Menininha pobre da favela 2
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No dia seguinte cancelei meus serviços dizendo que meu carro deu problemas e corri para a casa da Raquel, no caminhos comprei mais algumas coisas que faltavam para melhorar a vida dela, como acento de privada, reparo para as torneiras que pintavam, a resistência do chuveiro e algumas coisas mais. Quando Raquel veio pegar as crianças com as mães na frente de casa se separou com o portão, que era precário e torto, agora arrumado e com aspecto melhor, o mato da frente estava carpido até certo ponto e havia alguém encima do muro fazendo alguns reparos para que não caísse sobre a casa.
– O que o “sinhô” está fazendo aí? E o que fez com meu portão que está tão bom?
– Apenas estou fazendo os concertos que me pediram, nada demais. Coisas da sua madrinha – Ddsse ele mentindo para satisfazer a curiosidade das vizinhas que o olhavam trabalhar .
– Ah, entendi, quando terminar pode vir tomar café então.
Raquel era esperta, já havia entendido o que eu fiz e para despistar as vizinha futriqueiras inventou uma desculpa de que esqueceu que sua madrinha havia contratado alguém para fazer reparos básicos na casa. Deu para ver o olhar de inveja e curiosidade nas mulheres.
Tão logo entrou com as crianças já as colocou para brincar em um parquinho que ela mesmo havia improvisado com madeiras velhas, pneus e cordas, então entrei carregando algumas sacolas e a orientei a dar atenção às crianças pois eu me viraria ali. Então comecei a arrumar as coisas todas pela casa e ao finalizar o banheiro me deparei com uma mulher de seis 35 anos, alguém que já teve beleza, mas agora estava inchada pelo álcool e maltratada pela vida.
– Quer dizer que você é o vizinho misterioso que trouxe comida e arrumou meu chuveiro ontem? Devo dizer que foi ótimo tomar um banho quente para variar.
Ela dizia isso enquanto arrisca as calças e sentou no vaso para urinar com naturalidade. Aquela mulher tinha uma bunda linda, ela era branquinha, a pele parecia macia apesar de estar judiada, seus olhos eram mel e mantinha um sorriso cheio de dentes nos lábios. Sem perceber estava excitado e, como estava com uma calça de Tactel sem cuecas – para piorar, estava encima de um banco pois finalizava a instalação do chuveiro – não deu para esconder a massa sobre a calça.
– Até parece que nunca viu uma mulher fazendo xixi na vida. Ficou mesmo animado hein e o amiguinho aí não é humilde, deixe eu conferir de perto.
Sem pedir licença baixou minhas calças e começou a me punhetar bem gostoso, então colocou na boca e engoliu os 20 cm quase inteiros. Queria comer aquela mulher, mas só de lembrar que ela vivia pela rua fazendo sabe o que e nem sequer tomava banho me desanimou, então resolvi usar a boca mesmo, soquei fundo como se fosse a vagina e gozei um litro de porra dentro dela.
– Está animado garotinho, hora de colocar aqui também.
– Sinto muito, tenho que terminar meus afazeres, foi bom mas vou deixá-la aqui – então saí deixando-a brava, pois também queria prazer.
Na porta do banheiro me deparei com Raquel que tinha uma cara estranha quando olhou para mim, ela então virou as coisa e seguiu para o quintal. Mais que rápido peguei em seu braço e perguntei qual o problema dela.
– Eu vim te avisar que minha mãe estava em casa e que deveria tomar cuidado, mas parece que já se conheceram, então não preciso mais apresentá-los.
– Isso mesmo Raquel, já conheci o rapaz. Não precisa ficar assim não, homem não resiste a uma buceta mesmo, vê se aprende isso logo. Além do quê, o que um cara bonito desses, que sabe fazer tudo em casa, até cozinha bem vai querer com você, se toca menina.
Raquel então saiu para o parquinho onde estavam as crianças com os olhos cheios de lágrimas.
– Que porra foi essa? Perguntei à mulher.
– Uma verdadezinha não faz mal a ninguém, ela tem que saber como vocês são para não terminar como eu.
– Fodam -se suas verdades, pois saiba que só estou aqui por causa da sua filha e não por sua causa. E sim, eu resisti a sua buceta, não sei se notou, senhora dou pro homem que quiser.
– Maria, não senhora dou para o home que quiser. E sim, você realmente me rejeitou, devo estar ficando feia de verdade.
Então ela saiu pelo portão gritando para a filha que iria trabalhar.
Consternado me aproximei de Raquel e a peguei pela mão a conduzindo para dentro de casa. Fiz com que sentasse naquele sofá velho e quebradiço então começei a né desculpar.
– O ” sinhô” não precisa se explicar ou desculpar por nada, minha mãe tem razão, mas ainda assim estou muito agradecida pelo que fez por nós.
– Não, sua mãe não tem razão em nada, o que você viu no banheiro foi um equívoco que nunca deveria ter acontecido. Eu estava preparando uma surpresa para você quando quem foi surpreendido fui eu.
” Não tinha a menor intenção de ter algo com aquela louca, vim aqui por sua causa, para te dar algo para sorrir todos os dias, algo que ela não te proporciona.”
Sem falar mais nada a arrastei para a cozinha e mostrei as torneiras concertadas, a porta não rangia mais, havia tampa no vazo do banheiro e o chuveiro arrumado, até a geladeira recebeu uma atenção especial para que a porta não caísse mais.
– Sua mãe estava errada, pode sim um homem como eu se interessar por você – então a beijei com vontade e paixão enquanto ela se entregava de forma inexperiente.
Fiz carinhos, beijos, afagos ousados e apenas paramos quando nos demos conta das crianças lá fora, então ela voltou aos seus afazeres e eu aos reparos que podia. Ao longo do dia dei uma saída dizendo que precisava ir a um amigo e quando voltei trazia roupas de cama e outros utensílios domésticos para fazer daquela casa um lar de verdade.
Assim o tempo passou e as crianças foram embora, quando ela entrou a casa estava diferente do que era, a janta estava pronta e sua roupa no banheiro, novamente, aguardando seu banho. Ela se banhou e voltou cheirosa para a cozinha onde comemos nos olhando, depois arreastei para o quarto onde tirei sua roupa e a cobri de beijos por todos os lados.
Era virgem e apaixonada, então a deitei sobre o colchão que fora improvisado como cama e chupão sua vagina com vontade. Ela gritava e arranhava minha cabeça até tremer inteira e amolecer enquanto seu mel escorria dia seus grandes lábios para os meus que os bebia por completo. Então a fiz sentar e botei meu falo em suas mãos a ensinando a punhetar, algo que aprendeu rápido, assim como a chupar.
Me chupou por uns 10 minutos então tirei de sua boca para evitar gozar e a deitei novamente para penetra-la. A princípio foi difícil, quis correr, chorou para que parasse, então a lembrei de sua promessa, beijei sua boca e forcei tudo para dentro dela fazendo-a fritar de dor. Parei uns instantes e voltei a mover devagar, ela ainda sentia dor, mas não era tanta assim.
Com carinho e paciência Raquel se adaptou e começou a gostar do que fazíamos, agora não tinha mais volta, passei a ser mais bruto e mais rápido arrancando gemidos e suspiros daquela ninfeta maravilhosa até que tremeu e gozou gritando. Foi minha deixa, coloquei tudo dentro e fiz o leite brotar dentro dela, foram 5 golfadas e um rugido de leão escapando de meus lábios.
Assim foi até às 21h quando dormimos de tão cansados. Acordei por volta das 2h sendo cavalgado com gosto, estava tão bom que acabei dando mais uma gozada dentro enquanto sentia o mel daquela vagina gostosa escorrer pelo meu pênis. Apenas notei algo errado quando recebi um beijo com cheiro de álcool.
Olhei para o lado e vi a linda Raquel dormindo ao meu lado e na penumbra pude ver que quem estava montada em mim era Maria, ela agora tinha um sorriso de escárnio em seus lábios.
– Como eu disse – falou ela em meu ouvido – os homens são todos iguais, não podem ver uma buceta.
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No dia seguinte cancelei meus serviços dizendo que meu carro deu problemas e corri para a casa da Raquel, no caminhos comprei mais algumas coisas que faltavam para melhorar a vida dela, como acento de privada, reparo para as torneiras que pintavam, a resistência do chuveiro e algumas coisas mais. Quando Raquel veio pegar as crianças com as mães na frente de casa se separou com o portão, que era precário e torto, agora arrumado e com aspecto melhor, o mato da frente estava carpido até certo ponto e havia alguém encima do muro fazendo alguns reparos para que não caísse sobre a casa.
– O que o “sinhô” está fazendo aí? E o que fez com meu portão que está tão bom?
– Apenas estou fazendo os concertos que me pediram, nada demais. Coisas da sua madrinha – Ddsse ele mentindo para satisfazer a curiosidade das vizinhas que o olhavam trabalhar .
– Ah, entendi, quando terminar pode vir tomar café então.
Raquel era esperta, já havia entendido o que eu fiz e para despistar as vizinha futriqueiras inventou uma desculpa de que esqueceu que sua madrinha havia contratado alguém para fazer reparos básicos na casa. Deu para ver o olhar de inveja e curiosidade nas mulheres.
Tão logo entrou com as crianças já as colocou para brincar em um parquinho que ela mesmo havia improvisado com madeiras velhas, pneus e cordas, então entrei carregando algumas sacolas e a orientei a dar atenção às crianças pois eu me viraria ali. Então comecei a arrumar as coisas todas pela casa e ao finalizar o banheiro me deparei com uma mulher de seis 35 anos, alguém que já teve beleza, mas agora estava inchada pelo álcool e maltratada pela vida.
– Quer dizer que você é o vizinho misterioso que trouxe comida e arrumou meu chuveiro ontem? Devo dizer que foi ótimo tomar um banho quente para variar.
Ela dizia isso enquanto arrisca as calças e sentou no vaso para urinar com naturalidade. Aquela mulher tinha uma bunda linda, ela era branquinha, a pele parecia macia apesar de estar judiada, seus olhos eram mel e mantinha um sorriso cheio de dentes nos lábios. Sem perceber estava excitado e, como estava com uma calça de Tactel sem cuecas – para piorar, estava encima de um banco pois finalizava a instalação do chuveiro – não deu para esconder a massa sobre a calça.
– Até parece que nunca viu uma mulher fazendo xixi na vida. Ficou mesmo animado hein e o amiguinho aí não é humilde, deixe eu conferir de perto.
Sem pedir licença baixou minhas calças e começou a me punhetar bem gostoso, então colocou na boca e engoliu os 20 cm quase inteiros. Queria comer aquela mulher, mas só de lembrar que ela vivia pela rua fazendo sabe o que e nem sequer tomava banho me desanimou, então resolvi usar a boca mesmo, soquei fundo como se fosse a vagina e gozei um litro de porra dentro dela.
– Está animado garotinho, hora de colocar aqui também.
– Sinto muito, tenho que terminar meus afazeres, foi bom mas vou deixá-la aqui – então saí deixando-a brava, pois também queria prazer.
Na porta do banheiro me deparei com Raquel que tinha uma cara estranha quando olhou para mim, ela então virou as coisa e seguiu para o quintal. Mais que rápido peguei em seu braço e perguntei qual o problema dela.
– Eu vim te avisar que minha mãe estava em casa e que deveria tomar cuidado, mas parece que já se conheceram, então não preciso mais apresentá-los.
– Isso mesmo Raquel, já conheci o rapaz. Não precisa ficar assim não, homem não resiste a uma buceta mesmo, vê se aprende isso logo. Além do quê, o que um cara bonito desses, que sabe fazer tudo em casa, até cozinha bem vai querer com você, se toca menina.
Raquel então saiu para o parquinho onde estavam as crianças com os olhos cheios de lágrimas.
– Que porra foi essa? Perguntei à mulher.
– Uma verdadezinha não faz mal a ninguém, ela tem que saber como vocês são para não terminar como eu.
– Fodam -se suas verdades, pois saiba que só estou aqui por causa da sua filha e não por sua causa. E sim, eu resisti a sua buceta, não sei se notou, senhora dou pro homem que quiser.
– Maria, não senhora dou para o home que quiser. E sim, você realmente me rejeitou, devo estar ficando feia de verdade.
Então ela saiu pelo portão gritando para a filha que iria trabalhar.
Consternado me aproximei de Raquel e a peguei pela mão a conduzindo para dentro de casa. Fiz com que sentasse naquele sofá velho e quebradiço então começei a né desculpar.
– O ” sinhô” não precisa se explicar ou desculpar por nada, minha mãe tem razão, mas ainda assim estou muito agradecida pelo que fez por nós.
– Não, sua mãe não tem razão em nada, o que você viu no banheiro foi um equívoco que nunca deveria ter acontecido. Eu estava preparando uma surpresa para você quando quem foi surpreendido fui eu.
” Não tinha a menor intenção de ter algo com aquela louca, vim aqui por sua causa, para te dar algo para sorrir todos os dias, algo que ela não te proporciona.”
Sem falar mais nada a arrastei para a cozinha e mostrei as torneiras concertadas, a porta não rangia mais, havia tampa no vazo do banheiro e o chuveiro arrumado, até a geladeira recebeu uma atenção especial para que a porta não caísse mais.
– Sua mãe estava errada, pode sim um homem como eu se interessar por você – então a beijei com vontade e paixão enquanto ela se entregava de forma inexperiente.
Fiz carinhos, beijos, afagos ousados e apenas paramos quando nos demos conta das crianças lá fora, então ela voltou aos seus afazeres e eu aos reparos que podia. Ao longo do dia dei uma saída dizendo que precisava ir a um amigo e quando voltei trazia roupas de cama e outros utensílios domésticos para fazer daquela casa um lar de verdade.
Assim o tempo passou e as crianças foram embora, quando ela entrou a casa estava diferente do que era, a janta estava pronta e sua roupa no banheiro, novamente, aguardando seu banho. Ela se banhou e voltou cheirosa para a cozinha onde comemos nos olhando, depois arreastei para o quarto onde tirei sua roupa e a cobri de beijos por todos os lados.
Era virgem e apaixonada, então a deitei sobre o colchão que fora improvisado como cama e chupão sua vagina com vontade. Ela gritava e arranhava minha cabeça até tremer inteira e amolecer enquanto seu mel escorria dia seus grandes lábios para os meus que os bebia por completo. Então a fiz sentar e botei meu falo em suas mãos a ensinando a punhetar, algo que aprendeu rápido, assim como a chupar.
Me chupou por uns 10 minutos então tirei de sua boca para evitar gozar e a deitei novamente para penetra-la. A princípio foi difícil, quis correr, chorou para que parasse, então a lembrei de sua promessa, beijei sua boca e forcei tudo para dentro dela fazendo-a fritar de dor. Parei uns instantes e voltei a mover devagar, ela ainda sentia dor, mas não era tanta assim.
Com carinho e paciência Raquel se adaptou e começou a gostar do que fazíamos, agora não tinha mais volta, passei a ser mais bruto e mais rápido arrancando gemidos e suspiros daquela ninfeta maravilhosa até que tremeu e gozou gritando. Foi minha deixa, coloquei tudo dentro e fiz o leite brotar dentro dela, foram 5 golfadas e um rugido de leão escapando de meus lábios.
Assim foi até às 21h quando dormimos de tão cansados. Acordei por volta das 2h sendo cavalgado com gosto, estava tão bom que acabei dando mais uma gozada dentro enquanto sentia o mel daquela vagina gostosa escorrer pelo meu pênis. Apenas notei algo errado quando recebi um beijo com cheiro de álcool.
Olhei para o lado e vi a linda Raquel dormindo ao meu lado e na penumbra pude ver que quem estava montada em mim era Maria, ela agora tinha um sorriso de escárnio em seus lábios.
– Como eu disse – falou ela em meu ouvido – os homens são todos iguais, não podem ver uma buceta.
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