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COMENDO NA BARRACA

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: baruk

📂 Categoria: Heterosexual

Olá. bem, nem sei se deveria contar aqui o que aconteceu comigo, até porque, depois do fato, fiquei com a consciência bem pesada. Mas quando relatei para um amigo o caso, ele ficou louco e disse que tinha de colocar isso nesse site. Disse que a minha história era feita para se contar. Até me disse que procurasse lembrar de todos os detalhes. Acho que vou conseguir. Antes deixem dizer que tenho 23 anos e sou estudante universitário, 1,74m, 68kg, ruivo.

O caso foi no final de semana passado. Eu e mais cinco pessoas: um amigo de 24, a namorada dele, com 20 anos, o irmão dela, de 16 anos, e duas amigas, uma de 19 e outra de 27. Fomos fazer acampamento e trilha aqui no norte do Rio Grande do Sul. Muito bacana, por sinal. No primeiro diz fizemos uma caminhada muito longa, mas valeu a pena. Tomamos banho de cachoeira, tudo perfeito. Eu, de olho nas gatinhas, as duas bem gatas. O meu amigo com a namorada e o irmão dela, de 16 anos, na dela, brincando tb. Só que percebi que o guri olhava demais para mim. Aì já fiquei meio sem jeito. Ele devia ter uns 10cm a menos que eu, era loirinho. Tudo bem, fiquei na minha. Mas não vou mentir que quando olhei a bunda dele vi que era bem mais gostosa que as das meninas, que Deus me perdoe.

Chegou a noite e ficamos acordados até 1h da madrugada, na beira da fogueira. O cliema entre eu e as gurias ainda não tinha engrenado. Até que chgou a hora de nos recolhermos. Tínhamos três barradas de dois lugares. A combinação era as duas amigas numa barraca, eu e meu amigo numa, e a namorada dele e o irmão em outra. Mas, claro, o meu amigo e a namorada resolveram ficar juntos. Aí, o que tive de dividir a barraca com o irmão dela. Era duas horas e fomos dormir. A nossa barraca ficou atrás de uma árvora mais grossa, pouco mais perto da cascata. O barulho da água caindo ao fundo era coisa de filme, dava gosto de ficar ali. Cada um um pro lado de sua barraca.

Eu troquei de roupa dentro da barraca e saí para o irmão dela fazer o mesmo. Depois, entrei e fomos deitar. Começamos a conversar sobre a aventura, e tal. Ele era bem quieto, mas tava conversando numa boa. Aí comecei a falar das gurias, perguntei qual que ele achava queia dar para a gente. Ele riu, disse que não sabia, que nem tava pensando em comer ninguém. "mas eu tô", respondi e me lembrei dele me olhando o dia inteiro. Ele me olhou "É, mas acho que tu vai conseguir, só não sei quem".

Perguntei para ele qual das bundas ele achou mais gostosa. Ele não soube dizer. Aí eu disse: "Olha, elas estão mal de bunda. Sabe que até tu tem uma bunda melhor que a delas." e dei uma risada de brincadeira. Ele riu e perguntou se eu achava mesmo, confirmei "tu é melhor de bumbum que elas". Estávamos detados de cotas, conversando, tapados com o mesmo cobertor. Mas aí ei me virei para o gurizinho. Ele se virou também. Perguntei se alguém tinha dito isso antes par ele, e o Márcio disse que não. Meu tesão já tava nas alturas com isso. Precisava comer alguém e quele garoto lisinho e bundudo seria meu prazer. Era viadinho, já podia ver.

Perguntei porque ele ficou me olhando tanto na cachoeira. Ele respondeu que tinha me achado bonito, aí baixou os olhos de vergonha. "Tá gostando de dividir a barraca comigo?". Ele disse que sim. Aí, fiz um pedido: "então tu deixa eu ver a tua bunda? Só para ter certeza de que é melhor do que das gurias". Ele suspirou, disse que não sabia. Disse que era só deitar de bruços. Ele aceitou. Deitou de bruços e eu me levantei e fui para atrás dele. Tava latejando de tesão, nossa. Ele estava de bermuda, camiseta e descalço. Fui abaixando as calças dele até os pés. Depois, abaixei as cuecas dele e tirei. Ele dava umas risadinhas. Levantei a camiseta até às costas, para deixar a bunda mais livre.

Nossa, que bunda maravilhosa.Tirei minhas calças sem ele ver, meu pau estava muito ferrado, muito. Aí, sentei ao lado e comecei a alisar o bumbum do viadinho. pegava uma nádega, depois a outra, alisava as coxas, depois voltava para a bunda, e ele quietinho, de olhos fechados. Eu fiquei em transe. Afastei as duas nádegas com as mãos e cheguei com a minha cara bem pertinho. Não resisti e mergulhei o rosto entre as nádegas dele. Ouvi um suspiro. Minha língua começou a trabalhar direto no cuzinho dele, cheiroso, acreditem. Com uma das mãos comecei a me punhetar bem devagar.

Parei um pouco e perguntei se ele tava gostando. Respondeu com um "ahãm". Olhei para as pernas lisinhas, pros pezinhos pequenos e lá fui eu, dar umas mordidinhas no calcanhar dele, beijando a panturrilha e chegando novamente na bundinha.

Fiquei de joelhos por cima dele, deixando meu pau se acomodar entre as nádegas do Márcio. A bunda dele parecia o pão de cachorro quente e o meu pau a salsicha entre ele. Um vai-e-vem era uma obrigação. Eu gemia de prazer com aquela cena, com tudo, e ele gemendo baixinho. Fiquei assim um tempinho, até que fui me deitando por cima dele, até chegar no ouvidinho: "deixa eu botar no teu cuzinho?"

"Ai, mas faz com cuidado." Foi o que eu queria ouvir. Pedi para ele virar, ficar deitado de barriga para cima. Fiz ele dobrar as pernas, puxei ele para bem pertinho de mim, deixando na deliciosa posição franguinho assado. Deixei o cuspe escorrer da minha boca até o cuzinho dele, depois outra cusparada na cabeça do meu pau. Ele pegou e se abraçou no travesseiro e fechou os olhos.

As patinhas dele para o ar era um tesão, as solinhas lisinhas, macias. Fui mirando no rabinho dele o meu cacete e comeei a forçar. Demorou um pouquinho mas valeu a pena. Quando entrou o cacete fou uma delícia. A cabela do meu pau desapareceu dentro do ânus rosinha. Parei um pouco, tava empapado de suor, ele também. Estava de joelhos, com as mãos nas dobras dos joelhos dele. Botei meu corpo um pouco mais par frente e comecei a enfiar mais. Chegou até ametade do meu pau. Aí comecei a fazer uma vai-e-vem bem gostoso,devagarinho, sem pressa. Enfiava até a metade, até onde dava, parava um pouquinho, tirava de novo. Assim, fui eu, em transe, comendo meu amiguinho de barraca. Até que eu botei mais meu peso por cima dele, me apoiando ainda mais com as mãos nas dobras dos joelhos deles. Ele ficou bem empinado. Aì, comecei a fazer mais rápido, mais rápido. Cada estocada nele era como contar, normalmente, 1,2,3,4,5,6,7,8,9...uma estocada por segundo foi a velocidade máxima. Ele: "hummmm...ai,ai,ai...hummmm...mais....", mas falávamos baixinho, nada escandaloso. O pezinho dele ficava na minha cara e eu beijava de vez em quando a solinha do meu putinho.

Aí eu parei um pouco. Sem tirar meu cacete dele, perguntei se ele tava bem, se podíamos continuar. Ele fez sinal que sim. Eu disse que queria mudar de posição e perguntei se ele não tava a fim. Márcio disse que queria também. "Não quer ficar de quatro?" "Quero." Então ele se virou e ficou de quatro, se apoiando no chão fofo da barraca com os cotovelos. Eu me cheguei por trás dele. Com uma dasmão apoiada na bunda dele, a outra segurando meu pau e mirando no cuzinho do viadinho. Dessa vez a cabeça do meu cacete entrou bem mais fácil. mas me arrancou outro suspiro. O ânus dele era beem apertadinho e muito quente. Enfiei até onde pude e depois segurei as ancas dele com as duas mãos. Começamos o entra-e-sai mais gostoso da paróquia. A gosma do meu pau ajudava a fazer uma barulho maravilhosos em cada estocada que eu dava no putinho. Coisa muito deliciosa.

"Vou gozar dentro, tá?" e ele "Tudo bem, pode gozar dentro" Depois de mais uns vinte minutos comendo ele de quatro, senti a que porra tava vindo. Avisei. Veio como um jato, explodindo no rabo dele. Puxa, senti como se todas as minhas forças tivessem ido embora. Ainda gozando, consegui dar mais umas estocas para por toda a porra para fora. Depois não me agüentei e desabei por cima do Márcio, sem tirar meu pau. Ficamos assim, ele de bruços, eu por cima dele, meu pau amolecendo dentro do cuzinho dele. Aì saí para o lado. Dormimos assim. Pela manhã, nos arrumado antes de sair da barraca e escondemos as roupas de cama meladas.

Foi a única noite no acampamento. A dia inteiro foi de curtição, aventura. O melhor é que ainda consegui ficar com uma das amigas da namorada do meu camarada. Ficamos uma hora que o grupo se afastou e eu rasguei ela. Puxa, mas a foda com o garoto de 16 anos foi maravilhosa, bunda especial. Bem, espero que esse meu amigo para quem eu contei essa história esteja certo ao me aconselhar de escrever aqui. Tomara que ninguém tenha perdido tempo lido isso. Valeu, qualquer coisa, escrevam.
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