Não comi minha cadelinha, mas meu amigo comeu
Laya, a cadelinha da minha irmã, tava viciada em mamar minha rola. Nunca a comi, mas tinha até vontade, porém também tinha medo.
Um dia, minha irmã me chamou para cuidar da casa num sábado a noite. Como de costume eu iria sozinho e ia ficar com a cadelinha e dá-lhe uma mamadeira para chupar, mas minha irmã pediu que eu convidasse mais alguém, a vizinhança tava bastante perigosa, muito roubo.
Então eu pensei em um amigo de infância, fiquei chateado porque não iria ficar sozinho com a Laya, mas pensei que outa vez daria certo.
Logo quando eu o convidei ele perguntou se a casa não tinham cachorro, eu disse que tinha uma cadela, então ele pediu para que eu o levasse antes para ver se ela não era perigosa, passamos lá depois do cursinho, já era quase 3h da tarde e eu bati no portão da minha irmã, ela mostrou a Laya e logo ali, meu amigo, vou chamá-lo de Marcos, ficou bastante íntimo, abraçou, cheirou e fez cafuné nela, eu achei normal, mas exagerado.
Ficamos de ir sábado a noite, assistir uns filmes e ele dormir na sala e eu no quarto. Sábado, logo quando chegarmos, Laya nos recepcionou com cheiros, eu fiz que não liguei, já meu amigo, abraçou e cheirou ela. Fomos assistir até às 1:30h da madrugada, quando eu fechei a tv e fui dormir no quarto. Marcos ficou na sala.
Eu creio que eu tenha cochilando um pouco, não sei ao certo, mas a partir de um momento comecei a escutar uns grunhidos da Laya, pensei que fosse algum bandido, levantei e fui acordar meu amigo na sala, mas ele não estava na rede, estranhei, mas fui até a porta e vi que estava destrancada abri devagarinho e fui na ponta dos dedos, quando botoi a cabeça para observar a casinha da Laya, tinha uma pessoa lá, dava pra ver porque a Lua estava em cima.
Era um cara, comendo a Laya, as estocadas dava pra escutar, como se quisesse arrombar a buceta da cachorrinha. Eu tentava ver quem era, mas não dava pra distinguir, no entanto lembrei que deveria ser Marcos, fiquei surpreso. E continuei observando.
E rola vai, rola vem. Laya grunia como se estivessem destroçando sua bucetinha, eu já estava era com tesão, vontade de eu estar alí comendo ela, mas fiquei só observando.
O cara ficou um bom tempo desde quando eu cheguei e vi, enfiando e enfiando e empurrando com força até que em um momento, eu acho que ele gozou, dentro dela mesmo, eu imagino como deve ser boa essa sensação.
Quando o cara levantou e veio no rumo da porta, eu entrei rapidamente e fui para meu quarto. Era mesmo o Marcos, ele entrou e foi se deitar também. Eu tava puto de raiva, o cara comeu a Laya, mas eu também estava de pau duro.
No outro dia, fui ver cedinho como Laya estava. Dei água e ração pra ela, olhei discretamente como estava a Xana dela e parecia estar em carne viva, vermelha e inchada. Fomos embora e eu fiquei com aquela vontade de voltar o mais rápido possível e eu mesmo comê-la. O Marcos tirou a virgindade dela, mas aquela cadela é minha e só minha, não convido mais ninguém para dormir lá. Aquela buceta vai ser só minha. Quando eu comê-la contarei com detalhes para vocês. Boa leitura, até a próxima.
Um dia, minha irmã me chamou para cuidar da casa num sábado a noite. Como de costume eu iria sozinho e ia ficar com a cadelinha e dá-lhe uma mamadeira para chupar, mas minha irmã pediu que eu convidasse mais alguém, a vizinhança tava bastante perigosa, muito roubo.
Então eu pensei em um amigo de infância, fiquei chateado porque não iria ficar sozinho com a Laya, mas pensei que outa vez daria certo.
Logo quando eu o convidei ele perguntou se a casa não tinham cachorro, eu disse que tinha uma cadela, então ele pediu para que eu o levasse antes para ver se ela não era perigosa, passamos lá depois do cursinho, já era quase 3h da tarde e eu bati no portão da minha irmã, ela mostrou a Laya e logo ali, meu amigo, vou chamá-lo de Marcos, ficou bastante íntimo, abraçou, cheirou e fez cafuné nela, eu achei normal, mas exagerado.
Ficamos de ir sábado a noite, assistir uns filmes e ele dormir na sala e eu no quarto. Sábado, logo quando chegarmos, Laya nos recepcionou com cheiros, eu fiz que não liguei, já meu amigo, abraçou e cheirou ela. Fomos assistir até às 1:30h da madrugada, quando eu fechei a tv e fui dormir no quarto. Marcos ficou na sala.
Eu creio que eu tenha cochilando um pouco, não sei ao certo, mas a partir de um momento comecei a escutar uns grunhidos da Laya, pensei que fosse algum bandido, levantei e fui acordar meu amigo na sala, mas ele não estava na rede, estranhei, mas fui até a porta e vi que estava destrancada abri devagarinho e fui na ponta dos dedos, quando botoi a cabeça para observar a casinha da Laya, tinha uma pessoa lá, dava pra ver porque a Lua estava em cima.
Era um cara, comendo a Laya, as estocadas dava pra escutar, como se quisesse arrombar a buceta da cachorrinha. Eu tentava ver quem era, mas não dava pra distinguir, no entanto lembrei que deveria ser Marcos, fiquei surpreso. E continuei observando.
E rola vai, rola vem. Laya grunia como se estivessem destroçando sua bucetinha, eu já estava era com tesão, vontade de eu estar alí comendo ela, mas fiquei só observando.
O cara ficou um bom tempo desde quando eu cheguei e vi, enfiando e enfiando e empurrando com força até que em um momento, eu acho que ele gozou, dentro dela mesmo, eu imagino como deve ser boa essa sensação.
Quando o cara levantou e veio no rumo da porta, eu entrei rapidamente e fui para meu quarto. Era mesmo o Marcos, ele entrou e foi se deitar também. Eu tava puto de raiva, o cara comeu a Laya, mas eu também estava de pau duro.
No outro dia, fui ver cedinho como Laya estava. Dei água e ração pra ela, olhei discretamente como estava a Xana dela e parecia estar em carne viva, vermelha e inchada. Fomos embora e eu fiquei com aquela vontade de voltar o mais rápido possível e eu mesmo comê-la. O Marcos tirou a virgindade dela, mas aquela cadela é minha e só minha, não convido mais ninguém para dormir lá. Aquela buceta vai ser só minha. Quando eu comê-la contarei com detalhes para vocês. Boa leitura, até a próxima.
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