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Recordações Parte V

原载: 31/12/2004 22:00

作者 : ana mesquita

Durante as férias letivas de junho de 1989, convidei minha mãe e irmã para passarmos 1 semana em Santa Catarina, pois fazia muito tempo que não passavamos minhas férias juntos, visto que nas férias de verão fiquei em casa a fim de poupar um pouco de dinheiro e saldar algumas dívidas. Elas adoraram a idéia e logo estavamos nos preparando para viajar. Apesar de não ser na temporada de praia, pois ainda era inverno, minha intenção era sair de Porto Alegre e respirar novos ares. Havia feito reservas em um pequeno hotel na cidade de Jaguaruna-SC, perto de Laguna. Saímos de madrugada em meu chevetinho, que dias antes havia passado por uma completa revisão, parando em Araranguara já em SC em um restaurante na estrada, onde pudemos nos deliciar comendo um pastel quentinho tomando refris. Minha irmã caçula estava adorando a viagem e minha mãe feliz por conhecer novas cidades, era a primeira vez que saía de seu estado, nunca foi além de sua fronteira, a viagem mais longa que realizou foi até Dom Pedrito-RS. Ao chegarmos ao hotel e desembarcarmos ouviamos o barulho das ondas do mar, Suzy (irmã) logo saiu correndo indo até a beira do mar, que ficava a uns 300 mts do hotel e naquele lindo dia sua cor era de um verde intenso cujas ondas quebravam na beira em espumas brancas, a areia era branca e cristalina, diferente das praias do sul. Minha mãe e eu havíamos seguido suas pegadas até ficarmos todas juntas a contemplar a maravilha da natureza.
Como chegamos próximo ao meio dia, almoçamos no hotel e durante a tarde levei as duas para darmos um passeio até Laguna, seguia por uma estrada de chão batido, costeando o litoral e passamos pelo Farol de Santa Marta, onde prometi que na volta pararíamos para elas visitarem, até chegarmos a lagoa que separa as duas cidades, atravessando de balsa até o outro lado. A cidade de Laguna era famosa por seus carnavais, e nesta época era apenas uma pequena cidade pacata, me dirigi até o Centro da cidade e logo estávamos visitando pequenas lojas de artesanatos, onde compramos algumas lembrancinhas. Ao sairmos de uma das lojas avistei alguem conhecido, afastei-me delas e corri até alcançá-lo, era Rui ( conto 11573) que ficou surpreso com minha presença. Nos abraçamos efusivamente e logo minha mãe e irmã se juntaram a nós, apresentei-o a elas e fomos a um pequeno bar, onde sentamos e ficamos a conversar sobre as novidades. O encontro com Rui mexeu comigo, ainda era muito marcante a sua falta, lembrava-me de nossos interlúdios amorosos, que mexeram comigo e agora estava ali novamente a desejar seus carinhos. Ficamos conversando um bom tempo, Rui era professor em uma universidade federal, próxima de Laguna, onde morava. Estava muito bem de vida e ao nos despedir-mos arranquei uma promessa de novos encontros, dei-lhe o endereço de nosso hotel, e em troca ele deu-me seu telefone. Em nossa viagem de volta, minha mãe que não era boba, começou a interrogar-me sobre mim e ele, não pude evitar e acabei relatando nosso caso.
No outro dia, Rui veio até o hotel fazer-me uma visita e convidou-me para um passeio até o mar. Saimos a caminhar pela beira do mar, sentindo pequenas ondas a molhar-me os pés, ele agarrou-me pela cintura abrançando-se a mim, e íamos conversando sobre nós, sentia seu braço a apertar-me de encontro ao seu corpo a medida que falava da saudade de meu corpo, nossas transas e começava a ficar excitada, o dia não estava frio, e o sol a medida que a manhã avançava esquentava meu corpo vestido com maiô inteiro, mas que deixava minha vulva saliente e minha bunda parcialmente a mostra, como era muito cavada, sentia seu tecido a entranhar-se em minhas nádegas, que eram alisadas por Rui enquanto caminhávamos. Não pude deixar de perceber seu cacete ficar rígido sob sua bermuda, estávamos descalsos e ele com o peito nú, levava sua camiseta presa a cintura. Não suportando mais o tesão que invadia meu corpo, acabei deixando escapar: - Rui, eu quero que voce me coma agora, quero sentir seu pau em minha buceta. Isto foi o estopim que faltava para que ele me levasse para dentro d’água em seus braços beijando-me fervorosamente, me atirou naquela água gelada mergulhando logo a seguir, com nossos corpos devidamente molhados começou a abraçar-me e com minha cintura coberta pelo mar começou a enfiar seu dedo por entre o maiô a procura de minha xana acesa de tesão, localizando-a começou a brincar com meu grelinho, que a esta altura estava intumescido de desejo, não perdi tempo e logo apanhei seu cacete duro dentro de sua bermuda e abaixando a cintura puxei seu caralho pra fora e começei a punhetá-lo lentamente, a medida que seus beijos melavam minha boca e seus dedos invadiam minha buceta, não resisti e disse: - calma meu bem, que tal irmos até aquelas pedras e nos amarmos. Rui concordou com um aceno de cabeça e logo estávamos caminhando dentro d’água até chegarmos às rochas, não havia ninguém na praia, o local era deserto e estávamos bem distante do hotel, ao sair da água fui tirando o maiô e sentindo o calor do sol sobre meu corpo. Deitei-me na areia a espera de Rui, que saindo da água também despiu-se apontando seu cacete em minha direção, ergui-me e abocanhei aquele pau, sentindo sua rigidez, frieza e salgado em minha lingua que começava a lambê-lo e prepará-lo para a penetração. Rui se controlava para não gozar, mas decidi chupar com mais fervor querendo que gozasse em minha boca, não levou muito tempo senti seus esguichos em minha garganta e lambi cada gota de seu leitinho. Ele deitou-se a meu lado extasiado, não deixei de ficar brincando com seu cacete, alisando e preparando-o novamente, queria sentí-lo dentro de mim, o tempo passava e seu cacete começava a dar sinais de recuperação, Rui levantou-se e se posicionou ajoelhando entre minhas pernas que foram afastadas e erguidas por suas fortes mãos, passando a lamber minha rachinha ainda úmida de desejo, sentindo sua lingua quente explorando todos os recantos, deixando-me cada vez mais tesuda implorando por seu cacete. Ele ergueu-me lentamente pelas pernas até que minha xana ficasse na altura de seu cacete, logo senti ele na portinha, foi entrando lentamente e escorregando até o fim, seu pau alargava minhas entranhas provocando uma sensação deliciosa, sendo rapidamente estocada num vai e vem constante. Puxei-o ao meu encontro enlaçando-o com minhas pernas, aplicando um beijo terno e molhado, ele passou seu braço por minhas costas erguendo-me num esforço que me fez ficar espetada em seu cacete enquanto ele agora de pé comigo presa em seu corpo e sentindo seus braços a segurar-me pelas costas, começou a caminhar em direção a água, começava a sentir a água gelada a bater em minha bunda sem parar de ser penetrada, a seguir nossos eram corpos cobertos pelo mar, minha xana era fustigada profundamente sentindo o gelado da água a invadir minhas entranhas provocando deliciosas sensações, gritava incentivando suas estocadas e meu gozo vinha se aproximando de forma mais intensa não demorando em me acabar com seu cacete cravado em meu íntimo, mordia seu pescoço e me contorcia sentindo suas estocadas firmes e aceleradas pressentindo que logo iria inundar-me de seu caldo, ele abraçou-me mais fortemente denunciando seu gozo, seu leite quentinho invadia minha buceta e suas estocadas foram ficando cada vez mais fracas, até que sem mais força ele pousou-me de pé dentro dágua envolvendo-me num abraço seguido de um longo beijo. Saímos da água e fomos deitar na areia, escondidos pelas rochas e com o sol a esquentar e secar nossos corpos enquanto recuperávamos nossas energias. Não sei quanto tempo permancemos ali, nossos corpos já estavam secos pelo sol, e ao nos levantarmos, sentimos nossos corpos ainda doloridos de nosso embate sexual. Nos vestimos com nossas roupas molhadas e voltamos para o hotel. Ele lecionava no turno da noite e algumas manhãs, suas tardes eram livres e ao nos despedirmos na frente do hotel, combinamos para a tarde do outro dia um novo encontro. Encontrei minha mãe e irmã no restaurante, estavam no meio do almoço, vi a expressão de reprovação de minha mãe, devido ao atraso, o que contra argumentei que estávamos de férias e portanto sem horários e compromissos para nada, apanhei a chave do quarto e subi para um banho e troca de roupa. Não gostei daquela cobrança, mas era coisa de gente velha e metódica, minha vida sempre foi regida por ela no sentido de que tudo tinha seu horário e sua hora para acontecer. E achei que agora em férias ela não daria tanta importância em seguir suas normas e regras. Após o banho e já devidamente vestida com um vestido leve e confortável, voltei ao restaurante e sentei-me a mesa para almoçar. Durante o almoço minha mãe sentindo-se arrependida pediu-me desculpas e me deu razão, logo percebi que minha irmã havia lhe dado uma reprimenda. Logo tudo voltou ao normal e durante o resto da tarde saímos a passear de carro visitando lojas e feiras de artesanatos nas cidades vizinhas.
A noite para mim foi longa, as horas custavam a passar devido a minha ansiedade por encontrar Rui no outro dia, acabei adormecendo de madrugada assistindo aos filmes na TV, o que foi bom porque acordei próximo da hora do almoço, levantei, me lavei e vestindo um abrigo fui ao encontro de minha mãe e irmã, encontrando-as no restaurante, durante o almoço avisei-as que Rui viria me buscar para sairmos, então deixei a chave e documentos do carro com Suzy, e sugeri que fossem passear até o farol de Santa Marta, elas concordaram e recomendei a minha irmã que fosse cuidadosa, já que ela dirigia muito bem mas não tinha carta de motorista.
Já eram quase 2:30 hs quando Rui veio me buscar. Embarquei no seu carro e ele foi passeando pela BR-101, caminho pelo qual atravessamos a ponte Hercílio Luz em Laguna, indo em direção a capital Florianópolis. Quando podia ele alisava minhas coxas e xana por cima do abrigo provocando-me, ao que retruquei alisando seu cacete por cima de sua calça logo sentindo sua ereção em minha mão. Trocamos palavras carinhosas durante o trajeto, sem deixar de nos bolinarmos. Ficava a olhar pelo vidro do carro as praias belas da capital e pensativa estava a recordar de quando o conhecí, era um homem retraído que vivia seu mundinho, com muitas mulheres a desejá-lo e agora estava ali, a meu lado, completamente mudado, estava mais falante, galanteador e em paz com a vida. Durante as conversas que já tivemos, sempre ressaltava a minha importância em sua vida, já que fiz com que encarasse a vida com outros olhos, pois nossa passagem era muito curta, e devemos vivê-la intensamente. Fui desperta por ele em meus devaneios, indicando a casa em que morava. Situava-se numa avenida em frente ao mar, era uma casinha de alveraria com janelas e portas verdes e paredes brancas, desembarquei enquanto ele abria o portão para guardar o carro na pequena garagem. Logo veio a meu encontro abrindo a porta frontal da casa, entrei e vi a pequena sala bem decorada e tudo arrumadinho e limpinho, o que era de sei feitio, coisa rara num homem. Suas mãos rodearam minha cintura, e sua lingua acariciou meus lóbulos provocando um arrepio gostoso por todo meu corpo, aconcheguei mais em seu corpo sentindo sua vara a cutucar minha bunda. Virei-me enlaçando-o com meus braços enquanto minha lingua invadia sua boca a procura de sua lingua que logo começei a sugar e chupar sentindo sua leve aspereza, suas mão agora tateavam minha bunda por dentro do abrigo, afastando a lateral da calcinha seu dedo encontrou meu buraquinho, sendo logo invadido por seu dedo. Minha buceta logo molhou a calcinha, ele me torturava com seu dedinho em meu cuzinho, despertando meu tesão. Paramos nossas carícias por um momento e fomos nos despindo em direção ao quarto, eu ia na frente rebolando e provocando até que senti seu corpo nú a empurrar-me para a cama onde cai, sentindo seu peso sobre minhas costa e sua vara a cutucar minha bundinha, abri lentamente minhas pernas e sentindo seu mastro alojar-se entre elas fechei aprisionando seu falo apertando fortemente. Ele começou a lamber minhas costas e passando a sua mão por baixo de meu corpo pegou meu seio e começou a bolinar meus biquinhos, deixando-me cada vez mais louca e tesuda. Ficamos um tempinho neste rala e rola até que não aguentou mais e saindo de minhas costas, virou-me de frente e abriu minhas pernas onde sua lingua invadiu minha bucetinha em carícias deliciosas, já estava bem molhadinha de tesão quando senti ele erguer-me mais um pouco as pernas e começar a lamber meu cuzinho que a esta altura piscava de tesão. Com meu ânus lubrificado enfiou seu dedo arrancando-me gemidos de prazer, procurei relaxar a medida que sentia mais um dedinho brincando em meu reto, estava me preparando para o que viria a seguir.
Pediu-me que ficasse de quatro na beira da cama, e ele de pé no lado de fora foi posicionando seu caralho na entradinha, começei a ser penetrada lentamente, sentindo sua glande a raspar e alargar as paredes de meu reto, parando a seguir, conforme ia acostumando meu cuzinho com sua grossura e tamanho, fui relaxando e abrigando cada vez mais sua rola até sentir ele totalmente dentro, aos poucos suas estocadas foram aumentando de ritmo, em alguns momento ele parava com seu pau da entradinha e voltava a golpear mais fundo causando um tesão incontrolável por todo meu corpo, a medida que intensificava seus movimentos, apoiada sobre um braço, levei minha outra mão até minha buceta encharcadinha e começei a masturbar-me. Nesta altura perdi o controle sobre mim, gritando: - ENFIA MAIS.... METE FUNDO.... AHHHHH.....QUE PAU GOSTOOOOOOOSOOOOO.......... AI, UI, QUE TESÃO........ MAIS RÁPIDO QUE VOU GOZAAAAAR........... Ele fustigava sem piedade o meu cú, meu orgasmo invadia meu corpo que tremia sendo logo sacudida em espasmos descontrolados caindo na cama, sem deixar de estar ainda com seu pau a comer-me a bundinha, não levou muito tempo pude sentir seu cacete pulsar em meu reto, enchendo-me de porra até que ele caiu sobre minhas costas e acompanhando seu corpo minha bunda apertou seu cacete fazendo despejar as ultimas gotas de seu esperma em meu rêgo. Ficamos assim por algum tempo, nos recuperando do embate, quando ele levantou-se puxou-me pelo braço, erguendo-me e me aninhando em seus braços, me levando até o chuveiro, abrindo a torneira logo senti o jato de água quente em meu rosto, largou-me de pé a sua frente, começando a ensaboar-me, estava ainda dolorida pelo pequeno estrago provocado pelo seu pau em meu cú, mas feliz. Tomamos um longo banho, precedidos de deliciosas brincadeiras embaixo dágua, voltei a chupar seu cacete aprontando-o novamente para ser comida. Agora de pé diante dele, ele fechou a torneira, ergueu minha perna direita e enfiou em minha xoxota que já havia sido preparada por seus dedinhos, enfiava e me estocava lentamente enquanto beijava-o e era lambida em meus seios, ele queria prolongar aquela deliciosa foda ao máximo, e começava a sentir minha outra perna de apoio dormente, ele então fez com que me apoiasse nele com sua rola em minha xana, enquanto minhas pernas o enlaçavam e era segura por seus braços em minha bunda, ele começou a caminhar em direção a cama, levantando meu corpo afastando minha buceta de seu pau, largando a seguir fazendo com que com o meu peso seu pau entrasse com força em minha xana, deitando-me na cama na posição tradicional de papai-mamãe, sentia seu pau invadindo-me sem pausas, começava a sentir as contrações de minha vagina, num prenúncio de um orgasmo próximo, apertei minhas pernas ao redor de seu corpo, e isto fez com que acelerasse ainda mais seus movimentos não tardando a ejacular, mesmo assim enquanto seu pau ainda estava duro, continuou me golpeando até sentir meu orgasmo, onde juntos e cansados ficamos a trocar carinhos um nos braços de outro. Ficamos juntos todos os dias em suas folgas, e sem querer havia abandonado minha mãe e irmã, apesar de nos outros dias ter de compensar o mau humor de minha mãe com novos passeios e até com longas conversas familiares. Minha mãe havia gostado muito de Rui, e estava lhe explicando os motivos pelos quais não continuaríamos juntos, como explicar a ela que ele era um grande amigo, nada mais do que isto. Depois de uma semana estavamos de volta a rotina, e estas férias foram inesquecíveis.

Aguarde Recordações VI.

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