Histórico de Estupros
Apenas 10% dos contos desse site são reais, a maioria é fake, principalmente de homens se passando por mulheres, contando coisas surreais e cheias de fantasias, sei disso porque passei por diversos abusos. Então decidir contar a minha história pra quem realmente tem interesse em saber como é! Não omitir nenhum nome e nem idade, até porque acho difícil alguém que me reconhecer.
LEIA ATE O FINAL! HISTORIA REAL.
Meu nome é Thaila, tenho 19 anos quase 20, moro no Distrito Federal, sou branca, cabelos pretos e lisos, olhos castanhos claros, hoje em dia as partes do meu corpo que mais chamam atenção são as minhas coxas e minha bunda, sem contar a minha boca, que como muitos já disseram, foi desenhada especialmente pra chupar pau.
Quando eu era criança não tinha nenhum desses atrativos, era até um pouco gordinha com os dentinhos da frente separados, minha boca já era bem carnuda, mas nada que me sexualizasse, ate porque minha mãe me vestia sempre de shorts, muito comportada. Mas nada disso impediu que eu fosse abusada em diversas situações.
A primeira vez que fui tocada tinha 7 anos, foi nas férias, na casa de uma tia pelo meu primo Edson que tinha mais de 20 anos, sempre ia pra lá com meu irmão e outros primos. Depois que meus tios iam dormir o Edson fazia uma brincadeira comigo e minha prima Sara (minha eterna companheira) e um ano mais velha que eu. Enquanto os outros primos jogavam vídeo game, o Edson fazia brincadeiras bobas com a gente que mem me lembro, mas não importasse o resultado eu sempre ganhava e a recompensa era dormir na cama dele que era mais alta. Logo na primeira noite ele beijou minha boca, sem nem pedir, lembro perfeitamente da sensação da língua quente e grande dele na minha boca, não gostei mas não reclamei porque ele estava me dando atenção e eu era uma criança extremamente carente (pais ausentes). Depois de me beijar muito ele colocou a mão dentro da minha calcinha e ficou esfregando um dedo, ao contrário do que muitos dizem aqui, eu não senti tesão, nem sabia oq era isso, senti uma sensação estranha, medo misturado com curiosidade. Minha mãe sempre dizia pra não deixar ninguém pegar na minha piriquita, mas eu nem conseguia me mover quando o Edson todas noites esfregava um dedo nela, com ele não passou disso, nem me lembro se ele gozava.
Depois que as aulas voltaram e voltamos pra casa eu ficava no box do banheiro esfregando minha buceta mas nunca sentia a mesma coisa, até que um dia a babá que ficava comigo de manhã quando meu irmão tava na escola me pegou no flagra, chorei porque de alguma maneira sabia que era errado, lembro desse sentimento de culpa, minha babá se chamava Janaina, era novinha mas já tinha filhos. A Jana bem antes desse fato já acariciava meus peitinhos (só os biquinhos, nem tinha peito) por debaixo da blusa e dizia ser mania, como gostava muito dela não importava, ela lambia o dedo e passava nos meus biquinhos. A Jana não contou pros meus pais disse que era nosso segredo de amigas. Tirando esse fato que me marcou não lembro muito das coisas que ela fazia comigo, só alguns flashs, mas lembro que logo após isso ela passou a chupar meus peitinhos e sempre falava que era segredo de amigas.
Quando tinha quase 8 anos lembro de sempre brincar com minha prima Sara (ela era mais alta do que eu, cabelo cacheado mas uma tábua não tinha as mini curvinha que eu tinha por ser gordinha) na rua brincávamos pela manhã antes de ir pra escola, a minha rua tinha muitas crianças e sempre era seguro, duas quadras pra frente morava uma outra tia minha e o marido dela que não trabalhava pela manhã, íamos lá direto porque eles tinham muitos filmes lançamentos piratas e sempre assistimos com nosso priminho Miguel filhos deles que é quatro anos mais novo que eu.
Um dia meu tio colocou um filme pornô (hoje sei q era pornografia) mas na época não entendia quase nada, ele só colocava e ficava olhando pra gente assistir deitadas, quando a gente reclamava ele dizia que tinha que esperar porque era trailer do filme. Ele começou a fazer isso muitas vezes até se deitava esfregando seu pau duro dentro do short na gente dizendo q ia assistir também e sempre dizia pra gente não contar pra nossas mães porque se não elas não iam deixar a gente assistir os filmes e nem brincar com o Miguel, nunca contei, minha mãe mesmo nunca parava em casa, nem a mãe da Sara que ficamos sabendo mais tarde que dava pra esse tio marido da irmã sem nem imaginar que ele abusava da filha.
Se tornou rotina a pornografia entre os filmes infantis, até que um dia o tio colocou um filme de duas mulheres esfregando as bucetas uma na outra e elas riam e parecia que se divertiam muito, ele perguntou se queríamos fazer igual que era muito divertido, só precisaria imitar as mulheres igual fazíamos quando víamos filmes de desenho. Ele deitou minha prima no chão e me colocou sentada de pernas abertas em cima da barriga dela de roupa mesmo, tudo como se fosse brincadeira e mandava imitar a mulher, mesmo achando que era brincadeira eu fiquei com muita vergonha da minha prima, então ele pegou um lençol colocou por cima de mim pra não olhar pro rosto dela e ficou atrás de mim guiando minha cintura. Esfregar minha buceta no calor da barriga da Sara mesmo que com roupa me fazia sentir a sensação que eu havia sentido com o meu primo Edson, eu gostava muito principalmente porque sentia que ninguém tava me vendo, quando eu e Sara revezamos a posição lembro que ela gostou também de esfregar (lembro da cara dela debaixo do lençol) depois desse dia fazíamos isso quase todo dia na casa da minha tia vendo pornô com o marido dela, gostávamos tanto que com o tempo já fazíamos sem roupa, meu primeiro orgasmo foi aos 7 anos esfregando meu grelinho na barriga da minha prima.
A partir disso eu me esfregava em tudo. Um dia assistindo todo tipo de pornografia o marido da minha tia chamou a Sara pra sentar no colo dele igual a mulher do filme lembro dela esfregando a buceta bem forte na coxa dele, aquilo deu um formigamento tão grande na minha buceta que comecei a me esfregar no braço do sofá, minha buceta ardia e nem assim eu parava. Depois da Sara se esfregar na coxa do tio ele tirou o pau pra fora e esporrou leite nas costas dela, de tanto ver pornografia já sabíamos o que era mas mesmo assim tive que pegar pra saber como era, o tio passou um pouquinho na nossa boca e eu odiei, mas com o tempo de tanto esfregar e ele gozar sempre dava uma lambidinha quando ele mandava, mal sabia que um dia seria viciada em porra. Foi a primeira vez que vi um pau de um homem adulto ao vivo, lembro de gostar da sensação de apertar a cabeça do pau dele e minhas mãozinha escorregarem de tao melado.
Ele passou a fazer todo tipo de putaria com a gente, até chupar o pau do nosso primo Miguel bem mais novo quase bebê e depois o dele, sempre com muita pornografia pra imitarmos. Iniciou eu e minha prima penetrando nosso cuzinho com o dedo, o que foi natural já que assistíamos todo dia coisas piores e ele sempre comprava a gente com doce e filme. O que eu mais gostava era de esfregar meu grelo na barriga da Sara com ele enfiando o dedo no meu cu, ele mandava eu rebolar igual nos filmes e foi a primeira vez que fui chamada de putinha com 7 anos e com o dedo do marido da minha tia atolado no meu cu.
O marido da minha tia que era sim homem de quase 40 anos, negro e meio careca acabou enrabando eu e minha prima, eu com 8 e a Sara com 9, lembro de muito cuspe, óleo monange e dor, como se fosse ontem eu lembro que foi no banheiro (pra não sujar nada) ele encaixou a cabeça do pai cheio de óleo no buraquinho do meu cu na posição frango assado e foi metendo enquanto eu chorava baixinho, quanto mais metia mais esfregava meu grelinho, quando sentiu que relaxei meteu tudo, eu só lembro de tudo ter ficado preto e eu acordar no sofa, ardia muito, depois de várias outras vezes acostumei fácil, ser desejada como meu tio falava e ter toda aquela atenção era muito gostoso, achava tudo normal.
Até hoje não entendo como aquilo virou rotina e ninguém descobria, acho que era o excesso de pornografia que anestesiava a gente e a convivência com todos da família, meu tio nunca foi ousado, nunca deu bandeira, sempre carinhoso.. hoje sei que não fomos as primeiras crianças dele e sei também que muito provavelmente minha tia sabia.
Depois quando fiz 9 anos e já havia gozado, chupado muita pica de bebê e adulto, provado porra, chupado a buceta da Sara e sentado muito com o cu. Eu menstruei e meu corpo se desenvolveu muito, meu tio entrou em pânico kkkk porque achava que minha mãe me levaria ao ginecologista, mas ele mexeu os pauzinhos com a esposa e minha mãe acabou nem levando, mas comecei a tomar anticoncepcional por questão hormonal. Nessa mesma época tive também que estudar de manhã porque a já não podia ter mais babá (a Jana já tinha ido há muito tempo). Meu tio acabou tirando o cabaço da Sara sem mim, ela não me contava muito porque jurava que eles se amavam e blá blá blá mas durou bastante entre eles lembro que ela sempre aparecia com dinheiro e dizia que tinha achado na rua.
Com 9 anos tendo vivido aquilo tudo e já consumida pela pornografia eu me tocava direto com o dedo no cu e gozava muito até que fui procurar na rua o que não tinha mais em casa já que até então meus pais estavam separados e eu tinha verdadeira aversão ao meu irmão. Lembro de chupar o pau de um menino durante o pique esconde atrás de um carro, depois de ser ameaçada por outro mais velho com uma linha de cerol e ter que chupar ele também, minha vida era chupar um e outro, já gostava de meninas também lembro de uma vizinha Natália que ia brincar na casa dela e ela sempre esfregava seus dedos dos pés na minha buceta quando estávamos sentadas no chão, sempre me esfregava nos meus primos nas festas de família e tocava siririca igual doida, foi a época que ganhei um celular também porque já estava indo sozinha pra escola, via muito porno nele e já enfiava cabo da escova de dente na buceta, não estava aguentando mais.
De 10 pra 11 anos perdi a virgindade da buceta, já tinha uns peitinhos pequenos até bastante pelinhos na buceta, lembro de pensar que meu tio ia odiar ele gostava era de buceta de bebê como ele mesmo dizia. Dei pro André, ele tinha 18 anos, altão, muito magro e tinha sotaque estranho, ele sempre me cercava quando eu ia pra escola pq ele levava a irmã, ele sempre dava um jeito de ficarmos nos beijando em algum canto sempre com ele enfiando o dedo no meu cuzinho com o shortinho de lado nos cantos escuros quando eu brincava na rua. Ele me comeu na casa dele no meu horário de escola, eu queria muito aquilo, ele não era nada carinhoso, meteu sem dó já que sabia que eu já tinha dado o cu, xingava muito dizia que eu era um brinquedo, ao mesmo tempo que meu corpo já tinha curvinhas eu ainda era criança, minha buceta era pequena e infantil, sempre foi, lábios pequenos e grelinho menor ainda e isso deixava o André doido. Quando ele me estourou meu hímem que o marido da minha tia tinha guardado com tanto amor, não saiu tanto sangue mas doeu muito, o André metia tudo, o pau dele também não era muito grande mas já fazia estrago numa criança de 11 anos. Lembro de sentar no pau dele e ficar quicando fazendo caretas de dor, me acostumei fácil, era todo dia, pelo menos 20 min depois da minha aula, chegava em casa com a buceta ardida, arrombada e inchada, com gosto de porra na boca. Eu tava apaixonada, quanto mais me tratava mal, mais eu queria, hoje eu sei que ele não gostava nenhum pouco de mim só queria me fuder.. novinhas da minha idade não transavam igual atriz porno, eu sim, sabia até gemer no tempo certo de fazer ele gozar e sempre gozava no meu rosto dizia que tinha cara de anjo e a boca mais gostosa do mundo. Amava o André mas nunca deixei de chupar outros carinhas e até dei pra alguns na casa da Natália. De tanto pedir pra me encher de porra André passou a gozar dentro, até que com mais ou menos 13 anos passei mal de infecção de urina (que vez ou outra ainda tenho) e minha mãe me levou no médico, fiz exames, e óbvio foi detectado o estupro depois disso o André evaporou, acho que ele achou que eu tinha engravidado e deu no pé. Minha mãe quase me matou de tanto bater mas eu nunca falei pra quem eu dei, já era teimosa igual o cão.
A partir disso minha relação com a minha mãe foi de mal a pior, eu não podia nem ir a escola sozinha e nem ficar brincando na rua e eu só estava começando a viver e ela estava acabando comigo.
Quando fiz 14 anos meu irmão foi fazer um intercâmbio fora e deixou seu notebook comigo, minha mãe permitiu já que ia me ajudar com estudos, coisa que sempre fui excelente até então. Foi aí que descobri o bate papo uol e grupos no facebook, skype e tals conversava diariamente com todo tipo de cara, passei a me exibir na cam a noite inteira pra qualquer um, não fazia ideia do perigo, amava ver a cara de espanto dos homens quando ligava a câmera e eles viam meu rostinho de neném e quando eu levantava via meu corpão, com 14 anos já tinha corpo de mulher, seios médios e bem durinhos, cinturinha e meu bundão, quando tirava a roupa e viam minha buceta pequena eles enlouqueciam, podia ter aproveitado essa época pra ganhar dinheiro, mas já 5 anos atrás não havia muitos meios como tem atualmente e eu nem pensava nisso, só queria ser usada pra tirar porra de macho, era exatamente assim que eu pensava. Arrombei meu cuzinho pra muito macho ver enquanto minha mamãe dormia no quarto ao lado. Botei em prática tudo que via as atrizes pornôs fazerem quando tinha 7 anos.
Meus preferidos eram os mais velhos (que lembravam meu pai) a maioria queria até casar comigo, me levar pra longe, era umas loucuras. Minha mãe foi afrouxando e passei a sair com alguns, até hoje nao sei como não me dei mal podia ter sequestrada ou morta, mas houve muitas vezes que fui estuprada, aprendi que homens mais velhos não gostam de escutar não, apanhava que nem uma vadia com apenas 14 anos, fazia de tudo, ficavam loucos quando eu sentava no cacete com o cu, tive algumas ists também já que alguns odiavam camisinha e eu não tava nem aí botava na cabeça que tava ali ela ser a boa atriz e tirar leite de macho, garças a deus o anticoncepcional salvava.
Até que conheci o Leonardo casado, 42 anos, voz linda e pau enorme, branco lindo e elegante, me fez ir aos extremos com 14 anos fiz minha primeira dupla penetração com ele, eu não sei explicar a sensação de dois paus se encostando dentro de você, me senti atolada, preenchida e principalmente uma prostituta de verdade, gozei como nunca, chorando de dor mas nem por um minuto pedia pra parar, depois disso viciei, tinha que dar pra dois ou mais sempre, não sabia mais dar sem ser chupando outro cacete. Ele gozava no chão e fazia eu lamber, uma verdadeira cachorra.
Nesse ano eu faltava tanta aula que o conselho tutelar foi chamado, minha mãe me deu uma surra só que eu não sentia mais nada. Ela tirou o notebook, não liguei, o Leonardo já havia me dado celular. Fiquei com ele até os meus 16 anos, era uma amante exemplar, fodia com todos que ele mandava, adorava troca de casais e ter três cacetes em mim, um no cu, um na buceta e um fudendo a minha boca. Eu era o troféu do Leonardo, 16 anos e uma puta submissa que fazia tudo. Minha mãe já havia perdido o controle de mim, saia e nem falava, viajava com o Leonardo pra ser enrabada por quem ele quisesse, ele adorava ser voyeur também, principalmente com negros, falava que dava um contraste perfeito no meu cu branco, perdi as contas de quantas vezes acordei sem conseguir sentar. Ele deixava claro que eu era depósito de porra, uma boneca inflável, que se tivesse me conhecido antes quando tinha 7 anos não seria frouxo como meu tio e teria estourado meu cabaço de primeira, eu só ria.
Com o tempo o Leonardo foi tendo cada vez menos tempo pra mim, achava conversas com outras meninas no celular dele quando estávamos juntos, eu sentia que já não servia mais, já tinha quase 17 tava passando do tempo de uso. Dei um basta em tudo quando ele disse que queria que eu fizesse com um cachorro, disse que a putinha de um amigo dele fazia e queria me ver assim. Percebi que ele ia fazer isso e depois me descartar, tipo a última humilhação. Sumi da vida dele.
Entrei em depressão, me sentia vazia, sem uso. Ser um objeto era tudo que eu sabia ser. Com 17 conheci um cara que prefiro não citar o nome, achei que ia ser bom, mas na primeira oportunidade ele espalhou um vídeo nosso. Do nada, eu vi toda a minha família contra mim, tive que trocar de colégio. Tava acostumada a ser puta mas aquilo foi demais pra mim e tentei o pior (acho que não pode falar aqui).
Depois que não consegui tive que fazer muita terapia e até hoje tomo tarja preta. Meus pais se reaproximaram nessa fase. Voltei a me sentir vazia e recorri a pornografia, me masturbava até 5 vezes por dia pra ver se sentia algo já que não podia sair de casa. Só a pornografia não me satisfazia mais, voltei pro bate papo Uol e conheci muitos peds lá, vários grupos no telegram, comecei a consumir esse porno “diferente” sair com alguns caras de lá quando pude, mas só dupla penetração me fazia gozar.
Até que agora recentemente já com 19 anos conheci o Marcos, 44 anos, divorciado e um filho de 7 anos. De primeira ele já falava que me amava, me fazia sentir inteira, ele não tinha pudor, era coisa da cultura dele. Eu fiquei obcecada por ele. Ele era o meu chão. Me comia sem dó, na mesma hora que era a puta do caralho que servia de depósito, eu também era a filhinha que ele queria cuidar e fazia amor. Foi a primeira vez que fiz amor, que ninguém me machucou. Mas também tinha seus fetiches, eu nunca consegui um homem que não fosse pervertido.. primeiro me fez chamar minha prima Sara, depois que contei do meu tio ele queria fazer o mesmo com a gente, ela veio porque ele pagou bem (ela é garota de programa e tem um filho atualmente). Enrabou a gente sem dó, depois esfregamos a buceta uma na outra até gozar gostoso, chupamos o pau dele juntas com ele chamando a gente de putinhas do tio e ele encheu o meu rostinho de porra.
Depois da Sara achei que podíamos seguir normal, eu tava fazendo faculdade, ele falava de ter um filho comigo. Até que um dia ele tava bombando muito forte no meu cu, dava todo dia, e ele disse pra eu abrir a buceta que ia gozar lá dentro pra gente fazer uma filha pra ser putinha igual a mãe que ele ia enrabar mãe e filha putinha. Eu gelei e sentir minha buceta escorrer aí mesmo tempo. Era sua nova meta, me engravidar pra ter uma mini puta e estourar o cabaço dela. Eu queria mas só queria porque ele queria.
Dias depois ele foi me buscar em casa com o seu filho, o Lorenzo era um menino lindo branquinho de 7 anos. Fomos pra casa do Marcos e depois de lanchar quando entrei no seu quarto o Marcos tinha colocado um filme porno bem violento e o Lorenzo já estava sem o shortinho. Marcos só mandou eu ajoelhar e mamar ele, depois colocou o pintinho do Lorenzo na minha boca e mandou eu chupar com vontade, chupar igual puta o pintinho do seu filho. Enquanto isso Marcos se posicionou atrás de mim, me colocou de 4 e meteu tudo de uma vez na minha buceta, ficou no vai vem e quando eu disse que o pintinho do Lorenzo já estava duro ele encaixou no meu cu e falou pro menino meter, senti quase nada, ele ensinou o menino a meter no cu de uma mulher, enquanto isso Marcos ficou fudendo minha boquinha. Lorenzo não gozou mas ficou satisfeito, seu pai gozou no meu cu e fez o menino chupar e engolir sua porra, disse que ele toma porra desde bebê na mamadeira. Fiquei tão em choque que pela primeira vez na fingi um orgasmo. Marcos perguntou se eu tinha gostado da surpresa e eu disse que sim só pra agradar.
Minha relação com Marcos não melhorou, faço tudo que ele quer e até mais, só que ele é violento as vezes e nunca conversa comigo sobre a vida, coisas interessantes etc. Só sobre coisas totalmente sem pudor.
Agora ele quer que seduza meu pai enquanto não engravido, ele quer que meu pai me coma, ele disse que todo pai sonha em comer a filha e que vai ser muito gostoso, eu disse que sim mas eu quero gritar não. Sinto que vai ser igual com o Leonardo, a última humilhação e depois me descartar, eu sou descartável.
Me sinto vazia novamente, oca por dentro, é isso que o abuso sexual faz com você, ele normaliza situações e pessoas extremamente inaceitáveis, te faz sentir um lixo descartável e incapaz de si sentir amada.
Se um dia uma criança parecer gostar ser tocada por você pode ter certeza que é pura carência, necessidade ou falta de afeto.
Essa criança vai crescer e vai preferir estar morta todos os dias.
Não adianta falar que conhece a pessoa que ela ficou adulta e ficou bem, pode ter certeza que a alma dela tá estilhaçada.
Por mais que você cresça e ache que gostou ou que gosta do abuso ou do seu abusador, no fundo você sabe que tá mentindo pra si mesma só pra suportar viver a sua realidade.
Eu sou Tomo remédios controlados e tenho que lidar com paranóias quando deveria tá estudando e tendo amigos, eu deveria tá iniciando minha vida agora, mas iniciaram ela por mim quando eu tinha 7 anos e decidiram que eu devia transar igual adulta.
Eu sou uma mulher de 19 anos que sofre abusos em sequência desde os 7 anos, eu sei que mais da metade deles eu escolhi passar, eu permitir e outros tantos eu nem sequer lembro. Mas isso não muda o fato de que eu estou morta por dentro e que choro todos os dias quando eu penso em tudo que eu fiz só pra ter amor e atenção.
E é assim que é ter um histórico de abusos.
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