O chifre que virou prazer
A estrada por passar no meio da floresta fechada, fica mais escura parecendo que já ia anoitecer, a menina virando de ladinho deitado no ombro de seu pai acabou por deixar a calcinha branca a amostra que dava para ver a popa de sua bundinha, eu vendo que o senhor dormia, arrisquei ficar mais ousado, encostei as costas de minha mão na sua bundinha empurrando levemente o dedo na sua rachinha, senti que o seu cuzinho piscava. Mas parece que minha esposa desconfiou e pediu pra gente trocar de lugar, e pra não dar mancada eu aceitei. Quando chegamos num lugar chamado Jundiá, parada obrigatória, já tinha anoitecido e a viagem estava só na metade.
No retorno pra Van ficamos nas mesmas posições, passaram uns quinze minutos vi que a o pai da menina ao abraçá-la deixava sua mão no banco e como estava escuro não dava pra ver o que a mão dele fazia entre a perna de minha esposa e de sua filha. Nessa hora já começava ficar desconfiado e para não pensar besteira tentava ver alguma coisa pela janela. Minha esposa estava com uma calça moletom meio folgada e eu sabia que ela estava sem calcinha, pois ela não usa nas viagens alegando que esquenta muito. Vi que minha esposa estava conversando com a menina, depois de um tempo ela vira-se pra mim e diz: a menina quer ficar na janela, deixa ela passar, e antes que eu dissesse alguma coisa a menina se levantou, sentou no colo de minha esposa e passou pro meu, minha esposa logo se afastou pro lado do senhor e eu meio sem jeito com a menina no colo me afastei também dando o lugar na janela.
Nesta hora esqueci de minha esposa, e pensei logo em voltar a passar a mão na perna da menina, que nesta hora já estava de ladinho com a bunda encostada em minha perna, olhando na janela. Então eu me virei fazendo conchina e iniciei minhas investidas bem de leve. Fiquei nesse toca, toca por um bom tempo e quando já estava a mão por dentro de sua calcinha sinto minha esposa me apertar fortemente o braço. Tirei a mão rapidamente, me virei pra frente fingindo que estava dormindo, minha esposa encostou no meu ombro e também dormia, mas eu sentia que ela estava meio incomodada e apertava meu braço, então resolvi virar o rosto pra seu lado para ver o que estava acontecendo, com muito custo pude notar que uma tolha cobria minha esposa e o senhor mas pelo volume no colo de minha esposa parecia que alguma coisa se mexia ali, será que era a mão do safado? Dei uma tossida e o volume saiu, agora tinha certeza que era a mão dele, então eu chamei minha esposa, ela fingiu que não ouviu, eu insisti, ela meio sonolenta disse: o que foi bem? Eu respondi: o que você esta fazendo, ela respondeu: nada não, e virou de vez a bunda pra lado do senhor e sem deixar a toalha sair de cima dela, enrolou no seu corpo separando do corpo do homem. Eu fiquei mais sossegado e tentei dormir.
Já estava cochilando quando senti a menina passando a mão por cima de minha pica, nesta hora meu pau já tinha saído da cueca e roçava o zíper da calça, sem pensar duas vezes dei um jeito de abrir sem machucá-lo. Quando consegui a menina foi logo segurando. Confesso que perdi completamente a noção de responsabilidade, e só fui dar fé dela quando senti que novamente minha esposa apertava meu braço, mas desta vez não recuei, apenas olhei pra ela e vi que a tolha tinha voltado pra cima do senhor, ele de conchinha com minha esposa e ela encostada no seu peito com o pescoço virado parecendo que o beijava na boca, foi um lance rápido, minha esposa com o corpo mole de quem está dormindo deitou com a cabeça no meu ombro. Não sei o que deu em mim e resolvi tirar a prova e enfiei minha mão por debaixo da toalha, foi quando senti que sua calça estava no joelho, subi a mão e senti ela toda melecada com a pica dentro, não sei como a pica do safado saiu, e de repente eu me vi pegando numa piroca grossa que enchia a minha mão, puxei a mão rápido e disse o que é isso? A menina então me chama, volto para atendê-la e deixo minha esposa sossegada.
A menina parecia uma profissional do sexo, me chupava com maestria, e eu a mastusbava, até que uma hora ouvi minha esposa falar baixinho, aí não, logo imaginei que era na bunda, porque ela só me dava o cú raramente, isso quando ela estava muito excitada. Mas parece que seu pedido não fora atendido, eu ouvia ela gemer a cada estocada, e coitado do meu braço, já divia estar roxo de tanto ela apertar. Eu então eu disse pra menina: que safada, comigo ela não deixa e olha que a pica do seu pai é mais grossa que a minha. A menina respondeu: eu sei, mas calma tio, o senhor não vai se arrepender, se levantou e veio pra meu colo ficando de frente pra mim, eu tive que chegar mais pra frente pra ela se encaixar. Ela botou minha pica em sua buceta, e ficamos namorando, beijando na boca e sugando suas tetinhas.
Nesta hora gozei, mas não saí de dentro e continuamos a nos beijar, passou um tempo e ele voltou a dar sinal de vida, então ela disse: tio, tá na hora do neném dormir, saiu de cima virou de costas encaixou sua bundinha na minha pica e foi descendo, como estava todo melecada, ela entrou fácil, seu cuzinho ficou mordendo, mordendo e só fui gozar novamente quase chegando em Boa Vista, os passageiros da frente dormiam, pareciam anestesiados com o cheiro da porra, a não ser o motorista que embora tivesse o ar condicionado ligado, pude notar que ele abrira um pouco a sua janela pra entrar ar. Chegamos e fomos pegar as malas, o senhor veio e me diz: sua esposa me disse que o senhor engenheiro e dá aula de matemática, se o senhor aceitar eu queria levar minha filha mais nova pra umas aulas particular, ela está tendo dificuldade na matéria. Eu disse tá bem, deixo eu dar meu telefone, ele respondeu: não precisa, já tenho de sua mulher, eu combino tudo com ela…
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