minha esposa 10
Este relato inaugura a fase mais atual da minha história com a Lúcia.
Morando em Florianópolis, a Lúcia hoje já até sai sozinha para passar a noite com algum amante ( situação impensável quando comecei a torna-la minha puta mas quando se está na chuva é para se molhar mesmo!). Essa situação evoluiu de algumas de nossas noitadas em que eu a ofereci a algum outro homem e acabou havendo um vínculo entre eles. Conforme constato, é só um tesão dela em satisfazer outro homem. Uma certa afeição ela só tem mesmo pelo nosso compadre conforme relatei o início da relação em uma das histórias anteriores de minha esposa.
Pois bem, um dia ela me passou o convite que seu amante (ao qual eu mesmo a havia introduzido) para passarmos uma noitada juntos.
Demonstrando um certo ciúme, eu perguntei a ela se estaríamos juntos ou ela iria ficar com ele também. Ao que minha Lú respondeu singelamente:
- É que ele quer te mostrar o que faz comigo.
Então eu já me preparei para o pior, seria uma noite de orgia, para ver minha mulher sendo puta. Mas um wisky me deu novamente o tesão necessário para encarar. Afinal ela era criação minha.
Lá fomos nós. A Lúcia separou um penhoar daqueles transparentes e tive a oportunidade de acompanhar sua preparação: Calcinha dentro da bunda e soutién de renda, perfume, batom. Era minha puta que se aprontava para uma saída com a maior naturalidade do mundo. Quando me viu observando-a falou para mim:
- Gostou?, é assim que eles gostam. Viu a sua putinha?
- É claro que eu te adoro sua puta fui eu quem a fez.
- Então vem junto comigo, vem pra ver comerem a tua mulher, vem. Você não me queria assim? Agora vai ver tudo o que fazem comigo, e você é o responsável meu amor.
Então fomos. Chegamos ao apartamento dele (um prédio até bacana, ali próximo da ponte velha de Floripa.
O Eduardo nos recebeu muito bem, na entrada foi dando logo um beijo carinhoso na Lú e entramos. Depois de uma meia hora de batepapo e wisky ele me perguntou se eu aceitaria jogar cartas com alguns amigos que moravam próximos. Tudo bem para mim, já percebendo que seria coletiva a coisa. Só que nenhum dos três que chegaram trouxe mulher. Parece que iriam fazer uma noitada com a lú. Mas ela não se mostrou muito perturbada com a chegada de nenhum deles. Eu já tinha visto minha mulher em muitas situações com homens mas nunca numa suruba com quatro. Mas pelo jeito eu estava meio por fora pois ela não se abalou em ser a única ali. Foi naquele momento que percebi que havia perdido o controle de minha esposa há algum tempo.
E a brincadeira começou:
Começamos a jogar um pôquer rápido e segundo as regras ditadas pelo Eduardo apenas as minhas vitórias é que colocavam roupas nela, todos os demais, ao vencer uma rodada ela tinha que se despir.
O Eduardo me falara em particular que não havia dito aos seus amigos que eu era o marido dela e que me sortearia por acaso para defende-la no pôquer. Então eu só tinha que ficar quieto para não me denunciar e assistir minha esposa sendo usada. Ele falava com essa liberdade para mim pois eu é que o havia introduzido (literalmente) para a Lúcia e sabia que eu gostava de vê-la sendo desfrutada.
Não precisa dizer que tomei uma lavada no jogo e a cada peça que eu a fazia vestir, ela tinha que tirar três. Rapidamente ficou nua para nossos olhares, sentada no sofá, só aguardava a ordem para levantar e tirar ou colocar uma peça. Confesso que estava divertido jogar a sorte dela numa partida de pôquer. No meio do jogo o Eduardo ainda mandou que ela fizesse, já seminua, um cafezinho para todos. Mas as apostas mais pesadas vieram depois que ela estava completamente nua. Agora, ou eu recuperava uma peça de roupa dela ou ela iria chupar o vencedor por debaixo da mesa. Eu sozinho contra quatro, não deu outra, logo a Lúcia estava agachada sob a mesa mamando um dos caras. Ela atendia a todas as imposições sem se importar com minha presença ou ficar constrangida, só ia lá e abocanhava. Fez isso umas quatro vezes e só parava quando alguém vencia, então passava para o vencedor, na terceira vez eu vi o rapaz se contorcendo todo de tesão, ia gozar, então olhei por debaixo da mesa e vi que a Lú havia tirado da boca e o masturbava, até que ele gozou, espirrando nas suas mãos. Pois bem, um por um, ela chupou a todos naquela mesa. Dois gozaram. Era tudo sacanagem, enquanto ele gozava os outros roubavam para serem os próximos. De repente suas mãos começaram a abrir minhas calças e uma boquinha gostosa começou a me chupar, era quente e macia. Agora estava chupando seu marido, mas fazia como fizera para todos. Ela tentou fazer eu gozar mas estava muito tenso e não consegui, até que o Eduardo a puxou suavemente, determinando o fim daquela brincadeira.
Havia música suave e ele a enlaçou e levou para o quarto, ficamos na sala bebendo e conversando sacanagem com os dois que estavam lá dentro (eu não). Dois minutos depois ele voltara sozinho e falou:
Pessoal, hoje estamos com um colega novo no nosso meio (apontando para mim) e primeiro ele vai assistir a gente com aquela Dama e vai ficar de fora, depois ele brinca, vamos lá. Eles quase me levaram para o quarto carregado para eu ver minha esposa servir a todos eles. A Lúcia estava na cama deitada, foram todos para cima dela, chupando seus peitos, outro beijando-a na boca e começaram a penetração eu me espantei, pois estavam todos sem camisinha, fiz um sinal para o Eduardo e ele veio e me falou ao ouvido
Tudo bem, esse pessoal é tudo gente doméstica, ninguém sai por aí pulando cerca, eu mesmo tive que mostrar para eles que era seguro estar com ela, fazendo antes. Pra eles é uma festa única, uma mulher diferente da patroa deles.
Tudo bem, então me pus a observar até meio com raiva: ORA, ESTAVAM CANSADOS DA PATROA EM CASA E IRIAM FAZER A FESTA JUSTO COM A MINHA LÚ? ELA VIROU A TAL DA VÁLVULA DE ESCAPE AGORA, VÁLVULA DE ALÍVIO? Pensei.
Observei passivamente a todos irem para cima dela e gozarem, um após outro, com suas tetas nas mãos, lambidas e chupadas. Todos se satisfizeram com minha mulher. Alguns, depois de gozarem se afastavam dela outros permaneciam a brincar com seu corpo virando-a de bruços, deitando-se por cima dela, lambendo seu pescoço. Já era uma boneca de sexo para eles. Membros rijos em sua boca, melados de esperma limpados nos seus cabelos. A Lúcia simplesmente deixava eles brincarem à vontade e colaborava. Até que foi colocada de quatro com as pernas bem abertas dedos enfiados no seu cu e um deles meteu o cacete tentando entrar por trás mas ela apesar de completamente passiva aos caprichos deles não conseguia se abrir o suficiente para permitir a passagem, alguém a abriu com dois dedos indicadores das mãos fazendo-a gemer. Forçaram até abrir passagem e meteram na sua bunda agarrado aos quadris enquanto outro se masturbava no seu rosto, o de trás gozou na bunda dela e já estava sendo virada deitada para cima e lhe abriram a boca enfiando três dedos dentro, gozando a seguir pelos seus lábios e dentro da boca. Eles estavam fora de si. Estavam com uma mulher para fazer o que quisessem e já haviam feito de tudo mas queriam mais. Pareciam inebriados. Eu, embalado por wisky, assistia minha esposa fazendo ou deixando fazer aquilo com ela quase sem acreditar, mas participando à medida em que não dizia nada. Eles se satisfizeram com ela por uma três horas . Meteram em todos os buracos e deixaram-na lambuzada de esperma desde os cabelos até as coxas, sua boca estava escorrida de gozo pelos lábios.
Ela nem sequer tinha gozado, só se dava para eles, toda puta.
Estavam cansados e foram saindo aos poucos. Quando o último saiu de cima dela eu já estava até cansado de ver aquela cena (alguém enfiado nela de alguma maneira) Só no final quando ela já devia estar bem cansadinha é que gemeu e resmungou um pouco ao deitarem-se bruscamente sobre seu corpo, achatando seu corpo com o peso dos dois que a dividiam como colchão, mamando cada um numa têta, enfiando cada um uma perna pelo meio das suas. Tentaram os dois enfiar as mãos dentro da buçeta , conseguiram três dedos cada para abrirem toda (pareciam tentar rasgar), abriram tanto que, virada para mim, parecia um buraco enorme. Ela gemia e eles , com a outra mão livre agarravam uma teta ou seus cabelos já embarassados e puxavam.
Como vi que a estavam começando a machucar, pedi para brincar também e eles resolveram deixa-la para mim. Ainda disseram algo como ...o novato no clube pega a sobra...). A sobra da minha própria mulher, isso sim.
Ela estava largada sobre a cama. Não era a primeira vez que eu a pegava depois de uma sessão com alguém. Mas daquela vez ela estava bem usada. Deitada com as pernas abertas (só faltava ela pedir um cigarro, para completar a cena). Deitei-me por cima, entrei com meu cacete na bucetinha que nunca estivera tão aberta. Estava tão aberta e gozada que eu não sentia atrito no pau. Minha esposa toda aberta daquele jeito, sua língua e boca ainda cheias de esperma que escorria pelos cantos. Nunca a tinha visto tanta devassidão, aquilo me fez gozar quase de instantâneo. Enchi mais um pouco sua buceta. Embalado naquele clima de orgia, tirei o pau de dentro, e esfreguei-lhe pelo rosto. Para mim ela também estava sendo um objeto. Sempre tivemos uma relação mais carinhosa mas ali, naquele dia, com ela devassada pelos outros na minha frente e tornada um objeto para brincar, ela seria também para mim um objeto. O prazer de submete-la ao máximo. Assim é que passei a enfiar o cacete na buceta levando em seguida para a boca, fazendo ela chupar e lamber, sempre segurando pelos cabelos. Ela começou a gostar da orgia e sua boca procurava meu pau com gula a cada vez que tirava da buceta. Sentia prazer e desejo em cada lambida que dava com voracidade. Enquanto ela chupava, deixei meu joelho comprimindo sua vagina e ela imediatamente começou a sarrar nele, cada vez mais forte, aquela buceta já devia estar anestesiada de tão maltratada. E assim ela gozou na minha perna dando urros de prazer como poucas vezes eu tinha visto.
Depois me confessou que sentiu desejo e prazer de verdade quando foi devassada por mim. Antes, com os outros, era só um prazer de estar sendo desfrutada e estar servindo para eles se aproveitarem dela. Um prazer que ela curtia em ser dócil e permitir que a devassassem sendo uma mulher casada.
O Eduardo se tornou meio anfitrião e comandante de algumas taras depois disso. Mas não nos tornamos muito habituais. Acho que ele perdeu o tesão na Lú quando fez ela muito puta. Algum tempo depois, não tinham mais encontros mas pudemos explorar ainda algumas fantasias interessantes.
Depois, quando se torna rotina, perde a graça, então nós damos um tempo e praticamos novamente o par romântico, assim minha Lúcia volta a ter toda a sua aura de esposinha querida e carinhosa e qualquer ousadia já passa a ter uma carga erótica muito grande.
Noch keine Reaktion.
0
curtidas
9 Ansichten