Primeira Vez Que Minha Irmã Caçula Me Comeu
Enfim, espero que curtam a leitura.
Alguns meses já tinham passado desde que eu e a Lara começamos a brincar do nosso jeito safadinho. Eu fazia amor com ela e/ou a assistia se tocar praticamente todos os dias de segunda a sexta, mas aos finais de semana meus pais estavam em casa e não podíamos fazer nada.
Aquele sábado estava sendo uma excessão, uma amiga dos meus pais os convidou pra passar o fim de semana em um sítio e como não teria ninguém da minha idade ou da Lara, nos permitiram ficar em casa, então estávamos aproveitando muito bem.
Eu arrumei um colchão da sala e a Lara estava de quatro em cima dele enquanto eu afundava meu rosto no meio daquela bundinha linda, me deliciando com o cuzinho infantil que piscava na minha língua.
Eu podia ouvir os gemidinhos as vezes abafados quando ela pressionava o rosto contra o colchão, as vezes altos quando ela não conseguia se conter. E os gemidos se intensificaram ainda mais quando comecei a alternar as lambidas entre o cuzinho e a bucetinha, ela até apertou o lençol com força e começou a tremer as perninhas. Fiquei assim só por alguns minutinhos já que ela pediu pra parar por já estar sem fôlego.
Geralmente eu me tocaria depois que ela pedisse pra parar, mas mesmo estando excitada naquele dia eu decidi ficar só admirando minha pequena Lara enquanto massageava seus pezinhos e pensava no quanto ela era perfeita e como eu era completamente apaixonada por cada detalhezinho dela.
Passado um tempinho, a Lara recuperou o fôlego e sentou no colchão, olhando pra mim.
– Que foi, minha lindinha? – perguntei com um sorriso doce, passando delicadamente os dedos pelo cabelo dela.
– Eu queria perguntar um negócio. – ela disse parecendo tímida de repente.
– Fica a vontade.
– Er… Hm… Porque que quando a gente brinca só você que faz em mim e eu não faço em você?
Eu dei uma risadinha que misturava surpresa e nervoso – Bom, meu amor, eu faço em você porque sinto vontade e acho gostoso. Adoro passar a língua e as mãos por todo o seu corpinho, gosto do seu sabor, especialmente o da sua florzinha, só de sentir o cheirinho dela me dá água na boca. E te ver sentindo prazer me dá muito tesão. Acho que é o que mais me dá tesão na vida.
– E porque eu não posso fazer? – ela franziu a testa.
– Poder poderia, eu até ia gostar… – respondi dando outra risadinha. – Mas é só se você quiser, eu não quero te induzir a nada, lindinha.
– Mas eu quero! Eu quero taaaaaanto! – esse momento foi muito fofo, pois ela fez um biquinho e juntou as mãos como se estivesse implorando daquele jeitinho infantil e bem tesudo. – Eu lembro daquela vez que você esfregou a sua florzinha no meu pé, aquilo me deixou com tesão pra caramba. Eu queria poder mexer com a mão também. E com a boca. E dar beijo onde você me dá beijo. Tipo aqui, aqui e aqui.
Enquanto falava ela falava apontou para o meu pescoço, barriga e o último, que a vez corar e morder o lábios enquanto apontava, meus peitos. Também precisei morder o lábio, só a ideia dela fazer isso estava me deixando pra morrer de tesão.
– Tá bom, minha lindinha. Mas lembra que a maninha faz porque gosta, então se você não gostar, não precisa continuar. Mesmo que a maninha esteja gostando muuuuito. – falei com um sorriso doce, por maior que meu tesão fosse, meu amor e cuidado com a minha irmãzinha sempre seriam muito maiores.
– OBA! – a Lara ficou tão empolgada que me fez rir, ela era muito gostosa e fofa ao mesmo tempo. – Eu posso começar agora?
– Pode, vem cá. – eu disse ainda sorrindo, puxando ela pra junto de mim. – Começa devagar, como eu faço com você. Primeiro me beija e se quiser tocar em mim, não fica com vergonha, pode tocar onde quiser.
– Tá bom.
Ela parecia nervosa, mas animada e respirou fundo antes de unir nossas bocas. Já nos beijávamos há um bom tempo e ela ficava cada vez melhor nisso, aquela boquinha pequena e a língua macia eram deliciosas e viciantes, eu poderia beijá-la para sempre (e pretendo fazer isso mesmo).
Ainda que timidamente ela tomou coragem e colocou as mãozinhas nos meus peitos, encaixando devagar as palmas como pequenas conchas e meus bicos começaram a ficar durinhos ao mesmo tempo em que minha pele se arrepiava. Separei nossos lábios pra deixar que um suspiro satisfeito escapasse pela boca.
– Gosta que eu te toque aqui? – Lara perguntou sorrindo doce como eu fazia com ela, mas sua voz linda de criança estava cheia de tesão e eu adorei isso.
– Muito. Mas você pode apertar um pouco mais se quiser. – sugeri estufando levemente o peito, me oferecendo de corpo pra ela (já que de coração eu me dei pra ela desde que a vi pela primeira vez).
– Não vai te machucar, maninha? – ela perguntou, olhando curiosa pra baixo.
Eu ri e disse. – Não, meu amor. É só fazer com carinho que vai ser tipo uma massagem bem gostosa. Assim ó.
Coloquei minhas mãos por cima das mãozinhas dela e comecei a massagear meus peitos com vontade, mas também delicadeza, indo devagar pra que ela pudesse aprender. Ela parecia fascinada, não desviava o olhar e a sua boca estava entreaberta, quase babando por mim.
– É tão macio. Eu gostei de pegar assim. – ela disse sorrindo, ainda com o com os olhos fixos no meu peito.
– Suas mãozinhas são quentes e fofas. Eu to gostando de sentir também. – respondi fazendo um carinho no cabelo dela, minha respiração estava um pouco acelerada, mas ainda tinha bastante controle.
– Que bom, maninha. – ela sorriu mais ainda, toda fofa. – Eu… Hm… Eu posso botar… A boca?
– Claro, minha lindinha. Fica a vontade. Você pode lamber, chupar e até morder. Mas se for morder tem que ser de levinho pra não machucar.
A primeira coisa que ela fez foi aproximar o rosto devagarinho, dar uma bitoquinha no bico do peito esquerdo e me olhar com aquele sorrisinho mais fofo do mundo. Juro, a Lara tem o dom de me fazer mudar de derretida de tesão pra derretida de amores em questão de SEGUNDOS. Agora me diz: tem como não se apaixonar por um ser humaninho fofo desses? NÃO TEM.
Mas enfim, eu sorri de volta pra ela dando a confiança que ela precisava pra continuar, dessa vez colocando a língua e lambendo suavemente uma vez, depois outra e por fim começando a chupar. Mas não era o tipo de chupada que gente grande costuma dar quando está fazendo sexo, ela chupou como um bebê suga o peito da mãe.
Essa mistura de inocência e erotismo era o que mais me dava tesão, logo um gemido baixo escapou da minha boca e minha pele estava toda arrepiada.
– Tá gostoso, maninha? – ela perguntou, mas com um sorriso satisfeito de quem já sabia que estava me agradando.
– To amando, meu amor. Continua. – pedi com a voz trêmula de tanto tesão.
Logo ela voltou a chupar meu peito e ficou com uma mãozinha em cima do outro mexendo devagar, ainda aprendendo a fazer os dois movimentos ao mesmo tempo. Até senti os dentes dela roçando de leve o mamilo, acho que ela queria dar uma mordidinha, mas tinha medo de machucar. E enquanto ela fazia isso eu não resisti e comecei a me masturbar, minha buceta estava encharcada.
– Não, maninha. Eu vou beijar a sua florzinha também. – ela disse quando percebeu o que eu estava fazendo.
– Desculpa. – falei tirando a mão e dando uma risadinha. – Mas eu não sei se você vai gostar, meu amor.
– Ué. Mas você me beija na boca depois de beijar a minha florzinha. E eu não acho ruim. – ela respondeu franzindo as sobrancelhas e deu de ombros.
– É diferente, lindinha. A maninha já é grande, então o cheiro e o gosto da minha florzinha é mais forte. Eu tenho medo de você não gostar. – expliquei calmamente, acariciando o cabelo dela com a mão limpa.
– Eu sou uma mocinha corajosa. Eu quero provar. – ela fez cara de determinada e fez o muque. Sério, a Lara é muito fofa.
– Tudo bem. Mas experimenta aqui na minha mão primeiro antes de por a boca na minha florzinha. Porque ela tá muito melada, se você colocar a carinha lá vai ficar toda lambuzada. – sugeri, passando a mão pra deixar meus dedos ainda mais melados e ofereci pra ela. – Vai com calma, primeiro sente o cheiro, depois se ainda quiser, você prova.
Ela segurou meu braço e aproximou minha mão do nariz sem chegar a encostar, deu uma inspirada curta primeiro e depois inspirou bem fundo.
– Eu gostei. A sua florzinha é muito cheirosa. – constatou com um sorriso e logo em seguida deu uma lambida na minha mão desde o início da palma até a ponta dos dedos indicador e médio. – Tem razão, é bem mais forte. É diferente do meu. – dito isso, ela lambeu de novo. – Não é ruim. É tipo… Tipo salgadinho. Acho que eu gostei.
– Acha mesmo ou tá falando só pra me agradar? – estreitei os olhos como em desconfiança.
– Verdade, maninha. Ó só. – a Lara me olhou no fundo dos olhos e lambeu e chupou minha mão até deixar limpa. – Hmmmmm. É bom.
Gemi baixinho só com esse simples ato, então disse. – Larinha, você me deixa louca de tesão.
– Que bom. Eu gosto de te deixar com tesão. – ela disse com um sorriso sincero. – Eu… Eu posso beijar a sua florzinha agora?
– Fica a vontade. – respondi ficando com a respiração um pouco mais acelerada pela espectativa, então me ajeitei melhor no colchão, ficando quase deitada com as pernas bem abertas.
Ela se acomodou entre minhas pernas e colocou a mão na minha buceta. Eu podia senti-la um pouco trêmula de nervoso, mas ainda assim ela continuou bem determinada, separou os grandes lábios com os dedos como eu fazia com ela e passou a língua de baixo pra cima. Eu estremeci e gemi, meu corpo todo estava arrepiado enquanto me entregava para aquela criança linda de 7 anos.
Não só aquela língua quente na minha buceta era um tesão, a imagem dela tão pequena entre minhas pernas era mais excitante do que eu sou capaz de expressar com palavras.
– É pra lamber mais aqui, né maninha? – ela perguntou tocando meu clitóris meu o polegar, que pulsou com o toque.
– Isso, meu amor. – quase sussurrei entre gemidos. – Pode lamber e chupar também, mas cuidado com seus dentinhos porque aí é mais sensível.
– Tá bom, maninha.
Ela ficou só lambendo no começo, mas logo que percebeu o quanto eu estava gostando ela tomou confiança pra começar a chupar. E como foi com meu peito, ela chupava mais como um bebê faminto do que como se estivesse fazendo sexo, mas nada no mundo me daria mais tesão do que a Lara naquele momento.
Eu fui gemendo cada vez mais alto e tinha que me esforçar pra não apertar a cabeça da minha irmãzinha entre minha pernas e prendê-la ali, eu queria que aquela chupada nunca acabasse.
– Eu to fazendo direitinho? – ela perguntou já com certo orgulho na voz, já que meu corpo deixava bem claro que eu estava delirando de prazer.
– Tá sim, lindinha. Você é muito, muito, muito boa nisso, então não para. Por favor, não para. – respondi em tom de suplica e vi um sorriso enorme naquele rostinho lindo um segundo antes dela voltar a enterrá-lo na minha buceta.
Eu não estava tão lúcida pra pensar em muita coisa, mas tive uma ideia, então perguntei se podia pegar a mãozinha dela, ao que ela respondeu só “urrum” sem parar de me chupar.
Eu peguei a mão dela, coloquei o polegar por cima do mindinho e deixei os outros três bem juntinhos, então fui enfiando devagarinho na minha buceta. Não eram muito longos, mas eram gordinhos. A sensação foi tão boa que meus olhos reviraram.
– Tá entrando dentro de você! – ela disse, me olhando com os olhos arregalados.
– Urrum, eu sei. – respondi gemendo e fechando os olhos devagar.
– Não tá machucando? – ela perguntou de novo, meio assustada.
– Não, amor. Tá gostoso demais. – eu mal podia me conter enquanto fazia movimentos lentos de vai e vem segurando o pulso dela. – Olha pra maninha. Olha como eu to morrendo de tesão. E tudo isso é por causa de você.
– Você é muito linda, maninha. Eu amo te deixar com tesão. – ela voltou a sorrir, inocente e orgulhosa de si mesma, apaixonante mais do que nunca até ali.
– Ainda bem que você consegue isso fácil fácil. – eu respondi sorrindo de volta. – Pode continuar me chupando se quiser. Eu controlo a sua mão, lindinha.
– Quero! – ela disse empolgada e logo voltou a mamar meu clitoris.
Eu fui ficando com cada vez mais e mais tesão, meu quadril mexia fora do meu controle e eu gemia alto. Quando menos percebi estava falando putarias mais explícitas pra minha irmãzinha tão novinha.
– Isso, me chupa, sua neném gulosa. Gosta de buceta, né? Então chupa, minha safadinha. Eu quero gozar nessa sua boquinha linda.
Foi aí que aconteceu o ápice do meu tesão. A Lara, já vermelha e ofegante pelo esforço, tirou a boca da minha buceta por um instante e disse pela primeira vez sem que eu precisasse pedir.
– Então goza pra mim. Eu quero ver você gozando bem gostoso. – e logo grudou de novo meu clitoris, chupando como se fosse o doce mais gostoso do mundo.
Acho que mal levou cinco segundos pra eu começar a gozar depois que ela disse isso. Minha buceta apertou os dedos da Lara que disse “ai” e tentou puxar a mão, mas eu estava tão fora de mim que segurei o pulso dela com força enquanto gemia o nome dela sem qualquer pudor ou autocontrole. Ainda bem que nosso quintal era enorme, seria muito difícil algum vizinho ouvir.
Só quando meu orgasmo chegou ao fim eu afrouxei o aperto no pulso e ela conseguiu puxar devagarinho os dedos de dentro de mim, me fazendo ter os últimos tremores prazerosos.
Naquele momento eu estava tão fraca que não conseguiria erguer a cabeça se tentasse, mas ouvi um barulhinho da Lara chupando meu mel que não apenas cobria seus dedinhos, mas escorria por sua mão e braço. Depois cheguei a perguntar e ela confirmou que limpou tudo com a língua.
Quando consegui me recuperar do gozo e a consciência dos meus atos voltou, eu me sentei rápido e olhei culpada pra minha irmãzinha.
– Oh, meu amor, me desculpa. Tava tão bom que eu não tava pensando direito, não devia ter te segurando. – disse sincera pegando a mão dela pra olhar, eu realmente tinha perdido todo o controle. – Eu machuquei a sua mãozinha?
– Tá tudo bem, calma. – ela sorriu pra me acalmar e fez um carinho suave no meu rosto com a mão livre. – Doeu só um pouquinho, foi o susto que me fez querer tirar a mão. Eu não sabia que a sua florzinha ia apertar os meus dedos, eu assustei e só.
– Mesmo assim, me desculpa, lindinha. Da próxima vez, se você quiser que tenha próxima vez, eu uso os meus dedos e…
– Não! – ela me interrompeu muito séria, com a testa franzida e tudo. – Usa os meus dedos! Eu que quero te fazer gozar. EU! Então é pra usar os meus dedos SIM. Combinado?
Num primeiro momento eu fiquei em choque e sem reação, mas em alguns segundos comecei a rir, não sei se de bom humor pós-sexo ou se por realmente achar isso engraçado.
– Ai ai, minha lindinha. Você não precisa nem encostar em mim pra me fazer gozar. Só ser tão linda, gostosa e fofa já me deixa cheia de tesão. Mas, se é o que você quer, eu deixo você colocar os dedos em mim.
– Eba. – ela deu um sorriso animado, depois fez uma cara pensativa. – Marina… Colocar o dedo dentro parece ser super gostoso. Porque você nunca fez isso comigo?
– Você ainda é muito pequena, lindinha. Fazer isso agora ia te machucar. – expliquei carinhosamente e a puxei pra lhe dar um beijo na testa. – Quando você for maiorzinha e estiver pronta, eu posso te ajudar se ainda quiser que seja eu. Mas eu tenho que te avisar, na primeira vez é normal sentir dor. Mas aí fica gostoso depois, eu prometo.
– Tudo bem. Eu confio em você. – ela disse sorrindo de canto e me deu um selinho.
Eu sorri toda boba e apaixonada, então a abracei e mudei de assunto. – Que tal eu fazer uma pipoquinha e a gente assistir alguma coisa juntas, hein?
– Eba! Quero, quero, quero. – ela respondeu balançando o corpo com aquela euforia bem típica de criança, como se não estivesse com a boca, o queixo e as bochechas cheirando a mel de buceta.
– Tá bom. – falei rindo e dando um tapinha na bunda dela. – Vai lá lavar as mãos e o rosto, veste uma calcinha e escolhe alguma coisa pra gente assistir.
Sem dizer mais nada ela saiu correndo e eu levantei pra ir fazer a pipoca, o que foi desafiador já que minhas pernas ainda estavam tremendo tamanho foi o meu gozo.
Quando voltei pra sala não só com pipoca, mas também um brigadeiro que tinha feito mais cedo e deixado esfriando na geladeira, a Lara já tinha colocado Pretty Little Liars na televisão.
Eu sei, não era adequado pra idade dela, mas com o que eu fazia com ela todos os dias quando a gente ficava a sós seria o maior “enfim a hipocrisia” da história proibi-la de ver uma série que ela gosta por classificação indicativa.
Enfim, passou uma cena em que a personagem lésbica (Emilly) tá indo morar na casa de uma amiga (Hanna) porque os pais se mudaram pra outro estado a trabalho e ela não quer ir embora, então a mãe da amiga começa a explicar as regras da casa e diz algo como:
“O que vale pra Hanna vale pra você, então nada de porta fechada com o namorado. Quer dizer, namorada. Como eu vou saber a diferença de namorada e amiga?”
Aí a Emilly sorri meio com vergonha e fala “Não se preocupa, eu te aviso”
Nesse momento, a Lara pausou a série e virou pra mim com as sobrancelhas franzidas.
– Maninha… As coisas que a gente faz é coisa de namoradas, né?
– Meio que sim. Não precisa necessariamente ser namoradas pra fazer, mas em geral sim, é coisa de namoradas. – expliquei.
Ela abriu um sorriso radiante super fofo e me olhou com toda a esperança do mundo. – Isso quer dizer então que você é minha namorada?
Eu ri meio de nervoso e tomei um longo momento pra pensar em como responder isso. Eu sempre amei a Lara mais do que tudo e sabia que o que fazíamos era 100% da vontade das duas, mas nunca tinha parado de fato pra pensar no que exatamente nós éramos.
– Hm… Não. – respondi a contragosto, por mais que ela fosse só uma criança eu queria que fóssemos. – Eu sei que te amo como irmã e como namorada, mas não tenho certeza se o que você sente é o mesmo.
– Que?! Como assim?! É claro que eu te amo, Marina (resto do nome completo)! – ela disse soando completamente ofendida.
– Eu sei que você me ama, sua boba. – respondi com um sorriso doce. – É que você é muito nova pra entender exatamente qual é a diferença entre amor de irmãs e amor de namorada. Se quando você souber a diferença você ainda quiser namorar comigo, eu vou ficar muito feliz porque já tenho certeza que te amo de todos os jeitos possíveis e impossíveis, Lara (resto do nome completo).
– Acho bom! Porque eu vou esperar e um dia você vai ser minha namorada, rum! – ela estava muito séria e determinada, mas com aquela voz de criança e os cantos da boca sujos de brigadeiro foi tão fofo que tive que segurar o riso.
Depois que eu disse “sim, senhora” ela despausou a série e voltou a prestar atenção. Eu sorri e neguei com a cabeça antes de voltar a olhar pra TV também.
Pra minha sorte ela não estava só completamente certa sobre ser minha namorada, como também se tornou minha esposa.
Eu sei que demorei, pessoal, então espero que tenha valido a pena esperar e vocês estejam curtindo muito o casal #Larina.
O engraçado é que eu já não tinha cabaço porque eu mesma tinha quebrado me masturbando, mas em questão de sexo, a Lara foi a primeira a me penetrar, então tecnicamente eu perdi a virgindade com uma criançinha de 7 anos. Isso é muito doido de se pensar kkkkk
Em alguns comentários alguns leitores disseram que queriam meu contato pra conversar e saber mais da minha vida e história com minha esposa. Eu não sinto a segurança pra compartilhar qualquer rede social aqui, mas estou totalmente aberta a conversação nos comentários. Não tenha vergonha de fazer perguntas, vou responder com o maior carinho.
Enfim… Abraços e até a próxima.
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