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A amiguinha de minha filha é um tesão

Publié: 31/12/2004 22:00

Auteur: davidgrande

Olá pessoal, meu Nome é Thompson, sou Advogado, tenho 42 anos, 1,75 alt., moreno claro, tenho um corpo legal para minha idade, freqüento academia e me considero um coroa sarado, pelo menos é assim que dizem minhas amigas e as amigas de minha filha, pois tenho abdomem definido, coxas grossas e peludas, braços fortes, peito peludo. Eu como a maioria dos homens sempre gostei de garotas bem mais jovens que eu, não sei porque mas as ninfetas me despertam, me fascinam, me atraem sensivelmente. Sempre que vou à praia não me canso de olhar para elas, aqueles corpinhos perfeitos, tudo certinho, aquelas barriguinhas perfeitas, peitinhos durinhos, bumbuns empinados, com aquelas tanguinhas minúsculas confesso que deixam-me tesudo. Porém nunca deixei esse meu desejo transparecer para minha filha Lia de 13 anos, apesar de sua beleza enquadrar-se no perfil de adolescente que sempre adorei, jamais pensei em seduzir minha filha. Confesso que já senti atração por algumas de suas amiguinhas de escola e até cheguei a me masturbar pensando em uma delas a Alessandra de 14 anos uma moreninha de deixar qualquer homem tarado. Geralmente ela usa mini blusinhas e shortinhos justos ou mesmo mini saias, deixando à mostra suas curvas perfeitas, bumbum empinadinho, coxas grossas, assim como minha filha, entretanto, não via minha filha desta forma, para mim ela sempre foi uma menina, uma criança a quem troquei fraldas desde pequena e sinceramente não conseguia sentir-me atraído por ela. Certo dia Alessandra chegou em casa num sábado á tarde procurando a Lia para fazer trabalhos escolares juntas. Naquele dia ela estava vestida para matar qualquer homem de tesão, usava uma mini saia xadrez em azul e vermelho de preguinhas minúsculas, uma blusinha branca de alças finas e folgada, tecido fino parecia seda, pois delineava perfeitamente o formato de seus peitinhos pontudos. Beijou-me no rosto como de costume cumprimentando-me: Olá Sr. Thompson, a Lia está ? Claro que sim, mas aguarde um pouco, ela está no banho. Ofereci-lhe a poltrona à minha frente para ela sentar-se. Antes de sentar Alessandra abaixou-se para colocar uns cadernos na mesinha de centro, foi quando meus olhos tiveram a visão dos lindos seios através do decote da blusinha (estava sem soutien) deu para ver os bicos moreninhos, pontudos aréolas intumescidas. Fiquei por instantes hipnotizado com aquela maravilhosa visão, mas procurei disfarçar ao máximo, mas acho que ela percebeu meus olhares pois disfarçadamente ajeitou a blusinha e finalmente sentou-se. Neste instante minha esposa estava na cozinha lavando a louça do almoço. Sentei-me também e olhando para a TV com o controle remoto na mão comecei a mudar de canal, parei na emissora que transmitia o futebol, olhei novamente para Alessandra que pernas cruzadas deu-me um sorriso maroto e descruzou as pernas permitindo-me naquele instante a visão de sua calcinha branca. Ela demonstrando distração abriu um pouco mais as coxas comentando que era corintiana e o Corinthians estava jogando. Disse-lhe que eu também gostava do Corinthians mas que não era fanático e continuei olhando para as coxas dela, toda lisinha, comecei a ficar excitado, ela continuava a falar sobre o time mas eu mal prestava atenção no assunto, a excitação era maior, meu pau começou a ficar duro dentro da cueca (eu estava de bermuda e sem camisa) já não estava dando para disfarçar. Neste instante minha filha no alto da escada (moramos num sobrado) chamou a amiga dizendo: Alessandra ! sobe já tomei banho, vamos fazer o trabalho. Alessandra imediatamente levantou-se e foi subindo a escada e eu acompanhando-a com os olhos, quando ela estava bem alto um dos cadernos caiu de suas mãos e ela abaixo-se para paga-lo, neste instante pude ver sua calcinha enfiada na bundinha empinada, aquilo deixou-me excitado de vez, olhei para a cozinha minha esposa continuava a lavar louça, não resisti e comecei a alisar e apertar meu pau por cima da bermuda, como já estava enorme achei melhor ir ao lavabo, tranquei a porta, baixei a bermuda junto com a cueca, meu pau saltou enorme e grosso, iniciei uma deliciosa e lenta punheta pensando em Alessandra, naqueles peitinhos durinhos, naquela bundinha empinada, aquela boquinha carnuda, cinturinha fina, que tesão de garota, minha vontade era de levantar aquela blusinha, de chupar aqueles peitinhos, passar minha língua naquela barriguinha, levantar sua saia, acaricia-la por cima da calcinha, apertar, cheirar sua bucetinha, passar a língua, morde-la de leve por cima daquela calcinha, puxar a calcinha para o lado, meter a língua na grutinha virgem, sentir seu gosto seu cheiro, chupar bem gostosinho os pequenos lábios, o clitóris, enfiar a língua no seu buraquinho virgem, faze-la gozar na minha língua, colocar meu pau enorme e quente em suas coxas, esfregar lentamente a cabeça do meu pau no seu clitóris, na portinha da bucetinha, faze-la segurar no meu pau enorme e ensinar-lhe como tocar num homem, colocar na sua boquinha e vê-la chupar, bater punheta em sua boca, coloca-la de quatro, passar a língua naquele cuzinho, colocar a cabeça do pau lubrificada... enfim todos aqueles meus desejos saciar com aquela menina, aumentei o ritmo da punheta meu pau parecia querer explodir de tão grande, a cabeça vermelha, inchada toda melada do meu liquido seminal, eu estava ofegante, suado o coração acelerado, imaginei como seria colocar meu pau enorme naquela bucetinha molhada e apertadinha, faze-la gozar no meu pau, não resisti e esporrei, gozei como nunca havia gozado, gozei pensando naquela menina de 14 anos, meu mau espirrava jatos fortes com grande quantidade de esperma, minha mão estava toda melada, a tampa do vaso sanitário também fora atingida, o azulejo e o chão. Limpei tudo com papel higiênico, me recompus, sai do lavabo e voltei para a sala. Naquela noite transei com minha esposa pensando em Alessandra. Na manhã seguinte, acordei minha esposa não estava mais na cama, já passavam das 10:00 hs, era domingo, estava um dia lindo ensolarado, tomei banho, escovei os dentes, fiz a barba, vesti uma cueca branca e um bermudão folgado, fui até o quarto da Lia ela não estava lá, desci e encontrei um bilhete sobre a xícara de café informando-me que foram até a feira. Eu estava tomando meu café quando a campanhia soou, era Alessandra amiga de minha filha que sorrindo perguntou-me se a Lia estava, disse-lhe que ela havia saído com a mãe até a feira mas que não demorariam. A garota imediatamente perguntou: Posso entrar ? Claro fique a vontade ...Ela entrou, sentou-se no sofá, só então prestei atenção em sua roupa, usava um shortinho de malha amarelo meio folgado e uma blusinha frente única branca, tênis e meia soquete, meus olhos colaram diretamente em seus peitinhos lindos bem marcados pela blusinha generosa. Tentei disfarçar mas acho que ela percebeu pois olhou-me nos olhos e com um sorriso maroto disse-me: Algum problema Sr. Thompson ? Fiquei meio desconcertado e disse-lhe: Não nada, quero dizer.. tudo bem...é... fique a vontade ... Ela interrompeu-me dizendo: Se eu ficar mais à vontade acho que o senhor vai me devorar ... Não acreditei no que ouvi, fiz-me de desentendido e perguntei: Como assim, te devorar ? Ora senhor Thompson, o senhor entendeu muito bem, pensa que não percebo seus olhares sobre o meu corpo ? Fiquei sem ação, ela matou a pau, foi direta, tentei esboçar uma explicação e passar-lhe uma compostura, dizendo-lhe que não sabia do que ela estava falando, mas ela não deu chance levantou-se e disse-me: Estou falando disso ! (segurando nos seios ), sentou-se novamente desta vez com uma das pernas sobre sofá e disse: Estou falando disso ! (passando a mão sobre a buceta, puxando a perna do short, mostrando a calcinha branca ) Fiquei paralisado, não sabia o que responder, meu pau foi ficando duro na hora, e não dava para disfarçar. E a garota insistia, fala senhor Thompson o gato comeu a tua língua ? Tudo o que consegui dizer foi: O que há com você menina ? Ta ficando louca ? Ela mais que depressa respondeu: Eu não, mas pelo jeito o senhor está louquinho, louquinho por mim veja seu estado ! (e apontou para o meu pênis) que a esta altura fazia um enorme volume sob a bermuda. Ok ! você gosta de provocar não é, pois bem, este jogo eu também conheço! Fui falando e alisando meu pau sobre a bermuda, ela ficou só olhando atenta para os meus movimentos e continuou me provocando alisando a bucetinha por cima da calcinha de olhos fixos na minha mão. Ficamos assim provocando um ao outro por alguns minutos até que ela disse-me: Deixa eu ver ? Ver o que? Perguntei . O senhor sabe ! Disse ela. Não, não sei .. Respondi-lhe. Ora, senhor Thompson deixa eu ver, tira logo prá fora. Só deixo você ver se você mostrar essa bucetinha linda. Ta bem, mas o senhor primeiro ! Concordei e tirei o pau enorme para fora da bermuda, exibindo-o segurando-o bem embaixo e balançando-o . Alessandra suspirou e apertou a bucetinha por cima da calcinha, em seguida puxou o elástico para o lado expondo a bucetinha de pouquíssimos pelos negros, começando a se masturbar. Aquilo era uma loucura, a visão era maravilhosa, a menina se masturbando olhando pro meu pau. Não resisti e comecei a me masturbar olhando para aquela bucetinha, cheguei mais próximo, ajoelhei-me na frente dela para olhar bem de perto, ela continuava se alisando, massageando a clitóris durinho os pequenos lábios vaginais úmidos, seus dedinhos molhados, aproximei meu rosto entre suas coxas, comecei a beija-las , fui passando língua em sua virilha, beijando sua mãozinha, seus dedos úmidos, comecei a sentir o cheiro delicioso do sexo da menina, tirei sua mão, afastei ainda mais o elástico da calcinha junto com shorts, meti a língua na bucetinha dela e fui chupando cada recanto, enfiava e tirava a língua, chupava o clitóris, lambia cada vez mais rápido, a menina gemendo, segurou minha cabeça e começou a rebolar esfregando a buceta na minha boca, meu queijo já estava todo melado de seus sucos, meu tesão era enorme, meu pau estava pingando, minha vontade era de meter tudo e arrombar de vez aquela adolescente, ela aumentou o ritmo com os quadris, apertava ainda mais minha cabeça as as coxas, foi então que enfiei a língua o mais fundo possível e mexendo rapidamente para todos os lados, a garota deu gemido mais longo e começou a gozar na minha língua, ensopando meu queijo, escorrendo pelo anus dela, continuei lambendo, levantei ainda mais suas pernas e comecei a passar a língua em seu cuzinho molhado, a garota delirava me chamava de tarado gostoso, neste instante quase gozei, me contive, não poderia gozar ali na sala, pois iria lambuzar o tapete e até o sofá, seria muita bandeira. Percebi que Alessandra estava ficando molinha quase largada no sofá pelo gozo intenso que tivera, mas eu precisava gozar, levantei puxei ela pela mão em direção ao lavado, pedi para a garota sentar-se no vaso e continuei batendo punheta próximo ao seu rosto, esfregando a cabeça do pau nos seus lábios carnudos, ela abriu a boca com a língua para fora e eu empurrei o quanto pude, ela quase engasgou, retirei e comecei um vai e vem naquela boquinha, enquanto metia na boca dela eu dizia: Vai minha putinha, chupa esse pauzão, você vai ver como é gostoso... uuuui , isso chupa maaaiss, issoo, vaaii, uuuiii, você quer ver um pau gozando ? quer? Uuuiiii, não para, deixa eu segurar nesses peitinhos (abaixei-me um pouco), apertei os biquinhos durinhos, ela segurou no meu pau com as duas mãos e continuou a punheta, olhava pro meu pau de olhos arregalados, dava lambidas na cabeça molhada, mau pau estava enorme como nunca, ela tirou uma das mãos foi aumentando o ritmo dos movimentos com a outra, parecia que já havia feito isto antes, o tesão era intenso, disse-lhe para não parar uuuiii, que delicia não para ....aaaaiiii .. uuuui que tesão vou gozar, isso continua assimmm ahhhh, to gozaaaaaandoooo e esporrei no rostinho dela, os jatos atingindo seus lábios, seu nariz, o rosto, o pescoço, melando toda sua mãozinha deliciosa, pingando um pouco no chão, há tempos não gozava tamanha quantidade de porra. Ufa ! que tesão, você é demais garota, mas precisamos nos limpar rápido, minha esposa e minha filha já devem estar a caminho. Enxuguei o rosto dela e as mãos com papel higiênico, limpei tudo, ela levantou-se olhou-me nos olhos e disse-me: O senhor é mesmo gostosão, pena que não temos mais tempo ! Você que é que me deixa assim, maluco, tarado... De repente fomos interrompidos pelo barulho do portão se abrindo. Corre... vai prá a sala, liga a TV, que eu vou ficar aqui, se perguntarem diga que acabou de chegar.. depois conversamos. Do lavabo dava para ouvir, elas entraram se cumprimentaram, ouvi minha filha dizendo à amiga: Nossa !! você está suada, seu rosto está pegando fogo ! E Alessandra esperta respondeu mais do que depressa: É que eu vim correndo de casa até aqui, acabei de chegar, quase nos encontramos na rua ! Neste instante sai do lavabo, cumprimentei minha filha e minha esposa como de costume e fui para a garagem para lavar o carro. Minha filha e sua amiga subiram para conversar no quarto. Confesso que fiquei com medo de que Alessandra desse alguma bandeira sobre a gente. Contar para minha filha certamente não iria, pois correria o risco de perder a amizade, sabia que a Lia era muito apegada a mim e com certeza ficaria com ciúmes, ficaria uma fera e isso daria o maior rebú. Foi então que fiquei com mais medo ainda, pois pensei: E se elas viessem a brigar por qualquer outro motivo ? Será que a Alessandra contaria tudo o que fizemos só para ver a amiga p da vida ? Não, aquilo não poderia acontecer, eu teria de conversar direitinho com a Alessandra e fazer um pacto de silencio, caso contrario eu estaria frito, afinal ela é menor de idade. Não demorou e as duas saíram dizendo que iriam até a sorveteria. Aproveitei a ausência delas e fui correndo ao quarto de minha filha, procurar sua agenda e anotar o n° do telefone celular de sua amiguinha, pois tinha de falar com ela a sós de qualquer jeito. Felizmente encontrei, registrei no meu celular. Naquele mesmo dia, domingo à noite, saí dizendo que iria comprar leite, já passavam das 10:00 hs da noite, eu sabia que neste momento Alessandra certamente estaria em seu quarto, deitada pois levanta cedo para ir a aula de inglês. Liquei, não deu outra, dela atendeu . Disse-lhe que precisaríamos conversar pessoalmente, deveríamos marcar algum lugar para o encontro. Pedi para ela jurar que não contaria nada para minha filha, nem em sonho, sob qualquer forma ou pretexto, nem para outra amiga qualquer. Ela concordou e disse que não via a hora de ficarmos sozinhos novamente. Eu concordei sob a condição de que ninguém poderia saber sobre nós, disse-lhe que também estava ansioso em estar a sós com ela em algum lugar mais tranqüilo. Foi então que combinamos. Ela disse que se eu concordasse ela poderia sair da escola à tarde, até duas horas antes do horário de saída, ou seja, poderia sair no intervalo de pedir para alguma amiga responder à chamada por ela. Fiquei de pega-la próximo à escola por volta das 15:30 hs., ela deveria chegar em sua casa no máximo até as 18:00 hs., para não dar bandeira. Marcamos então para o dia seguinte Segunda feira. No horário marcado ela estava lá a minha espera, linda usando seu uniforme escolar, saia xadrez azul-marinho, blusa branca, meias soquete branca, sapatos preto, entrou rapidamente no carro, arranquei em direção ao motel cujo gerente é meu amigo dos tempos de faculdade. No caminho ela perguntou onde iríamos, disse-lhe que era um lugar tranqüilo. Ela respondeu que comigo iria à qualquer lugar. Fiquei animado, a garota era mesmo decidida. Parei algumas quadras antes do motel, perguntei-lhe se ela estava certa do que queria, ela afirmou que sim, prometeu-me fazer absoluto segredo sobre nós. Ela confessou que seu único medo era o de ficar grávida. Aí eu adorei, pois se dependesse de mim ela jamais engravidaria, sou azoospermico, ou seja, fiz vasectomia a mais e um ano e no meu sêmen não contém espermatozóides, minha ejaculação é normal, sempre gozo uma quantidade enorme de porra, porém não contém espermatozóides. Sabendo disso ficou totalmente à vontade, percebi em seus olhos sua expressão de felicidade. Ela dizia estar sonhando era muito bom tudo aquilo ser verdade, disse-me que eu era demais, que sempre teve vontade de ficar comigo a sós, achou-me atraente desde a primeira vez que foi em minha casa, sempre percebeu meus olhares em seu corpo, por isso fazia questão de usar roupas provocantes, confessou-me que na noite anterior (domingo à noite) masturbou-se pensando em mim, em tudo que fizemos. A essa altura eu já estava de pau duro, abracei-lhe dentro do carro, dei-lhe um longo beijo, soltei um botão de sua blusa e comecei a acariciar o seio direito por cima do minúsculo soutien branco, ela começou a alisar meu pau por cima da calça, estava muito bom, porém o mais prudente era irmos logo ao motel e foi o que fizemos. Mal tranquei a porta da suíte, ela agarrou-se ao meu pescoço, e foi me beijando, abrindo minha camisa, tirando minha gravata, fiquei sem camisa, ela começou beijando meu peito peludo, dando pequenas mordidas, foi descendo passando aquela lingüinha quente pela minha barriga, soltou o cinto, desceu o zíper a minha calça caiu ao chão ela começou a acariciar meu pau por cima da cueca, ela já estava enorme, duríssimo a cabeça já estava saindo pela lateral da cueca, ela começou a lamber a cabeça, dizendo: Nossa que tesão, parece estar maior que ontem, humm, que delicia. Eu estava louco para toca-la, chupa-la inteira, mas deixei que ela primeiro fizesse comigo tudo que tivesse vontade, disse-lhe que eu era todinho dela que ela poderia fazer comigo tudo que quizesse. Ela deu um sorriso maroto, pediu que eu deitasse na cama de barriga para cima, obedeci, ela sentou-se sobre meus joelhos, baixou minha cueca até o meio das coxas, tirou a blusinha branca, soltou o soutienzinho, curvou-se para frente, segurou no meu pau com as duas mãos delicadas, ficou cobrindo e descobrindo a cabeça com a pele, foi passando a língua nele todo, começou a bater uma punheta, chupou um pouco, segurou ele encostado em minha barriga, sentou-se em cima curvou-se beijando-me o peito peludo e começou a esfregar lentamente a bucetinha ainda de calcinha no meu pau, gemia e me chamava de gostoso, rebolava, se esfregava toda sobre mim, respirando ofegante, não resisti, sentei-me na cama e comecei a acariciar seus peitinhos durinhos, fui chupando seu pescoço, metendo a língua em seu ouvido, chupando a língua dela, meu pau pulsando, a cabeça úmida, virei-me por cima dela, chupei um pouco mais seus peitinhos duros, levantei sua saia, comecei a alisar sua bucetinha por cima da calcinha, fui descendo lambendo a barriguinha lisa, tirei sua saia, deixei ela apenas de calcinha, passei a beijar e lamber as coxas lisinhas e grossas, fui subindo, sentindo o cheiro da bucetinha úmida, a calcinha molhada, cheirei sua bucetinha que tesãosinho, dei pequenas mordidas sobre a calcinha sentindo a maciez do poucos pelinhos, afastei o elástico da minúscula calcinha, vendo aqueles pelinhos negros lisinhos, fui passando a língua entre os lábios, comecei a chupar seu grelinho, meti a língua no orifício, ela gemia alto, segurava minha cabeça esfregando a buceta em minha boca, passei a chupar cada vez mais rápido sentindo na língua a viscosidade de seu liquido, enfiei a língua o mais fundo possível e então ela tentou fechar as coxas e gozou alucinadamente, rebolando feito louca, lavando a minha boca, escorrendo pelo seu anus, passei a língua no anus dela, que delicia de cuzinho, virei ela de bunda para cima e continuei chupando, metia a língua na bucetinha e passava no anus, meu tesão era muito grande, não dava mais para agüentar eu tinha que meter naquela menina, eu mau acreditava que estava prestes a comer uma adolescente de 14 anos, ela ainda de quatro, coloquei meu pau enorme entre as suas coxas, levantei o elástico da perna da calcinha e coloquei meu pau dentro a calcinha e fiquei pincelando a cabeça na entrada da bucetinha úmida, quase gozei com a visão daquela bundinha era uma loucura, tirei o pau e fui baixando a calcinha dela até o meio das coxas, deu-lhe mais algumas chupadas na buceta passando a língua no anus. Então resolvi come-la de frente, pedi para ela deitar-se de barriga para cima e terminei de tirar sua calcinha umida queria olhar para sua expressão, deitei-me sobre ela , comecei a beijar sua boca, chupar aqueles peitinhos lindos durinhos, encostei a cabeça do pau na entrada e forcei um pouco, ela gemeu, eu parei, ela começou a rebolar lentamente, empurrei um pouco mais e a cabeça entrou toda, ela disse uuuiiiiii que tesãooooo, nossa como é grosso, continuei empurrando e ela aaaiiii, como é grande, aaaiii... que gosstoooso, tá quente, uuuiii... que tesão. A menina era apertada mas meu pau foi deslizando para dentro até tocar no fundo, entrou apenas a metade, era grande demais para ela (21cm) procurei mexer bem devagar para não machuca-la, apesar de apertadinha meu pau deslizava gostoso, ela estava lubrificada, fui aumentando o ritmo do vai e vem, tirava todo o cacete para em seguida empurrar de uma só vez, arrancando-lhe gemidos e gritinhos cada vez mais altos, mau pau estava duro feito pedra parecia anestesiado de tanto tesão, ela rebolava e gritava que estava gozando novamente, meu pau estava em brasa, todo lambuzado pelo gozo dela, fiquei alucinado e passei a meter o mais rápido possível num vai e vem delicioso, não agüentei mais tanto tesão, empurrei quase tudo e parei sentindo seu útero na cabeça do pau, fiquei parado mexendo bem de vagar, sentindo cada milímetro daquela bucetinha apertada, recuei um pouquinho, meu pau pingava, ela delirava apertando minhas costas, gritava, chamava-me de tarado, de tesudo, de gostoso, tirei quase tudo e fiquei metendo rápido na portinha da buceta, meu pau latejava já não seria mais possível resistir àquela menina gemendo em baixo de mim, aqueles peitinhos pontudos, comecei e chupa-los novamente feito louco, quase desapareciam na minha boca, não resisti mais empurrei tudo e gozei feito louco dentro daquela buceta apertada, jatos fortes espirravam sem parar, quando ela sentiu minha porra quente gritou que tesãaao, nossa que gostosooo, aaaiiiii, tô gozaannndo, gozamos juntos deliciosamente, sentia a bucetinha ainda em contrações, ficamos quase desmaiados, não podia soltar todo meu peso em cima dela, então foi tirando o pau devagar ainda meio duro, pingando, olhei para a buceta dela, minha porra escorria para o anus, ensopando o lençol, aquela visão era maravilhosa jamais vou esquecer. Ficamos deitados por instantes eu fitando o teto, ela deitada com a cabeça no meu peito, eu lhe fazendo cafuné, ela quase cochilando. Olhei para o relógio já eram 17:00 hs, não poderíamos demorar muito, disse-lhe a hora, levantamos em fomos para a hidro que tomar banho. Entrei na banheira, ela ficou em pé na minha frente por instantes, olhei para sua bucetinha inchada e vi minha porra escorrendo entre suas pernas, ela sentou-se no vaso para fazer xixi, depois tomamos um banho gostoso, nos enxugamos, nos arrumamos, deixei ela algumas quadras próximas de sua casa. Atualmente ela é a melhor amiga de minha filha, sempre vai lá em casa e toda vez que temos oportunidade transamos. Ah ! quase ia me esquecendo, um desses estávamos conversando sobre sexo e virgindade e ela me confessou que desde os 12 anos seu pai bolinava e chupava ela quando estavam a sós. Alguns meses após seus 13 anos, seu pai tirou-lhe o cabaço numa noite em que sua mãe teria ido visitar uma amiga no interior que estava doente. Confessou-me também que seu pai tinha um pau pequeno e fino perto do meu. Daí conclui a minha certa facilidade em penetra-la. Confesso que a historia dela com seu pai deixou-me excitado. Pensei na minha filha, na minha linda Lia. Se daqui para frente rolar algo mais, contarei a vocês. Se gostaram votem neste conto. E vocês meninas, adolescentes se desejarem podem escrever-me. Beijos e até a próxima.
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