Ela tinha vinte e seis anos...
Ela tinha vinte e seis anos. Magra, estatura mediana. Conhecemo-nos num barzinho num domingo à tarde. Ela estava com suas primas e havia chegado a São Paulo fazia quatro semanas. Morava em uma cidadezinha de Santa Catarina e veio para São Paulo cuidar da filha de sua irmã. Eu a vi perto do balcão, e logo começamos a conversar. Não demorou muito e sugeri que fossemos ao mezanino ver as pessoas dançando. Quando peguei em sua mão para subirmos as escadas, senti um ligeiro aperto, como que querendo dizer "fica comigo". Conversamos um pouco e começamos a dançar. Não resisti e a abracei, trazendo seu corpo junto ao meu. Neste instante sua respiração aumentou. Não tive dúvidas: dei-lhe um suave beijo no pescoço. Foi o suficiente. Ela imediatamente soltou um suspiro que me levou até seus lábios. O beijo foi inevitável. Passamos a noite juntos nos beijando loucamente. Eram quase onze horas quando suas primas a chamaram para ir embora: deixou-me seu telefone. No fim-de-semana seguinte, liguei para sairmos. Ficamos juntos, mas sem muita emoção, apenas beijos e pequenos amassos no carro. No outro fim-de-semana fui mais audacioso. Com a desculpa de que era perigoso ficarmos na rua, sugeri que fossemos ao pequeno hotel que conhecia no centro. Apesar da dúvida, mas sentindo muito tesão, ela concordou. Depois de alguns beijos deitados na cama, ainda de roupas, passei a ser mais incisivo. Lentamente, ela não foi reagindo às minhas investidas e em poucos minutos estava apenas de calcinha e sutiã. Ela era magra, mas tinhas lindos peitos, grandes e duros, com os biquinhos cor-de-rosa. Quando comecei a chupá-los, senti suas unhas entrando em minhas costas e seus gemidos aumentando cada vez mais. Num golpe rápido, abri suas pernas e beijei sua bocetinha por sobre a calcinha e ela gritou: "Pare! Eu sou virgem!" Meu pau quase explodiu de tanto tesão. Não agüentei e tirei as calças e ela pode ver meu pinto duro, roxo de tesão. Peguei suas mãos e coloquei sobre ele. Ao mesmo tempo que ela tentava parar de sentir tesão, um impulso incontrolável tomava conta dela. Ela não queria continuar, mas não ela conseguia deixar de gemer. Eu estava quase louco. Foi então que pus de lado sua calcinha e a deitei na cama com as pernas bem abertas. Quando passei a língua, ela fechou suas pernas contra minha cabeça, mas lentamente foi abrindo de novo. Sua bocetinha era cheirosa, tinha cheiro de cabaço. Ao passar a língua pela primeira vez sobre seu clitóris, ela voltou a fechar as pernas. Aos poucos, seus gemidos foram aumentando. Rapidamente, a virei de bruços e o melhor estava para acontecer: tirei sua calcinha, que já estava enxarcada, e lambi com bastante força seu cuzinho rosinha. Nesta altura, sua respiração já era totalmente ofegante e seus olhos viravam de uma lado para o outro. Dizia para eu parar, mas ao mesmo tempo empinava sua bundinha contra minha cara, como que querendo que eu enfiasse toda a minha língua em seu rabinho. Lubrifiquei meu dedo em sua bocetinha e devagar enfiei no seu cuzinho. Ela gemeu como uma puta e rebolou com força. Depois de algumas esticadas, enfiei mais um dedo. Ela quase engasgou de tanto tesão. Meu pau latejava em minha mão. Senti que ela não tinha limites e que apenas ter um pouco de cuidado que poderia tê-la como eu quisesse. Deitei do seu lado e com jeitinho fui levando sua cabeça em direção ao meu pau. Ela falou baixinho: "Eu nunca fiz isso". E eu respondi que ela não precisava se preocupar porque não faria nada que ela não concordasse. Ela primeiro passou a língua na cabecinha e depois deu um beijo. Falei: "Abra sua boquinha meu amor". Ela obedeceu. Fui enfiando meu pau até um pouco mais da metade. Fui fazendo sua cabeça subir e descer, puxando-a suavemente pelos seus cabelos loirinhos e fininhos. Nesta hora, puxei suas pernas para próximo de mim e as abri, voltando a passar meus dedos por sua bocetinha. Ela estava tão molhado que deixou uma marca no lençol. De novo, enfiei meus dois dedos em seu cuzinho. Senti sua boca apertar meu pau. Pensei comigo: ela é virgem, mas está completamente embriagada de sexo. Sua virgindade provavelmente não vou tirar: sobrou sua bundinha, que salvo engano, ela estava oferecenDo veladamente. Coloquei-a de quatro e ela sem dizer nada, iniciou um punheta meio torta, mas muito gostosa. Enquanto isto eu lubrifiquei meu pau com saliva e o aproximei de seu cuzinho. Ela deixou. Coloquei bem na portinha e ela fez um leve movimento para trás, dando sinal verde. Empurrei devagarzinho até entrar a cabecinha. Senti um leve gemido, seguido por um pequeno pulinho. Recuei. Passei mais saliva na cabeça do pau. Na segunda estocada, o pau entrou até a metade e ela gritou de dor, mas não tirou. Passei a fazer um vai e vem bem lento, apenas com a pontinha do meu pau. Pus e tirei várias vezes, até seu anelzinho ficar macio. Sentindo que ela não mais sentia dor, dei uma estocada mais fundo e ela gemeu alto: "Que tesão, me fode!" Fiquei completamente louco. Puxei seus cabelos com a mão esquerda e com a direita passei a dar pequenos tapinhas em sua bunda. Ela rebolava e gemia. Começou a dizer coisas: "Você é gostoso, seu safado, come esta bundinha..." Depois de alguns minutos, ela já rebolava em meu pau com maestria. Peguei sua mãozinha e a ensinei a bater uma siririca enquanto fodia seu rabinho. Ela gostou e mexia cada vez mais forte. Quando estava dando sinais de que iria gozar, ela aumentou os movimentos. Não tive dúvidas: tirei meu pau duro de sua bundinha e a puxei pelos cabelos, pedindo que abrisse sua boca. Ela engoliu meu pau e sentiu toda minha porra saindo com violência! Ela não engoliu, mas deixou escorrer por seu rostinho e continuou chupando até ele ficar mole. Caí ao seu lado e quase desmaiei. Dormimos por mais de uma hora... Até hoje não tirei o cabaço dela, mas transamos como loucos.
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