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Recordações Parte VI

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: ana mesquita

Fui convidada por meus antigos colegas de faculdade, para a festa em comemoração aos 10 anos de nossa formatura. A festa ocorreu em um famoso clube social da cidade, e levei comigo minha mãe e irmã. O salão estava decorado como uma discoteca, com luzes multi coloridas, estroboscópicas e até globo giratórios, as mesas estavam distribuidas em círculos, e no meio delas formava-se uma ampla pista de danças. Conduzi minha mãe e Suzy até uma mesa com 4 cadeiras, sentamos ao embalo dos “Bee Gees” e assim que nos acomodamos, meus colegas foram me dar boas vindas. Estavam todos lá, com seus familiares, alguns já estavam casados, outros ainda permaneciam solteiros, alguns gordos, mais velhos, e elas também estavam diferentes, Malu que era gorda e feínha, hoje estava magra, sarada, uma potranca. Em compensação tinha colegas que caíram na rotina do casamento, estavam irreconhecíveis. Entre todos os presentes, um havia me chamado a atenção, era Joel, que há alguns anos atrás era um dos meus melhores amigos e colega, fazíamos trabalhos juntos e sempre nos demos muito bem, nunca houve de parte a parte algum avanço de sinal, ou alguma demonstração mais profunda de carinho e afetividade. Estava ele a me fitar com um sorriso nos lábios, sorri pra ele levantei da mesa e fui em sua direção, trocando beijos e abraços efusivos, Joel ainda mantinha o mesmo corpo daquela época, apenas estava mais velho e tinha uma expressão sofrida no rosto, sentamos em outra mesa e começamos a conversar e relembrar de nossos velhos tempos. O baile já havia começado há muito tempo e agora a pista de dança encontrava-se cheia com muitos dançarinos a bailar, Joel convidou-me a dançar com ele o que aceitei de bom grado. Quando começou a tocar uma musica mais lenta e romântica, deixei-me levar nos braços dele, reparei que ele evitava encostar em meu corpo, talvez fosse por timidez ou uma atitude respeitosa por parte dele, não me contive e puxei-o de encontro a mim, embora ele dançasse muito bem notei seu embaraço quando senti entre minhas pernas seu cacete duro. O que fez com que ele se afastasse e logo tratei de puxá-lo contra mim, e ele agora mais a vontade deixou-se levar pela musica, seu cacete espetava minhas pernas e quando procurava olhar em seus olhos ele desviava o rosto para o outro lado ainda encabulado, sussurei em voz baixa que estava adorando dançar com ele, e ele enchendo-se de coragem acabou por me confessar que sempre teve desejos por mim desde os velhos tempos e como eu era muito desinibida e cheia de amigos ficava timido diante de minha beleza, enquanto dançávamos confidenciou-me seus segredos, já fora casado e o casamento não havia dado certo por haver imcompatibilidade sexual. Eu me sentia enternecida por ele, nunca havia imaginado que da parte dele houvesse tão belo sentimento por mim, e hoje via ele muito diferente daquele tempo, os cabelos eram grisalhos, seu corpo ainda mantinha um porte atlético, pois ele sempre foi um atleta premiadíssimo em competições que participava, e ainda hoje mantinha seu corpo com longas caminhadas e exercícios, não fumava e bebia muito pouco, apesar de estar com 48 anos, ainda mantinha uma aparência jovial. Começei a ficar excitada a medida que dançávamos e seu pau roçava em minhas coxas ouvindo-o a contar sua vida. Havia conhecido sua ex-mulher no interior, era naquela época uma menina muito espoleta, e casando-se houve uma séria tranformação em sua vida, tinha uma formação religiosa muito severa, frequentava a missa aos domingos e o que mais magoava Joel, na cama era uma negação, suas transas eram insossas e na base do papai-mamãe e só. Ele procurou conversar várias vezes, manifestando seus desejos e ela sempre negava-se a ouví-lo, praguejando que não queria levar uma vida pecaminosa, que o sexo era somente para a procriação. Os anos se passaram e eles tiveram uma filha, hoje com 3 anos chamada Isabela e ele após o nascimento da filha, separou-se deixando com ela a casa em que moravam além de ajudá-la pagando a pensão da filha. Assim que terminou a música, convidei Joel a sentar na mesa com minha família, ele veio de bom grado. Dançamos a noite toda, Joel era um perfeito cavalheiro, dançou com minha irmã e com minha mãe que ficaram encantadas com ele. No fim do baile, ía me despedindo de meus colegas renovando os votos de no ano seguinte continuarmos a festa, não demorou muito também fui me despedir dos que ainda restavam e já nos encontrávamos no estacionamento quando Joel me propôs de nos encontrar-mos novamente, dei-lhe meu nº de telefone e despedi-me dele. Entrei em meu carro onde já se encontrava minha irmã e minha mãe e fomos para casa. Passaram-se 2 dias e eu me encontrava ansiosa para que Joel me ligasse, não saberia descrever o que sentia, mas queria estar com ele, sua companhia havia me feito tão bem, já que há muito tempo não tinha ninguém e já não me contentava com meus consolos. No terceiro dia ele me ligou à noite durante o jantar e combinamos de nos encontrar no Sábado a noitinha, e ele viria me apanhar. Foi uma longa espera até chegar este dia, me arrumei colocando um vestido preto que marcava todo meu corpo, com um decote na frente que deixava meus seios quase à mostra e usava uma tanguinha preta pequenina que marcava minha vulva e escondia-se entre minhas nádegas. Calçei um sapato de salto alto e peguei minha bolsa também preta, escovei meus cabelos dando um laço na nuca e deixando uma pequena franja na testa, passei batom vermelhos nos lábios e me olhando no espelho, me via linda e fogosa, meu corpo ardia de desejos. Almejava terminar bem esta noite. Ao ouvir a buzina de seu carro, saí de casa despedindo-me de minha mãe avisando-a que talvez não voltasse cedo. Assim que entrei no carro e sentei-me, Joel recepcionou-me com um beijo de leve em meus lábios, tive vontade de puxá-lo e beijá-lo, mas me contive, não quis parecer oferecida. Fomos para um restaurante que servia frutos do mar, o jantar estava divino e o vinho já começava a surtir efeito em nós, pois a medida que nossas conversas se aprofundavam e nossas mãos percorriam nossos corpos e pernas por baixo da mesa, íamos ficando mais soltos e embalados, tendo minha orelha lambida e meu lóbulo chupado a medida que ele sussurava em meu ouvido: - gostosa, como eu te desejo... quero te chupar todinha.... quero te amar a noite inteira.... Já não estava me contendo de ansiedade e queria sair dali imediatamente, ele continuou a me provocar e sua mão por baixo da mesa já acariciava minha buceta por cima da calcinha que a esta altura se encontrava molhadinha. Saímos dali e em seu carro nos atracamos em um longo beijo e nossas mãos passeando pelo nossos corpos a acariciar e apalpar, com muito custo ele afastou-se de mim e ligando o motor pôs o carro em movimento indo em direção ao motel. Quando entramos no quarto e após haver fechado a porta, ele abraçou-me por trás e começou a beijar minha nuca, cangote, sua lingua ia até minhas duas orelhas a medida que suas mãos iam abrindo o fecho do vestido às minhas costas, sendo desnudada lentamente, quando o vestido se encontrava aos meus pés, suas mãos seguraram meus seios e seus dedos apertavam meus bicos lentamente, virei meu rosto para trás sentindo sua lingua invadir minha boca chupando e lambendo minha lingua a medida que seus dedos passeavam por minha barriga, rodeando meu umbigo e invadindo minha calcinha onde pousou em cima de meus ralos pentelhos acarinhando-o e depois furtivamente alojou-o em minha bucetinha totalmente molhada, começava a brincar com meu grelinho me arrancando suspiros e gemidos de prazer, ficamos um bom tempinho nesta esfregação até que senti meu corpo estremecer num gozo intenso molhando e jorrando sua mão com meu liquido vaginal. Ele afastou-se de mim e me fez sair daquela posição, agachei e apanhei meu vestido e ainda de sapatos e calcinhas fomos para a cama, ao me sentar na cama, puxei-o colocando ele a minha frente e fui abrindo os botões de sua camisa enquanto ele acarinhava meus cabelos, soltando o laço e espalhando-o pelo meu ombro, já sem a camisa começei a passear minha mão pelo seu toráx cabeludo, demorando-me em tirar sua calça, começei desafivelando o cinto, abri o botão do cós da calça e a seguir abri o fecho, vi seu membro duríssimo escondido pela cueca, baixei suas calças até o chão e voltei minha atenção para o seu pau, fui baixando a cueca lentamente até o chão e vi sua pica em riste a minha frente, peguei com minha mão sentindo sua dureza e grossura, começei a punhetá-lo lentamente, o liquido seminal saindo pela uretra molhou meus dedos e espalhei por todo aquele mastro deixando-o brilhoso e lubrificado, não resistindo começei a beijar a glande que estava inchada e fui abocanhando pouco a pouco, com ele em minha boca começei a lamber e sugar sentindo seu gostinho em minha lingua. Ele em pé gemia alto, agarrou minha cabeça começando um vai e vem em minha boca, seu pau pulsava em minha boca cada vez mais rápido não demorando em esguichar seu esperma, era tanta porra que quase me engasguei, tirei-o de minha boca e pousei em minha lingua enquanto batia uma punheta vigorosa, seu pau ainda jorrou mais um pouco de esperma atingindo meu rosto, lambi o que podia até senti-lo murchar em minha boca. Joel abaixou-se dando-me um longo beijo e desvencilhando-se do resto de sua roupa e sapatos, puxou-me em direção ao banheiro, ele tirou meu sapato e minhas calcinhas, abriu a torneira e puxou-me para baixo do chuveiro começando a beijar-me e alisar meu corpo. Depois de um longo banho, acompanhado de bolinações, chupões e carícias deliciosas, fechou a torneira e ainda molhados levou-me pela mão até a cama, deitou-me de barriga pra cima e agachando-se a meu lado, começei a sentir sua lingua ágil a lamber meus seios, um de cada vez, quando já estavam eretos e durinhos abandonou indo com a lingua por todo meu corpo até meu umbigo, lambeu, sugou e foi indo até minha rachinha, a esta altura molhada de tesão, se posicionou entre minhas pernas, abrindo e erguendo-a para o alto, visualizando minha buceta caíu de lingua, lambendo e sugando, sua lingua ágil penetrava e contorcia dentro de mim como uma cobra, nesta altura gemia e gritava pedindo que me fudesse logo, ele não me dava ouvidos e voltava a me torturar com sua lingua, agora sentia seu dedo a me bolinar a xana enquanto lambia meu grelo, suplicava para que me comesse, e ele continuava a brincar comigo, ficou um bom tempo me lambendo até que não aguentei mais e gozei loucamente, sua lingua e boca não paravam de chupar todo meu caldinho que escorria pela vagina, e ele aproveitava e lambia meu cuzinho, besuntando com meu gozo e sua saliva, onde logo alojou um dedinho seu, arrancando gemidos de prazer de meu corpo. Depois de brincar por um bom tempo com seu dedinho em meu ânus, ele tirou e ergueu minhas pernas até sentir minha buceta na altura de seu caralho, começou a penetrar lentamente, senti a sua grossura me alargando e se alojando por inteiro em minha buceta, seus movimentos de vai e vem eram lentos e me provocavam delírios de prazer, que pau gostoso, suas estocadas iam aumentando gradativamente, não demorou muito sua lingua lambia meus seios enquanto era estocada fortemente em minha buceta, sentia os espasmos e contrações anunciando meu novo gozo, apertei minhas pernas em sua cintura incentivando-o em suas estocadas, seu pau cada vez mais duro roçava em meu útero, nesta altura abraçei-o fortemente beijando-o enquanto gozava e seu pau despejava seu semen em minha vagina, ele urrava de prazer e já sem forças caíu ao meu lado, deu-me beijinhos e aninhou sua cabeça em meus peitos e levou sua mão até minha buceta enchardada por seu esperma e ficou brincando com ela melando seus dedos. Descansamos um longo tempo, e depois enquanto ele ligava para a gerência solicitando mais vinho e petiscos para comermos, fui tomar um banho, liguei o chuveirnho e começei a lavar minha bucetinha ainda saudosa e melada de seu cacete, passei sabonete esfregando lentamente depois com o chuveirinho tirei o excesso de espuma, molhei a bunda, passando o sabonete em meu reguinho lavando-o bem, pois queria sentir seu pau no meu cuzinho. Tirei o excesso, fechei a torneira, me sequei e voltei para a cama, desejosa de uma nova rodada de prazeres, assim que anunciaram a chegada de nosso pedido, Joel foi até a portinha giratória, apanhou a garrafa de vinho e os calices juntamente com os salgadinhos, voltando para a cama, abriu a garrafa serviu nos cálices e depois bebemos brindando por nossa noite de amor, assim que ele deu um gole, falei fitando-o nos olhos: - meu bem, só falta uma coisa para a noite ser completa...dei uma pausa fazendo suspense, ele interrogou-me até que respondi: - está faltando tu comer minha bundinha.... vi sua expressão de alegria e tesão em seu rosto, ele deu-me um beijo carinhoso e pediu que esperasse enquanto foi ao banheiro se lavar. Eu ainda me encontrava recostada na cama bebericando o vinho quando ele surgiu a minha frente com seu cacete levemente riste. Larguei o cálice no balcão ao lado da cama, onde ficava os controles, desliguei a luz geral e liguei a luz neon, que deixava o quarto numa penumbra maravilhosa, iluminando nossos corpos nus, puxei-o para perto de mim e como estava recostada na cama pedi que ficasse de joelhos com as pernas abertas de frente pra mim, com o pau a altura de minha boca, segurei com uma mão e começei a punhetar enquanto lambia sua cabeça, depois de alguns minutos, chupando, sugando e lambendo seu pau estava duro e grosso, pronto para me comer. Ele saindo de cima de mim, ficou sentado sobre suas pernas dobradas enquanto fiquei de ladinho com minha bunda bem na altura do seu cacete. Molhei meus dedos de saliva e besuntei meu cuzinho, enfiei os dedos abrindo-os e sentindo uma leve dorzinha a medida que preparava, ele abaixou-se e melou meu cuzinho com sua saliva enquanto meus dedos brincavam com meu cú. Tirei os dedos e senti sua lingua a molhar-me o ânus, depois colocou seus dedos grossos abrindo cada vez mais, quando sentiu que já estava devidamente lubrificada, pôs seu cacete na entrada e empurrou pra dentro, a cabeça entrou com um pouco de dificuldade, ele parou, ficou sentindo minhas contrações em seu pênis e assim que acalmou foi enfiando lentamente, seu pau rasgava minhas pregas, me provocando uma dor deliciosa, logo estava todo dentro de mim, senti ele retirar e parar deixando a cabeça dentro e voltando a golpear meu cúzinho com mais força, gritava e incentivava suas estocadas, seu pau deslizava mais fácil e provocava deliciosas sensações em meu reto. Agora mais empolgado, enfiava sem piedade, quando sentia que ia gozar diminuía suas estocadas e prolongava a foda com lentidão, ele estava me matando de tesão, ficou bombeando meu cuzinho por um bom tempinho, eu contraía meu ânus apertando seu pau e ele quase gozava, fudeu meu cuzinho de maneira tão gostosa e lenta que quando ouvi sua respiração ofegante e entrecortada, tirei seu pau do meu cú e mudei de posição colocando minha boca nele a espera de seu esperma, lambia e punhetava até que os primeiros jatos respingaram em minha face, engoli seu pau sentindo e engolindo seu esperma até sentir seus últimos jatos serem expelidos e murchar em minha boca. Fiz com que deitasse na cama sem tirar seu pau de minha boca e fiquei chupando-o até sentir sua dureza, deixei-o limpo e pronto para outra batalha, levantei-me e posicionei-me de cócoras sobre seu cacete, molhei meus dedos de saliva e passei no meu cúzinho arrombado lubrificando-o, abaixei sentindo seu pau na entradinha e deixei meu corpo cair, começando a cavalgar no seu mastro. Ele bolinava meus seios e eu enterrava seu cacete cada vez mais fundo em meu cú, estava adorando aquela foda e para não judiar mais de seu cacete, começei a dedilhar minha xoxotinha a medida que sentava e levantava mais rapidamente, meus bicos doíam de prazer sentindo seus apertos, meu cú ardia de prazer e minha buceta começava a latejar fazendo meu corpo todo estremecer, meus gritos eram alucinados e berrava anunciando meu gozo ao mesmo tempo que Joel não aguentou de tesão inundando meu reto de porra, caí sobre Joel enquanto me beijava e alisava minhas costas, sentindo seu cacete murcho fugir de meu buraquinho. Rolei para o lado extasiada e feliz. Ele também se encontrava alegre e feliz, criticando-me pelo estado que deixei seu pau, coitado estava levemente esfoladinho, fui até ele e dei um beijinho de leve agradecendo a bela foda, rimos e ficamos no motel até o amanhecer, transamos mais algumas vezes, agora tendo o cuidado de não machucar ainda mais o seu pau. Depois desta maravilhosa transa, ainda nos encontramos novamente e ele quis realizar comigo algumas de suas fantasias. Aguarde Recordações VII
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