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Adolescente safado se masturba chupando a piroca do seu cão

📅 Publicado em: 13/04/2022 23:21

👤 Autor: zooteen

🏷️ Tags: #Gay #Teen #Zoofilia
Tudo que eu vou descrever nesse conto aconteceu de verdade, poucas horas atrás.

Eu sou um adolescente de 17 anos, com olhos verdes, de descendência alemã. Desde os meus 16 anos, chupo o pau do meu cão, um poodle de 12kg que ganhei da minha irmã, todas as vezes que eu fico sozinho em casa; o que, infelizmente, não acontece com a frequência que eu gostaria.

Em todas as vezes que eu tentei fazer sexo com ele até agora, ele se demonstrou tristemente indiferente. Eu fazia massagem na piroquinha vermelha dele, chupava com carinho, mas nada. O pauzinho continuava lá, pequeno, parado, gozando pouco ou nada. Até fiz uns posts em um fórum de Zoofilia para perguntar se eu estava fazendo algo de errado, mas ninguém soube me ajudar.

Mas dessa vez, dessa vez, ai meu Deus! Eu coloquei ele encima do sofá, virei o seu pau pra trás para começar a chupar, como eu já fiz tantas vezes antes, e no mesmo segundo que eu puxei ele começou a esguichar porra pra tudo que é lado! Eu engoli o pau dele, e ao invés de ficar paradão como ele sempre ficava, ele começou a se mecher, fodendo a minha boca com entusiasmo!

Envolvi aquele pau gostoso na minha boca, e aproveitei cada minuto; ele gozando na minha boca, e eu punhetando o meu pau. Em poucos minutos ele gozou tanto que encheu a minha boca de porra! Engoli tudo em dois goles só.

Tirei a pirocona da minha boca, e aí eu vi o tamanho monstruoso que o pau desse cachorro adquiriu; tava enorme! Quatro vezes maior, no mínimo! E não foi só o seu tamanho que mudou; a tesão transformou completamente a aparência do seu órgão sexual; ele ficou mais escuro, com as suas veias dilatadas claramente visíveis, e a base do seu pau, antes pequena e escondida, ficou grossa e chamativa.

Mudei de posição; coloquei ele no chão, posicionei a minha cabeça entre as suas perna. Ele começou a foder a minha boca violentamente, gozando na minha garganta. Foi um tanto desconfortável, mas ao mesmo tempo foi bem agradável.

Porém, tudo que é bom dura pouco; olhei para o relógio: meia hora já tinha se passado, e o chão estava todo gozado. Não faltaria muito tempo para os meus pais chegarem, e todo esse líquido esbranquiçado no chão da sala, juntamente com a proporção que o pau do meu companheiro canino adquiriu, poderia levantar perguntas inconvenientes. Por isso eu me pus a limpar, ao mesmo tempo que observava tristemente esse pau gostoso desinflar.

Chamei ele para fora, ele correu pelo pátio, e não deu cinco minutos até os meus pais chegarem. Atei ele no pátio, e sussurrei no seu ouvido "até a próxima vez."
Nenhuma reação ainda.

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