Irmã Caçula Já Sente Tesão
Eu sempre fui apaixonada pela minha irmã, então estava sempre olhando pra ela (todo mundo sempre me chama de “irmã coruja” ou “irmã babona”), mas na manhã depois do ocorrido foi diferente porque ela estava me encarando de volta com um brilho lindo nos olhos castanhos e um sorriso que me deixava ao mesmo tempo com o coração derretido e a buceta levemente melada. Ela parecia agitada como se estivesse ansiosa pra ficar logo sozinha comigo.
Meu pai só tomou um café preto e foi pro trabalho, minha mãe tomou café da manhã com a gente, passou as tarefas do dia e saiu pra trabalhar também, deixando nós duas ali na cozinha. Assim que a Lara ouviu o portão elétrico terminar de fechar, já falou.
– Marina.
– Oi, minha lindinha. – falei com todo carinho do mundo.
– Você sente coisa na sua florzinha também? – perguntou aumentando o sorriso.
– Como assim? – minha buceta até piscou ao ouvir a palavra “também”.
– Ah, maninha… Quando tu dá banho “nimim” é diferente da mamãe e do papai. É mais gostoso…
Quando ela começou a explicar fiquei surpresa, de fato ao dar banho na Lara eu sempre aproveitei pra fazer um pouco de carinho pelo corpinho dela, em especial na bucetinha. Não chegava a ser uma siririquinha, era um carinho mesmo, mas eu fazia de forma muito discreta para que a Lara não estranhasse, eu não sabia nem que ela notava e muito menos que ela gostava disso.
– Mesmo? Você gosta? – perguntei corando de vergonha.
– Sim. E eu sinto uma coisa na minha florzinha, dá vontade de ficar mexendo nela as vezes. Mas a mamãe me pegou uma vez e disse que é feio menina fazer isso e mandou não fazer mais, mas é tão bom. Você sente também, né? Eu vi você mexendo na sua florzinha, maninha.
– Todo mundo sente, lindinha. Até a mamãe. – contei uma verdade que as mulheres são ensinadas a reprimir de geração em geração. – Mas não é feio não, ela só te disse isso porque alguém disse isso pra ela. Mas se ela mexesse mais na florzinha dela, não ia ficar tanto de mal humor.
– Isso é verdade. Eu fico mais feliz depois de mexer na minha florzinha. – o jeito inocente dela falar de siririca me deixava com o tesão a mil.
– Você gostou de me ver fazendo isso ontem?
– SIIIIIIIM! Eu gostei muito, muito, muito. Deu vontade de mexer na minha florzinha também, como se fosse uma coceira lá, mas só que de um jeito bom. – se a Lara soubesse o quanto mexia comigo só falando isso…
– E porque não mexeu, lindinha? Eu ia amar ver.
– A mamãe disse que é feio menina fazer isso, eu não sabia que podia. Pensei que só menina grande como você podia.
– Não é feio nada, é muito é gostoso. – respondi dando um sorriso malicioso, como de criança que vai aprontar. – Só não pode deixar a mamãe saber. E eu prometo que não conto se você não contar. Mas deixa eu ver você fazendo? Por favorzinhooooo.
– Claro que sim, maninha. Pode ser agora? Eu to sentindo aquela “coceirinha” na florzinha.
– Claro que pode. – afinal, eu já estava com a calcinha encharcada aquelas alturas.
Ela saltou da cadeira e veio me puxar pela mão pra irmos pro quarto, naquela típica euforia infatil, eu até ri. Eu sentei na minha cama enquanto ela ia até o baú onde ficavam os brinquedos. Depois de pegar um grande ursinho de pelúcia quase do tamanho dela, a Lara tirou o short e a calcinha e deitou na cama.
Ela abraçou o ursinho antes de começar a brincar de siririca. Ela começou pegando a mão do ursinho e esfregando nos biquinhos do peitinho dela por cima da camisa, aposto que era influência minha que gostava de fazer carinho rodeando os dedos nos biquinhos dela durante o banho, mesmo os peitinhos ainda sendo retos.
Depois de suspirar e fechar os olhos, ela encaixou a bucetinha na perna do ursinho e começou a se esfregar nele, foi uma das cenas mais lindas que já vi na minha vida. Ver prazer no rostinho da minha irmã e ouvir os gemidinhos baixos na voz de criança totalmente inocente me deixou com mais tesão do que eu posso explicar.
Não resisti e arranquei a minha roupa as pressas, separei bem as pernas pra ela conseguir ver cada movimento dos meus dedos na minha buceta, também passei as unhas de leve pelo meu pescoço e brinquei com meus peitos com a mão livre. Ela não parava de se esfregar no ursinho, nossos gemidos se misturavam no ar formando a música mais gostosa e sexy do mundo, não demorei mais que alguns minutos pra chegar ao meu ápice.
– Ah, Lara… Eu te amo, Larinha, te amo, te amo… – eu murmurava melando meus dedos completamente em um gozo delicioso.
– Também te amo, maninha. – ela respondeu sorrindo com a voz carregada de tesão. – Você é minha pessoa preferida, Marina.
Ouvir isso me fez ter um segundo orgasmo logo após o primeiro, então é claro que caí na cama exausta, sem conseguir me mexer por um tempinho. A Lara veio pra minha cama e ficou agarrada na minha cintura até eu ter forças o bastante pra me ajeitar e abraçar ela de volta.
– Maninha… – ela chamou.
– Oi, lindinha. – respondi ainda um pouco ofegante.
– Parece que é mais gostoso quando você mexe na sua florzinha do que quando eu mexo na minha florzinha. – ela comentou despretenciosamente, fazendo círculos na minha barriga com o dedo.
– É porque eu já faço isso há um tempão, eu já descobri um monte de jeito de ficar mais gostoso. – expliquei fazendo carinho no cabelo dela. – Dá pra sentir coisas gostosas em várias partes do corpo também. Se você quiser eu te ensino tudo que eu sei.
– Quero. – ela deu um sorriso empolgado.
– Mas não agora, a maninha tá muito cansada.
– Eu também. Vamo tirar uma soneca de conchinha?
– Claro, minha lindinha.
Nos aconchegamos bem e dormimos juntinhas. O tesão que eu sinto por essa menina é gigantesco, mas nada se compara ao quanto eu a amo. A Lara é o meu tudo e eu não podia ter mais feliz do que sou por tê-la na minha vida.
E aí, pessoal? Estão torcendo pelo casal #Larina? Espero que sim porque tem mais vindo aí, podem aguardar.
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