TUPO POR AMOR (FINAL)
Caimos, literalmente, naquela alcova de amor já de lábios colados num beijo estonteante de desejo e nossas mãos, avidas por novas sensações, passeavam no corpo tão desejado, aumentando, ainda mais, o tesão que sentiamos como se isso ainda fosse possível. Nossas respirações eram ofegantes, corações acelerados, sexos morrendo de desejo e isso fez com que o meu querido Alex deixasse as preliminares e partisse pros finalmentes se deitando sôbre mim, se ajeitando entre minhas pernas e com a mão colocasse o seu cacete, tão desejado no lugarzinho certo, bem na portinha da minha bocetinha virgem. Como êle ainda me beijava loucamente eu quiz segurar no seu cacete pra sentir ele entrando e senti que, naquela emoção dos beijos (eu estava de olhos fechados) eu não vi o Alex colocar uma camisinha no pau. Eu pedi pra êle tirar pois não queria ser penetrada, pela minha primeira vez, com um cacete com camisinha e que confiava nêle e tinha, pra evitar problemas, começado a tomar anticoncepcionais dêsde 5. dia da minha ultima mestruação. Esperei anciosa que êle assim o fizesse e, novamente êle me cobriu com seu corpo maravilhoso e eu, com minhas proprias mãs, botei a cabeça do seu cacete, que estava pingando de tesão, na entrada da minha xana e pedi pra meter que não aguentava de tanta tesão. Senti a cabeça forçando, relaxei o corpo cheia de emoção e senti, me lembro bem, quando meu imem se rompeu, sem dor alguma de tanto desejar aquele instante. Minha bucetinha é muito apertadinha, até hoje, e êle teve que fazer força, mesmo, pra conseguir meter, lentamente, aquela pica tão comprida, todinha na minha grutinha que estava toda molhadinha e assim facilitou um pouco a penetração e não me deu dores. Acho que por isso, pelo aperto que êle sentia no pau ser tão grande nem bem entrou a metade da pica Alex gozou me fazendo sentir os seus jatos quentes de seu gozo. Eu senti, cheia de tesão, aquele cacete tão desejado ir amolecendo dentro (em parte) da minha grutinha recem desvirginada e o meu amado se deitar ao meu lado me deixando na maior frustração da minha vida. Eu imaginei que êle recobraria as forças imediatamente e me possuiria totalmente e me daria o gozo que tanto esperava naquela noite mas, pasmem, êle se levantou e vestiu, calmamente, a roupa e alegando medo que meus pais chegassem derrepente se despediu de mim e me deixou ali na cama. Minha cabeça entrou em parafuso e nos dias seguintes não atendi seus telefonemas e finalmente não quiz saber dêle nunca mais. Meu pai, que me enche de carinho a todos os instantes logo notou a minha transformação e quiz saber o que havia acontecido. Eu, mesmo com a maior intimidade que tenho com êle, fugí da resposta, e assim mesmo êle me consolou, pois eu sempre notei nos carinhos do meu pai um certo tesão que êle tinha por mim embora nunca se tivesse insinuado. Eu não queria magoá-lo deixando que êle soubesse que sua filha tinha dado a outro, aquilo que êle tanto desejava: a minha bucetinha. Êsse pensamento aliviou um pouco a minha decepção com o Alex e me deu coragem pra fazer aquilo que eu deveria ter feito antes e não fiz por puro pudor: fazer amor com meu pai. Os dias foram passando e eu continuei recebendo, sempre, a sua atenção e um dia mamãe até, brincando, disse que não pareciamos pai e filha e sim dois namorados. Rimos daquele comentario mas numa certa hora em que estavamos eu e papai a sós eu lembrei a êle do que mamãe havia falado e êle riu de novo mas eu disse que de minha parte eu desejava que aquilo fosse verdade, mesmo. Notei que os olhos de papai faiscaram de desejo e os meus tambem provocando em nós, com aquela simples pequena frase uma certeza de que, a partir daquele instante, nada seria o mesmo entre nós. Os carinhos continuaram mas não como antes pois agora, sabendo dos meus desejos, papai estava cada dia ficando mais atrevido e me lembro, ainda, muito bem que um dia estavamos no shoping fazendo compras e lá tinha um cinema e estava passando um filme que eu desejava ver e êle prontamente se dispôs a me fazer companhia e fomos assistir ao filme. Quando a luz se apagou (e êle tinha, acho que de proposito, procurando um lugar no mesanino onde não tinha mais ninguem) êle me envolveu com seu braço e eu me recostei em seu ombro. Sua mão que sempre me acarinhou como filha agora, tremula e atrevida foi se insinuando no decote da minha bluza, abrindo os seus botões e se apoderando do meu seio durinho, me fazendo sentir um prazer incontável. Levei uns bons quinze minutos levando aquele "amasso" gostozo sem dizer uma palavra e nem conseguir ver nada do filme pois as minha emoções estavam em outro lugar. O tesão foi aumentando e eu, num gesto pra dizer que estava gostando que estava aprovando tudo aquilo, coloquei minha mão sôbre a perna do pai (eu estava na poltrona da esquerda) e atrevidamente fui deslizando até sentir o seu pau, duro e latejante, e tive um choque de felicidade ao sentir a grossura daquele membro e apalpando lentamente constatar o seu tamanho. Um pensamento rápido me veio a cabeça: era por isso que minha mãe sempre amanhecia cantando de felicidades. Naquele dia só deu pra ficarmos apanhando mais intimidades e quando a sessão terminou saimos como se nada houvesse acontecido. Chegamos em casa normalmente mas, que surpresa agradavel, o carro de mamãe não estava na garagem e em cima da mesa um pequeno bilhete dizendo que teve que sair pra resolver uns negocios e que só voltaria no minimo depois de umas 4 horas. Quando papai leu o bilhete êle me olhou fixamente e eu compreendi tudo o que êle queria: fechei imediatamente a porta com chave, verifiquei se toda a casa estava mesmo sem nenhuma porta aberta e voltando já não o encontrei na sala e chamando-o ouvi a resposta: estou aqui no meu quarto, venha pra cá filha !. Eu caminhei apressada pra lá e meus ultimos passos já eram uma corrida e antes de cair nos seus braços ainda me lembrei de trancar, também, a porta do quarto. Foi o nosso primeiro beijo. Nos devoramos de desejo naquele beijo e um foi tirando a roupa do outro numa velocidade que as peças quase eram arrancadas. Derrepente estavamos peladinhos um de frente ao outro e papai me pegou no colo com todo carinho e aos beijos me colocou em sua cama, no canto onde mamãe dormia comentando que nesse momento eu seria a sua mulher tão desejada. Eu não queria preliminares e mordendo, ardendo de desejo, a sua orelha pedi toda melosa: "paizinho eu não aguento esperar mais! mete na "sua" bocetinha e me faça gozar pois estou louca de desejo por você". Foi como um choque no meu "velho" e êle entrou imediatamente em ação: quando enfiou lentamente sua pica na minha boceta meladinha eu senti que êle me daria o gozo que tanto esperava. Que gostoso era sentir o cacete do meu pai, a pessoa que mais me amava e a quem eu adorava, ir tomando conta do vazio que eu sentia. Meu pai sabia meter numa boceta e quando eu tive conciencia pude sentir que êle já estava tocando no meu utero e embora seu pau fosse muito grosso eu suportava com galhardia suas estocadas, lentas inicialmente, com furor depois de passados um bom tempo me fodendo cadenciadamente e arrancando de mim espasmos de gozo que jamais imaginei poder sentir. Era tão gostoso que eu pensei que iria desmaiar e perder aquele momento mas, paizinho soube se controlar e enquanto eu pude gozar êle prendeu o gozo e só se acabou dentro de mim quando eu pedi: "pai, agora goza juntinho comigo, por favor!" Suas metidas ficaram vigorozas seus gemidos se juntaram ao meu e nos acabamos, juntinhos com minha bocetinha dando apertos incomum naquele pau tão gostoso. A partir desse dia paizinho passou a ter duas mulheres em casa e, um dia, muito tempo depois eu contei pra êle o que havia acontecido entre eu e o Alex e papai me consolando disse que já havia imaginado o que podia ter acontecido pois, na nossa primeira vez tinha sentido que minha bocetinha já não era mais virgem.
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