Este conto ainda está sendo traduzido para o seu idioma — por enquanto, você está lendo a versão original. Esta página vai atualizar sozinha assim que a tradução ficar pronta.
Mais uma em nossa cama.
Publicado: 19/12/2011 22:00
Autor:centauro19x5
Categoría:Heterosexual
Quando mudamos de São Paulo para Foz do Iguaçu, minha Cida deixou grande número de colegas de trabalho. Muitos colegas, uma única amiga, sua xará que chamávamos de Cidinha.
Pouco depois, num retorno à capital paulista, estivemos numa pousada em Ubatuba, onde consegui lhe dar um presente especial (ver relato anterior: “Mais um em nossa cama”).
Cerca de três meses em Foz e ela recebe um telefonema da amiga, que viria cumprir a promessa de visitá-la. Fomos buscar Cidinha no aeroporto, eram cerca de 20:00 horas, foi um mútuo prazer revê-la. No caminho até a cidade as duas conversavam animadamente, colocando os assuntos em dia.
Da churrascaria fomos para casa. Cida olhou-me significativamente, sem que eu entendesse o brilho maroto em seus olhos, somente aos poucos a realidade daquilo me atingindo. Morávamos numa casa pequena, de um único dormitório, como acomodar nossa hóspede? Cidinha era, na época, passista de uma escola de samba paulista, mulata verdadeiramente curvilínea e tentadora, forcei-me a não pensar em bobagens.
A realidade era que minha esposa estava louquinha para me retribuir aquele final de semana em Ubatuba, e tudo se encaminhava favoravelmente para isso.
Com a desculpa de que somente havia um quarto, e o único ar-condicionado também ficava ali, Cida disse à amiga que ela nos faria companhia em nossa cama de casal.
Cidinha, visivelmente, relutou, mas diante da calorenta noite paranaense e da absoluta falta de acomodações, acabou concordando, mas não sem antes dizer que preferia ir para um hotel, etc, etc, etc.
Argumentamos que, além do tardio da hora, os hotéis estavam lotados naquela cidade turística, e que ela ficaria conosco por uma semana. Deixei as duas conversando e fui tomar um banho, deitando-me a seguir. Logo as duas trancaram-se no banheiro da suíte e eu estava quase adormecendo quando vieram se deitar. Estava no lado direito da cama, Cidinha ficou na esquerda, Cida deitou-se entre nós, deixando nossa visitante mais à vontade. Afinal, eu nunca tivera uma intimidade maior com ela, mas estava empolgado para sanar este detalhe.
O frescor do ar-condicionado nos fazia usar apenas um lençol como coberta, eu sentia o calor das coxas de minha esposa junto às minhas, ela usava uma camisolinha bem curta, no que era acompanhada pela amiga, soube-o depois.
Como sempre fazia Cida aninhou-se em meu ombro, passando a coxa esquerda sobre meu corpo, pressionando o caralho enrijecido que àquela altura o estava mais ainda. Com naturalidade beijou-me apaixonadamente, um beijo comprido e cheio de línguas, nossa hóspede moveu-se desconfortável do outro lado, achei que não haveria como passar daquilo, mas estava agradavelmente enganado.
Minha esposa puxou o cordão do pijama, envolveu meu caralho latejante e começou a fazer ostensivos movimentos de vai-e-vem, procurei não pensar e abandonei-me aos acontecimentos. O lençol era repuxado por aquela deliciosa punheta, denunciante. Não havia como, do outro lado, Cidinha ficar alheia ao que sucedia naquela cama.
Minha pica, pulsando de tesão na mão de Cida, ansiava por penetrar sua buceta. Gigantesca, era percorrida pela experiente mão que ia e vinha sem parar. Largou-me, sentou-se na cama e tirou a minúscula camisolinha, ficando totalmente nua. Atirou o lençol para os pés da cama e voltou a empunhar meu cacete, que estava maior ainda, recomeçando a punheta por algum tempo.
Soltou-me novamente, voltou-se para Cidinha, pegou sua mão e a conduziu em minha direção, colocando-a e segurando-a sobre meu pau latejante. Por alguns momentos ambos nos imobilizamos, diante do inesperado. Não sei o que as duas haviam conversado e combinado antes, mas aquilo pareceu ser o sinal verde para a amiga. Cidinha envolveu a cabeçorra e parte do caralho com sua mão, Cida mais um pouco do restante, senti-me quase que totalmente envolto pelas duas mãos que começaram, em conjunto, lentos e angustiantes movimentos de vai-e-vem, deixando-me louco de tesão. Aquela tortura durou alguns momentos, até que ambas me soltaram. Cida ergueu-se e me empurrou para o meio enquanto Cidinha despia a camisolinha, ficando também totalmente nua. Não me fiz de rogado e também fiquei nu, deitando-me entre as duas.
Cida reclinou-se para mim, buscando meus lábios. Enquanto nos beijávamos apaixonadamente, Cidinha aconchegou seu corpo ao meu e voltou a agarrar meu caralho, eu sentia deliciosamente os seios das duas roçando meu peito. Preso e indefeso entre aquelas duas lobas famintas, deparei-me com a dura realidade: o condenado iria realmente ter uma lauta e última refeição.
Deslizei vagarosamente a mão direita pelas costas de minha mulher até chegar a seus quadris, comecei a acariciar uma das polpudas nádegas. Minha mão esquerda apoiou-se na coxa de Cidinha, que também se arrepiou com meu contato. Resvalei levemente a ponta dos dedos por sua perna até encontrar a densa cobertura de pêlos sedosos, a racha intumescida estava bastante molhada pela antecipação. Cidinha entreabriu levemente as coxas, meu dedo se inseriu no começo daquela abertura em fogo e comecei a deslizá-lo vagarosamente, provocando-lhe contrações de prazer.
Cida, por sua vez, avançou o corpo, minha mão alcançou o começo de suas coxas. Empinou as nádegas fartas, meus dedos apoiaram-se em sua buceta encharcada onde também comecei a fazer movimentos circulares. De quando em quando roçava os dedos ensopados por suas secreções em seu ânus, lubrificando sua outra abertura, o que lhe proporciona também muito prazer. Enfiei ali a ponta do indicador, senti seu anel de fogo pressionar e se contrair espasmodicamente em meu dedo. Fiquei assim acariciando aquelas duas mulheres tomadas pelo tesão, pela vontade de meter.
As duas estavam novamente envolvendo meu caralho que parecia iria explodir de tão latejante, eu me revezava entre seus lábios, beijando ambas com volúpia. Mas meu suplício estava apenas começando.
Como se num acordo antecipado as duas se soergueram e se deslocaram ao mesmo tempo por meu corpo. Beijando meu peito, a barriga, chegaram ao caralho que estava enorme. Cida foi mais rápida e o abocanhou prontamente, senti a cabeçorra ser engolida com sofreguidão enquanto Cidinha pressionava o restante delicadamente com os dentes. Por um momento ocorreu-me que os lábios delas forçosamente se roçariam às vezes, e aquela possibilidade me excitou ainda mais, não que eu soubesse se alguma delas fosse bi.
Minha pica ia e vinha deliciosamente na boca experiente de minha mulher, eu me retorcendo entre as duas. Cida então me soltou, senti os lábios de Cidinha deslizarem por meu caralho até ela tomá-lo deliciosamente por sua vez. Pressionando-me, começou lentos movimentos de vai e vem, meu pau deslizava de seus lábios até quase a garganta vezes sem conta, deixando-me alucinado de desejo.
- Venha, Cida – pedi – quero chupar sua buceta...
Ela prontamente ergueu-se, entreabriu as pernas e, ajoelhada, apoiada na cabeceira da cama, colocou a buceta em meus lábios. Minha língua deparou-se com sua racha molhada, comecei a deslizá-la ao longo de sua abertura escaldante, aproveitando que ela se esfregava em minha boca.
Uma característica de minha esposa é o intenso fluxo de secreções que a lubrificam quando está excitada, fluxo este que muitas vezes, enquanto estamos fodendo, me fazem tirar o caralho de sua buceta para que ela se enxugue, senão o lençol fica muito molhado. Quando inseri a ponta da língua naquela abertura fervente uma grande quantidade de sua calda escorreu deliciosamente para minha boca, atestando o quanto ela estava possuída pelo tesão. Chupei com vontade aquela buceta esfomeada enquanto meu pau era sugado por Cidinha, meu caralho enorme em sua boca.
Cida começou a gemer baixinho, em pouco tempo um forte orgasmo sacudiu seu corpo e a senti gozar em minha boca. Arfante, com um sorriso de cumplicidade, tirou a buceta de meus lábios e saiu de cima de mim.
- Agora é a sua vez – disse ela para Cidinha, puxando-a pelo braço.
Senti nossa convidada passar a coxa grossa por meu rosto. Ocupou o espaço em que minha esposa estivera e colocou suavemente a buceta intumescida em minha boca, seu cheiro me deixou com mais tesão ainda. Ela começou a se esfregar em mim, minha língua palmilhava aquela racha gostosa de cima a baixo, afastando os grandes lábios e sentindo o sabor e calor de suas secreções. Tomei o grelinho em minha boca e o sorvi suavemente, minhas mãos se elevaram e empalmaram seus seios, Cidinha retorceu-se de prazer. Foi quando senti Cida colocar-se sobre mim. Pegou meu caralho latejante, inseriu a cabeçorra em sua racha escaldante e, com um suspiro de satisfação, soltou o corpo, fazendo meu pau se enfiar de uma só vez até o fundo de suas entranhas.
Por um momento perdi meu ritmo com a língua na buceta de Cidinha, saboreando meu caralho ir e vir na de Cida. Minha esposa me cavalgava com volúpia, subindo e descendo o corpo em meu cacete que estocava esfomeadamente suas entranhas.
Aos poucos a respiração arfante de Cida se entremeou a gemidos, os gemidos se transformaram em gritos e os gritos em urros de puro êxtase quando ela gozou violentamente em minha pica.
Arfante, saiu de cima de mim, largando-se a nosso lado.
- Mostre a ela o que você sabe fazer uma mulher sentir com o seu caralho – pediu-me.
Era a minha vez. Cidinha deitou-se e abriu bem as pernas, flexionando-as, sua buceta se projetou esfomeada, convidativa, irresistível. Coloquei-me entre suas grossas coxas e me reclinei sobre aquela mulata espetacular, beijei seus seios, sorvendo gulosamente um dos mamilos. E então lentamente, muito lentamente, coloquei a cabeçorra de meu cacete em sua racha e me enfiei vagarosamente dentro dela. Eu nunca havia estado antes com uma mulata, o calor de seu corpo me pareceu bastante superior ao de uma mulher branca, quando enfiei o caralho naquela racha escaldante pareceu-me estar metendo em carnes ferventes.
Ela abraçou-me, procurando meus lábios, ergueu os quadris em minha direção, envolveu-me com as pernas fortes e me forçou contra si, fazendo o caralho se aprofundar ainda mais dentro dela. E então começou a se movimentar até com violência, fazendo meu pau ir e vir alucinadamente em sua buceta, que de quando em quando descrevia círculos fazendo minha pica se esfregar de tudo que é jeito em suas entranhas esfomeadas.
Procurei e envolvi a mão de minha mulher, transmitindo a ela, assim, meus movimentos dentro de sua amiga que gemia baixinho sob minhas fortes e contínuas estocadas. Cidinha revelou-se também ser uma mulher extremamente fogosa.
- Que... caralho... grande... Cida... – arquejou. – Nem... com... negros... eu tive... um pau... tão grande... dentro de mim...
- Aproveita, amiga, satisfaça-se no pau de meu homem... Eu adoro este caralho, também nunca tive um tão grande e grosso dentro de mim, antes dele. E você sabe que foram muitos...
Cidinha arquejava sob mim, movimentando-se sem parar em minha pica,
- Vou gozar... não é... à toa... que... você tem... esta cara... de mulher... satisfeita...
- Goza, amiga, dê este prazer a meu homem... – voltou-se então para mim – Está gostando de comer a buceta dela? É apertadinha? É o que você esperava?
Meu caralho, gigantesco, ia e vinha deliciosamente em Cidinha.
- Sim, princesa... sua amiga é uma delícia na cama... que buceta gostosa ela tem...
Eu me retorcia de prazer em cima daquela mulher extremamente fogosa, até porque ela cravava as unhas em minhas costas na procura de seu prazer. Senti sua respiração se entrecortar e as fortes contrações de sua buceta em minha pica quando ela gozou a primeira vez comigo.
- Áaaaaiiiiiiii.... estou gozando... que pau enorme... me fode... me fode... enfia tudo...
- Goza, Cidinha... goza gostoso no meu caralho... que delícia de buceta apertadinha... Você é uma mulher deliciosa para ser fodida... goza... ´incentivei-a.
- Me come... me come...
Cida apreciava o orgasmo da amiga bem ao lado, procurei sua buceta com a mão e comecei a massagear seu grelinho.
- Vocês duas sabem como dar prazer a um homem... – reconheci.
Tive uma idéia maluca que não sabia se daria certo, mas valia a pena tentar, Levantei-me e pedi:
- Deitem-se de lado, de costas uma para a outra.
Surpresas, elas o fizeram.
- Assim? – perguntou Cida.
- Quase. Dobrem as pernas como se estivessem sentadas numa cadeira.
Corrigi as posições:
- Cidinha, suba um pouquinho mais, preciso que fiquem com as bundas alinhadas.
Coloquei-me entre suas pernas dobradas, apreciando suas coxas grossas, os arredondados dos quadris, as nádegas polpudas de ambas encostadas. Elas me olhavam curiosas, sem saber exatamente o que eu pretendia, vendo o caralho em riste, a cabeçorra brilhante querendo mais.
Debrucei-me sobre elas, beijando-as. Então abaixei-me mais, conduzi o caralho latejante para o valo profundo entre suas nádegas e ali me enfiei gostosamente. Os regos estavam umedecidos pelo suor e secreções, minha pica avançou gostosamente, deslizando entre ambas. Elas entenderam a criatividade da posição e começaram a ondular as bundas uma contra outra, o caralho indo e vindo deliciosamente, roçando seus ânus e proporcionando novas e inéditas sensações a nós três.
Cida, arquejante, comentou:
- Que delícia... que caralho gostoso entre nós... está sentindo, Cidinha?...
Nossa convidada, ondulando o corpo sem parar, respondeu-lhe:
- Estou adorando. Abra um pouco as pernas, Cida, e bata uma siririca enquanto ele nos fode assim...
Minha esposa prontamente seguiu a sugestão. Mãos nos grelinhos, as duas se masturbavam avidamente enquanto o caralho ia e vinha sem parar entre suas bundas.
- Ah... que gostoso... como vocês fodem gostoso... – elogiei.
Aproveitei que estavam com as coxas meio erguidas.
- Não parem... – pedi.
Desloquei o cacete para o lado de Cida e me enfiei gostosamente em sua buceta encharcada, sentindo as duas se movimentarem uma de encontro a outra. Dei-lhe algumas estocadas, tirei o caralho que parecia iria explodir de tesão e meti com vontade na buceta de Cidinha. Fiquei assim por um longo tempo, revezando-me deliciosamente nas duas.
Outra idéia me ocorreu. Ergui-me, afastei Cida para o lado da cama.
- Cidinha, deite-se bem no meio da cama e abra as pernas.
Pensaram que eu iria foder só nossa amiga, mas eu cogitava uma verdadeira suruba. – Cida, coloque-se sobre ela e esfreguem o grelinho uma na outra – pedi.
Houve um instante de relutância, mas o erotismo que nos envolvia falou mais alto. Minha esposa assim o fez e as duas começaram uma gostosa briga de aranhas, fiquei apreciando as duas se movimentando uma contra outra, suas respirações ficando entrecortadas aos poucos. Minha mulher estava com as pernas esticadas, como se tivesse um caralho e o estivesse metendo na amiga.
- Cida, abra também as pernas.
Ela o fez, sem os grelinhos se desgrudarem. Coloquei-me entre suas pernas, debrucei-me e enfiei vagarosamente o caralho entre os grelinhos encharcados. Cida compreendeu então o que eu pretendia e ergueu ligeiramente os quadris, abrindo espaço para mim. Ajustei a cabeçorra latejante ali, ela soltou o corpo, fiquei indescritivelmente comprimido entre as duas, minha pica deslizando, indo e vindo sem parar. Era, verdadeiramente, uma masturbação a três. Ficamos assim por um longo tempo, dando-nos prazer. Mas ainda era pouco para nossas necessidades físicas e emocionais. Beijavámos-nos sem parar, às vezes os três ao mesmo tempo. Num daqueles momentos senti que os lábios das duas eventualmente se roçavam, até que o erotismo falou mais alto e se beijaram declaradamente, para minha empolgação.
Soergui-me um pouco, tirei o caralho dentre seus grelinhos intumescidos e abaixei-me, inserindo a cabeçorra em Cidinha. Empurrei minha pica que foi engolida esfomeadamente por suas entranhas em brasa. Com meu pau na buceta e o grelinho de Cida se esfregando no dela, Cidinha ficou alucinada com o que acontecia, movimentando-se fogosamente sem parar. Mas eu não iria deixar minha maravilhosa esposa fora.
Tirei o caralho enrijecido do corpo de Cidinha, ergui-me um pouco e me enfiei na buceta de Cida, preenchendo-a completamente.
- Pensou que eu tinha esquecido de você... – provoquei.
Ela ondulava sem parar o corpo entre os nossos.
- Que delícia... me fode... me come...
Eu estocava vezes sem conta meu caralho em sua buceta, sentindo a cabeçorra forçar e abrir caminho em suas entranhas que me devoravam com sofreguidão. Fui alternando-me entre elas, a certa altura não sabia mais coerentemente em quem estava metendo, mas as sensações estavam boas demais para me preocupar com isso.
Respirações entrecortadas, estava com o caralho enfiado na buceta de Cidinha, ela sentindo também o grelinho de Cida se esfregar no dela, quando as duas aceleraram os movimentos e, praticamente juntas, tiveram um violento e intenso orgasmo.
Deliciado com o que acontecia eu literalmente saboreava aquele momento, mais que com as sensações a consciência de que eu é que estava provocando aquilo nelas. E quando elas gozaram aos urros, precisei de um grande esforço para não acompanhá-las. Fiquei indo e vindo mais lentamente entre as duas, sentindo na pica as contrações que se atenuavam pouco a pouco em seus corpos deliciosos.
Meu caralho estava maior ainda, dilatado, volumoso, prenunciando minha ejaculação que se avizinhava. Deitei Cida a nosso lado e me concentrei em nossa convidada. Com um movimento inesperado passei a perna sobre seu torso, cavalgando-a. Beijei seus lábios com sofreguidão, sua língua invadiu minha boca enquanto eu acariciava seus mamilos intumescidos. Ergui-me, coloquei o caralho entre seus seios e comecei a me movimentar entre eles, numa gostosa espanhola. Cida não agüentou, sua boca avançou para meu caralho e começou a abocanhar a cabeçorra quando ela assomava, ficamos brincando assim por algum tempo.
- Estou sendo egoísta... – murmurou. Empurrou meu corpo em direção ao rosto de Cidinha, o caralho avançou ainda mais. – É todo seu, amiga...
Foi a vez de Cidinha me abocanhar com volúpia e ardor. Deixei seus seios e, enquanto as duas disputavam na boca minha pica enrijecida, eu me movimentava com sofreguidão. Mas eu queria mais. Recuei por seu corpo, posicionando-me entre suas
pernas abertas em êxtase, as coxas grossas me contendo. Meti novamente o caralho naquela racha fervente e recomecei a me movimentar sem parar em sua buceta apertadinha, enfiando o caralho para até quase tirá-lo e me aprofundando de novo, vezes sem conta.
Cidinha agarrou-se a mim, suas pernas me envolveram e me forçavam contra seu corpo delicioso, obrigando-me a preenchê-la completamente. Ela começou a gemer mais intensamente sob meu ir e vir, em pouco tempo teve mais um avassalador orgasmo. Sentindo as contrações contínuas de sua buceta em meu caralho, comecei a esporrar profusamente em suas entranhas insaciáveis, os jorros se sucedendo e espacejando aos poucos.
Tirei o caralho pingando de sua buceta e rapidamene, antes que o pau amolecesse, abri as pernas de minha esposa e me coloquei entre elas, minha pica avançou e se enterrou num só golpe em sua abertura que também queria mais.
Cida dobrou bem as pernas em volta de mim e arqueou o corpo com volúpia, o caralho continuou seu ir e vir em sua buceta sequiosa, que me comprimia indescritivelmente.
- Ahhhhhh... me fode... me fode... come esta buceta que é sua... mete... me faça gozar... – suplicava.
Acelerei ainda mais meus movimentos, o estrado da cama rangendo enquanto Cidinha ficava largada a nosso lado, extenuada.
- Goza... goza... – incentivei.
Os gemidos de Cida aumentaram de intensidade e em poucos instantes ela gozou escandalosamente em minha pica. Meus jorros quentes de esperma invadiram sua buceta, o mundo pareceu parar de girar quando esporrei gostosamente mais uma vez.
Fomos nos imobilizando aos poucos, finalmente saciados, ao menos por aquela noite.
Dormimos os três nus e abraçados. E repetimos tudo nas noites que se seguiram até que nossa amiga se foi, deixando memórias inesquecíveis.