Reencontro no hotel
Já fazia algum tempo que não nos encontrávamos. Alguns desencontros, a correria do dia-a-dia fazia que nossos encontros não fossem mais tão frequentes quanto antes.
Nos encontramos, então, como que por acaso, no saguão do hotel. Assim que a vi, andei em sua direção e beijei-a demorada e apaixonadamente. Minhas mãos percorriam suas costas e tocavam a parte de cima de sua bundinha linda. Eu a apertava contra mim, morrendo de desejo de possuí-la ali mesmo, no saguão.
Trocamos algumas palavras, explicamos o que havia acontecido nessas duas últimas semanas em que não havíamos nos visto, e resolvemos subir para o Median Lobby, um ambiente bem aconchegante do hotel, onde pouca gente costumava ir.
Subimos pelas escadas, ela na minha frente rebolando e me provocando com sua bunda enfiada dentro de uma saia justa muito elegante. Eu acariciava sua bunda de leve. Sentamos num sofá do Median Lobby, num canto meio escondido pelas folhagens do lugar. Mais alguns minutos de conversa, muitos beijos e mãos nem um pouco bobas passeando comportadamente pelos nossos corpos.
Entre um beijo e outro ela diz baixinho: "Quero ser toda sua hoje". E eu respondo "E eu quero ser só seu hoje também".
Algumas argentinas que estavam no local aproximam-se e tentam puxar papo. Educadamente, e cheio de diplomacia, faço com que elas se vão, me deixando sozinho com ela. "Pode falar pra todas essas tuas negas que você é só meu hoje", ela sussura no meu ouvido, passando a mão
de leve sobre meu pênis.
Nos beijamos mais e mais, cada vez mais cheios de tesão. As argentinas voltam e sentam do outro lado da sala, olhando para nós. Ao notar, sussuro no seu ouvido "Vamos subir, amor, que essas argentinas tão a fim de causar problemas..." Se ao menos tivesse uma delas que fosse gostosa como ela, mas nenhuma delas chegava aos pés da mulher que eu tinha nos braços.
Subimos até meu quarto por caminhos diferentes. Ao chegar lá, ela já havia entrado. "Oi", disse ela. Eu respondi com um beijo, abraçando-a e apertando-a contra mim, apalpando sua bundinha por cima da saia, acariciando sua nuca e suas costas.
"Vamos tirar a roupa, nós dois?", ela pergunta. "Claro!", respondo, pensando como eu adoro esse jeito putinha dela de ser. "Então vira pra lá. Vamos tirar a roupa um de costas para o outro."
Viramos de costas e tiro minha roupa. Enquanto tirava a camisa ela diz "pronto!". "Ei, é injunto! Eu tenho muito mais roupa que você. E eu odeio gravatas", brinco. "Ok, eu espero".
Quando termino, perguntamos ao mesmo tempo "E agora?", ao que ela prontamente responde que vai apagar a luz e que não era pra eu me virar. Aguardo por instantes que parecem anos até ela apagar a luz. As janelas estavam fechadas, e a escuridão era quase total. Não podíamos ver nada. "Onde está você, amor?", ela pergunta. Eu, parado, respondo, e escuto-a andar pelo quarto, apalpando os móveis e as paredes. "Estou aqui. Siga o som da minha voz. Venha até aqui, pra eu poder te possuir inteira, te beijar toda, sentir tua pele na minha." E ela, fingindo que não me encontrava: "Continua falando, meu tesão. Eu já te acho, pra ser toda tua hoje". Sinto então ela se aproximando devagar. Toco minha mão em sua pele e agarro-a pela cintura, puxando-a pra mim e beijando-a. Sinto seus seios tocando meu peito, e meu pau tocando sua barriga. "Adoro seus seios tocando em mim". "E eu adoro nossos corpos
assim se roçando". Ela então esfrega os seios em mim. Isso me deixa maluco. Beijo sua boca, seu pescoço e mordisco suas orelhas. "Por onde quer começar, amor?", ela pergunta, cheia de tesão. "Quero mamar seus seios".
"Tá com fominha, é? Vem aqui então, e mama nas minhas tetinhas, vem. Mata tua saudade."
Beijo seu pescoço cheio de tesão pelas palavras dela e ejoelho-me no chão. O escuro ainda não nos permite ver muita coisa, e procuro seu seio com a boca. Encontro seu biquinho já durinho, bem do jeito que eu adoro. Chupo-o para dentro da minha boca. Ela geme "hm, isso, toma todo seu leitinho". Seguro os biquinho entre os dentes e dou pequenos tapinhas com a língua. Ela geme de tesão. Aperto suas nádegas com as mãos. Ela pede "Acaricia minha bundinha, vai..." Eu obedeço, e mudo a boca de seio. Chupo o outro seio inteiro e aperto cada um deles com uma mão. Aperto os seios um contra o outro e alterno chupadinhas entre os biquinhos agora tão próximos. Tento colocar os dois juntos na boca, mas eles não chegam.
Mordisco um de cada vez, fazendo minha putinha gemer acariciando meus cabelos. "Assim você me mata de tesão, gostoso..." Chupo mais um pouco e levanto-me, lambendo seu pescoço e beijando sua boca. Meu pau roça em sua bucetinha, depilada com apenas alguns pelinhos acima do clitoris. "Mas eu também tô com fominha, meu tesão. Quero sua mamadeira gostosa...". Era assim que ela chamava meu pau quando queria chupá-lo. Ela então beijou meu pescoço, meu peito e lambeu meu umbigo. Ajoelhou-se na minha frente e acariciou meu pau suavemente com a mão. Punhetou-o um pouco, bem vagarosamente, apenas para arrancar-me alguns suspiros, e então segurou-o firmemente, para então dar-me um pequeno beijo na ponta da cabecinha de meu pau. Beijou-o algumas vezes por toda sua extensão, e então sua boca maravilhosa envolveu a glande. Senti o calor de seus lábios envolvendo a cabeça, e senti sua língua passeando por ela, dentro de sua boca.
Uma mão segurava meu pau firmemente, enquanto a outra acariciava minhas bolas depiladas, com um tesão que eu nunca esqueceria. Ela lambia todo meu pau, e depois colocava a cabeça na boca, chupava e lambia-a, apertava com a mão e com os lábios.
"Mas eu também queria mamar na sua bucetinha...", falei com voz manhosa. "Quer mesmo, amor? Vou te dar na boquinha então". Ela me fez deitar no chão e sem largar de meu pau colocou sua bucetinha deliciosa na minha boca. Eu lambia seu clitóris e apertava sua bunda com as mãos, enquanto ela me chupava saborosamente. Eu puxava seus lábios com meus lábios, minha língua percorria toda a extensão daquela bucetinha linda, indo do clitóris até perto do
cuzinho. Tentava alcançar o cuzinho mas não conseguia, e lambia apenas perto dele. Minha língua penetrava-a, fazendo com que gemesse de uma maneira que me deixava com ainda mais tesão.
Ela chupava meu pau com vontade, e esfregava a bucetinha na minha cara, guiando minhas lambidas e mordiscadas para onde queria. Eu alternava entre seu clitoris e seu buraquinho, ora lambendo-a, ora mordiscando-a e ora penetrando-a com a língua. Seus movimentos ritmados
com os lábios em meu pau estavam me levando ao delírio. Eu chupava e mordia suas carninhas com cada vez mais vontade, arrancando gemidos cada vez mais provocantes de minha putinha linda.
Para meu espando, ela levanta-se, privando-me de sua bucetinha deliciosa e abandonando meu pau já babado. Fiquei atônito por alguns breves instantes, apenas para notar sua silhueta de quatro no chão, olhando para trás e dizendo baixinho "Vem me foder, gostoso. Me fode de
quatro, me enfia por trás, vem" Rapidamente posicionei-me atrás dela, de joelhos no chão também, e deitei-me sobre suas costas, beijando-a carinhosamente, lambendo sua nuca. Meu pau encostava em sua bucetinha, e ela rebolava para posicioná-lo corretamente. Em poucos segundos sentia a cabeça entrando naquela delícia encharcada que estava. Empurrei vagarosamente, enquanto mordia seu percoço e costas. Fiquei de joelhos novamente e segurei sua cintura com as duas mãos. Puxei seu quadril contra mim, forçando meu pau o máximo para dentro dela, com estocadas rápidas, apenas para fazê-lo entrar mais. Seus gemidos e palavras de tesão aumentavam, e minha respiração já estava ofegante há muito tempo.
Enfiava com força, e tirava quase todo o pau de dentro dela. Sentia a cabeça quase saindo, e então puxava seu quadril contra mim violenta e rapidamente. A fodia com vontade e muito tesão, como há tempos não fazia. Ela pedia para eu gozar com ela, e sua respiração denunciava que seu orgasmo estava próximo. Enfiei mais algumas vezes segurando em sua cintura, e então segurei em seus ombros e puxei-a com toda a força contra mim, atolando meu pau em sua bucetinha e goznado bem no fundo, bem lá dentro dela. Ela gritava de prazer, gozando comigo e rebolando a bunda para meu pau entrar ainda mais em seu buraquinho. A cada
jorrada do meu gozo ela jogava o quadril pra trás e gozava lindamente... "Adoro ver você gozando, minha putinha."
Nessa noite só tivemos forças para nos arrastarmos até a cama e então dormimos abraçados, suados e sentindo o cheiro do nosso sexo gostoso no ar.
Mulheres de curitiba que queiram alguma aventura, real ou virtual com um homem casado, escrevam! :)
Nos encontramos, então, como que por acaso, no saguão do hotel. Assim que a vi, andei em sua direção e beijei-a demorada e apaixonadamente. Minhas mãos percorriam suas costas e tocavam a parte de cima de sua bundinha linda. Eu a apertava contra mim, morrendo de desejo de possuí-la ali mesmo, no saguão.
Trocamos algumas palavras, explicamos o que havia acontecido nessas duas últimas semanas em que não havíamos nos visto, e resolvemos subir para o Median Lobby, um ambiente bem aconchegante do hotel, onde pouca gente costumava ir.
Subimos pelas escadas, ela na minha frente rebolando e me provocando com sua bunda enfiada dentro de uma saia justa muito elegante. Eu acariciava sua bunda de leve. Sentamos num sofá do Median Lobby, num canto meio escondido pelas folhagens do lugar. Mais alguns minutos de conversa, muitos beijos e mãos nem um pouco bobas passeando comportadamente pelos nossos corpos.
Entre um beijo e outro ela diz baixinho: "Quero ser toda sua hoje". E eu respondo "E eu quero ser só seu hoje também".
Algumas argentinas que estavam no local aproximam-se e tentam puxar papo. Educadamente, e cheio de diplomacia, faço com que elas se vão, me deixando sozinho com ela. "Pode falar pra todas essas tuas negas que você é só meu hoje", ela sussura no meu ouvido, passando a mão
de leve sobre meu pênis.
Nos beijamos mais e mais, cada vez mais cheios de tesão. As argentinas voltam e sentam do outro lado da sala, olhando para nós. Ao notar, sussuro no seu ouvido "Vamos subir, amor, que essas argentinas tão a fim de causar problemas..." Se ao menos tivesse uma delas que fosse gostosa como ela, mas nenhuma delas chegava aos pés da mulher que eu tinha nos braços.
Subimos até meu quarto por caminhos diferentes. Ao chegar lá, ela já havia entrado. "Oi", disse ela. Eu respondi com um beijo, abraçando-a e apertando-a contra mim, apalpando sua bundinha por cima da saia, acariciando sua nuca e suas costas.
"Vamos tirar a roupa, nós dois?", ela pergunta. "Claro!", respondo, pensando como eu adoro esse jeito putinha dela de ser. "Então vira pra lá. Vamos tirar a roupa um de costas para o outro."
Viramos de costas e tiro minha roupa. Enquanto tirava a camisa ela diz "pronto!". "Ei, é injunto! Eu tenho muito mais roupa que você. E eu odeio gravatas", brinco. "Ok, eu espero".
Quando termino, perguntamos ao mesmo tempo "E agora?", ao que ela prontamente responde que vai apagar a luz e que não era pra eu me virar. Aguardo por instantes que parecem anos até ela apagar a luz. As janelas estavam fechadas, e a escuridão era quase total. Não podíamos ver nada. "Onde está você, amor?", ela pergunta. Eu, parado, respondo, e escuto-a andar pelo quarto, apalpando os móveis e as paredes. "Estou aqui. Siga o som da minha voz. Venha até aqui, pra eu poder te possuir inteira, te beijar toda, sentir tua pele na minha." E ela, fingindo que não me encontrava: "Continua falando, meu tesão. Eu já te acho, pra ser toda tua hoje". Sinto então ela se aproximando devagar. Toco minha mão em sua pele e agarro-a pela cintura, puxando-a pra mim e beijando-a. Sinto seus seios tocando meu peito, e meu pau tocando sua barriga. "Adoro seus seios tocando em mim". "E eu adoro nossos corpos
assim se roçando". Ela então esfrega os seios em mim. Isso me deixa maluco. Beijo sua boca, seu pescoço e mordisco suas orelhas. "Por onde quer começar, amor?", ela pergunta, cheia de tesão. "Quero mamar seus seios".
"Tá com fominha, é? Vem aqui então, e mama nas minhas tetinhas, vem. Mata tua saudade."
Beijo seu pescoço cheio de tesão pelas palavras dela e ejoelho-me no chão. O escuro ainda não nos permite ver muita coisa, e procuro seu seio com a boca. Encontro seu biquinho já durinho, bem do jeito que eu adoro. Chupo-o para dentro da minha boca. Ela geme "hm, isso, toma todo seu leitinho". Seguro os biquinho entre os dentes e dou pequenos tapinhas com a língua. Ela geme de tesão. Aperto suas nádegas com as mãos. Ela pede "Acaricia minha bundinha, vai..." Eu obedeço, e mudo a boca de seio. Chupo o outro seio inteiro e aperto cada um deles com uma mão. Aperto os seios um contra o outro e alterno chupadinhas entre os biquinhos agora tão próximos. Tento colocar os dois juntos na boca, mas eles não chegam.
Mordisco um de cada vez, fazendo minha putinha gemer acariciando meus cabelos. "Assim você me mata de tesão, gostoso..." Chupo mais um pouco e levanto-me, lambendo seu pescoço e beijando sua boca. Meu pau roça em sua bucetinha, depilada com apenas alguns pelinhos acima do clitoris. "Mas eu também tô com fominha, meu tesão. Quero sua mamadeira gostosa...". Era assim que ela chamava meu pau quando queria chupá-lo. Ela então beijou meu pescoço, meu peito e lambeu meu umbigo. Ajoelhou-se na minha frente e acariciou meu pau suavemente com a mão. Punhetou-o um pouco, bem vagarosamente, apenas para arrancar-me alguns suspiros, e então segurou-o firmemente, para então dar-me um pequeno beijo na ponta da cabecinha de meu pau. Beijou-o algumas vezes por toda sua extensão, e então sua boca maravilhosa envolveu a glande. Senti o calor de seus lábios envolvendo a cabeça, e senti sua língua passeando por ela, dentro de sua boca.
Uma mão segurava meu pau firmemente, enquanto a outra acariciava minhas bolas depiladas, com um tesão que eu nunca esqueceria. Ela lambia todo meu pau, e depois colocava a cabeça na boca, chupava e lambia-a, apertava com a mão e com os lábios.
"Mas eu também queria mamar na sua bucetinha...", falei com voz manhosa. "Quer mesmo, amor? Vou te dar na boquinha então". Ela me fez deitar no chão e sem largar de meu pau colocou sua bucetinha deliciosa na minha boca. Eu lambia seu clitóris e apertava sua bunda com as mãos, enquanto ela me chupava saborosamente. Eu puxava seus lábios com meus lábios, minha língua percorria toda a extensão daquela bucetinha linda, indo do clitóris até perto do
cuzinho. Tentava alcançar o cuzinho mas não conseguia, e lambia apenas perto dele. Minha língua penetrava-a, fazendo com que gemesse de uma maneira que me deixava com ainda mais tesão.
Ela chupava meu pau com vontade, e esfregava a bucetinha na minha cara, guiando minhas lambidas e mordiscadas para onde queria. Eu alternava entre seu clitoris e seu buraquinho, ora lambendo-a, ora mordiscando-a e ora penetrando-a com a língua. Seus movimentos ritmados
com os lábios em meu pau estavam me levando ao delírio. Eu chupava e mordia suas carninhas com cada vez mais vontade, arrancando gemidos cada vez mais provocantes de minha putinha linda.
Para meu espando, ela levanta-se, privando-me de sua bucetinha deliciosa e abandonando meu pau já babado. Fiquei atônito por alguns breves instantes, apenas para notar sua silhueta de quatro no chão, olhando para trás e dizendo baixinho "Vem me foder, gostoso. Me fode de
quatro, me enfia por trás, vem" Rapidamente posicionei-me atrás dela, de joelhos no chão também, e deitei-me sobre suas costas, beijando-a carinhosamente, lambendo sua nuca. Meu pau encostava em sua bucetinha, e ela rebolava para posicioná-lo corretamente. Em poucos segundos sentia a cabeça entrando naquela delícia encharcada que estava. Empurrei vagarosamente, enquanto mordia seu percoço e costas. Fiquei de joelhos novamente e segurei sua cintura com as duas mãos. Puxei seu quadril contra mim, forçando meu pau o máximo para dentro dela, com estocadas rápidas, apenas para fazê-lo entrar mais. Seus gemidos e palavras de tesão aumentavam, e minha respiração já estava ofegante há muito tempo.
Enfiava com força, e tirava quase todo o pau de dentro dela. Sentia a cabeça quase saindo, e então puxava seu quadril contra mim violenta e rapidamente. A fodia com vontade e muito tesão, como há tempos não fazia. Ela pedia para eu gozar com ela, e sua respiração denunciava que seu orgasmo estava próximo. Enfiei mais algumas vezes segurando em sua cintura, e então segurei em seus ombros e puxei-a com toda a força contra mim, atolando meu pau em sua bucetinha e goznado bem no fundo, bem lá dentro dela. Ela gritava de prazer, gozando comigo e rebolando a bunda para meu pau entrar ainda mais em seu buraquinho. A cada
jorrada do meu gozo ela jogava o quadril pra trás e gozava lindamente... "Adoro ver você gozando, minha putinha."
Nessa noite só tivemos forças para nos arrastarmos até a cama e então dormimos abraçados, suados e sentindo o cheiro do nosso sexo gostoso no ar.
Mulheres de curitiba que queiram alguma aventura, real ou virtual com um homem casado, escrevam! :)
No reaction yet.
0
curtidas
12 views