Meu vizinho me comeu quando eu era novinho
Não sei se estou fazendo certo contar minha história aqui, mas já faz um tempo que leio vários contos aqui e fico excitado imaginando cada detalhe.
Tudo o que eu vou relatar agora é real. E foi experiências que me marcaram muito. Tive depressão na adolescência por isso e hoje eu aceitei o fato de eu simplesmente ter sentido prazer de cada detalhe dessas experiências.
Meu nome é Gabriel, tenho 21 anos, branco e tenho um corpo normal. Hoje sou um cara bem resolvido com a minha sexualidade, adoro transar com homens, sentir meu cuzinho aberto por uma pica, porém eu também sou apaixonado em comer um cuzinho, principalmente quando o cara é branquinho com o cuzinho rosa, me deixa doido.
O que vou contar aqui aconteceu a muito tempo atrás. Não lembro exatamente a idade que eu tinha, mas eu era muito novo. Aproximadamente 7 anos de idade quando o irmão do meu melhor amigo de infância que também era meu vizinho começou a me abusar sexualmente, virei o objeto de alívio dele e foi até os meus 9 anos de idade. Não lembro a idade dele, mas hoje eu sei que ele tem 28 anos, então acredito que ele tinha 14 anos quando começou a me usar como brinquedo sexual dele.
Desde que minha família veio morar naquela rua, minha mãe fez amizade com a mãe dele e não demorou muito para que eu e o irmãozinho da mesma idade que eu, vira- se amigos. Comecei a conviver bastante com eles, brincava muito, esconde – esconde, escolinha, pega pega e várias coisas. Porém eu sempre amei brincar com brinquedos de meninas, como bárbie, e também adorava vestir os calçados da minha mãe e fingir que eu era uma garota. Já da para imaginar o tipo de garoto que eu era: delicado, fofo, afeminado e extremamente tímido. Estrutura física de uma criança normal, porém eu era gordinho e tinha peitinhos, não muito grandes, e nem feios. Resumidamente eu era um garoto lindo, inocente e com a virgindade intacta até então. Eu também sempre fui muito quieto, e deixava os meus amigos fazer o que queriam comigo.
O irmão do meu amigo era muito bonito, eu acompanhei ele crescer, até depois que parou com os abusos, sempre foi um cara muito boa pinta que chama atenção de qualquer mulher e homem. Lembro que durante minha fase de crescimento tinha uma amiga da mesma igreja que frequentava-mos ela era doida pra dar a bucetinha virgem dela pra ele, principalmente quando ele aparecia sem camisa e cheio de encantos. Resumidamente ele era um cara desejável. Entretanto não é porque eu admito da existência da beleza dele que eu acho certo o que ele fez comigo, mas não vou ser um hipócrita que não admite o que eu sinto em relação a ele: um tesão inexplicável até hoje. Volto a salientar, de modo algum acho certo o que ele fez comigo, até porque eu não entendia nada sobre sexo, mas minha idéia sobre o assunto foi sendo construída com as poucas informações que tinha dos adultos ao meu redor, e uma coisa eu saquei desde cedo; era uma coisa proibida pra crianças e responsável por várias brigas dos meus pais, mas não irei entrar neste assunto.
Como já mencionei eu sempre frequentava a casa dele, era do lado da minha o que possibilitava que eu fosse quase todos os dia brinca com o irmãozinho dele. Não lembro exatamente como e quando começou, mas lembro quando tive a primeira experiência sexual com ele. Era uma tarde, bem quente e eu estava sentado na escada, na area e do lado da garagem junto com ele, o observando a lavar o carro. Até que ele me levou uma hora pra dentro da garagem onde ninguém podia ver nada, colocou o pau pra fora e me vez punheta – ló. Não lembro da sensação e nem do cheiro dele nesse dia, mas depois ele tirou minha bunda pra fora e começou a esfregar o pau dele. Logo em seguida, parou e fomos pra fora novamente, provavelmente pra não parecer suspeito.
Lembro que depois disso eu percebi o quanto tinha gostado do que tinha acontecido e pedi pra ele fazer de novo, e ele me levou novamente pra dentro da garagem, só que dessa fez ele não me fez punheta – lo e nem esfregou o pau na minha bundinha infantil, ele percebeu o quanto eu tava desejando o pau dele e me mandou rebolar pra ele enquanto ele batia uma me observando. Lembro quando ele começou a bater uma olhando pra mim rebolando pra ele com a bunda pra fora, eu me aproximava mais dele pedindo pica. Isso deve ter deixado ele doido de tesão porque logo em seguida ele gozou por toda garagem com litros de jatos de esperma. Eu via aquilo sem entender o que era. Depois desta primeira experiência ele continuou aproveitado da minha inocência e começou a usar meu cuzinho e boca infantil de alívio pra ele, acredite, eu virei a bonequinha sexual dele.
A primeira vez que rolou a penetração, foi a noite, eu estava no quarto com ele, com a porta trancada. Quando ele tirou minha bunda pra fora e começou a brincar com ela. Abriu meu cuzinho, imagino que pra visualizar melhor. Um cuzinho de criança virgem até então, um buraquinho pra satisfazer os desejos de um adolescente em crescimento igual a ele. E foi ai que ele tirou o pau pra fora e começou a forçar o pau dele no meu buraquinho virgem. Não entrou tudo de uma vez, e nem foi nesse dia que ele conseguiu me comer por muito tempo. Mas lembro que doía muito. Ele sempre foi carinhoso e parava quando via que eu não ia aguentar uma rola grossa, veiúda e rosada na bunda. Mas ele continuou tentando em outros momentos até meu cuzinho ficar aberto.
Em uma tarde muito quente, fui visitar meu amigo, a porta da casa estava aberta e entrei sem objeção e cerimônia. Pra minha surpresa e felicidade do meu arrombador, não tinha ninguém em casa, apenas ele que estava sozinho tomando banho. No mesmo momento que ele notou minha presença me mandou entrar no banheiro. O corpo dele todo molhado, magro, um corpo muito bonito e gostoso. Ele pelado e começou a fazer perguntas relacionadas aos meus pais. Provavelmente ele era jovem e curioso e eu falei pra ele que ouvia alguns gemidos a noite. Não deu outra e ele me mandou chupar o pau dele. Vocês imaginam, eu era minúsculo e um boca pequena, enfiando um pau que pra mim parecia enorme na época, com a cabeça rosa. Não consegui colocar nem metade na minha boca. Lembro que cheguei me afogar.
Até que teve um dia que ele conseguiu me comer. Durante uma brincadeira com o irmão dele e mais algumas crianças. A tarde brincavamos de esconder um objeto no quarto, uma dupla ia dentro do quarto, fechava a porta e depois tínhamos de entrar no quarto e achar o brinquedo. Até que ele entrou na brincadeira e fez questão de fazer dupla comigo. Fomos pra dentro, porta trancada , e não deu nenhum segundo e ele tirou minha bundinha pra fora , se sentou em uma puff, abriu minha bunda deixando meu cuzinho avista. Começou a penetrar,e eu lembro que não doía mais, eu só sentia uma sensação gostosa no meu cuzinho. Ele movimentava com mais força, como se meu cuzinho infantil fosse aquelas bucetas de plástico que se compra em lojas de brinquedos sexuais. E metia, metia e metia. Até que o irmãozinho dele bateu na porta e mandou a gente sair, provavelmente pela demora.
As lembranças que eu tenho desse tempo são bem escassas, e sem muito detalhes sobre como acontecia. Mas existe algumas das vezes que ele me fodia que eu lembro muito bem. Uma noite fria, ele me levou de baixo da casa da vó dele que mora logo ao lado da casa dos pais. E ali fomos pra bem fundo de baixo da casa. Era um lugar cheio de sujeira, madeira e terra. Ele se sentou no chão se apoiando na parede, tirou minhas calças, abriu minha bunda e começou a penetrar sem nenhum receio, só enfiou. Nesse momento ele já me via como o objeto dele, a criança que fazia ele gozar, ou o buraquinho quentinho pro pau dele explorar e aliviar. Se passou algum tempo e ele continuou metendo no meu cuzinho, me segurava no colo e me movimentava. Até que ele me tirou de cima dele, me mandou sair de baixo da casa logo em seguida ordenou que eu fosse pra lá, pra casa da mãe; eu não queria ir , queria continuar a brincadeira, mas ele me mandou ir voltar pra lá e disse que não queria mais. Provavelmente gozou enquanto eu saia de baixo da casa sem eu perceber.
Algumas das vezes aconteceu na minha casa. Em uma manhã de sábado fria, eu tinha uns 8 anos e ele 15. Eu estava jogando videogame enquanto esperava meus pais voltar do mercado. Até que ouço alguém chamar o nome do meu pai na porta de casa, reconheci a voz dele na hora e já imaginava o que ele queria. Me levantei do sofá e fui abrir a porta, ele entrou. Percebendo que não tinha ninguém em casa além de mim, ele logo me mandou ir pra sala tirar minha calça e ficar peladinho. Neste dia eu lembro que estava com receio de continuar fazendo o que ele queria, pois entendia que eu era a mulherzinha dele, fiquei meio relutante, mas ele ameaçou contar pros meus pais que eu gostava de sentir a pica dele no meu rabo. Não deu outra e eu fui pra sala e tirei minha calça. Ele esperou eu tirar minha calça pra ir até a sala. Achei que ele ia me comer na sala mesmo, mas não, ele fez questão de me levar até a cama dos meus pais, me conduziu a deitar com a bunda pra cima. Eu fiquei deitado, toda exposto, deixando ele fazer o que queria comigo; como já afirmei, eu era o brinquedo de alívio dele, a putinha que recebe pica sem reclamar. Ele foi em cima de mim, começando a massagear minha bunda, abriu ela, viu meu cuzinho e enfiou. Dessa vez ele não saiu de cima de mim antes de gozar, ele ficou me comendo até deixar minha bunda toda cheia de leite. Depois ele me mandou me limpar no banheiro e assim fiz. Sentei – me no vazo e limpei todo o leite na minha bunda com papel higiênico. Cara eu lembro muito bem que era tanto leite que eu fiquei com um pouco de nojo, mas hoje eu entendo que ele deve ter adorado cada segundo que abusou do meu cuzinho naquele dia.
A última vez que ele comeu meu cuzinho foi em um verão a tarde. Era domingo. Eu tinha 9 anos e eu estava em casa com meus pais. Eu tava sem camisa e com uma bermuda. Até que ele apareceu sem camisa e de boné pedindo um filme emprestado pra assistir. Meu pai sempre gostou muito dele, e como já falei ele era encantador. Um rapaz gentil, e brincalhão. Meus pais nunca suspeitaram de nada. Meu pai deu um DVD para ele, assim que ele pegou o filme na mão voltou para a casa. Alguns minutos depois ele gritou com meu pai falando que podia vir aqui pegar, e meu pai me mandou ir buscar. Hoje eu entendo que foi tudo armadilha dele para comer meu cuzinho. Chegando lá em primeiro momento não tive coragem de entrar, pois eu sabia o que ia acontecer. Naquele tempo eu já entedia o que acontecia, e meus pais tinham virado evangélicos rigorosos, e entendia que homens que se relacionam com outros homens é um pecado, e pensando no que ia acontecer eu não tive coragem de entrar e falei:
_ Trás o DVD aqui na porta.
_ Vem aqui pegar. – Gritou ele.
Eu disse que não ia entrar e então ele foi até um local afastado e colocou o DVD no chão e volto pra sala. Eu mesmo com receio, entrei devagar e quando me abaixei pra pegar o DVD ele me puxou. Relutante agarrei minha mão na parede e disse “eu não sou viado.” Pra vocês entenderem como eu já havia percebido o que a gente fazia era errado, mas não por eu ser uma criança e ele um adolescente, mas entendia que se eu fizesse aquilo com ele estaria cometendo um pecado. Entretanto, ao mesmo tempo meu pintinho estava duro e meu corpo queria sentir o corpo dele no meu, sentir o pau dele entrando no meu cuzinho. Como ele era muito mais forte que eu, ele me pegou no colo, me levando pro quarto dos pais dele. Me jogou na cama, tirou minha bermuda e sem cerimônia alguma enfio o pau dele no meu cuzinho. Eu no mesmo instante soltei um gemido, mas não um gemido de dor, de prazer. Senti todo o corpo dele em cima do meu, ambos estávamos sem camisa, em um dia caloroso. Ele penetrando em mim começou a me beijar com tanta vontade e tesão. Percebo agora que minha relutância e objeção só serviu pra ele sentir mais vontade de me comer. Até que ele percebeu que eu não tava correspondendo o beijo dele, ele parou. Ele saiu de cima de mim e foi pra sala. Levantei minhas calças e fui pra sala com ele, me sentei no sofá e perguntei algo relacionado a TV. Ele me respondeu sem me olhar. Observei ele, e eu só queria pedir pra ele me pegar no colo de novo e me levar pro quarto, me beijar e me comer. Contudo eu não falei, não tive coragem, apenas me levantei e fui embora.
Hoje eu sou cara bem atraente, faço faculdade e vivo minha vida. Transo com homens de vez em quando e não sinto vontade de transar com mulher kk. O engraçado é que ele se casou com uma mulher e teve filhos. Ficaram juntos por um longo tempo, até que rolou algumas coisas e eles se separaram. Ele voltou a morar na casa da mãe, de vez em quando ele aparece aqui para conversar com meu pai, mas nunca me olha e fingi que não existo. Eu faço o mesmo e finjo que ele não existe.
Mas teve uma vez que ele chegou perto de mim, me olhou bem nos olhos, parecia que ele queria me comer com olhos kk.
Lembrando que tudo o que ele vez comigo foi muito errado, entretanto não posso negar que eu senti prazer em cada maneira que ele me comeu. Porém, se eu pudesse voltar no tempo e impedir isso eu impediria, pois a minha primeira vez deveria ser no momento certo, com um cara que eu gostasse. Pelo menos é como eu entendo o mundo.
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