Menininha pobre da favela
Aos novatos peço desculpas pelos erros pois escrevo do celular.
Me chamo Eduardo, 39 anos, negro, 1,78 de altura, magro, não sou bonito porém faço relativo sucesso com a mulherada. Trabalho em uma empresa de telecomunicações e presto serviços em toda região oeste de SP e na grande SP também. Na minha rota do dia acabei por ser trazido ao Embu das artes, em uma das regiões mais humildes do município e foi lá que me deparei com uma cena de novela.
A casa que procurava deu trabalho para achar pois estava bem sucateada e não tinha numeração na frente, era algo muito pobre, muro caído, lixo esparramado e a sensação de abandono exalava daquele local. Como trabalho a muitos anos neste ramo, sei que há gente morando nos lugares mais improváveis e instalações a serem feitas nos lugares mais impossíveis, mas vamos aos fatos.
Bati palmas e uma porta feita de taboas velhas foi aberta, de lá saíram várias crianças e uma adolescente que estava responsável por todos. Tinham aparência horrível, algo entre sujos e famintos, chegava a dar dó.
– Helena é daqui?
– Sim, é minha madrinha.
– Ela ou algum adulto se encontra?
– Não “sinhô” , mas na ausência da minha mãe eu sou a responsável pela casa. Veio instalar a internet?
– Sim linda, porém sem adultos eu não posso fazer nada, tenho que ir embora.
– Não, por favor não vá embora, eu tenho quase 18 já, pode dizer que sou maior de idade.
– Não posso princesa, eu posso ser mandado embora se fizer isso.
– O “sinhô” não pode ir embora e me deixar assim. Minha mãe sai para trabalhar cedo e volta tarde me deixa cuidando desse bando de crianças para ganhar mais dinheiro para ela beber, então minha madrinha resolveu me presentear com um celular e internet em casa para distrair a mente e o “sinhô” não pode instalar? Isso é injusto.
“Troquei a mesada que ela me daria por isso, poderia pedir roupas, coisas mais valiosas ou até mesmo comida, já que falta em casa, mas queria internet.”
– A vida não tem sido fácil não é mesmo? Mas vai melhorar, confie em mim. Agora tenho que ir.
– Não “sinhô”, eu faço qualquer coisa mas me ajude por favor. A fome já é dura, cuidar dessas crianças não melhora, a internet seria como um casaco quente em um dia muito frio.
A menina chorava enquanto falava, me doía o coração ver aquilo, afinal também já passei fome e sei o quanto é duro ter que viver de migalhas e sem a dignidade que todo ser humano merece ter. Então chamei a menina para mais perto afim de olha-la melhor e definir meu próximo passo. Aí se aproximar vi que não era feia, apenas estava suja e maltratada, sua idade era difícil de definir pois as roupas, a imundice e os cabelos embolados não lhe davam nada de jovial.
– Pare de chorar e me responda algumas perguntas. Primeira qual seu nome menina?Que horas as crianças irão embora?
– Me chamo Raquel – disse limpando as lágrimas – as crianças vão embora já já, as mães vem buscar as 18h. Quanto a minha mãe, se ela não beber chega às 20h, senão não tem hora certa para isso.
– Você disse que faria qualquer coisa para eu instalar, está certa disso?
O rosto de Raquel empalideceu, mas de pensar que teria internet e não se sentiria mais toa solitária fez com que confirmasse com a cabeça a sua afirmação anterior.
– Quando forem 18:30 esteja na frente do portão me aguardando, não saia daí por nada pois não posso perder tempo.
– Estarei, pode confiar.
Entrei em meu carro e parti rapidamente de la, entrei em um hipermercado que havia na região e fiz uma compra de R$600,00, peguei um pouco de tudo, mas principalmente material de limpeza e higiene pessoal. Não sabia o que ela gostava, mas parecia muito jovem então comprei bolachas, danones, fardos de refrigerante do mais baratinho e quando olhei para o relógio já estava encima da hora, então me dirigi à casa de Raquel sem demora.
Aí chegar em sua rua a avistei na porta do casebre, assim como ordenado, então de forma bem rápida estacionei o carro de forma discreta e descarreguei as compras o mais rápido possível. Eu não queria ser visto por ninguém, não por ter alguma má intenção, mas porque eu sempre tive para mim que a caridade é um anjo mudo, então ninguém precisaria saber o que eu fazia por aquela família.
Raquel ficou boquiaberta, não sabia o que dizer diante de tamanha fartura, apenas abriu o portão e me conduziu até a cozinha da sua casa. Foram várias viagens, mas aí termino pude notar melhor o espaço, era humilde porém bem organizado. Havia muita sujeira no quintal, mas dentro de casa era impecável, ela organizava tudo.
Enquanto a ajudava a guardar as coisas ela foi me falando que zelava muito pela casa mas que do lado de fora era difícil, ela era sozinha e sua mãe quando chegava nervosa jogava todo lixo pelo quintal e gritava feito louca. As vizinhas apenas mantinham as crianças sendo cuidadas por ela pois não tinham opção e porque conheciam a casa por dentro, caso contrário nem chegariam perto de nada.
Quis saber mais sobre sua situação, então ela pegou uma das sacolas que continham os produtos de higiene pessoal, incluindo absorventes, escova e pasta, começou a chorar e falou que o dinheiro que recebia gastava em comida para a casa e não sobrava nada nem para higiene pessoal. Tinha que esconder parte do dinheiro senão sua mãe pegava tudo e torrava em bebidas pela rua. A mais de ano não sabia sequer o que era um banho quente pois o chuveiro estava quebrado.
Pedi que me.mostrasse onde era o banheiro e então retirei o chuveiro e pude ver que era apenas a resistência queimada, não havia trazido uma nova mas consegui fazer uma gambiarra para funcionar provisoriamente. Então voltei para a cozinha e a encontrei guardando os últimos mantimentos.
– Raquel, se lembra do que me falou mais cedo? Vou pedir o que eu quero agora então e sei que irá me atender sem reclamar, ok?
– Sim “sinhô”, disse a menina chorosa aguardando algo desagradável por vir.
– Então quero que me mostre onde devo instalar a internet e depois vá lá fora recolher aquele monte de lixo. Quero que deixe tudo bem limpinho ok?
Ela ficou sem entender, pensou que pediria algo diferente, mas ficou feliz em obedecer, afinal depois daquele trabalhão teria comida para matar sua fome e dormir sossegada enquanto mexia no celular.
Enquanto isso Eduardo eu instalava a internet dela enquanto a central ainda funcionava, já eram 19:h teria de ser rápido para subir o acesso dela. Fiz tudo, fui ao banheiro e testei o chuveiro sem que ela visse, arrumei uma toalha que havia trazido e não mostrei, junto com um conjunto de lingerie e um quite de higiene básica feitos especialmente para ela deixando tudo sobre a pia do banheiro. Quando entrou em casa se separou comigo na porta do banheiro e sorrindo para ela.
– Agora vá e teste o chuveiro para ver se a água está do seu agrado.
Ela entrou e viu tudo pronto e ficou sem entender nada, então abriu o chuveiro e água quente caiu sobre suas mãos, a sensação era maravilhosa, ela sorriu e gritou de felicidades.
– Agora tome seu banho enquanto termino de fazer os últimos reparos.
Enquanto tomava banho Raquel pensava no quão boa era um banho quente, havia até shampoo para os cabelos. Ela não tomava banho a muito tempo, era época de frio e ela não queria ficar doente pois sabia que não teria ninguém para cuidar dela, mas hoje ela estava tirando aquela sujeira acumulada e sentindo a infelicidade de dia após dia sendo levada pela água.
Quando saiu do banho e foi pegar a toalha notou que dentro dela havia roupas íntimas e um vestido simples para vestir, ficou feliz pois mesmo simples era novo, algo que a tempos não tinha. Ao abrir a porta sentiu cheiro de comida fresca, seu estômago roncou e os olhos marejaram, a muito tempo ninguém fazia algo para ela, então correu para a sala e abraçou-me pelas costas enquanto suas lágrimas molhavam meu uniforme.
– Acalme-se menina, é hora de jantar, deve estar faminta então preparei arroz, bife acebolado, salada de tomates e um suco de laranjas para você. Não sei se gosta disso, mas foi o melhor que pude fazer hoje.
Ainda chorando me acompanhou até o sofá onde a fiz sentar e servi um prato razoavelmente cheio e um copo de suco. A observei comer enquanto peguei seu celular e configurei a internet e também baixei whatsapp e outros aplicativos legais para que pudesse se divertir. Assim que terminou a ensinei como usá-los e me despedi deixando meu número com ela.
Raquel não queria que eu fosse, mas prevendo a volta de sua mãe resolvi sair o quanto antes e evitar problemas. Combinamos que se a mãe perguntasse diria que foram doações e que um dia vizinhos veio trazer. Então a abracei bem apertado e beijei sua cabeça. Seu corpo agora cheirava bem, seu rosto era bonito e bem branquinho com lábios finos, suas curvas estavam bem acentuadas naquele vestido, só então notei que ela era linda e não o monstrinho que estava coberto de sujeira.
Fiquei excitado, então sem jeito a afastei e segui para casa deixando-a feliz. Já em casa resolvi fazer um teste e a chamei no WhatsApp mandando um belo oi e uma foto minha para que se lembrasse de mim, em seguida veio a resposta.
– Seu bobo, não precisava mandar a foto pois eu não vou me esquecer de você jamais.
– A desculpe, sou feio demais, melhor apagar mesmo. (Carinha sorrindo).
– Não é não, te a hei lindo. Também não apagaria a foto porque não sei apagar (mãozinha na cara)
– Caso queira amanhã te explico, passo aí e te mostro como funciona direitinho. Tenho que levar a resistência do chuveiro mesmo, aí já aproveito para te ensinar.
– Você virá aqui amanhã então, obá, vou esperar hein.
– Sim, mas somente se me mandar fotos bem bonitas suas.
– Mas não tenho e não sei tirar.
Então a ensinei a tirar as fotos e pedi várias delas, ela se divertia e eu me excitava com aquela menina. Gozei quatro vezes falando com ela, mas sem que ela soubesse, então desliguei pois trabalharia no dia seguinte, mas não sem antes plantar a semente nela de que eu iria lá e queria ser novamente obedecido, mas dessa vez seria bem diferente.
–+
Amigos, sei que o conto ficou grande e sem ação verdadeira, mas nos próximos teremos tudo e muito mais.
[email protected]
Me chamo Eduardo, 39 anos, negro, 1,78 de altura, magro, não sou bonito porém faço relativo sucesso com a mulherada. Trabalho em uma empresa de telecomunicações e presto serviços em toda região oeste de SP e na grande SP também. Na minha rota do dia acabei por ser trazido ao Embu das artes, em uma das regiões mais humildes do município e foi lá que me deparei com uma cena de novela.
A casa que procurava deu trabalho para achar pois estava bem sucateada e não tinha numeração na frente, era algo muito pobre, muro caído, lixo esparramado e a sensação de abandono exalava daquele local. Como trabalho a muitos anos neste ramo, sei que há gente morando nos lugares mais improváveis e instalações a serem feitas nos lugares mais impossíveis, mas vamos aos fatos.
Bati palmas e uma porta feita de taboas velhas foi aberta, de lá saíram várias crianças e uma adolescente que estava responsável por todos. Tinham aparência horrível, algo entre sujos e famintos, chegava a dar dó.
– Helena é daqui?
– Sim, é minha madrinha.
– Ela ou algum adulto se encontra?
– Não “sinhô” , mas na ausência da minha mãe eu sou a responsável pela casa. Veio instalar a internet?
– Sim linda, porém sem adultos eu não posso fazer nada, tenho que ir embora.
– Não, por favor não vá embora, eu tenho quase 18 já, pode dizer que sou maior de idade.
– Não posso princesa, eu posso ser mandado embora se fizer isso.
– O “sinhô” não pode ir embora e me deixar assim. Minha mãe sai para trabalhar cedo e volta tarde me deixa cuidando desse bando de crianças para ganhar mais dinheiro para ela beber, então minha madrinha resolveu me presentear com um celular e internet em casa para distrair a mente e o “sinhô” não pode instalar? Isso é injusto.
“Troquei a mesada que ela me daria por isso, poderia pedir roupas, coisas mais valiosas ou até mesmo comida, já que falta em casa, mas queria internet.”
– A vida não tem sido fácil não é mesmo? Mas vai melhorar, confie em mim. Agora tenho que ir.
– Não “sinhô”, eu faço qualquer coisa mas me ajude por favor. A fome já é dura, cuidar dessas crianças não melhora, a internet seria como um casaco quente em um dia muito frio.
A menina chorava enquanto falava, me doía o coração ver aquilo, afinal também já passei fome e sei o quanto é duro ter que viver de migalhas e sem a dignidade que todo ser humano merece ter. Então chamei a menina para mais perto afim de olha-la melhor e definir meu próximo passo. Aí se aproximar vi que não era feia, apenas estava suja e maltratada, sua idade era difícil de definir pois as roupas, a imundice e os cabelos embolados não lhe davam nada de jovial.
– Pare de chorar e me responda algumas perguntas. Primeira qual seu nome menina?Que horas as crianças irão embora?
– Me chamo Raquel – disse limpando as lágrimas – as crianças vão embora já já, as mães vem buscar as 18h. Quanto a minha mãe, se ela não beber chega às 20h, senão não tem hora certa para isso.
– Você disse que faria qualquer coisa para eu instalar, está certa disso?
O rosto de Raquel empalideceu, mas de pensar que teria internet e não se sentiria mais toa solitária fez com que confirmasse com a cabeça a sua afirmação anterior.
– Quando forem 18:30 esteja na frente do portão me aguardando, não saia daí por nada pois não posso perder tempo.
– Estarei, pode confiar.
Entrei em meu carro e parti rapidamente de la, entrei em um hipermercado que havia na região e fiz uma compra de R$600,00, peguei um pouco de tudo, mas principalmente material de limpeza e higiene pessoal. Não sabia o que ela gostava, mas parecia muito jovem então comprei bolachas, danones, fardos de refrigerante do mais baratinho e quando olhei para o relógio já estava encima da hora, então me dirigi à casa de Raquel sem demora.
Aí chegar em sua rua a avistei na porta do casebre, assim como ordenado, então de forma bem rápida estacionei o carro de forma discreta e descarreguei as compras o mais rápido possível. Eu não queria ser visto por ninguém, não por ter alguma má intenção, mas porque eu sempre tive para mim que a caridade é um anjo mudo, então ninguém precisaria saber o que eu fazia por aquela família.
Raquel ficou boquiaberta, não sabia o que dizer diante de tamanha fartura, apenas abriu o portão e me conduziu até a cozinha da sua casa. Foram várias viagens, mas aí termino pude notar melhor o espaço, era humilde porém bem organizado. Havia muita sujeira no quintal, mas dentro de casa era impecável, ela organizava tudo.
Enquanto a ajudava a guardar as coisas ela foi me falando que zelava muito pela casa mas que do lado de fora era difícil, ela era sozinha e sua mãe quando chegava nervosa jogava todo lixo pelo quintal e gritava feito louca. As vizinhas apenas mantinham as crianças sendo cuidadas por ela pois não tinham opção e porque conheciam a casa por dentro, caso contrário nem chegariam perto de nada.
Quis saber mais sobre sua situação, então ela pegou uma das sacolas que continham os produtos de higiene pessoal, incluindo absorventes, escova e pasta, começou a chorar e falou que o dinheiro que recebia gastava em comida para a casa e não sobrava nada nem para higiene pessoal. Tinha que esconder parte do dinheiro senão sua mãe pegava tudo e torrava em bebidas pela rua. A mais de ano não sabia sequer o que era um banho quente pois o chuveiro estava quebrado.
Pedi que me.mostrasse onde era o banheiro e então retirei o chuveiro e pude ver que era apenas a resistência queimada, não havia trazido uma nova mas consegui fazer uma gambiarra para funcionar provisoriamente. Então voltei para a cozinha e a encontrei guardando os últimos mantimentos.
– Raquel, se lembra do que me falou mais cedo? Vou pedir o que eu quero agora então e sei que irá me atender sem reclamar, ok?
– Sim “sinhô”, disse a menina chorosa aguardando algo desagradável por vir.
– Então quero que me mostre onde devo instalar a internet e depois vá lá fora recolher aquele monte de lixo. Quero que deixe tudo bem limpinho ok?
Ela ficou sem entender, pensou que pediria algo diferente, mas ficou feliz em obedecer, afinal depois daquele trabalhão teria comida para matar sua fome e dormir sossegada enquanto mexia no celular.
Enquanto isso Eduardo eu instalava a internet dela enquanto a central ainda funcionava, já eram 19:h teria de ser rápido para subir o acesso dela. Fiz tudo, fui ao banheiro e testei o chuveiro sem que ela visse, arrumei uma toalha que havia trazido e não mostrei, junto com um conjunto de lingerie e um quite de higiene básica feitos especialmente para ela deixando tudo sobre a pia do banheiro. Quando entrou em casa se separou comigo na porta do banheiro e sorrindo para ela.
– Agora vá e teste o chuveiro para ver se a água está do seu agrado.
Ela entrou e viu tudo pronto e ficou sem entender nada, então abriu o chuveiro e água quente caiu sobre suas mãos, a sensação era maravilhosa, ela sorriu e gritou de felicidades.
– Agora tome seu banho enquanto termino de fazer os últimos reparos.
Enquanto tomava banho Raquel pensava no quão boa era um banho quente, havia até shampoo para os cabelos. Ela não tomava banho a muito tempo, era época de frio e ela não queria ficar doente pois sabia que não teria ninguém para cuidar dela, mas hoje ela estava tirando aquela sujeira acumulada e sentindo a infelicidade de dia após dia sendo levada pela água.
Quando saiu do banho e foi pegar a toalha notou que dentro dela havia roupas íntimas e um vestido simples para vestir, ficou feliz pois mesmo simples era novo, algo que a tempos não tinha. Ao abrir a porta sentiu cheiro de comida fresca, seu estômago roncou e os olhos marejaram, a muito tempo ninguém fazia algo para ela, então correu para a sala e abraçou-me pelas costas enquanto suas lágrimas molhavam meu uniforme.
– Acalme-se menina, é hora de jantar, deve estar faminta então preparei arroz, bife acebolado, salada de tomates e um suco de laranjas para você. Não sei se gosta disso, mas foi o melhor que pude fazer hoje.
Ainda chorando me acompanhou até o sofá onde a fiz sentar e servi um prato razoavelmente cheio e um copo de suco. A observei comer enquanto peguei seu celular e configurei a internet e também baixei whatsapp e outros aplicativos legais para que pudesse se divertir. Assim que terminou a ensinei como usá-los e me despedi deixando meu número com ela.
Raquel não queria que eu fosse, mas prevendo a volta de sua mãe resolvi sair o quanto antes e evitar problemas. Combinamos que se a mãe perguntasse diria que foram doações e que um dia vizinhos veio trazer. Então a abracei bem apertado e beijei sua cabeça. Seu corpo agora cheirava bem, seu rosto era bonito e bem branquinho com lábios finos, suas curvas estavam bem acentuadas naquele vestido, só então notei que ela era linda e não o monstrinho que estava coberto de sujeira.
Fiquei excitado, então sem jeito a afastei e segui para casa deixando-a feliz. Já em casa resolvi fazer um teste e a chamei no WhatsApp mandando um belo oi e uma foto minha para que se lembrasse de mim, em seguida veio a resposta.
– Seu bobo, não precisava mandar a foto pois eu não vou me esquecer de você jamais.
– A desculpe, sou feio demais, melhor apagar mesmo. (Carinha sorrindo).
– Não é não, te a hei lindo. Também não apagaria a foto porque não sei apagar (mãozinha na cara)
– Caso queira amanhã te explico, passo aí e te mostro como funciona direitinho. Tenho que levar a resistência do chuveiro mesmo, aí já aproveito para te ensinar.
– Você virá aqui amanhã então, obá, vou esperar hein.
– Sim, mas somente se me mandar fotos bem bonitas suas.
– Mas não tenho e não sei tirar.
Então a ensinei a tirar as fotos e pedi várias delas, ela se divertia e eu me excitava com aquela menina. Gozei quatro vezes falando com ela, mas sem que ela soubesse, então desliguei pois trabalharia no dia seguinte, mas não sem antes plantar a semente nela de que eu iria lá e queria ser novamente obedecido, mas dessa vez seria bem diferente.
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