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Mais um em nossa cama.

Pubblicato: 18/12/2011 22:00

Autore: centauro19x5

Categoria: Eterosessuale

Quando chegamos àquela pousada do litoral norte paulista, fora de temporada, havia um único hóspede. Aniversário de minha esposa, um detalhe logo chamou sua atenção: ele usava barba curta e bigode, o que lhe dá muita tesão. Em pouco tempo nos apresentamos e combinamos jantarmos juntos. Demonstrou-se pessoa de conversa agradável. Simpático, logo caiu nas boas graças de minha mulher. Principalmente quando, ao se acomodar na mesa de jantar, o pé descalço de Cida roçou acidentalmente na perna de Luis, uma forte descarga elétrica percorreu os dois e ela se sentiu molhadinha na hora. Uma questão de pele, como gostava de dizer. Pegou minha mão e a colocou na perna que oscilava para que eu soubesse o que estava acorrendo. Ficaram assim se acariciando por sob a mesa por longo tempo, eu fazendo de conta que nada percebera. Mais tarde, em nossa cama, Cida confidenciou-me ter-se agradado do rapaz. Foi inevitável logo após, estando entre suas pernas, dizer-lhe para pensar que era ele que a estava fodendo, em poucos instantes ela chegou a um orgasmo avassalador. De manhã Cida vestiu o fio dental mais exíguo que tinha, os mamilos retesavam o fino tecido, a bunda empinada e exuberante totalmente revelada. Auspicioso: Luis lá estava na praia deserta. Deixei-a ir sozinha, como havíamos combinado, e fiquei aguardando os acontecimentos. Parou a alguns metros dele, fingiu atrapalhar-se com o guarda-sol. Luís prontamente levantou-se e foi ajudá-la, devorando-a com os olhos enquanto resolvia o problema. O grande ressalto em sua sunga se avolumou ainda mais, denunciando uma inconveniente e forte ereção indisfarçável, que o deixou numa situação difícil. Cida fingiu nada perceber e ele voltou para sua esteira, ficando a apreciar minha mulher passar bronzeador e deitar de bruços, as pernas entreabertas voltadas em sua direção, a bunda majestosa em todo seu esplendor, tentadora, provocante, irresistível. Do quarto vi Luis olhar em torno, certificando-se que a praia continuava deserta. Ergueu um pouco o corpo, desvencilhou o cacete que naquela altura não cabia mais na sunga e, sem tirar os olhos da bunda de Cida, começou a fazer discretos movimentos de vai-e-vem. Em seus pensamentos, por certo, estava metendo naquela bunda convidativa. Seus movimentos se acelerarem e dali a pouco ele se imobilizou. Em poucos instantes acomodou o pau na sunga e foi para o mar, crente que ninguém percebera nada. Ledo engano, pois Cida, a poucos metros, acompanhara tudo. Ela veio até o quarto onde entrou arrancando febrilmente o fio dental. Eu já estava nu e de pau duro, abraçamo-nos com volúpia, literalmente a atirei na cama, ela abriu as pernas, agarrou-se a mim, e numa única estocada meu caralho penetrou aquela buceta encharcada de vontade de pica, em poucos movimentos ela gozou aos urros e eu me esporrei todo dentro dela. Logo após o jantar convidamos Luis para nos acompanhar num passeio pela praia. Cida usava um diminuto micro-vestido que a deixava praticamente nua. Sob o luar ameno caminhamos cerca de trezentos metros, e de uma pequena duna ficamos a olhar a lua refletida nas águas calmas. E então, como se estivéssemos sozinhos, abraçamo-nos e nos beijamos com desejo, ao que Luis, de uma maneira como se estivesse brincando, protestou: - Ei, assim não vale, como é que eu fico? Perguntei-me pela enésima vez se seria homem o suficiente para fazer o que queria fazer, e a resposta continuou afirmativa. Há muito tempo eu pensava em dar aquele presente para minha Cida: mais um em nossa cama. - Isso é fácil de resolver – disse-lhe eu e, para surpresa de ambos, empurrei-a suavemente para seus braços. Por um rápido momento ela vacilou, pensei que fosse recuar. Mas, amparada pela confiança de nossa cumplicidade, depois de um rápido olhar confirmatório, audivelmente respirou fundo e se abandonou ao que pudesse acontecer. Incrédulo, ele a abraçou e seus lábios se encontraram. Ao sentir a língua de Cida em sua boca, seu corpo encaixado ao dele, Luis compreendeu que era bem-vindo, e a surpresa se transformou em volúpia. Com o coração batendo forte eu via minha esposa abraçando e beijando outro homem, pressionando-se contra ele, enquanto Luis a agarrava pela bunda e a trazia de encontro a seu pau, que estava gigantesco. Em pouco não deu para agüentar mais, voltamos para a pousada e o levamos para nosso chalé, promissoramente o mais afastado de todos. Um simples abajur deixava o quarto na penumbra. Peguei minha Cida pela mão e a encaminhei para Luis, murmurando: - Ele é o meu presente especial para você, faça tudo o quer tiver vontade, não tenha acanhamentos. E completei, dizendo para Luis: - Você é nosso convidado, faça-a feliz. Ele não se fez de rogado, abraçou-a novamente e suas mãos desceram o zíper do micro-vestido, que deslizou para o chão, Cida nada usava por baixo. Por sua vez ela tirou a camiseta de Luis, a sunga logo também foi para o chão. Ambos nus, ele a ergueu e a levou para a cama, deitando-se a seu lado. Seus lábios se encontraram, ele a acariciava suavemente, do rosto desceu a mão vagarosamente até seu seio, ficando a brincar com o mamilo intumescido. Sob a luz fraca do abajur vi sua mão continuar a descer lentamente pela barriga de Cida. Desviou o trajeto pelo quadril, foi até o joelho e voltou pela parte interna da coxa de minha esposa, que não se fez de rogada, entreabrindo as pernas. De certa forma incrédulo que aquilo finalmente estivesse acontecendo, vi a mão de Cida descer pelas costas de Luis e se inserir sob ele, à procura do caralho que ela estava desejando tanto. Encontrou-o, envolveu-o, e começou lentos movimentos de vai-e-vem, ao mesmo tempo que os dedos de Luis chegavam à sua racha umedecida. Em meio a seus beijos esfomeados, ela não conseguiu protelar mais, puxou Luis para cima dela, abrindo e dobrando as pernas em torno dele. Vi sua mão se insinuar entre eles, agarrar e direcionar o caralho latejante para sua buceta, um suspiro de felicidade escapou de seus lábios quando aquele cacete enorme se enfiou lentamente nela. Fiquei apreciando minha esposa entregue àquele outro macho. Luis se movimentava cadenciamente dentro dela, e Cida, olhos fechados, correspondia plenamente, exigente, fogosa, gostosa, os seios comprimidos pelo peito de Luis, o caralho indo e vindo deliciosamente em sua buceta apertadinha e fogosa. Aos poucos a respiração arfante de minha esposa ficou mais entrecortada, mesclada a seus gemidos que se intensificavam. Então os gemidos se tornaram gritos, os gritos se tornaram urros de puro prazer e ela gozou desvairadamente pela primeira vez na pica de nosso convidado. Luis, o caralho profundamente enfiado em minha mulher, esporrou profusamente. Então, com todo carinho e delicadeza, afagou carinhosamente seu rosto e deitou-se a seu lado, beijando seus lábios com gratidão. Era a minha vez. Aproximei-me e ela estendeu os braços para mim. Reclinei-me sobre ela e me posicionei entre suas coxas grossas, meu cacete por si só procurou o caminho da felicidade. Senti a cabeçorra de meu pau encontrar e se inserir levemente naquela racha escaldante e encharcada pelas secreções dos dois. Pressionei-me lentamente contra ela e meu caralho penetrou até o fundo, forçando passagem naquelas entranhas ferventes e insaciáveis. Nossos lábios se encontraram, sua língua retorcia-se na minha. Enquanto eu a fodia delirantemente, seu rosto pendeu para o lado e ela ficou gemendo de prazer. Meu caralho ia e vinha em sua buceta gostosa, e logo, mais uma vez, ela gozou aos urros. Aquietou-se aos poucos, meu pau ainda enfiado em seu corpo exigente que estremecia sob suas contrações. Reclinou então a cabeça para Luis, a nosso lado, e seus lábios se encontraram outra vez. Sem parar de fodê-la eu a vi envolver o cacete de seu outro homem e começar a masturbá-lo. Logo o pau de Luis se agigantou em sua mão, desejando aquela buceta que o queria outra vez. Pretendendo satisfazer todas as vontades de minha mulher saí dentre suas coxas, ela imediatamente passou uma das pernas sobre Luis, cavalgando-o. Ajoelhada, pegou e admirou o tamanho e volume do caralho latejante, coberto por veias inchadas, a cabeçorra brilhante convidando-a para uma deliciosa foda. Colocou-o em sua racha e soltou o corpo, fazendo-o penetrar profundamente, um gemido de prazer escapando de seus lábios. Deitado ao lado dos dois, eu via e ouvia minha esposa se deliciando com nosso convidado, suas coxas dobradas em volta dele. Ergui-me e fui para os pés da cama, apreciando sua buceta indo e vindo sem parar naquele outro cacete descomunal, a bunda provocante subindo e descendo incansavelmente, acompanhando seu ritmo fogoso enquanto o estrado da cama rangia. Minha tora latejava de vontade, era momento de participar, realizando outro desejo nosso. Coloquei-me atrás dela, nossos corpos se encostaram. Sem tirar o cacete de Luis de suas entranhas, Cida se imobilizou, antegozando o que estava para acontecer. Peguei meu caralho lambuzado e lubrificado e o encostei em seu cu. Delicadamente, pressionei lentamente, senti sua outra abertura engolir gulosamente a cabeçorra de meu pau, Luis se movimentando vagarosamente, dando-lhe o prazer que ela queria e merecia. Aos poucos fui aprofundando meu caralho, baixei meu corpo de modo que ele ficasse quase que na horizontal e não encontrasse mais resistência, enfiando-se totalmente, ela agasalhou com facilidade meus dezenove centímetros. Deitei-me sobre suas costas e comecei a ir e vir dentro dela. Isto foi como um sinal para os dois. Luis recomeçou a se movimentar vigorosamente em sua buceta e Cida se retorcia de prazer entre nós, pela primeira vez agasalhando dois caralhos ao mesmo tempo em seu corpo insaciável. Meu cacete ia e vinha em seu cu apertadinho, enquanto o de Luis fazia o mesmo em sua buceta que se contraía em espasmos que a faziam gemer de tesão. Foi uma sensação indescritível sentir o caralho sendo comido por aquele cu delicioso ao mesmo tempo em que eu sentia Cida se entregar completamente a nós dois, o cacete de Luis pressionando levemente o meu, face a proximidade em que a fodia. Cida começou a gemer e a gritar de prazer, gozando vezes seguidas sem parar, até que não conseguimos mais nos segurar e esporramos praticamente juntos, inundando sua buceta e cu com jorros intermináveis de esperma quente e denso. Fomos até a praia, onde nos lavamos e brincamos os três na água morna. Voltamos, fui para o chuveiro, tencionando deixá-los sozinhos. Com a porta entreaberta, fiquei apreciando os dois terem mais liberdade. Na cama, ambos nus, beijavam-se e abraçavam-se com sofreguidão e carinho, a mão de Luís acariciando docemente seu corpo. Vi-o deixar seus lábios e, sem parar de beijá-la, descer pelo pescoço, um sorriso de felicidade, prazer e antecipação arqueando os lábios de Cida. Chegou aos seios que sugou com volúpia, continuou a descer vagarosamente, ela arrepiando-se toda quando sentiu seus beijos na barriga. Minha mulher, quase sem o perceber conscientemente, abriu as pernas gostosas, a língua de Luís chegou em sua buceta e ele começou a chupá-la com tesão, fazendo-a se retorcer de prazer. Após alguns minutos ela o fez deitar-se a seu lado. Liberada e fogosa, Cida colocou-se invertida sobre ele, as coxas grossas dobradas nos lados de sua cabeça, a buceta em sua boca. E então seu grande cacete enrijecido desapareceu entre os lábios carnudos de minha mulher, ambos num delicioso 69. Ela sugava fortemente aquela tora grossa que mal cabia em sua boca, a cabeçorra deslizando de seus lábios até quase atingir a garganta, vezes sem conta. Cida oscilava e esfregava a buceta em sua boca, os seios balouçavam sob seu ritmo. Olhos fechados, a expressão em seu rosto era de gozo e plena felicidade. Mas isso ainda era pouco para os dois. Ela saiu de cima dele, deitou-se de lado, de costas para ele, que não titubeou. Vi Cida empinar a bunda exuberante em sua direção, Luís aconchegou-se a ela, o caralho roçou suas coxas, encontrou a abertura escaldante e se enfiou profundamente em sua buceta. Ficaram metendo assim por alguns minutos, Cida fogosa, exigente, deliciando-se naquela pica que se movimentava sem parar dentro dela. Então ele a deitou de bruços, minha esposa estirou e abriu bem as pernas, como estivera de manhã na praia. Luís colocou-se entre elas e desta vez não precisou se masturbar, beijou suas costas, sua nuca, ela segurou o caralho latejante e o reconduziu para a buceta ansiosa. Aquela pica latejante enfiou-se até o fundo, preenchendo-a completamente, começaram a se movimentar com desejo e tesão, o cacete indo e vindo em suas entranhas ferventes, até que ela, novamente aos gritos, multiorgásmica, gozou vezes seguidas sentindo aquele caralho roçando suas coxas e bunda, até Luís esporrar profusamente, minha mulher sentindo aquele jorro quente e denso escorrer dele para dentro dela. Dormimos todos juntos naquela noite inesquecível. Ela, exausta e realizada, entre seus dois homens. Acordei de madrugada com a oscilação da cama e os gemidos de Cida a meu lado. Ela estava deliciosamente de quatro, Luis atrás dela, segurando-a pelos quadris, o caralho profundamente encravado em sua buceta enquanto ela rebolava febrilmente a bunda de encontro a ele. Sem deixar o cacete escapar de suas entranhas Cida girou o corpo em minha direção, pegou meu pau enrijecido e o colocou na boca, chupando-me gostosamente enquanto Luis a fodia por trás. Ergui-me e Luis me cedeu o lugar, deitando-se. Cida, com meu caralho enfiado na buceta, voltou-se para ele. Por um momento pensei que ela também iria sugar seu cacete, mas não. Colocou-o entre os seios, pressionando-o, e começou movimentos de vai-e-vem, deixando-o alucinado. Às vezes, quando a cabeçorra assomava dentre seus seios, Cida dava umas lambidelas naquela glande latejante até que tomou o caralho até o fundo da boca, chupando-o com maestria e volúpía. Por cerca de duas horas eu e Luis nos revezamos vezes sem conta em sua buceta e cu, um de cada vez, deixando-a extenuada, até mais uma vez realizarmos o epílogo de uma dupla penetração, na qual também nos alternamos. Na manhã seguinte cada qual seguiu seu caminho, nunca mais o encontramos, eu e Cida agradecidos a ele por ter merecido o presente especial que lhe havíamos dado.
Ancora nessuna reazione.

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