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A VERDADEIRA DONA DA CASA

Veröffentlicht: 31/12/2004 22:00

Autor: dono de casa

Sou casado, tenho 41 anos, praticante de esportes, não sou lindo mas tenho uma aparência marcante, elegante, vida estável, agora consultor de empresas, frequento ótimos ambientes e minha vida sexual atualmente no casamento deixa a desejar, ora por excesso de trabalho de ambos, ora por falta de apetite da minha esposa, ela é linda, carinhosa, tudo que um homem quer no casamento mas falta um pouco de ousadia na cama. O que aconteceu comigo foi após a contratação da Vânia para trabalhar como doméstica lá em casa. Minha esposa até avisou que ela era muito jovem (23 anos), apesar de já casada e ter um filhinho, era bonita, inteligente, nem parecia ter perfil para trabalhar como doméstica. Mas as dificuldades de se conseguir emprego falou mais alto. Realmente ela era muito atraente e com postura mais para dona de casa do que para empregada. Se vestia bem, o vocabulário de bom nível, enfim, uma pessoa que poderia passar como minha esposa em qualquer lugar sem vergonha alguma da minha parte. Ocorre que minha vida profissional mudou muito, sai da empresa em que trabalhava como gerente e durante alguns meses desenvolvi minha carreira como consultor, com isto, ficava muito tempo em casa, internet, projetos, estudos, etc. Minha convivência com a Vânia era próxima, ficávamos às vezes sozinhos em casa, ela muito dedicada mas sempre houve muito respeito entre nós, afinal, era minha casa, temos uma filha adolescente e jamais passou-me pela cabeça alguma insinuação que pudesse haver conotação sexual em nossa conversa, até mesmo no pensamento. Com o tempo, ela foi cada vez mais decidindo as coisas dentro de casa, minha esposa trabalha muito e não tem muito tempo, e foi ficando um pouco abusada neste aspecto e minha esposa começou a não gostar destas atitudes, até que um dia sumiu um vestido dela e que com o tempo soube-se que a Vânia teria levado para usar num final de semana sem autorização, deu a maior confusão e minha esposa demitiu-a. Não voltou nem mais para receber o saldo de salário, passado algum tempo ingressou na justiça do trabalho onde fizemos um acordo e encerramos o caso. A partir daí, a fúria de todos lá de casa com os acontecimentos foi grande, todavia, nos momentos de solidão sexual eu comecei a lembrar dela, o quanto era bonita e que oportunidade perdi de tentar "algo mais" durante aquele período. Comecei a masturbar-me com frequencia imaginando as transas que poderíamos ter tido, foi uma loucura. Aí ocorreu-me uma idéia maluca que jamais imaginei ter coragem de colocar em prática. Resolvi alugar um apto mobiliado por três meses no centro da nossa capital e conseguindo o telefone dela nas anotações lá de casa resolvi ligar e disse que eu gostaria muito de ter uma conversa reservada com ela sobre tudo o que aconteceu , que eu havia percebido que ela ficou muito chateada e que as coisas não poderiam ficar assim para sempre e que tinha novidades para lhe contar,. Como entre nós sempre houve muito respeito, convidei-a para uma reunião no meu escritório que montei juntamente com um sócio. Para minha surpresa, ela topou e durante a reunião falamos amenidades, afirmei que compreendia tudo, afinal, minha esposa começou a ficar com muitos ciúmes dela, ficávamos sozinhos em casa, que ela era muito bonita, jovem, atraente... ela ficou surpresa com a minha postura e relaxou durante a conversa. Falei que meu casamento estava em crise e que resolvemos nos separar pelo menos por um tempo e eu já estava morando em um outro apto. No entanto, minha vida estava uma bagunça, não tinha tempo para organizar minhas coisas, sequer cuidar da casa, aquela conversa toda. Propus que aceitasse trabalhar novamente, agora somente para mim, durante dois dias por semana, das 9:00 hs as 17:00 hs, pois, durante este horário eu já teria saído de casa e ainda não retornado, com isso ela ficaria sozinha e a vontade para organizar tudo do jeito dela e pagaria um salário cheio do mês todo. Mas que isto deveria ficar entre nós pois a relação dela e da minha esposa estava muito abalado e não era conviente que soubesse, pelo menos, por enquanto. Ela ficou de pensar e dois dias depois ligou-me aceitando. Combinamos que começaria dentro de uma semana. Assim começou, tive que disfarçar bem para que ela acreditasse que eu estava morando por lá, deixei alguns pertences pessoais, algumas fotos, geladeira cheia, alguma louça para lavar, algumas peças de roupas, livros, tudo foi aos poucos e ninguém em casa percebeu porque muita coisa eu levava para o escritório. Na segunda semana de trabalho dela liguei para o apto pedindo que fizesse um almoço para duas pessoas, colocasse uma garrafa de vinho tinto na geladeira e duas taças que eu iria comemorar uma coisa muito boa que havia me acontecido. Ela ficou curiosa mas não perguntou nem com quem e nem o que eu estaria comemorando. Eu só disse que estava cansado de comer fora e com saudade da sua comida (que realmente era deliciosa). Ao meio dia cheguei sozinho no apto e encontrei tudo arrumado, mesa posta, dois cálices, o cheiro da comida estava ótimo. Ela perguntou se o convidado ou convidada chegaria logo e eu disse que era uma "convidada" e que logo ela iria saber! Tomei um rápido banho pois estava muito quente, fiquei mais a vontade e fui até a cozinha e pedi para servir a mesa, ela achou um pouco estranho servir antes que a convidada chegasse mas o fez em silêncio, abri o vinho, servi os dois cálices e chamei-a para chegar até a sala de jantar, ao chegar, disse que minha convidade especial acabava de chegar e, ela perguntou onde estava e eu disse que era ela mesma a minha convidade especial. Ela ficou trocou de cor, ficou nervosa e disse que não estava entendendo nada. Aí eu falei que ela tinha sido a melhor coisa que havia acontecido na minha vida nos útimos meses, o fato dela aceitar trabalhar para mim neste momento difícil da separação, que eu só estava trabalhando, longe da minha filha, etc... e que eu resolvi agradecê-la com este pequenho reconhecimento. Ela um pouco sem jeito acabou aceitando em sentar a mesa comigo, não sem antes ir até o banheiro ajeitar-se, tirar o avental, acho que maquiou-se um pouco pois quando voltou não era a mesma Vânia de minutos antes. Estava linda e cheirosa. Começamos o almoço, eu servi seu prato e ofereci um brinde a ela, aceitou e tomou um pequeno gole do vinho e agradeceu, falei que era para aproveitar pois naquele dia ela estaria dispensada mais cedo, portanto, um bom vinho seria para relaxar. Durante o almoço ela relaxou mais ainda (com ajuda do vinho) e falamos naturalmente sobre tudo, família, casamento filhos, até sobre a importância da vida sexual no casamento. Ela confidenciou que a dela não passava pelo melhor momento, afinal, ela trabalhava fora, tinham um filho pequeno, ele trabalhava 10 horas por dia e a noite estava cursando a faculdade, aos finais de semana ele também estudava muito e ela estava cansando daquela vida apesar de amá-lo muito, eram felizes e cheios de planos. O que dificultava um pouco era o fato de morarem na casa com seus pais e a privacidade deles era pequena. Terminamos o almoço lá pelas 14 horas e agradeci muito o fato dela ter aceito o convite,que foi muito agradável e que gostaria de repetir mais vezes se ela aceitasse e, ela olhando nos meus olhos firmemente, disse que aceitaria com o maior prazer. Também prometi levá-la um dia num bom restaurante para ela conhecer. Disse que eu iria descansar um pouco pois o efeito do vinho havia me dado um pouco de sonolência e pedi o favor de que ela levasse um cafezinho até o quarto pois eu adorava um bom café com chocolate. Em dez minutos ela levou na bandeija e eu, deitado em minha cama escutando uma boa música, convidei-a para sentar-se junto a cama para conversarmos mais um pouco. Abri um "chocolante com pimenta" que eu havia comprado e ofereci a ela, inicialmente não quis, mas insisti, disse que era afrodisíaco e que poderia aproveitar o efeito quando ela chegasse em casa. Ela disse que só veria seu marido próximo da meia-noite e já estaria com sono e ele cansado para curtir o efeito do chocolate. Então, foi o que eu esperava ouvir. Tirei a bandeija de perto e aproximei-me dela e olhando em seus olhos, disse: Vânia, eu tenho um outro sonho a realizar. Ela perguntou-me, olhando firme: E qual seria este sonho ? Falei que era proporcionar a ela momentos inesquecíveis e, que se ela deixasse, eu proporcionaria a ela momentos de prazer que jamais iria esquecer. Pensei que ela iria sair correndo dali, novamente trocou de cor mas não afastou-se. Cheguei mais perto, fiz um carinho em seu cabelos longos e negros, e aproximei meus lábios e beijei-a. Ela não resistiu, beijou-me com avidez, com desejo, começamos a nos agarrar loucamente, puxei-a para cima de mim na cama e ela veio com tudo. Fui tirando sua blusa, ficou só de sutiã. Estava de saia, abri seu ziper e fui tirando-a lentamente. Seu corpo era escultural, sua pele macia e cheirosa, musculosa, sem estrias, sem barriga, apesar de mãe jovem, coxas firmes e seios volumosos (não grandes)e com seus bicos saltando para cima. Deitei-a e fui beijando-a toda, lambendo todas as partes do seu corpo, parei próximo a seu umbigo e ela gemia de tesão e estava toda arrepiada. Disse que era loucura o que estava acontencendo e que isto não era certo, mas em momento algum disse que era para parar, pelo contrário, contorcia-se de prazer e com isto fui chegando até sua xoxotinha que exalava o gosto do prazer, era muita tesão, chupei sua xoxotinha inteiramente e demoradamente, gozou na minha boca e ao engolir todo seu caldo de prazer fiquei louco de vê-la me chupar. Também lambi próximo ao seu cuzinho o que deixou-a toda arrepidada quando resolveu vir para cima de mim tirando toda minha roupa, meu pau estava duríssimo como não ficara a muito tempo. Não é grande mas o suficiente para dar todo o prazer para uma mulher fogosa. Devagar foi descendo do meu peito em direção ao meu pau e, antes de chapá-lo, parou e falou: sei que é proibido mas eu quero fazer isto há muito tempo, só nunca tive a coragem que você teve. Agora ele é meu! Este será meu presente ! Fui a melhor chupada da minha vida, engoliu tudo, tocava uma punhetinbha junto a mão direita e com a esquerda acariciava minhas coxas, minha bunda, num momento achei que ela iria penetrar meu cú com seu dedo. Olhou-me nos olhos com um jeitinho de safada e percebi que seu eu désse sinal verde ela teria me penetrado. Não tive coragem naquele momento. Após eu gozar na sua boca, lambeu tudo, engoliu tudo e deitamos um pouco. Dormimos abraçados e quando acordamos fui tomar um rápido banho e ao voltar vi ela deitada de bruços com sua bundinha para cima, era linda, que tesão. Comecei a beijá-la novamente, agora na região da sua bundinha e ela foi abrindo-a lentamente para que eu pudesse lamber melhor entre suas coxas, enfiei minha língua todinha na entrada de seu cuzinho, ela foi a loucura e começou a rebolar e dizer palavras desconexas. Disse que tinha maior tesão por trás mas que era virgem. Seu marido não gostava muito ou não tinha coragem de insistir, o pau do marido dela era muito grande e tinha medo de se machucar... Com isso, criei coragem e coloquei-a de quatro, abri bem suas pernas, molhei seu cuzinho com minha saliva, cuspi na ponta do meu pau e fui colocando devagar em sua entrada. Ela quis fugir mas sem muita convicção e acabou cedendo, coloquei meu pau na porta do seu cuzinho e pedi para ela ir levantando sua bunda, empurrando seu cuzinho para trás que eu iria fazê-la muito feliz e daria muito prazer a ela. Fez tudinho e quando entrou a cabeça do pau na sua bundinha apertada ela gemeu de dor e prazer simultaneamente. Forcei e enterrei tudo, com o "dedo" mais longo fui fazendo uma siririca em sua xoxota e ela foi a loucura, começou a gritar de prazer, rebolava enlouquecidamente, dizia que era a melhor coisa que ela já havia feito na cama e que estava adorando se sentir como uma puta e que se eu quisesse ela seria minha amante para o resto da vida, seria a minha puta para sempre. É claro que concordei e disse que apartir daquele momento ela seria minha "esposa" de verdade e seria "seu marido" de verdade. Duas vezes por semana faríamos tudo o que sempre sonhamos em fazer na cama, sem medo, sem preconceitos, sem pudor. E, é claro, sem cobrança alguma de nenhuma das partes. Adorei gozar de novo, ela desmaiou de tesão e cansaço. Depois de novo banho, agora com dois juntos, fizemos um 69 maravilhoso e... aí aconteceu uma coisa inesperada. Eu deitei ela de costas e fui chupar sua xoxota e seu cuzinho, fiquei deitado em cima dela, meu pau ficou de cima para para baixo e minha bunda ao alcance de sua boca. Em vez dela chupar meu pau, resolveu lamber minhas bolas e começou a subir sua língua em direção do meu cú. Fiquei novamente apavorado, nunca havia sentido esta sensação em minha vida. Ela começou lamber meu cu com sua língua puntidinha e eu fui a loucura. Resolveu enfiar um dedinho nele e depois um maior. Viu que eu estava enlouquecendo e disse que de agora em diante eu era escravo dela na cama e que sexo somente com ela. Que eu nunca iria esquecer aquela trapada. E nunca esqueci mesmo, ela enfiou tudo, acabei gozando rapidamente, imagina se eu não tivesse gozado duas vezes anteriores, teria ejaculado precocemente. Quem desmaiou fui eu. Depois, um pouco envergonhado da situação, ficamos abraçados e ela falou que foi a melhor trepada da sua vida e que isto iria acontecer quantas vezes eu quisesse. Despois de algum tempo, tive de devolver o apto e contei tudo a ela, que eu estava em vias de me reaproximar do casamento e que talvez eu fosse morar novamente com minha esposa. Ela ficou triste, demonstrou ciúmes mas não impediu-me de tomar aquela "decisão", com uma condição: que a gente continuasse se encontrando. Topei na hora também com uma condição: que fosse pelo menos uma vez por semana, a tarde (das 14:00 as 18:00 hs)e que ela aceitasse um pagamento simbólico até para justificar suas saídas de casa naqueles dias. "Faria serviços gerais de limpeza" uma vez por semana. E que limpeza! Estão sendo as melhores trepadas da minha vida toda vez que nos encontramos. Acho que deste jeito nos amamos ! DONO DE CASA
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