meus primeiros bem dotados
Meus primeiros bem-dotados
Olá. De uns tempos pra cá, mais exatamente depois dos fatos que vou relatar agora, comecei a ler constantemente contos eróticos disponíveis na internet. Agora, chegou a minha vez de contribuir, com uma estória absolutamente verídica. Tenho 18 anos, acabei de passar no vestibular e, apesar de um pouco tímida,sempre fui a garota mais desejada da escola, causando inveja nas meninas mais exibidinhas. Ainda mais depois que comecei a namorar com o Marcos (nome fictício), o sonho de consumo de 99% de minhas colegas. Lindo, rico e popular, poderia escolher a garota que quisesse, e acabou me conquistando também. Ele é um cara muito legal e divertido, e, acima de tudo, apaixonado por mim. Bom, vou fazer a minha descrição física, para que vocês possam imaginar como eu sou: tenho 1,68 m, 57 Kg, pele bem branca, cabelos castanhos claros, compridos e lisos, olhos verdes levemente puxados, seios médios, uma bunda super redonda, em formato de coração. O Marcos costuma dizer que o meu corpo é o mais perfeito que ele já viu, pois eu tenho as formas bem definidas naturalmente, de uma forma delicada, sem que os músculos apareçam exageradamente, e que o meu rosto lindo e inocente o deixa de quatro quando eu dou um sorriso. Agora, vamos aos fatos: minha tia é uma mulher muito rica, ficou viúva prematuramente de um grande empresário que morreu aos 46 anos de infarto. Ela costuma convidar a família e os amigos para curtir uma praia em sua mansão de 1000 m2 na beira do mar paradisíaco de Santa Catarina. Desta vez, fomos eu e o Marcos, que iria só passar o final de semana, e lá encontramos Marta (minha tia), Sandra (uma velha amiga dela), e mais três caras, sendo que um nos foi apresentado como namorado de Sandra e os outros dois como amigos dele. Desde o começo notei algo estranho, eles não pareciam se conhecer muito para serem amigos, havia pouco em comum entre eles. O Márcio, um mulato grande que falava com muitos erros de português, parecia ser de uma classe social bem mais baixa. Ele não parava de me olhar um minuto, ora para as pernas, ora para os seios, para a bunda, descia e subia, me comia com olhos. É claro que eu estou acostumada com os olhares gulosos dos homens, mas assim era demais, eu ficava constrangida. O Jonas, um cara magro, estatura média moreno, era um cara simpático, sempre que morria um assunto, logo ele tratava de puxar outro. O mais bonito era o Carlos, que nos foi apresentado como namorado de Sandra. Era um moreno de 1,93m, muito forte e malhado. Na primeira noite, procurei conversar bastante com o pessoal, pois o Marcos iria embora em dois dias e eu teria que ficar sozinha com eles. Eu e Marcos acordamos aí pelas 9:00 h e fomos pegar uma praia. Quando voltamos, umas quatro horas depois, notamos que não havia ninguém acordado. Achei estranho, pois fomos todos dormir mais ou menos cedo, e nós, cansados da viagem, fomos justamente os que dormiram menos. Quando eles acordaram, almoçamos juntos e no meio da tarde pedi para tomar um banho na maravilhosa banheira de hidromassagem da suíte de minha tia, que tem uma vista magnífica para a praia. Na hora de sair da água, acabei me atrapalhando, e molhei metade da toalha na banheira. Abri o armário procurando uma toalha seca, remexi aqui e ali e achei um bolo de revistas eróticas tipo fórum, com contos e anúncios pessoais. Notei que alguns destes anúncios estavam circulados, sempre com homens que diziam ser bem-dotados, do tipo "veja um pau descomunal arreganhando a sua esposa". Folhei mais um pouco e vi a foto de um cara que só podia ser o Jonas, embora tivesse uma tarja nos olhos. Ele aparecia nu de corpo inteiro com um enorme pau totalmente duro. Foi aí que eu entendi quem eram eles e o que estava acontecendo, meu deus, minha tia e Sandra, aquelas distintas mulheres de quase 40 anos, eram duas depravadas. Depois do choque, veio a excitação, eu sempre fantasiei trepar com caras pausudos, sempre tive fixação nisso, mas nunca pensei em realizar. Estava louca, me masturbei e acabei gozando olhando a foto do Jonas pelado com sua enorme pica dura. Á noite, quando todos se reuniram novamente, já não ficava mais constrangida, mas sim excitada com os olhares dos três, e agora estava usando um micro vestidinho super cavado, que deixava á mostra boa parte dos meus peitos e coxas. De noite, dei um cansaço no meu namorado, por mais que ele me comesse eu não me satisfazia, e eu não parava de pensar na que estava acontecendo na suite da minha tia. Chupei, fiz anal (não fazia nem um mês que o Marcos tinha finalmente conseguido comer o meu cú, mas desta vez fui eu que pedi), enfim, queria foder de um jeito diferente do que a gente fazia, que era uma coisa mais carinhosa, desta vez queria me sentir uma puta. Até então, o Marcos tinha sido o único homem da minha vida, portanto, não conhecia um pau maior que 15 cm (quando eu media, dizia para ele que tinha 17cm). No outro dia, o meu namorado voltou para Porto Alegre, e eu fiquei sozinha no meio daquele pessoal que cheirava a sexo. De tarde, na piscina, coloquei o meu biquini mais micro, fazia poses sensuais e levava os três homens ao delírio, humilhando aquelas duas mulheres que, apesar de bonitas e bem cuidadas, não passavam de duas coroas. Eu também olhava para a sunga deles, e dava pra notar a diferença de volume em relação ao meu namorado. Pena que o Márcio, o mulato, estava com um calção mais comprido, e não dava pra ver muito bem. De madrugada, fui até o quarto da tia Marta, encostei o ouvido na porta e me deliciei com os gritos da suruba, bati uma siririca deliciosa e fui dormir. No outro dia, as duas iriam até Florianópolis fazer compras no Shopping, insistiram muito para eu ir junto, pois não queriam me deixar com aqueles quase desconhecidos, mas eu bati o pé para ficar, disse que estava cansada e iria dormir. Quando elas saíram, tomei um demorado banho, coloquei uma tanguinha microscópica semi-transparente, uma fina camiseta branca que deixava ver o bico dos meus seios por debaixo dela, um tamanquinho e mais nada. Não planejava transar com aqueles homens, mas sentia uma necessidade mais forte do que eu de provocá-los, uma reação inconsciente que tomava conta do meu corpo. Desci, peguei um suco, e me sentei de frente à eles. Meu cabelo estava molhado, e quando caía para a frente deixava a camiseta transparente, com os meus seios à mostra. Conversávamos banalidades quando eles começaram a me elogiar e a falar que nunca tinha visto uma garota tão linda quanto eu. Fiz-me de envergonhada, porém levantei um pouco a perna e a colquei em cima da poltrona, num movimento que prensou a xoxota contra a calcinha, dando pra ver o contorno dos meus lábios. A esta altura eles já estavam elogiando meus peitos, minhas pernas, minha bunda, e o Carlos perguntou porque eu gostava tanto de provocá-los, e que eles queriam ver mais. A esta altura eu já estava louca de tesão, disse que tudo bem, levantei, virei de costas e tirei a camiseta, virei de frente com a mão nos seios, olhei para os calções deles e o Carlos disse: ha, eu já sei o você quer ver, e puxou o seu enorme caralho para fora. Soltei um grito, cheguei mais perto e ele disse "pode pegar se quiser". Peguei com uma mão e notei que era tão grosso que eu não encostava o polegar nos outros dedos. Pus a outra mão e ainda sobrou meio pau para fora, aí disse para ele "meu deus, você é um jegue". Nisso, o Jonas botou a minha mão no seu pau, baixei a bermuda e me deparei com um trosso igualmente grande, era bem maior do que parecia na foto. Meu namorado, o meu único macho até então, parecia ter um pirulitinho de criança perto daqueles monstros. Punheteava um com cada mão, olhando para o Márcio, que com um sorriso no rosto perguntou se eu havia achado os dois paus grandes, respondi com a cabeça que sim e ele abaixou seu calção. Quase desmaiei quando vi aquele imenso pau escuro, cheio de veias, bem maior que outros, da grossura de uma cerveja long-neck, Ele era literalmente um aleijado, com um impulso joguei-o no sofá e comecei a lamber de ponta a ponta aquele cassetão, quando fui chupá-lo não conseguia colocar na boca! A muito custo consegui engolir a cabeçorra, mas era desconfortável, pois tinha que abrir muito a boca. Coloquei aqueles três jumentos no sofá, chupava um a um, punheteava, esfregava os seios e eles batiam com o trosso na minha cara, me chamando de puta, cadela, vadia, que iam me arrebentar de tanto me foder. O líquido escorria pela perna quando eles me pucharam para cima do sofá, me sentei entre eles com as pernas abertas, eles começaram a chupar meus peitos, minha barriga, minhas pernas, e, finalmente, pararam para olhar quando Jonas tirou lentamente a minha calcinha, me mandou ficar de quatro para todos verem minha bunda, eu a ergui bem para cima e ele começou a me dar uma chupada sensacional. Lambia a minha buceta com violência, passava pelo cuzinho, me pegava pelas ancas, levantava minhas pernas e esfregava na cara dele, que pingava de tanto que eu gozei. Eles me chupavam, me agarravam, me apertavam em todas as posições, enquanto eu chupava e agarrava aqueles paus. Por um momento, me detive mais em Carlos, o chupei com tanta vontade que ele gozou fartamente na minha boca. Ele mandou engolir tudo, nunca tinha feito isto antes, mas mamava naquele pau melado chupando em busca da última gota do leite grosso e quente. Já não agüentava mais e implorei "me fodam, pelo amor de deus me fodam". Nisso Jonas se sentou e me ordenou que sentasse no colo dele. Sentei e senti aquela manjuba me abrindo, escorregando, me preenchendo. Quando achei que tinha entrado tudo, coloquei a mão e notei que ainda havia metros de pau para fora, ele riu e mandou eu descer mais. Após algumas lentas subidas e descidas consegui engolir todo aquele trosso, ele entrava justo, apertado, mas escorregava fácil na minha lubrificada bucetinha. Tive um orgasmo devastador, e o mesmo aconteceu com Jonas, que também gozou na minha boca e me fez engolir tudo. Ainda louca por pissa, dei um sorriso melecado de porra, abri as pernas deitada no sofá e com o dedo indicador chamei Márcio. Ele chegou por trás de mim, me agarrou pelos seios, pedi para ele colocar devagar e daí começou, era muito mais grosso que o primeiro, e eu fiquei louca ao ver pelo espelho a minha pobre bocetinha, toda delicada, rosadinha, com poucos pelinhos castanhos claros, sendo arrebentada por um pau preto do tamanho do de um burro. Um braço dele levantava a minha perna enquanto amassava meus seios, eu via aquele trosso lustrado pelos meus líquidos deslizando cada vez mais rápido embora não entrasse todo porque simplesmente não cabia, sobrava uns 4 dedos para fora mas tocava lá no fundo, no limite extremo da minha boceta. Gozei gritando como uma cadela desesperada, e mesmo quase desfalecida ele não parou de me foder. Pouco depois, Carlos botou seu cacete na minha boca, eu comecei a chupar vorazmente e nada do mulato gozar. Sentei no seu pau, em cavalgadas frenéticas, ainda olhando no espelho, chupando o pau do Carlos enquanto o Jonas se masturbava e chupava meus seios. O gozo veio vindo, vindo, e quando veio quase junto com o do Márcio, desfaleci sobre o sofá. Quando dei por mim, o Carlos estava com uma embalagem de KY (lubrificante anal) na mão enquanto melava o meu cú. Enfiou um dedo e um arrepio subiu pela espinha, empinei a bundinha e ele colocou mais um dedo, ia e voltava, eu adorando aquilo disse para ficar só com os dedos e depois se ele quisesse poderia comer minha boceta. Ele falou que não, que agora iria meter no meu cuzinho apertado, pois minha boceta já estava alargada. Nisso, fiquei com medo, tentei fugir, mas os outros dois me imobilizaram e ele forçou a entrada. Quando entrou a cabeçorra, dei um grito e comecei a chorar, a dor era muito forte, mesmo já tendo feito anal com meu namorado, era diferente, pois agora era mais do dobro da grossura e a dor era insuportável, mesmo que ele tenha colocado só a cabeça. Chorava muito e pedia para eles pararem, mas Carlos forçou e lentamente começou a entrar e sair. Eu urrava, mas ele começou a me comer cada vez mais fundo. Eu só conseguia mexer a cabeça, e quando olhei no espelho e vi aquele negócio entrar todo dentro do meu rabo a dor foi se transformando em prazer. Comecei a pedir mais e ele começou a estocar com toda a força, tentei chupar os outros paus mas não conseguia parar de gritar. Levantei e sentei de costas no caralho do Jonas, que resvalou inteiro dentro do meu cú. Enquanto isto Carlos chupava a minha boceta e eu lambia o Márcio. Já tinha gozado mais umas duas vezes quando o Carlos montou em mim. Eles já tinham experiência em foder em dupla, e quando um saía, o outro entrava, cada vez mais rápido, e eu punheteando e chupando o Márcio, com os três buracos preenchidos. Carlos era muito forte e me ergueu no seu colo, atolando até o talo na minha boceta enquanto Jonas também colocava tudo no meu cú. Nós três gozamos e caímos às gargalhadas no sofá, jorrava porra dos meus buracos. Aos risos, me mandaram olhar meu cú pelo espelho, e notei que depois de quase uma hora sendo currada ele já não fechava mais. Ainda louca de tesão, fiquei de quatro, encostei os seios no chão e chamei o Márcio, dizendo "vem, meu negão, estoura de vez o cuzinho da tua princesa". Ele disse que nenhuma mulher jamais tinha tido coragem de fazer anal com ele, nem, a puta da minha tia. Lentamente ele passava lubrificante na monstruosidade enquanto eu sorria e abria a minha bunda com as mãos. Tentou colocar devagar, mas estava difícil, mesmo eu estando dilacerada, a grossura dele era descomunal demais para qualquer cú. Só quando ele forçou muito é que entrou a cabeça, eu arregalei os olhos e gritei, gritei muito, sem parar, e quando ele perguntou se eu ia desistir, eu corajosamente gritei um nããããããããããão, coloca esse trosso preto todo dentro da minha bundinha. Ele começou a entrar e sair lentamente, eu não sei como agüentei, eu olhava pelo espelho e me via literalmente arrombada, minhas pregas estouraram de vez, saía sangue, mas eu ordenava: "bota, meu negão, enfia até o talo". Aí ele colocou tudo, tirava e colocava tudo de novo, e de novo, cada vez mais rápido, ele socava com tanta força que eu achei que fosse me partir ao meio. Eu gritava e chorava de dor, mas o tesão de se sentir uma puta, uma cadela pela primeira vez na vida, falava mais alto. Gozei de uma maneira diferente, um prazer em ser destruída, arrombada, dilacerada. Quando caí para o lado sem conseguir me mexer, com o cú cheio de porra e sangue, senti que ele nunca mais voltaria ao normal. Os rapazes me ajudaram, me deram um banho e me levaram até a cama, pois não conseguia sequer caminhar de dor. Quando minha tia chegou, fingi dormir (de bruços, óbvio), sorte que ela não desconfiou. No outro dia me locomovia com dificuldade, não conseguia sentar, e tive que contar tudo para a tia Marta. Ela ficou chocada, não sabia o que fazer, mas agora éramos cúmplices. Durante três dias passei só chupando os caralhos, e num destas vezes os três cobriram o meu corpo de porra. Passei comendo porra até que resolvi entrar de vez na suruba do pessoal, mas agora, dividindo-os com outras mulheres, a coisa ficou mais fácil. No final destas duas semanas de férias, só queria saber de dar o cú para o Márcio, pois eu era a única que aguentava a manjuba dele no rabo. Quando voltei, tive a "brilhante" idéia de transar com o meu namorado, mas logo ele percebeu o estrago que haviam feito no meu corpo, especialmente no cuzinho, todo machucado e arrombadaço, de modo que eu mal sentia o pau dele dentro de mim. Perdi o namorado, mas ganhei a parceria e a promessa de futuras putarias com a tia Marta, com outros bem-dotados, porém ela disse que um pau-de-burro que nem o Márcio vai ser difícil de encontrar de novo.
Sabrina - Porto Alegre/RS
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