra respondeu.
terminamos nosso café da manhã entramos no carro e fomos em direção ao tal parque, minutos depois e já estávamos lá, realmente um parque muito lindo e com cara de radical, naquele momento eu percebi que tinha me ferrado, entramos no parque e um locutor estava na entrada anunciando a seguinte mensagem:
─ Atenção é hoje a competição mais animada do Brasil, a competição de pais e filhos, um desafio aonde serão testados os limites entre pais e filhos, filhos chamem seu pai, pais chame seu filho e vamos participar
─ Dudu, vamos entrar nessa competição! por favor! Felipe pediu todo empolgado, naquele momento confirmei que realmente havia me ferrado.
─ Felipe acho que não vai dar, tem que ser pai e filho, eu não sou seu pai e…
fui interrompido pelo pai do Felipe:
─ Nada que uma conversa não resolva, eu posso conversar com o pessoal da direção e pedir pra eles deixarem vocês competirem juntos.
─ Claro! se o senhor não se importar, por mim tudo bem, foi o que eu respondi, más por dentro eu queria matar o pai do Felipe, eu não queria participar dessa competição nem a pau.
chegamos no balcão de inscrição e o pai do Felipe foi conversar com o pessoal da organização do evento, Felipe e eu ficamos olhando de longe, minutos depois e dona Nayra voe dar a notícia.
─ Galerinha, nós tentamos más infelizmente…
Felipe abaixou a cabeça e já ia chorar quando dona Nayra gritou:
─ Eles aceitaram, vocês estão na competição!
Felipe começou a pular de alegria e eu também, más por dentro por fora eu não queria participar da tal competição.
─ Inscrições encerradas, peguem seus uniformes e em dez minutos vamos começar a competição, o locutor gritou novamente.
─ Vamos logo Dudu, vamos pegar o nosso uniforme! Felipe disse e já foi me empurrando em direção a mesa dos organizadores.
Uniformes vestidos, o meu era uma camiseta azul e do Felipe era verde, acho que era padrão por que os pais estavam de azul e os filhos de verde, mas isso não importa o que importa é que se passaram os dez minutos e quando eu vi já estávamos lá linha de largada o locutor tocou uma buzina e foi dada a largada, a competição era bem difícil parecia uma prova do exército, tinha que atravessar uma ponte segurando em várias barras, rastejar na lama por baixo de arames, subir um grande paredão e correr muito, o circuito de competição era todo cheio de lama e os filhos dependiam dos pais para tudo, e em todo momento eu estava de pau duro, sabe por que? Por que o Felipe subia no meu pescoço e dava pra sentir o pênis dele? Por que na hora de escalar o paredão eu precisei segurar a bunda dele pra ajudar ele a subir? Por que cada vez que ele abaixava dava pra ver o elástico da sunga dele? Acho que nunca mencionei mas eu sou tarado em garoto aparecendo o elástico da cueca, fico doido e mais doido ainda quando a cueca e da Calvin Klein, em fim passamos mais de vinte minutos de competição e já chegando no final restavam só eu e o Felipe e mais duas duplas, a penúltima prova era montar um quebra cabeças gigante e uma das duplas perdeu, restaram só eu o Felipe e mais uma dupla, a última prova era escalar um paredão de madeira, descer um escorrega que caia no lago, em seguida nadar até metade do lago, parar para pegar uma bandeira e seguir até o fim do lago, Felipe subiu o paredão e eu subi por baixo dele, ele já estava sem forças então tive que empurrar ele pra ajudar ele subir, conseguimos, descemos o escorrega…
─ Felipe sobe nas minhas costas, eu bato os braços e você bate as pernas, vamos nadar juntos, e não esquece a bandeira, eu disse.
─ beleza, vamos ganhar essa competição! Felipe gritou.
Felipe subiu nas minhas costas e comecei a bater os braços ao mesmo tempo ele batia as pernas, assim conseguimos nadar em uma velocidade absurda, no meio do lago Felipe já pegou a bandeira que estava presa em uma boia e segurou com a boca, continuamos nadando e dava pra ouvir o locutor gritando:
─ incrível! Que dupla incrível, que sincronismo perfeito, 022 e 023 nadam como se fossem um, deixando a dupla 055 e 056 pra traz!
Nesse momento a tensão tomou conta, comecei a dar câimbra por todo o corpo mas não desisti, não podia perder essa competição, Felipe iria ficar muito triste, recuperei as forças e continuei nadando mais rápido, até chegar na borda do lago, Felipe foi logo descendo e eu fui atrás dele, subimos um barranco e cruzamos a linha de chegada, a felicidade nos olhos do Felipe era inspiradora.
─ a dupla perfeita ganha a competição, parabéns 022 e 023 vocês foram os grandes campeões, o locutor gritava.
─ vencemos Dudu, nós vencemos! Felipe gritava e pulava de alegria.
Ninguém sabe como é a sensação de ver aquele garoto feliz, o sorriso dele é lindo, seus cabelos castanhos molhados sobre seu rosto, seus olhos brilhavam de alegria ele estava eufórico e eu também, depois de comemorarmos fomos chamados ao pódio, nossas roupas estavam cheia de lama então tiramos e ficamos só de sunga, eu e ele estávamos com uma sunga box branca, nossas sungas eram iguais, estilo pai e filho, e não tínhamos combinado isso, nossas sungas eram iguais por que já havíamos desfilado juntos com as sungas, Felipe e eu subimos ao pódio, a organizadora da competição nos entregou o prêmio, uma medalha pra cada, um troféu dourado gigante e uma cesta de guloseimas.
─ E agora o desfile dos ganhadores! O narrador gritou.
Descemos do pódio e depois de uma chuva de papel picado saímos desfilando de sunga ao lado da piscina na frente de todas as pessoas que assistiram à competição.
─ a dupla da perfeição, pai e filho desfilando juntos! O locutor gritava enquanto as pessoas batiam palmas e gritavam, Felipe olhava pra mim e ria, mal sabiam que não éramos pai e filho, as duplas que perderam olhavam com cara de ódio, mas Felipe e eu apenas ignoramos e continuamos desfilando como se fosse uma passarela, ombros retos olhando pra frente e com rosto sério.
─ olha isso, até parecem dois modelos! O narrador gritava, enquanto andávamos dava pra perceber que as pessoas estavam sentindo um puta tesão em ver dois garotos lindos desfilando de sunga branca na beira da piscina, ainda mais quando as sungas estão meio apertadas e marcam pra caramba nossos pênis, apenas curtimos o momento e no final deu tudo certo.
Em fim acabou o desfile, Felipe e eu entramos em uma das grandes salas de jogos do clube e lá dentro caímos na risada, mais tarde almoçamos e depois do almoço descemos de tirolesa, fizemos trilha no meio do mato, andamos de moto aquática, descemos as corredeiras em um bote, a cara de medo do Felipe era incrível, e finalmente fomos fazer uma atividade mais calma um passeio de escuma no lago de corumbá, pra quem não sabe escuma é um barco grande com vários bancos como se fosse um ônibus e o lago de corumbá é um lago que tem uma agua gelada pra caralho, o passeio de barco durou mais ou menos meia hora, e depois voltamos para o hotel.
Chegamos no hotel e todos estavam reunidos para agradecer o sol, esse momento é incrível e acontece todos os dias, as pessoas vão para um espaço de frente para o pôr do sol e quando ele está quase se pondo todos batem palmas e comemoram como uma forma de agradecimento por mais um dia, depois dessa comemoração um sujeito pegou o microfone e começou a gritar:
─ Boa noite galera! Quem está animado para um lual essa noite?
Os adultos gritaram comemorando a ideia, o pai do Felipe chegou em mim e disse baixinho:
─ Dudu, dá pra quebrar aquele galho e cuidar do Felipe essa noite? Ele perguntou com uma cara safada de quem ia fazer safadeza com a dona Nayra.
─ Claro que sim, eu cuido dele, com certeza vamos dormir rápido, estamos cansados, respondi.
─ bom garoto! Vamos lá no apartamento tomar um banho e depois eu volto com a minha esposa, ele disse
Voltamos para o apartamento, o pai do Felipe foi tomar banho, Felipe e eu estávamos no quarto conversando com a porta aberta, quando dona Nayra passou no corredor falando no celular, acho que era algo importante:
─ Amor o doutor Raul e a Fabiana querem ir para o lual, mas não tem quem cuida dos meninos, eles podem ficar aqui? Ela gritou.
─ Não sei, pergunta o Dudu! E gritou de volta.
─ Amiga, agorinha eu te ligo, dona Nayra disse e desligou o telefone, em seguida entrou no quarto e disse:
─ Dudu, não querendo abusar da sua boa vontade, mas eu quero um favor seu, tem como você cuidar de mais dois garotos? São os filhos da minha amiga que estão hospedados aqui no hotel, os pais deles vão para o lual e não tem ninguém de confiança para cuidar dos meninos, você pode cuidar deles?
─ Claro que sim dona Nayra, fico feliz que eles cofiaram em mim pra cuidar dos filhos deles, vai ser legal é sempre bom fazer novas amizades, respondi, em seguida dona Nayra agradeceu e já saiu ligando pra amiga dela novamente:
─ Amiga, pode trazer os garotos, eles vão dormir aqui com o Felipe e o Dudu.
─ Será quem são esses garotos? Felipe perguntou.
─ Não sei, mas vamos ter que comportar, não podemos brincar perto deles, eu respondi.
─ Droga! Logo hoje que meus pais vão sair e eu queria te dar um presente por ter me ajudado na competição, Felipe cruzou os braços e fez um biquinho.
Toc, toc, alguém batendo na porta, Felipe e eu levantamos e fomos dar uma olhada, chegando lá dona Nayra já estava abrindo a porta, Felipe e eu fomos atrás, dona Nayra abriu a porta e disse:
─ Meninos esses aqui são… dona Nayra foi interrompida…
─ Guilherme, Felipe disse.
─ e Gustavo, eu disse e depois começamos a rir.
─ Vocês já se conhecem? Que legal, dona Nayra disse com um sorriso no rosto.
─ Sim mãe, conheci eles na piscina, o Dudu também conhece eles, Felipe respondeu.
Quem diria que o destino fosse conspirar e trazer aqueles irmãos gêmeos loiros e lindo que o Felipe me apresentou na piscina, só isso não for destino eu não sei o que é, meu coração acelerou e meus pensamentos foram interrompidos pelo pai do Felipe saindo do quarto.
─ Amor, os meninos já se conhecem, dona Nayra disse.
─ Que bom, então eles vão se divertir muito essa noite, ele respondeu.
─ Dudu, toma aqui cinquenta reais pra vocês comprarem duas pizzas, o pai do Felipe disse e em seguida me deu o dinheiro.
─ Toma aqui mais cinquenta pra vocês comprarem outra pizza e refrigerante, o pai dos garotos disse e colocou o dinheiro na minha mão.
─ Podem ficar tranquilos que o Dudu vai cuidar bem dos garotos, dona Nayra disse.
─ e vocês podem curtir a noite a vontade que eu cuido dos garotos, eu disse.
─ ótimo, Guilherme e Gustavo pega os colchões que vocês vão dormir aqui, a mãe dos garotos disse e já foi entregando os colchoes que eles haviam trazido do apartamento.
Os garotos entraram e os adultos foram embora, mais tarde as pizzas chegaram, comemos muito e fomos para o quarto, organizamos os colchoes no chão que formou uma cama gigante no chão, Felipe e Guilherme jogavam vídeo game, Gustavo e eu estávamos mexendo no celular, todos estávamos conversando de boas até que começou um vídeo meio estranho no celular do Gustavo, o som de uma mulher gemendo tomou conta do quarto, todos pararam o olharam para Gustavo:
─ Que porra é essa? Eu perguntei rindo.
─ É vídeo pra bater punheta, Gustavo respondeu, todos riram.
─ É aquele vídeo? Guilherme perguntou.
Gustavo apenas balançou a cabeça e deu um sorriso safado.
─ Vem Felipe, vamos ver a mulher sendo comida por dois caras ao mesmo tempo, Guilherme disse e foi indo em direção do Gustavo, Felipe deu pausa no jogo e foi ver o vídeo.
─ Vem Dudu, Guilherme disse.
Deitei junto com eles no colchão que estava no chão e começamos a ver o vídeo, era uma bela suruba, uma loira sendo comida por dois negões ao mesmo tempo, comecei a ficar de pau duro vendo aquela cena e quando percebi os garotos também, já estavam de paus duros, dava pra ver o volume nas roupas deles.
─ Olha o tamanho do pau desse negão! Felipe disse.
─ O meu é maior, Gustavo respondeu.
─ Duvido! Guilherme disse.
─ Então vamos ver? Disse Gustavo e em seguida tirou o pênis pra fora da cueca, deveria ter 13 ou 14 centímetros duro, em seguida Guilherme tirou o dele que também deveria ter o mesmo tamanho, e logo depois Felipe se empolgou e tirou o dele que parecia um pouco maior.
─ Dudu medi aqui, Felipe disse.
─ Beleza vou medir, eu disse e peguei uma régua que estava em cima da mesa, medi o do Felipe que deu 12 centímetros depois medi o do Gustavo que deu 14 centímetros e por último o do Guilherme que deu 13 centímetros em seguida dei o resultado.
─ O maior é o do… Felipe já estava comemorando.
─ O maior é o meu! Eu disse e comecei a rir.
─ Mentira o meu é maior, Gustavo disse.
Agora todos estavam indignados…
─ Mostra pra nos então. Guilherme disse.
─ Não posso, respondi.
─ Então é por que é pequeno Guilherme disse.
─ Vamos tirar a bermuda dele, Felipe disse e em seguida todos pularam em cima de mim, os gêmeos seguraram os meus braços e Felipe puxou a minha bermuda com a cueca junto revelando meus 17 cm de pênis, todos ficaram admirados de boca aberta, babando, eles não acreditavam no que estavam vendo.
─ Deve gozar pra caramba! Gustavo disse.
─ Vamos ver que goza mais longe, eu disse.
─ Como? Gustavo perguntou.
─ Vocês três já gozam? Perguntei.
Os três responderam que sim…
─ Coloca o vídeo de novo e vamos bater uma juntos e ver quem goza mais longe, eu disse.
Todos concordaram e deitaram no colchão, Guilherme deu play no vídeo e eles começaram uma punheta muito louca, a mulher do vídeo começou a chupar o pênis dos dois negões ao mesmo tempo.
─ Qual deve ser a sensação? Guilherme perguntou.
─ Não sei, querem testar? Eu respondi.
Ficamos em silêncio por uns segundos e fui surpreendido pelos gêmeos que começaram a chupar meu pênis ao mesmo tempo, enquanto um chupava o outro lambia, eu já estava doido de prazer até que um deles parou e disse:
─ É legal!
─ Legal é isso aqui, com licença, Felipe disse e foi afastando os garotos de cima de mim, e seguida Felipe sentou com tudo em cima do meu pênis, me deixando penetrar o cú dele, ele começou a fazer movimentos de vai e vem, e os gêmeos ficaram encantados com a cena.
─ Isso vocês não fazem, Dudu falou enquanto subia e descia no meu pênis.
─ Na verdade fazemos, eu como o Gustavo e o Gustavo me come, mas nunca fiz com um garoto com pau gigante, Guilherme respondeu.
─ Quer tentar? Felipe perguntou, Guilherme somente balançou a cabeça dizendo que sim, Filipe saiu de cima de mim e em seguida Guilherme subiu e sentou de uma vez no meu pênis, e depois começou a fazer movimentos de vai e vem, enquanto isso ele gemia.
─ Vem Gustavo, é legal! Ele disse.
─ Legal é isso aqui, eu respondi e em seguida tirei ele de cima de mim, coloquei de quatro e comecei a meter mais rápido e com mais força, ele já estava babando de tesão mas estava aguentando tudo, ficamos assim por uns segundos até que Guilherme começou a perder as forças e foi deitando no colchão já com a respiração ofegante e com o corpo tremendo.
─ Gostou? Eu perguntei pra ele, ele apenas balançou a cabeça dizendo que sim enquanto tentava aos poucos recuperar o folego.
─ Vem Gustavo, agora e a sua vez, eu disse, Gustavo já foi logo ficando de quatro, parecia que ele já sabia muito bem o que deveria fazer, fiquei atrás dele, segurei a cintura dele e enfiei de uma vez, ele foi pra frente e deu um gemidinho.
─ Desculpa, eu fui rápido? Te machucou? Perguntei.
─ Beleza, eu gosto de mais pressão! Ele disse.
─ E você aguenta a pressão? Perguntei.
─ Claro que sim, ele respondeu com uma voz safada.
─ Posso ir mais rápido, meu pau e grande, e se eu te machucar? Perguntei.
─ Se for devagar eu não vou querer, e sobre o pau, já senti outros maiores que o seu, ele respondeu, aquilo me deixou com uma certa ira, e um pouco de ódio, por um momento esqueci que ele era só um garoto e resolvi fazer à vontade dele.
─ Beleza quero ver se você aguenta, eu disse e nem deu tempo dele responder, e já fui logo puxando a bunda dele contra a minha cintura enfiando todo meu pênis duro na bunda dele, comecei a meter rápido e com força, nessa hora perdi todo o medo eu só queria fazer aquele garoto engolir aquelas palavras, ele foi abaixando devagar até deitar seu corpo sobre o colchão, não tive do e nem piedade, continuei metendo só que agora estava deitado por cima dele e metendo com mais forca, puxei os cabelos longos e loiros dele e continuei penetrando ele, ele apenas gemia um gemido afeminado, ficamos assim por um tempo e depois parei, levantei ele e sentei ele na cama de pernas abertas, a cama tinha a altura da minha cintura então foi tudo mais fácil, segurei as coxas dele e meti meu pênis duro direto na bundinha dele, comecei a fazer os movimentos de vai e vem puxando com força o corpo dele pra frente e para trás, ele continuava gemendo e já estava quase chorando, o pênis dele estava na minha frente, duro que parecia que ia explodir, soltei as coxas dele e segurei com as duas mãos no pênis duro dele, quando encostei senti que ele teve um calafrio, seu corpo se contraiu, comecei fazer o movimento de vai e vem novamente e agora estava batendo uma punheta nele com as duas mãos na mesma velocidade que eu comia ele, ficamos assim por uns segundos até que parei a punheta, empurrei ele pra cima da cama e deitei por cima dele, meti com força enquanto esfregava minha barriga no pênis duro dele, abri os braços dele e suguei nos seus pulsos deixando ele sem movimentos, beijei a boca dele e deixei ele quase sem respirar, sua respiração estava ofegante e seu coração super acelerado, seu rosto escorria gotas de suor e eu podia sentir seu pênis duro encostando na minha barriga, foi quando senti ele empurrando seu corpo pra cima e pra baixo, e mais uma vez, na terceira vez só senti um forte jato de gozo seguido de mais uns cinco, que sujaram toda a minha barriga, ele tinha gozado, eu ainda estava beijando ele e entre as gotas de suor que escorriam sobre seu rosto agora escorriam lagrimas dos seus olhos, ele havia chorado de prazer, parei de beijar a boca dele, e fui beijando seu pescoço até chegar bem no ouvido dele e sussurrar:
─ Isso e pra você aprender a não me Zuar e nem Zuar meu pau.
Ele continuou deitado, agora seu corpo estava tremendo, ele ainda estava deitado sobre a cama, levantei a cabeça e percebi que Felipe e Guilherme estavam batendo uma punheta olhando a cena, olhei para o Guilherme, dei uma piscadinha e apontei para a cama, ele imediatamente correu e deitou na cama de bundinha pra cima e disse:
─ Vai devagar Dudu.
─ Beleza vou devagar com você, eu respondi.
─ Que bom, por que eu pensei que você ia matar meu irmão, ele disse.
─ Ele que quis daquele jeito, não e culpa minha se ele gosta com mais pressão, respondi, nos dois rimos e eu comecei com um leve vai e vem enquanto beijava o pescoço dele, meu pênis entrava e saia bem lentamente e ele estava correspondendo com uns calafrios que faziam seu corpo todo tremer, comecei a ir mais rápido e ele começou a gemer bem baixinho, pedi pra ele ficar de quatro com a bunda levantada.
─ Felipe, você quer um picolé? Perguntei e com a cabeça apontei para o pênis duro do Guilherme, Felipe nem respondeu, apenas se levantou babando como um cachorro louco, entrou por baixo de Guilherme e começou a chupar, Guilherme tremia de tesão, ao mesmo tempo que um pênis invadia uma parte do seu corpo, uma boquinha invadia a outra parte, ele nunca tinha sentido tanto prazer ao mesmo tempo, aumentei a velocidade e agora eu segurava as suas coxas e empurrava o seu corpo pra frente e pra traz e Felipe chupava na mesma velocidade, ele foi gemendo e abaixando o corpo até que deu uma gemido mais alto, puxou seu pênis pra fora da boca do Felipe e apenas disse:
─ Felipe, desculpa, em seguida ele gozou vários jatos que atingiram o rosto do Felipe, Felipe apenas ria, ele estava adorando tudo isso, ele e bem safadinho e também nunca tinha experimentado a tal da suruba, e parece que estava gostando da experiência, Guilherme foi se abaixando devagar e deitou na cama.
─ Felipe, vem aqui seu gostoso, seus amiguinhos são muito fracos, eu disse, Felipe já foi logo ficando na posição que Guilherme estava, e eu fui logo metendo no Felipe, a primeira metida foi funda do jeito que ele gosta e ele empurrou seu corpo pra trás, comecei o movimento de vai e vem na velocidade que eu sei que ele gosta e aos poucos fui aumentando.
─ Faz igual você fez com o Gustavo, Felipe disse com a voz mais meiga do mundo.
─ Tem certeza? Eu tenho medo de te machucar, perguntei.
─ Se me matar agora eu vou morrer feliz, Felipe disse.
Depois disso não me segurei, percebi que realmente ele queria algo mais rápido, com mais pressão, segurei seus cabelos longos e lisos, puxei seu pescoço para trás e disse bem no ouvido dele:
─ E pressão que você quer? E pressão que você vai ter.
Felipe fechou os olhos e eu comecei a meter com mais força e mais rápido, enquanto isso eu puxava seus cabelos e beijava seu pescoço, a respiração dele já estava ofegante, eu podia sentir seu coração bater mais rápido, gotas de suor escorriam pelas suas costas e pelo seu rosto, Guilherme que estava deitado se levantou, enfiou debaixo do Felipe e começou a chupar seu pênis que estava muito duro e de alguma forma Guilherme queria retribuir o prazer que havia sentido minutos atrás, eu estava metendo no Felipe em uma velocidade absurda enquanto puxava ele pelos cabelos, acho que ele estava sentindo dor mas era uma dor de prazer, Guilherme chupando seu pênis totalmente duro levava ele as alturas, ficamos assim nesse sexo agressivo por uns cinco minutos até que Felipe não aguentou, senti ele dando um espasmo, senti suas pernas ficarem bambas, o coração e a respiração mais acelerados que o normal, o prazer era tanto que nem deu pra ele avisar, apenas contraiu seu corpo e gozou litros na boca do Guilherme, Felipe gozou tanto que a boca do Guilherme encheu e escorreu, Felipe caiu deitado de lado na cama, com o corpo todo mole, quase desmaiado, encostei nele como se estivéssemos dormindo de conchinha, levantei a perna dele e comecei a meter em um movimento de vai e vem bem rápido, ele gemia e seu gemido já estava parecendo com choro mas eu não parei, eu estava fora de mim e segurando as coxas dele continuava metendo mais rápido, comecei a fazer o movimento de vai e vem o mais rápido que eu conseguia e segundos depois estava pronto pra gozar, virei o Felipe de barriga pra cima e gozei uns oito jatos na sua barriga, enquanto eu gozava ele sorria, Guilherme vendo a cena apenas ria também.
─ Gustavo vem ver o Dudu gozou! Guilherme gritava todo empolgado, depois de gritar Guilherme começou a lamber a barriga do Felipe lambia seu pênis junto, na tentativa de limpar a sujeira que eu havia feito, Felipe estava com os olhos fechados delirando de prazer, seu corpo estava mole na cama e sua respiração ofegante enquanto Guilherme lambia e chupava seu pênis, o pênis do Felipe estava mole, já não ficava mais duro, ele simplesmente não tinha mais forças, cada lambida era como se desse um choque no pênis dele, até que encerrou, Guilherme terminou de limpar a barriga do Felipe que agora estava deitado com a respiração cansada, Guilherme foi se levantar e acabou ficando de quatro, Gustavo deu um pulo e parou atrás do Guilherme já encaixando na bundinha dele.
─ Vem aqui maninho, tem muito tempo que a gente não faz isso , ele disse e já foi logo metendo a pica nele, eu não pude resistir ao ver a bunda do Gustavo e inevitavelmente comecei a meter nele, começamos um movimento de vai e vem impecavelmente sincronizado, eu estava comendo o Gustavo que comia o Guilherme e Felipe chupava o pênis do Guilherme enquanto batia uma punheta no seu pau semi duro, ficamos assim por uns instantes até que se desfez, Gustavo deitou de bunda pra cima na cama, Guilherme ia sair de cima do Felipe e quando ele deu uma viradinha Felipe deu um golpe muito louco fazendo com que ele caísse de bunda em cima do pênis dele, Felipe estava deitado de barriga pra cima com o pênis já duro novamente.
─ Você quer me comer? E só pedir, Guilherme disse e em seguida começou a sentar no pênis do Felipe que agora já estava completamente duro, ele começou a fazer movimento de vai e vem enquanto olhava nos olhos do Felipe, Guilherme abaixou e deu um beijo no pescoço do Felipe, Felipe segurou no pescoço do Guilherme virou ele de bunda pra cima e começou a meter nele, Felipe estava adorando, ele ficou assim por uns segundo e quando foi gozar fez questão de virar Guilherme de barriga pra cima e gozar na cara dele, Gustavo e eu apenas estávamos observando a cena e batendo uma punhetinha juntos.
─ Beleza galera, acho que já está bom por hoje, se continuarmos vamos morrer, eu disse, todos concordaram e riram.
─ Vamos todos tomar um banho e organizar essa bagunça, já são meia noite, eu continuei dizendo e já fui seguindo em direção ao banheiro, todos me seguiram e fomos tomar um bom banho pra refrescar e limpar toda bagunça que fizemos, dentro do banheiro Guilherme encostou seu corpo na parede ficando de costas para Felipe, o tarado não resistiu e acabou metendo a pica nele, eles eram quase da mesma altura, Guilherme era mais alto, mas Felipe não se deu por vencido e metia com vontade, Gustavo começou a meter no Felipe e eu não resisti, já que vamos fechar então vamos fechar com chave de ouro, comecei a meter no Gustavo, novamente estávamos naquele ciclo gostoso, eu metia no Gustavo que metia no Felipe que metia no Guilherme e assim ficamos até aumentar a velocidade, nossas respirações ofegantes e nossos corações acelerados se tornaram um, ficamos assim nessa pegação, um segurava a coxa do outro e metia o outro segurava pelas costelas e metia também até que eu senti que ia gozar, tirei meu pênis da bunda do Gustavo, e assim sucessivamente até todos tirarem seus pênis pra fora e começarmos a bater punheta freneticamente com nossos pênis incrivelmente duros mirados para a parede do banheiro, segundos depois soltei um gemido e gozei na parede, em seguida Guilherme, depois Gustavo, Felipe demorou um pouco então todos nós começamos a gritar juntos
─ VAI, VAI, VAI…
E assim ficamos por uns segundos, Felipe aumentou a velocidade da punheta e também gozou na parede, todos batemos palmas e gritamos em comemoração ao que havíamos feito.
Terminamos o nosso banho, voltamos para o quarto, por muita sorte os gêmeos levaram uma roupa reserva na mochila e foi o que eles usaram, as roupas sujas eles molharam e colocaram dentro de uma sacola, trocamos todos os lençóis e em seguida fomos dormir, Felipe estava deitado do meu lado, eu havia arrastado a cama dele pra ficar do lado da minha e os gêmeos estavam dormindo no colchão que estava no chão.
─ E então… o que você achou? Perguntei baixinho para o Felipe.
─ Foi o melhor dia da minha vida! Ele disse baixinho.
─ Da minha também, Guilherme respondeu.
Ficamos em silêncio por uns segundos até que Gustavo também admitiu.
─ Tá bom, foi top, eu admito que gostei, ele disse e todos rimos.
Felipe acendeu a lanterna do celular, olhou nos meus olhos e disse:
─ Dudu, eu te amo!
Fiquei até sem ar, mas olhei nos olhos dele e respondi:
─ Eu também.
Em seguida ele chegou perto de mim e me deu um abraço em forma de agradecimento por tudo que passamos hoje, o abraço durou poucos segundos, mas na minha mente durou muito tempo, tempo suficiente pra pensar em como eu consegui fazer tudo que fiz hoje, de onde tiramos forças, hoje perdemos o medo, quebramos tabus, eu sempre tive medo de ficar com outro garoto que não fosse o Felipe, acho que e como o Alok diz: “quando o rio vai de encontro ao oceano ele treme a base de medo, ele sabe que não foi fácil chegar até ali, ele passou por corredeiras, cachoeiras, foi um caminho longo, por isso ele morre de medo, ele acha que quando ele se encontrar com o oceano ele vai sumir, sumir pra sempre, mas quando ele se encontra com o oceano ele percebe que ele não some, ele percebe que ele se torna o oceano, agora ele e o oceano, nesse momento ele perde todo o medo” quando temos confiança em um garoto ele tem confiança em nós e como se nos fossemos o rio e o garoto o oceano, quando nos encontramos nos tornamos um, uma só carne, um só coração, há momentos na vida que temos que viver, apenas viver, não se preocupar com nada e nem ninguém, mas um dia se passou nesse paraíso, e pude experimentar algo diferente de tudo que eu já tinha vivido, hoje tive a oportunidade de estar entre vários mundos, tão iguais más tão diferentes, agora estava sem sono olhando para o teto que estava iluminado com a luz do celular, mas fui surpreendido com um sorriso que se virou pra mim e disse baixinho:
─ Boa noite Dudu, eu apenas respondi:
─ Boa noite meu anjo! Em seguida Felipe desligou a luz do celular, e o meu corpo se desligou junto…
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