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Seduzido pela minha filha

Publicado: 31/12/2004 22:00

Autor: david

(continuação do conto: A amiguinha de minha filha é um tesão-2) Olá garotas, adorei receber vários e-mails sacanas o que certamente incentivou-me e encorajou-me a contar tudo que rolou depois que minha filha Lia (13 anos) flagrou-me transando com sua melhor amiga Alessandra (14 anos) no meu quarto, ocasião em que minha esposa tinha viajado para o interior do estado para cuidar de seu irmão doente e ficaria fora por uma semana, revezando com sua cunhada como acompanhante no hospital. No dia do flagra eu pensei agora estou frito, se minha filha contar à minha esposa meu casamento acabou. Enfim pensei em varias coisas, em como tentar explicar à minha esposa, que apesar do acontecido ela é a pessoa a quem amo. Como faze-la entender que sempre tive como principal fantasia transar com uma ninfeta. Ela jamais iria entender ou aceitar. Quero deixar claro que se fosse ao contrario, (ela com um garotão), e dizer-me estar realizando uma fantasia, eu sinceramente aceitaria numa boa, claro que eu iria fazer a cena do marido traído, falaria um monte, más seria da boca prá fora, sem maiores problemas de minha parte, pois acredito que para realizar uma fantasia sexual, satisfazer um antigo desejo, temos que tentar usar as alternativas possíveis, sem que isto venha a prejudicar terceiros e que seja de comum acordo entre as pessoas envolvidas. Na madrugada do acontecido Alessandra e Lia trancaram-se no quarto e conversaram um tempão e a partir de então o que mais deixou-me intrigado era a forma como minha filha havia aceitado a situação, ou seja, depois do acontecido ela continuou me tratando como se nada houvesse acontecido, aliás até melhorou, ela passou a ficar mais dengosa comigo, mais carinhosa e as vezes mais insinuante também. Lembro-me que na noite seguinte estávamos sozinhos na cozinha, havíamos acabado de jantar quando minha filha levantou-se da sua cadeira e foi dizendo: Pai me dá seu colo ? Apenas balancei a cabeça afirmativamente, e ela sentou-se abraçando-me de frente. Ela estava usando um short de malha amarelo bem folgado e camiseta regata. Eu abracei-a como sempre alisando suas costas, sua nuca. (ela tem cabelos claros quase loiros até os ombros). Ficamos ali abraçados trocando carinhos como pai e filha por alguns minutos. Ela fazendo-me um cafuné agarradinha a mim disse-me: Pai você gosta de mim ? Claro filha !! Respondi e em seguida perguntei : Porquê ? Você tem duvidas ? E ela respondeu-me : Bem... não sei como explicar ... mas cheguei a pensar que não gostasse de mim... principalmente depois de tudo o que aconteceu entre o senhor e a Alessandra. Hora minha querida não fique assim, saiba que eu te amo muito, a Alessandra para mim é apenas uma amiguinha sua e que acabou descobrindo meu ponto fraco e eu não resisti, foi só isso. O que eu sinto por ela é apenas atração física e nada mais. O meu amor por você é totalmente diferente, você é minha filha, minha princesa, meu xodó, por você, pela sua felicidade eu faria qualquer coisa, ao passo que por ela... Tá bem papai, desculpe-me não quis duvidar do seu amor por mim... é bobeira minha, ou melhor na verdade é ciúme mesmo, se eu pudesse não dividiria você com ninguém nem com a mamãe. Ficamos mais um pouco conversando naquela posição até que resolvi levantar e disse: Filha, o papo está bom mas já está na hora de irmos dormir ! Ela agarrou-se ao meu pescoço e disse: Me leva até a sala ? Claro vamos, segura firme no meu pescoço. Ela apertou-me mais e trancos suas pernas em minha cintura. Segurei-a pelas nádegas e caminhei até o sofá, sentei-me, ela ficou sobre mim e disse: Pronto aqui estamos, agora deite-se papai, vou te fazer uma massagem. Estranhei a atitude mas concordei perguntando: Onde você vai fazer massagem ? Ela colocou a mão no meu peito e disse: Aqui no seu peito, no seu ombro e onde o senhor quiser. Eu a interrompi.... ta bem, mas deixa eu tirar a camiseta. Fiquei sem camisa e deitei-me no sofá de barriga para cima. Ela ajeitou-se em cima de mim, joelhos dobrados, pernas abertas sentada em meu colo, começou a massagem no meu peito peludo. Pressionava a palma da mãozinha em meu tórax, depois acariciava-me, a cada movimento com as mãos ela mexia-se sobre meu colo. Não demorou muito e meu pau começou a endurecer devido ao calor de sua bucetinha que estava totalmente colada no meu pau (eu estava usando uma bermuda folgada), aquela situação estava ficando incomoda, não sabia como agir, tentei pensar em outras coisas, puxar um assunto qualquer para disfarçar, mas ela continuava mexendo-se no meu colo, olhava-me nos olhos e passava a língua nos lábios, coloquei as mãos em suas coxas grossas e subi até o quadril, neste instante ela começou a mexer também para os lados como quem inicia um vagaroso rebolado. Com certeza já estava sentindo o calor meu pau pulsando, pois começou a ficar com a face corada, suas mãos úmidas em meu peito já estavam um pouco trêmulas massageando sem muita precisão. Foi então que quebrei o silencio dizendo: Filha, acho que já chega de massagem, (segurei em seus pulsos) está muito bom más.... já passam das 22:00 hs, está na hora de você subir para tomar banho e deitar, senão amanhã você perde a hora de ir para a escola. Ela insistiu : Porquê parar agora ? Não está gostoso ? Já falei que está ótimo filha, sua massagem é uma delicia, essas mãozinhas são maravilhosas, só que á está ficando tarde, portanto chega ! Finalmente ela concordou e saiu de cima do meu colo, olhando para o volume sob minha bermuda. Sentei-me de imediato coloquei os cotovelos sobre os joelhos tentando disfarçar meu tesão. Ela deu o sorriso maroto e subiu as escadas dizendo que iria tomar banho mas que voltaria para tomar um copo de leite. Fiquei na sala pensando me questionando: Será que fez de propósito ou será que foi sem malicia ? Será que sentiu meu pau endurecendo sob seu sexo ? Porque será que está agindo assim ? Será que está tentando seduzir-me ? Eram tantas perguntas sem respostas que resolvi ignorar, afastar estes pensamentos, pensar em outras coisas ... Aproveitei e liguei para minha esposa que estava no hospital acompanhando seu irmão. Conversamos uns cinco minutos, ela perguntou se estávamos bem, disse-lhe que sim, obtive noticias do meu cunhado que ainda inspirava cuidados e despedimo-nos. Subi ao meu quarto, passei pelo banheiro no corredor, a porta estava aberta e Lia tomando banho, olhei por instantes, o box estava meio aberto permitindo-me a visão dela ensaboando-se de costas para a porta, observei as formas perfeitas de minha filha, cintura fina, quadris salientes, bumbum arrebitado, coxas grassas, braços delicados ... percebi o quanto ela havia crescido e quanto estava linda, fisicamente uma perfeição um pequena deusa. Fui para meu quarto entrei na suíte, tirei a bermuda junto com a cueca, liguei o chuveiro e tomei meu banho, vesti apenas o short do pijama em tecido cetim bem folgado, deitei-me e liguei a TV. Pouco depois Lia aparece na porta do meu quarto vestida num baby doll branco de alças finas, curtíssimo que mal cobria a metade da calcinha branca de algodão também minúscula. Sentou-se na beira da cama e perguntou-me: Quer continuar ? Continuar o quê ? A massagem papai ... se o senhor quiser faço nas costas... Não ! respondi. Já disse que está na hora de dormir !! Mas ela insistia... Calma papai é um pouquinho prá relaxar ... deixa vai ? Ta bem más só um pouco aqui nos ombros Ok ? Ta legal, vire-se . Deitei-me bruços ela sentou-se em minhas nádegas e começou a apertar meus ombros, minhas costas, suas mãozinhas eram realmente uma delicia. Ficamos assim por uns dez minutos e ela pediu-me: Agora vire-se papai, vou fazer um pouquinho no seu peito ! Disse-lhe que não insistisse, pois já estava bom nas costas e fim, hora de dormir. Ela ficou emburrada, levantou-se e saiu batendo a porta do meu quarto com força, em seguida, bateu a do quarto dela. Fiquei na minha, continuei assistindo TV até que o sono viesse. Meia hora depois, ouvi trovões e a chuva lá começou forte, fechei o vidro da janela, era chuva com vento. De repente as luzes se apagaram, acabou a energia, levantei em direção ao meu banheiro à procura da lanterna, neste instante Lia correu para o meu quarto chamando-me (ela detestava escuridão). Disse-lhe: Calma que já achei a lanterna, ilumina aqui enquanto procuro a vela e fósforo. Coloquei vela no meu criado-mudo, e disse que colocaria no quarto dela também. Ela imediatamente disse que não precisava, pois estava com medo dos trovões e dormiria comigo. Diante da situação concordei. Coloquei um cobertor sobre o lençol, sabia que ela sentia frio facilmente. Deitamos e ela abraçou-me por trás, segurei sua mão junto ao meu peito, sentindo seus peitinhos durinhos em minhas costas, ela começou a alisar meu peito com as pontas dos dedos, mexendo nos pelos. Comecei a ficar excitado mas me contive, pensei... daqui a pouco ela dorme e pronto. Engano meu, ela chegou bem próximo ao meu ouvido e disse-me: Papai me abraça ? Estou com medo e com um pouco de frio. Virei-me e abracei-a por trás, ela encostou-se em mim o quanto pode e encostou sua bunda no meu pau. Ficamos assim como paralisados até que ela deu uma mexida bem lenta empurrando sua bunda contra meu pau que já começava a ficar duro. Tentei afastar-me um pouquinho e ela ajeitou-se ainda mais pressionando sua bunda contra meu pau que já estava duro e começava a pulsar em bundinha quente. Minha mão direita estava em sua barriga, ela pegou minha mão e guiou em direção ao seu peitinho, fiquei quieto e ela apertou minha mão contra ele, aí senti o biquinho duro sob o fino tecido, afastei um pouco a mão e ela segurou meu pulso. Não sabia como reagir, (sabia más não tinha coragem) fiquei parado sentindo sua bundinha que continuava a mexer-se lentamente contra meu pau que já estava enorme e não dava mais para disfarçar, mas eu agüentava firme tentando fingir naturalidade, desci minha mão até seu quadril sentindo o elástico da calcinha. Ela pegou novamente minha mão e desta vez começou a passar em sua coxa direita, aí não tive dúvidas ela estava me provocando. Resolvi continuar acariciando sua coxa na parte da frente descia lentamente e subia até perto da calcinha. Ela passou a empurrar mais sua bunda contra meu pau duro não resisti, afastei-me um pouco e meu pau saltou pela perna do short e cutucou entre sua coxas, ela ao senti-lo levantou um pouco a perna direita e meu pau alojou-se entre suas coxas macias, ela premiu as coxas sentindo todo o calor do meu pau quente e grosso, passou a mover-se para frente e para trás vagaroasamente. Neste instante disse-lhe baixinho: Filha para com isso, não podemos ! Ela apenas respondeu: Podemos sim, com a Alessandra o senhor fez... também quero ! Mas é diferente, você é minha filha! Tentei argumentar. Tudo bem papai se não quiser, mas a mamãe não vai gostar nada de seu caso com a Alessandra... falava e continuava mexendo a bunda contra meu pau, daí em diante já era impossível para mim permanecer quieto, e diante das circunstâncias, comecei a colaborar iniciando um lento vai e vem entre suas coxas, meu pau já estava babando e deslizava com facilidade entre as coxas e começou a tocar-lhe o fundo da calcinha, apertei-a contra meu corpo, ela colocou a mão direita entre as coxas e pegou na cabeça do meu pau por baixo e apertou-o contra sua vulva. Quando senti seus dedinhos deslizando na cabeçona babada do meu pau segurei sua mão fazendo-a segura-lo, ela abriu as pernas para segura-lo melhor. Lá fora a chuva não parava de cair quebrei o nosso silencio dizendo baixinho: Filha ! Não faça isso, veja como está deixando o seu pai... isso não tá certo... não podemos... Ela respondeu apenas dizendo: Não fala nada papai... continua assim...deixa eu fazer tudo que sempre tive vontade... Ouvindo aquelas palavras fiquei maluco, meti a mão dentro da sua calcinha sentindo o pelinhos lisos e finos, acariciei sua vulva e fui descendo o dedo, ela abriu as coxas e ficou de barriga para cima facilitando as coisas, passei a massagear seu grelinho durinho e molhado, desci um pouco mais encontrando o orifício meladinho, comecei a enfiar o dedo médio sentindo a bucetinha apertada, como já estava meladinha, meu dedo deslizou para dentro, que delicia a bucetinha quente, iniciei a masturbação lenta enfiando e tirando o dedo, alisando o grelinho deixando-o mais molhado, fui aumentando a velocidade dos movimentos, ora metendo o dedo, ora massageando o clitóris, ela segurava no meu pau com a mão direita e apertava-o, segurei em sua mão e dei inicio a um delicioso vai e vem ensinando-lhe como bater uma punheta, meu pau estava mais babado ainda, ela passava a mão na cabeçona e descia espalhando a gosma deixando-me louco de tesão, meu pau estava enorme como nunca, estava prestes a gozar então afastei a mão dela por instantes, fui para cima de minha filha, comecei a beija-la na boca, sentindo sua liguinha quente, meu pau duro esfregando em sua vulva, melando sua barriga e sua calcinha de baba, ficamos nos esfregando, ela começou a rebolar depressa para todos os lados, gemendo, ofegante, chamando-me de gostoso, fui descendo beijando seu pescoço, tirei seu baby doll, deixando-a só de calcinha, passei a chupar seus peitinhos lindos, naquele instante iluminados apenas pela luz da vela que já estava pela metade, segurei aqueles peitinhos um em cada mão, chupava, dava lambidas, mordidas leves nos biquinhos, deixando-a louquinha, ela meteu a mão entre nossos corpos segurou novamente meu pau e começou a esfrega-lo na bucetinha por cima da calcinha, continuei descendo em direção ao seu umbigo e fui passando a língua na virilha, cheirei a bucetinha úmida, dando leves mordidas na buceta sob o fino tecido da calcinha, afastei o elástico para o lado e meti a língua, ela gemeu alto e tentou fechar as coxas, segurei a calcinha afastada e comecei a chupa-la deliciosamente, sentindo toda a viscosidade de seu liquido, lambia e chupava o clitóris durinho, ela segurou minha cabeça e rebolava para todos os lados esfregando a bucetinha em minha toca toda, gemendo alto, dizendo aaaaiiiii.... uuuuiiiii... nãoooo paaaaraaa, tô gozzzzaaaanndooo, senti na língua o gozo de minha filha, que delicia de bucetinha, toda meladinha, escorria para o anus, passei a língua no cuzinho dela tentando penetra-lo, ela ainda rebolando disse-me: Que delicia papai, continua, faça tudo comigo, quero gozar mais, eu sou toda sua. Puxei a calcinha dela até os joelhos, ela tirou uma perna, ficando com a calcinha na outra perna, abriu as pernas e começou a se masturbar olhando para o meu pau e disse: Olha aqui papai... é assim que sua filhinha se masturba quanto pensa em você... se masturba prá mim papai... vai mexe nesse pintão, bate punheta olhando prá filhinha, isso vai paisinho, goza prá mim, quero ver sua porra. Aquilo era demais, minha filha parecia uma putinha falando daquele jeito, continuei batendo punheta enquanto ela se masturbava para mim, encostei a cabeça do pau na portinha da buceta ela segurou nele, esfreguei no grelinho, o tesão era tanto que não dava mais para segurar, aumentei o ritmo da punheta, tirei o pau do seu grelinho e fui subindo, passei a cabeça melada em seus peitinhos, coloquei o pau na boquinha dela... ela passou a língua na cabeçona e segurou no meu pau com as duas mãos, peguei na mão direita dela, aumentei os movimentos e não deu mais para segurar gozei no rosto dela, vários jatos de porra quente, ela não sabia o que fazer com tanta porra, esfreguei em seus lábios ela fechou a boca com nojo, a porra escorria pelo seu queixo e pescoço, meu pau ainda pingava mas continuava duro, parecia anestesiado. Ela pegou o baby doll e limpou o rosto nele. Continuei a beija-la na boca, acariciando seus peitinhos, seu ventre, passando a mão na bucetinha ela gemia e pedia: Faz mais papai, isso muito bom... que dedo .... aaaiiiii... uuuuiiii... que tesão. Aquilo não podia estar acontecendo comigo, era muito tesão, pedi que ela ficasse de bruços, deitei em cima dela esfregando meu pau duro na bunda empinada, que bunda... comecei a beija-la na nuca, fui descendo pelas costas, abri as nádegas, ela levantou um pouquinho a bunda, passei a língua no cuzinho dela, que cheiroso, o tesão dela aumentou ainda mais, pois meteu mão por baixo e começou a se masturbar, dando-me a visão era maravilhosa de seus dedinhos alisando a buceta molhada, levantei mais a bunda dela deixando-a de quatro, comecei a meter a língua na buceta, arrancando-lhe gritinhos e gemidos, posicionei-me atrás e fui passando a cabeça do pau entre os grandes lábios, esfregando no clitóris, estava tão melada que deslizava para todos os lados, ela com mão entre as pernas segurou no meu mau e passou a esfregar a buceta na cabeça, rebolava e gemia : Vem papai mete esse pintão em mimmm... aaahhhh, arromba minha bucetinha... uuuuuuiiiiiii, vaaaiii ... meetiiii. Aquelas palavras deixaram-me alucinado, quase esporrei mas contive-me, saí rapidamente da cama e fui ao banheiro, apanhei duas toalhas de banho dobradas, forrei o lençou. Ela perguntou-me: Prá que toalha ? Para não sujar a cama ! respondi. Virei ela de barriga para cima coloquei sua bunda em cima da toalha, ela continuava passando a mão na bucetinha e enfiando o dedo, cheguei meu rosto bem de perto da buceta, peguei sua mão chupei seus dedinhos molhados, abri os grandes lábios e enfiei a língua o mais fundo possível, senti seu hímem em minha língua, ela deu outro gritinho : aaaaaaaiiiii ....noossaa, que tesãoooo, mete mais ...isso...asssimmmm, me foooode papai. Neste instante não dava mais para segurar, fui para cima dela, ajeitei a cabeça do pau portinha e comecei a forçar, escorregou por duas vezes, a cada tentativa ela dava um gemido e sussurava em meu ouvido: uuuiiii,... como é grosso, nossa... mas quero ele dentro .... vem paisinho, não agüento esperar mais. Ainda perguntei: Tem certeza ? Não fale mais nada papai me fode logo, me come, me arromba toda.... Segurei firme no meu pau e forcei um pouco mais, senti que a cabeça estava na metade mas encontrava resistência, meu tesão era alucinante, minha vontade era empurrar com tudo, mas tinha medo de machuca-la, meu prazer tinha que ser dela também, continuei devagar e firme, forçava e recuava, ficamos assim por uns dez minutos, ela rebolando devagarinho para facilitar até que a cabeça entrou dilacelando o cabacinho, ela deu um gemido mais alto, beijei-lhe a boca e fui empurrando mais um pouco, recuei e enfiei até a metade, parei um pouco para que ela se acostumasse, ela chupava minha língua e começou a rebolar, fiquei louco e iniciei um cadenciado vai e vem, sentindo a bucetinha macia, meu tesão era incontrolável, tirei quase todo e empurrei de uma só vez ela deu um berro eu tampei a sua boca com outro beijo, ela cravou as unhas em minhas costas, continuei mexendo, aumentando o ritmo, entrando e saindo, ela ofegante, gemendo alto, dizendo loucuras: Me rasga, me fooodeeee, aaaaaaaaaiiiii... como é graaandeeee, paiiiiiii, uuuuuuuiiiiiiii, não para mete vou gozar ... issso .. fode, fode, fode sua filhinha, me arromba ... aaaaiiiiiii... tô gozzzzzzzzaaaaaaaandooooo..... Não agüentei mais e esporrei tudo dentro dela, metendo feito louco, sentia a cabeça do pau encostar no útero e os jatos de porra pareciam não mais parar, ficamos mexendo, mexendo o ritmo diminundo, ela foi ficando molinha, as contrações da bucetinha apertada foram diminuindo, permanecí por instantes dentro dela, até recobrar o fôlego, meu pau ainda estava meio duro, fui tirando devagar e olhando entre as coxas vendo meu grande pau com alguns vestígios de sangue, a bunda também, a toalha com uma pequena mancha. Até que não sangrou muito. Deitei ao seu lado abracei-a, ela colocou a cabeça em meu peito, puxei o lençol e o cobertor e dormimos abraçadinhos. No dia seguinte ela confessou-me que havia combinado tudo com sua amiga Alessandra, que na verdade a amiga a quem teve a idéia pois sabia que minha filha tinha vontade de dar para mim, eram confidendes entre si e na verdade até o flagra foi armado pelas duas. Há já ia me esquecendo, falta de energia também foi armação. Minha filha desligou a chave geral que fica no corredor, quanto a chuva ela apenas colaborou, ou seja, caiu na hora certa. Assim disse minha filha. Gatinhas se gostaram deste conto vote nele. Se tiverem criticas ou elogios, escrevam-me ! Também adoro receber e-mails sacanas... Beijos e até o próximo.
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