Descobrindo Como Excitar Minha Irmãzinha – (1/2)
Naquele dia não fizemos mais nada, pois ambas precisamos ir pra escola a tarde, a noite expliquei pra ela que não podia ensinar com nossos pais em casa porque se fôssemos pegas estaríamos arrumando confusão com a nossa mãe.
– Mas, maninha, você tava fazendo ontem. – ela argumentou com um biquinho lindo.
– Se eu for pega me meto em problemas sozinha, mas se fizer com você vou te meter em problemas também e não quero te meter em problemas. – expliquei fazendo um carinho suave no rostinho dela.
– Ah… Entendi. – ela suspirou e aceitou meus termos. – Mas amanhã a gente vai fazer, né?
– Claro, lindinha. A mana tá ansiosa pra te ensinar coisas novas. – sorri com sinceridade.
– Maninha… Eu posso dormir com você? Eu gosto mais. – o jeitinho dela me derretia inteira e eu sabia que estava perdida, apaixonada por uma criança.
– Pode. A maninha também gosta mais assim. – murmurei bem baixinho como se contasse um segredo e pela primeira a beijei na boca.
Foi um selinho rápido, mas pra mim foi sublime. No primeiro momento a Lara ficou surpresa e não reagiu de qualquer forma, mas logo abriu um sorriso muito sincero e se jogou em cima de mim em um abraço cheio de amor. Não parecia errado de forma alguma.
No dia seguinte a Lara estava ainda mais linda do que o normal, só por parecer radiante e muito animada. Minha mãe até perguntou se ela tinha tomado refrigerante pra estar tão eufórica haha, mal ela sabia.
Assim que ficamos sozinhas minha irmãzinha me puxou pela mão e me levou pro quarto, dessa vez mal esperando o portão elétrico terminar de fechar.
– Nossa, tá animada. – comentei rindo.
– To, maninha. Eu quero aprender coisas novas. – ela disse com um sorriso enorme enquanto sentava na cama.
Eu ri mais, a Lara era, é e sempre vai ser a coisa mais fofa da minha vida, mas então respirei fundo para me concentrar, pois tinha coisas a ensinar pra minha irmãzinha.
– Ok, lindinha. Primeiro passo é tirar a roupa, você quer que eu faça ou você faz sozinha?
– Eu, maninha. Eu sei tirar. – ela ergueu a cabeça com orgulho de si mesma.
– Tudo bem, mas… Tira devagarzinho pra maninha ver. – pedi com um tom doce pra deixá-la confortável.
Ela franziu a testa depois deu de ombros e começou a tirar a roupa bem devagar vez ou outra olhando pra mim. Pra mim era um momento tão fofo quanto erótico, eu estava encantada e começando a ficar excitada ao mesmo tempo.
– Pronto, maninha.
– Ok, agora antes de te mostrar como fazer sozinha, eu quero testar quais partes do seu corpinho lindo são mais sensíveis pra ficar mais fácil saber o que te ensinar. – expliquei em tom bem doce, olhando-a nos olhos pra dar mais confiança embora eu soubesse que ela já confiava em mim cegamente. – Tudo bem?
– Como?
– Com beijos.
– Ah, tudo bem. – ela deu de ombros de novo.
Eu sorri e mordi de leve meu lábio, então mandei que ela deitasse na cama e ficasse relaxada, ao que ela obedeceu prontamente.
Comecei pressionando minha boca contra a dela com carinho por alguns segundos, senti ela sorrindo e sorri de volta, então desci meus lábios pro pescoço o que no início causou uma leve cosquinha, mas fui paciente em continuar beijando e passando a língua suavemente, logo ela relaxou e começou a gostar, eu já imaginava que o pescocinho dela seria um dos pontos fracos, pois somos irmãs e é um dos meus também.
Depois de algum tempo decidi continuar descendo, beijando de leve todo o caminho até os biquinhos do peito dela. Foi um momento surreal sentir aqueles biquinhos ficando arrepiados na minha língua e a respiração da Lara ficando acelerada, olhei pra cima e vi que ela estava de olhinhos fechados e a boca entreaberta. Minha buceta já estava melada e aquilo era apenas o começo.
– Você gosta aqui, minha lindinha? – perguntei sentindo a voz carregada de desejo.
– Muito, maninha. Dá uma coisa, tipo uma cosquinha gostosa que só. – ela respondeu me olhando com um brilho lindo e inocente nos olhos, eu me apaixonei por ela outra vez nesse instante.
– Então vou continuar um pouquinho antes de descer mais. – sorri pra ela e continuei chupando e lambendo com delicadeza os biquinhos que um dia seriam lindos seios.
Ela fez carinho no meu cabelo e soltou alguns gemidos contidos e baixos. Me afastei um segundo pra me convencer a parar com os peitinhos, pois havia muita mais naquele corpo pra explorar. Então fui descendo com beijos e leves chupões pela barriga da minha irmãzinha, amando o gosto e a textura contra meus lábios, as dobrinhas lindas que se destacavam quando ela se contorcia e ria ao sentir cócegas.
Quando cheguei ao meio das pernas dela já podia sentir minha própria calcinha encharcada, nunca tinha sentido tanto tesão até então.
Beijei o interior das coxas grossas e roliças de minha irmãzinha e raspei os dentes de leve sem chegar a de fato morder, ela suspirava e olhava pra mim como se estivesse ansiosa. Eu sentia o cheiro da bucetinha infantil tão perto, sabia que se não fosse com calma poderia machucá-la, então estava enrolando um pouco para controlar o meu próprio desejo.
– Maninha… – ela chamou com a voz manhosa. – Porque não beija a minha florzinha um pouquinho?
Não pude segurar um gemido baixo com aquele pedido inocente pra ela e tão erótico pra mim, meu corpo parecia que ia entrar em combustão a qualquer momento.
– Calma, minha lindinha. – pedi com um sorriso gentil. – Estamos descobrindo os seus pontos sensíveis e já sabemos que sua florzinha é um deles.
– Marinaaaa… – ela resmungou fazendo um biquinho.
– Eu sei, amor. Mas prometo que vai valer a pena esperar se você deixar a maninha terminar. – murmurei esticando o braço pra fazer carinho no rostinho dela sem sair do meio de suas pernas. – Não tá gostoso?
– Tá. Mas… Eu to sentindo uma coisa… Eu não sei como falar, a minha florzinha… – ela se embolou toda fofa com as palavras.
– A sua florzinha tá pedindo beijinho, amor? Você sente que ~precisa~ que eu faça carinho nela? – perguntei com o coração martelando forte dentro do peito.
– Isso! É isso que eu to sentindo! – ela disse de um jeito um tanto eufórico.
– É? Então já que você é uma mocinha muito educada, usa a palavrinha mágica que a maninha ensinou e pede pra eu beijar a sua florzinha. – murmurei mordendo meu lábio e olhando-a da forma mais doce que meu tesão permitia.
– Tá bom. – ela sorriu e afastou mais as pernas, só aquilo já era o melhor convite do mundo, mas suas palavras me deixaram em extase. – Maninha, beija minha florzinha, por favor.
Nem respondi, apanas me aproximei daquela bucetinha linda e a abri levemente com os dedos. Nunca conseguiria descrever a chama que se acendeu no meu peito com aquela visão, a bucetinha rosada levemente mais vermelha por dentro, os lábios perfeitamente desenhados pela natureza sem qualquer pelinho, um clitóris minúsculo mesmo inchadinho e vermelho, e uma entradinha bem fechada e meladinha. Sim, ela no auge de seus 7 aninhos estava melada. Não era muito, afinal ela era só uma criança, mas só de ter aquele mel ali me deixou louca de tesão.
Comecei a lamber com muito desejo e o máximo de delicadeza que consegui, ela tinha o delicioso sabor de prazer e inocência, minha língua estava no paraíso. Minha irmãzinha revirou os olhos e fechou com força enquanto soltava um gemido baixo e longo. Fiquei olhando pro rostinho lindo dela enquanto a chupava e não há visão mais sexy no mundo do que essa. Eu podia senti-la se contorcendo de prazer na minha boca, fiquei em tal estado de tesão que fui me mexer pra me ajeitar melhor e me esfreguei de leve na cama, ainda de camisa e short meus biquinhos do peito e minha xota roçaram no lençol, e isso foi o bastante pra me fazer explodir em um gozo arrebatador.
– O que foi, maninha? – ela perguntou confusa por eu ter parado de repente enquanto começava a me contorcer.
– A maninha sentiu uma coisa muito gostosa agora, mas eu te explico melhor depois. – expliquei ofegante, ainda me tremendo toda e processando aquele prazer louco. – Quer que eu continue, minha lindinha?
– Quero sim, tava muito, muito, muito gostoso. – ela respondeu sorrindo.
– Tá bom.
Fui determinada e continuei apenas fazendo movimentos com a língua na bucetinha dela enquanto tentava recuperar o fôlego, quando consegui me recompor ao menos um pouco voltei a chupar como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo, o que fato era (e ainda é). Fiquei assim até ela não aguentar mais e pedir pra eu parar, pois ela já não aguentava mais e estava exausta.
Propus que como no dia anterior tirássemos um cochilo de conchinha, o que ela aceitou. Quando ela se aconchegou em mim percebi que minha irmãzinha estava levemente trêmula e bastante ofegante, mas com o sorriso mais radiante do mundo no rosto. Me senti realizada por deixar o amor da minha vida assim.
– Maninha… – ela sussurrou bem baixinho de olhos fechados, quando já estava quase dormindo.
– Oi, lindinha. – sussurrei de volta, a abraçando um pouco mais forte.
– Eu te amo. – aquelas palavras derreteram meu coração e pela milésima vez no mesmo dia me apaixonei pela minha irmã de novo.
– Também te amo. – respondi beijando seus cabelos levemente suados e logo dormimos agarradinhas.
Espero que tenham gostado e que estejam torcendo pelo casal #Larina. Pq tem mais vindo por aí, podem aguardar.
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