Minha Esposa 9
A nossa vida não se resume a somente um aspecto. Mas é importante que possamos viver intensamente aqueles momentos que nos são importantes. O sexo é somente um deles e quando não estamos envolvidos em nossos momentos, vivemos normalmente como se nada nunca tivesse acontecido. Usamos o sexo para nossos momentos de lazer e então nos permitimos muita liberdade, pois sabemos separar isso do resto de nossas vidas.
Foi pensando assim que resolvemos introduzir nosso compadre em nosso convívio. Ele é uma pessoa , como já disse antes, extremamente discreta. O tipo que alguém poderia ter como amante. A Lúcia, como já disse antes, achara interessante e excitante o tamanho do pênis dele ( nem tanto grande, mas grosso).
Foi assim que ele se tornou o amante regular da minha esposa.
Estávamos indo embora de Recife, eu estava começando um novo trabalho em Florianópolis e aproveitaríamos a viagem para conhecer o litoral sul do nordeste, em especial, da Bahia. O nosso compadre tinha um curso marcado para setembro no Rio. Resolvi antecipar nossa partida para Floripa para a mesma época. A Lú também achou uma boa idéia convida-lo para viajar conosco até Salvador. Na verdade ele não tinha tempo para acompanhar-nos em nosso tour, mas iríamos dar uma carona até Salvador onde ficaríamos por dois dias e de lá ele seguiria seu destino.
Fomos de carro e, embora não tivéssemos combinado nada ainda, a Lú sabia que eu não tinha restrições para ela e ele ( o compadre ainda não sabia que eu sabia . VEJA CONTOS ANTERIORES NO TÍTULO minha esposa). Ela viajou o tempo todo de miniblusa e shortinho, eu procurei deixá-la bem à vontade. Dentro do carro, todo fechado por causa do ar condicionado, todo aquele calorão lá fora e vidros escuros, ficávamos à vontade. Assim, fomos ficando bem acostumados os três. Numa parada , enquanto eu abastecia, a Lú resolveu descer e, naqueles trajes, foi todo mundo logo olhando, só me apercebi quando a vi andando em direção à lanchonete, como eu não podia sair dali, pedi para o compadre ir junto para cuidar dela
-É melhor você ir junto e tomar conta, têm muita gente por aí!
-Tudo bem eu cuido dela. Foi a resposta. Achei muito bom ele tomar conta dela no posto. Aquela gaviãozada toda de olho na minha Lú naqueles trajes bem à vontade, e o compadre junto, tomando conta dela. Meu amor tinha dois para tomar conta. Na verdade, percebi que ele posou de maridão dela naquele momento, mas não me importei, fiquei, na medida do possível , distante.
Chegamos em Salvador já à tardinha, então chamei o compadre para ficar conosco naquela noite. Era por nossa conta. A Lú reforçou, não sei exatamente porque ela pediu para ele ficar conosco, mas acho que ela não estava pensando em nada obsceno, só queria facilitar as coisas para ele. Eu sim, estava pensando em coisas mais apimentadas. Procuramos um hotel no centro e, sinceramente não lembro o nome, era confortável. Pedi, antes que o compadre se pronunciasse, um quarto para três, com tanta naturalidade que o recepcionista prontamente nos ofereceu um com três camas ( o normal nesses casos seria um quarto conjugado). Olhei para a Lúcia e perguntei se não se importava. Então o recepcionista se tocou e disse
- Ah desculpe, mas não temos quartos conjugados, se preferirem, posso lhe arranjar dois próximos.
Dando uma de desinteressado falei
- Mas aí será muito caro, é só por uma noite, ficamos com esse mesmo.
Nos acomodamos e, enquanto a Lú foi tomar seu banho, fiquei tomando uma cerveja com o compadre e combinando o que poderíamos conhecer de Salvador naquela noite. No clima de descontração em que estávamos, nem me perturbei quando a Lú saiu do banheiro nos trajes em que estava: Calcinha preta e um hobie preto, curtinho e transparente.Mesmo querendo parecer natural, nosso compadre não consegui evitar o embaraço. A Lúcia com as coxas de fora até dois palmos acima do joelho, seios aparecendo por sob a transparência do tecido preto e um decote bem generoso. Acho que seu embaraço era por eu estar ali e a Lúcia demonstrar tanta intimidade com ele. Mas ele percebeu que eu não me importei e ficou na dele, aos poucos, foi entrando no clima e se permitindo a liberdade de olhar para o corpo da Lú. Enquanto ela ficava ali na nossa frente bem descontraída ajeitando os cabelos, terminamos nossa cerveja.
Quando eu saí para tomar meu banho, a Lú fazia as unhas dos pés, com uma perna dobrada e levantada em cima da cama conversando com o compadre e ao mesmo tempo deixando ver todo o volume do que estava por baixo da calcinha.
No banho, eu me contive para não me masturbar com toda aquela cena.
Esperava que os dois ficassem à vontade. Tomei um banho cheio de tesão e voltei para o quarto.
Achei até estranho a Lúcia não me perguntar nada sobre como deveria se comportar ou se vestir na frente dele, mas como as coisas estavam se desenrolando naturalmente desde que iniciamos a viagem, acho que tanto eu como ela desejávamos que a relação dela com o compadre se estabelecesse assumidamente.
O que ela queria? Seria ter um amante fixo? Iria ficar se dividindo com os dois, o marido e o compadre?
Se ela iniciasse algo com ele na minha frente, seria permanente. Não poderíamos simplesmente descartá-lo no dia seguinte, de vez que era pessoa do nosso relacionamento familiar.
Nós nunca faláramos sobre uma situação assim apesar de que implicitamente ela já era dele por tê-lo servido uma vez. Será que ela já esperava por aquilo como uma coisa natural? De qualquer maneira, como gosto de vê-la nos braços de outro... por que não? Ele era de confiança não era? A partir de então, passei a agir sem me preocupar com a presença dele.
Deitei-me com ela na cama quando ele foi para o banho e começamos com nossas brincadeiras, quando ele saiu do banho (de pau duríssimo por baixo da cueca) ela estava por cima de mim me beijando. Adorei quando ela disse para min
- Você é um marido muito bonzinho viu?
Isso era uma deixa do que ela queria. Ele não ouviu mas quando viu que estávamos naquele sarro na frente dele, sabia que estava aceito pelo casal. Nesse instante ele deve ter imaginado que eu sabia sobre aquela história dos dois (veja contos anteriores). E imaginado também que ela deveria ser mais uma mulher putinha. Como a mulher dele também era.
Na verdade ele tinha razão, era mesmo, só que nós nos entendíamos sobre isso.
Então paramos as brincadeiras e fomos nos aprontar para sair. Fomos a um forró que havíamos combinado antes. Chegando lá, sentamo-nos à mesa e a Lú pediu para dançar. Levei-a primeiro, estava deliciosa; cabelos soltos e ondulados, vestido de tecido bem fino e macio, mesmo não sendo muito curto ( um palmo acima do joelho) o tecido deixava sentir na mão a gostosura da pele e da calcinha por baixo. Uma blusinha amarela decotada, deixando ver o vão dos seios, com um sutiã fino por baixo.
Brincamos por uns quinze minutos no salão que estava cheio, encoxei gostoso minha puta, sentindo seu sexo quente na minha perna.
Voltamos para a mesa e o compadre já havia pedido a cerveja (ao final ele fez questão de pagar a conta do bar, já sentia que iria ganhar muito mais naquela noite).
Algum tempo depois ele pediu para dançar com a Lú, e lá se foram os dois. Vez ou outra eu os via entre os dançarinos.Ela estava sempre encoxada por ele num rebolado maravilhoso, fazendo aquela saia fina balançar sobre a bundinha. Eu imaginava que ele estava sentindo aquele mesmo sexo quente e gostoso dela na sua coxa. As mãos dele seguravam maliciosamente nos quadris dela que o abraçava pelo pescoço.
Ficamos na brincadeira até as duas da madrugada quando resolvemos voltar para o hotel, afinal, viajáramos o dia inteiro, todos estávamos cansados. A Lúcia havia brincado e dançado com seus dois homens. Havíamos chegado a isso naturalmente, sem ninguém forçar a barra.
Nesse clima de total descontração chegamos ao hotel que àquela hora estava sem nenhum movimento, só o recepcionista. A Lú entrou coberta por um casaco leve.
Subimos para o quinto andar, e, no elevador, só nós três. Puxei-a para mim, e num beijo gostoso, brinquei com sua calcinha, puxando tudo para dentro da bunda, ele só ria, simulamos um forró e, no embalo, ali dentro do elevador, passei-a para o acompadre que a encoxou um pouquinho e devolveu ela para mim. Tirei o casaco que lhe encobria os ombros, e enfiando as mãos sob a blusinha, soltei a alça do sutiã que ficou preso ainda pelos braços.
O elevador parou, corredor vazio. Antes de sair, puxei sua blusinha para cima. Ela ria, já embalada por alguns chopp, levantou os braços e a blusa saiu rapidamente. Já saindo do elevador, ao baixar os braços, esqueceu que o sutiã estava solto e caiu-lhe pelos braços, descobrindo seus seios, fazendo-a tomar um susto pelo imprevisto. Encolheu-se um pouco cobrindo os peitos ainda com o sutiã nas mãos. Nesse momento eu levantei sua saia, o compadre, entrando na folia, passou a mão no meio da sua bundinha que estava com a calcinha enfiada. Ela, entre risos, se assustou de novo e largou os seios para se defender das mãos que a atacavam por trás.
- Agora são dois tarados éh! Assim não, gente, estamos no corredor!
Falou isso colocando-se de frente para nós dois, já com os seios livres, balançando na nossa frente. Imediatamente minhas mãos procuraram suas tetinhas lindas. O compadre só achava graça, contendo-se um pouco para tocá-la. Já estávamos no meio do corredor e a Lú deu uma corridinha na frente para não correr o risco de ser comida ali mesmo no corredor, mas teve que esperar para eu abrir a porta. Nesse momento enquanto eu abria a porta, o compadre fez alguma coisa que provocou um gemidinho nela. A Lúcia já não se preocupava mais em esconder os seios, ficava à vontade, já pressentindo que seu corpo seria nossa diversão pelo resto da noite.
Abri a porta, entramos, mas segurei-a ainda no hall de entrada que dá para o banheiro e armários. Encostei ela na parede, enchi a mão na sua buceta e ela deslizou pela parede para a saleta de estar, que ficava junto do quarto, já com o compadre ao seu encalço. Nessa hora, inebriados pela noitada, cervejas e pelo tesão, com o clima de sensualidade e liberdade que estava no ar, minha esposa não tinha a mínima chance de não ser desfrutada pelos dois. Naquele momento, ela era apenas uma fêmea nua sozinha com dois homens loucos de tesão, e ela iria ser aproveitada até os dois se saciarem. Não tinha mais como mudar isso, eu sentia toda a liberdade e o tesão que isso dava, em fazer dela o que quisesse.
Quando ela sentiu o desejo daquelas duas feras que estavam com ela no quarto, falou
Não vão tirar a minha roupa não (falava da saia e calcinha que sobraram), seus safados!
-Então tira você, senão a gente arranca.Faz um strip pra gente.
Ela, sem alternativa, subiu no sofá e ensaiou um rebolado, o compadre se apressou em ligar o som ambiente. Lúcia soltou a saia deixando cair-lhe aos pés. Pegou a saia e jogou em mim. Depois foi abaixando a calcinha, com um sorrisinho meio envergonhado que me lembrou da primeira vez quando a entreguei para ser puta (MINHA ESPOSA 3). Essa indicação de submissão me deixou ainda mais louco. Encolhendo-se um pouco, foi descendo a calcinha até os pés. Então tirou e jogou no compadre que agarrou e cheirou. Isso era uma indicação clara de que ela também queria ele.
Nos aproximamos, começamos, com calma a boliná-la. Apalpei suas tetas e cheirei seu pescoço, enquanto o compadre pegava na buceta e alisava as coxas. Ela fechava os olhos, inclinava a cabeça para o lado e parecia amolecer toda, dobrando os joelhos. Pegamos ela no colo e colocamos em cima da cama. Iniciamos um lambe-lambe nela. Eu nas tetas e pescoço, ele nas coxas e na saliência do monte de Vênus. Ela não tinha mais dono. O compadre tirou a roupa e deitou-se sobre ela que abriu-lhe as pernas. Foi engolindo ele aos poucos, com movimento dos quadris. Eu acariciava seus cabelos enquanto ele se movimentava lentamente dentro dela, não gozou, saiu e foi lavar o pau, eu deitei por cima dela (agora era a minha vez). Seu buraco estava todo molhado, lubrificado pela penetração anterior, entrei sem nenhum esforço e deitei meu peso sobre a nossa mulher, brinquei um pouco dentro dela que gostava, dava umas remexidas leves e uns gemidinhos abafados. O compadre voltou do banheiro e colocou-se ao lado da cama com o cacete próximo de sua boca, levantei a parte de cima do corpo, ficando apoiado nas mãos mas ainda enfiado nela. Ele colocou o pau em sua boca que o engoliu sem cerimônia. O mesmo movimento lento na boquinha. Agora ela tinha um pau remexendo dentro da buceta e outro na boca. Acho que foi a primeira vez que meu amor agüentou dois assim.
Devido ao efeito do álcool, nós não estávamos com muita facilidade para chegar ao orgasmo. Melhor, assim brincávamos mais. Ela sim, foi gozando bem selvagemente, na primeira vez, com os dois enfiados nela. Foi se entusiasmando e quando mais ela se contorcia e gemia com aquele pau enfiado na boca, mais nós enfiávamos com força. Ela excitava mais, passava nervosamente as mãos pelo próprio corpo e agarrava o pau que estava na sua boca e agora ela mesma chupava num vai-vém frenético, eu abria suas pernas e metia com toda força que podia. Ela deixava as pernas bem abertas para receber com violência, querendo mais. O compadre fazia o mesmo na sua boca como se estivesse fodendo numa buceta, abraçava sua cabeça como quem se agarra aos quadris, curvava-se sobre ela dava estocadas em sua boca. Ela parecia louca, e gozou tremendamente assim. Nós não.
Então ela foi desfalecendo e ficou toda gostosa deitada na cama. Ficamos ao seu lado acariciando e pouco depois ela começou a se remexer e esfregar as pernas uma na outra. Nós começamos de novo. Fui até o banheiro para lavar o pau e colocar na sua boquinha enquanto o compadre já ajeitava o seu na buceta dela. Estava agora virada de lado, e erguia uma perna para que ele fizesse a penetração, como uma vadia. Ele ficava com o tórax por trás dela , também virado de lado, e uma perna entre as dela, penetrando desse jeito.
Foi como me lembrei, não sei como, que poderia ser arriscado ele gozar dentro dela. E se engravidasse?
Voltei do banheiro e falei no ouvido dele Acho que ela está fértil, é melhor não gozar dentro. Ele acenou com a cabeça, ficou mais um pouco e saiu de dentro. Entrei na vaga dele. A vadia nem mesmo abaixou a perna para a troca. Estava toda arrombada, larga, molhada. Meu pau sentia-se livre dentro daquela vagina de puta. O compadre colocou-se de joelhos na cama e começou a esfregar o cacete nos seios dela. Esfregava bem nas auréolas salientes. Auréolas que eu já tinha chupado tanto. Essa visão não era constrangedora, ao contrário, era excitante, ver minhas tetinhas perfeitas sendo usadas para esfregar um pau.Espremia entre os dois peitos. Ela só gostava. Sorria de olhos fechados sendo devassada por seus dois machos. E foi gozando devagar, abrindo a boca. gemendo. Mas agora mais calmamente. O compadre começou a gozar no meio dos seios da nossa mulher. O líquido esbranquiçado escorrendo pelos biquinhos salientes, aquilo me levou ao máximo e comecei a gozar , sentindo-a totalmente devassada, aberta com sua buceta aberta, folgado dentro dela, os seios cheios de esperma aquele pau esfregando e espalhando nela. O meu gozo veio violento e longo , aproveitei cada estocada, jogando jatos fortes dentro dela com toda vontade.
Estávamos todos exaustos, dormimos ali mesmo. Pela manhã ela levantou mais cedo, tomou um banho e voltou a deitar entre nós. Incrível, ainda estávamos no clima. Naturalmente, começamos a fazer uns carinhos nela. Não havia barreira por sermos casados, o compadre participava de tudo sem constrangimento para nenhum de nós.
Aquela maneira de acordar, ainda meio sonolentos e embriagados no clima da noite anterior, foi muito bom, pois não permitiu o constrangimento do dia seguinte. Simplesmente continuamos, sem fazer considerações sobre nossa nova situação.
Enquanto eu a beijava nos seios, ele beijava seu pescoço. Estávamos nus os três e começamos a esfregar nossos cacetes por todo seu corpo, quando a excitação aumentou muito, deitei encima dela num papai e mamãe e penetrei. Ela falou
- Gente eu não quero gozar
- Tudo bem, eu vou gozar rápido. Falei eu.
Ela estava larga ainda e fui gozando rapidamente enquanto ela ficava com as pernas abertas. Desfaleci sobre seu corpo e, ao sair de dentro para ir tomar meu banho, o compadre já estava pronto ao lado. Arranjou uma camisinha que ele devia estar levando na mala. A Lúcia continuou de pernas abertas, ele a invadiu e ficou lá em cima dela. Já no banheiro ouvi ele gozando.
Fomos para o café onde procurei desviar a conversa para amenidades, procurando não deixar espaço para o silêncio para não criar clima de constrangimento mas acho que todos nós assumimos tão bem a nova condição de ela estar compartilhada que simplesmente não se tocou no assunto como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Naquela tarde nosso compadre seguia viagem para o Rio e nós continuamos por mais dois dias em Salvador.
Como estaríamos morando distantes à partir daquele momento, antes de sair, como não havia nenhum clima de orgia, ele ainda me pediu em separado, para se despedir da Lú. Como dificilmente nos veríamos novamente,deixei que ele aproveitasse.
-Eu vou lá para o saguão e espero vocês Falei.
A Lúcia que estava a um canto do quarto, só olhou para mim, um tanto surpresa e depois abaixou os olhos.
Ela devia saber que eu estava saindo do quarto para ele comê-la, mesmo assim, ficou calada. Não sei o que fizeram, mas ele demorou uns vinte minutos com ela, depois desceram.
Depois, no dia seguinte, eu perguntei a ela o que tinha acontecido e ela me respondeu que, após eu sair do quarto, ele simplesmente falou que queria transar com ela para se despedir. A Lúcia sem falar nada, tirou a roupa e se deitou na cama. Então ele deitou por cima dela e fez o que tinha que fazer.
Essa naturalidade dela me espantou um pouco, já estava longe o tempo em que ela ficava receosa mesmo para se despir para outro homem.
Depois que ele partiu, usamos os dois dias que tínhamos na cidade e nos divertimos. À noite eu transava gostoso com ela sentindo ainda sua bucetinha aberta e seu corpo gostoso, todo amaciado.
Depois disso ainda encontramos o compadre algumas vezes de visita em nossa casa mas isso já é outra história que fica para depois.
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