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Depois do churrasco.

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: mutlei-rj

A história que vou contar, aconteceu no ano passado, 2002, quando eu ainda morava em Botafogo, ZS do Rio. Quando mudamos para esse apartamento, conhecemos um casal que morava no primeiro andar, muito simpaticos, logo fizemos amizade. Quase todos os finais de semana eles faziam churrasco em uma área que o ap deles tinha nos fundos. Em um final de semana prolongado minha esposa teve que ir a São Paulo no aniversário de um amigo e eu acabei ficando no Rio, pois teria que trabalhar. Fui convidado para ir almoçar com eles, preparamos um belo almoço e as cervejas já começavam a se manifestar. Em um dado momento o assunto rolou sobre barulho e ruidos, a vizinha, uma mulher de 40 anos, falsa magra, com um rosto muito simpático e bem tratado e um sorriso muito sacana, comentou que as vezes ouvia os barulhos que vinham do meu quarto, mas que era normal, já que somos um casal jovem. O marido aproveitando a deixa, começou a falar que naquele dia a sua mulher não iria escapar, a noite ele iria dar uma bela foda nela. Na hora eu fiquei meio sem graça e ela fez uma cara de quem não acreditava muito nessa história. Passado o mal estar, acho que nosso vizinho se empolgou com a cerveja e começou a dizer coisas a respeito deles, típico de quem já não comparece com certa frequencia e a mulher desdenhava. O papo foi rolando e quando percebi ela toda vez que falava comigo colocava sua mão sobre a minha perna sem que seu marido soubesse, pois estava de costas cuidando da churrasqueira. A noite chegou e fui embora para o meu ap. Lá pelas 22:30h toca a campainha, quando abro a porta dou de cara com nossa vizinha, que convidei a entrar. Ela me perguntou se poderia fazer uma transferência pela internet e eu disse que sim, só que na correria de olhar a porta, esqueci de que estava olhando sites de sexo e quando ela entrou no escritório deu de cara com um negão enterrado no cu de uma loira que estava na tela de meu computador. Na hora eu morri de vergonha e tentei esplicar que como estava sozinho em casa isso era normal, já que minha mulher não gosta desse tipo de passatempo. Ela disse que tudo bem e que entendia e que a promessa de seu marido, ficou apenas na promessa, aquele papo de dar uma foda a noite foi pura conversa fiada e que o telefone tocou e ele teve que ir trabalhar, mesmo estando de ressaca e que ela havia ficado na mão. Na hora meu pau saltou dentro do pijama que vestia, apenas um short de algodão, claro que ela notou, eu tentava fechar uma imagem e aparecia outra, fechava mais uma e outra aparecia na tela, até que ela chegou por trás e disse que tudo bem, que eu tivesse calma, pois já estava suando frio. Depois de tudo ela conseguiu fazer a transação bancária e fomos até a sala, onde ofereci alguma coisa para beber e ela aceitou uma taça de vinho, só aí é que percebi que ela usava um roupão de sede, tipo hoby e que ia do pescoço até os pés. Ela sentou-se de frente para mim e começou a falar que aqueles almoços sempre a deixavam exausta e que no fim nem um carinho ele fazia nela e colocou os pés em cima do sofá, dizendo que seus pés estavam doloridos. Claro que me ofereci para fazer uma massagem relaxante, claro se ela não se importasse, nisso ela se estica no sofá e coloca seus pés no meu colo. Pronto, outro salto dentro do pijama. Ela se recostou e eu fui massageando seus pés lentamente, até que sua cabeça tombou para trás e ela relaxou geral descruzando os braços que prendia seu roupão. Pude notar que por baixo ela usava apenas uma camisola sem nenhuma outra peça, quando dei por mim já estava cheirando seus pés e passando eles suavemente no meu rosto e pude perceber que sua respiração já estava ofegante. Não pensei duas veses e comecei a passar minha língua entre seus dedos, sem me importar em que isso poderia dar. Logo percebi que ela gemia baixinho e tinha no rosto um leve sorriso. Comecei a beijar mais intensamente seus pés e ela automaticamente foi abrindo as pernas, então pude ver alguns detalhes de sua boceta de poucos pelos, parecia um buceta de quem está acostumada a fuder muito, pois tinha apenas pelos na parte de cima. Fui beijando suas pernas e ela gemendo, quando cheguei nas coxas ela pegou minha cabeça e direcionou para sua xota que já exalava um cheiro de mulher no cio. Puxei sua calcinha para o lado com minha língua e comecei a chupala vorasmente, ela se contorcia toda e dizia que me amava e eu ria baixinho, achando aquilo engraçado. De repente ela segurou minha cabeça bem forte e começou a soluçar e a sacudir os quadris dizendo que estava gosando e que eu parace pois aquilo não era direito e apertava mais ainda minha cabeça, quase me sufocando. Levantei e tirei o short do pijama e ela quando viu minha pica em riste, disse que, isso sim é que é uma piroca e caiu de boca com muita vontade, ela babava no meu pau e colocava o quanto podia dentro de sua pequena boca. Depois de muito chupar eu fui por cima dela e numa leve estocada entrou a metade e ela gemeu alto, tapei sua boca com a mão e coloquei o resto, ela se contorcia debaixo de mim e ficamos num entra e sai de uns três minutos, depois ela veio por cima e me beijava a boca com uma fome de quem não via uma boa pica há muito tempo. Depois a coloquei de 4 e fui metendo por trás, bem forte e ela urrava baixinho, com medo de alguém em sua casa que ficava embaixo da minha escutar. Fui metendo de 4 e abrindo seu cusinho com ela rebolando, aos poucos seu cusinho já piscava para mim e fui colocando um dedo sem ela resistir, depois coloquei outro que ela segurou meu braço dizendo que estava machucando. Fui até o banheiro e peguei um óleo de amendoas que minha mulher usa nos banhos, fui derramando em seu cusinho e tornei a botar em sua xota que estava muito molhada, ela me olhava com uma cara de felicidade e dizia que me amava e eu ria muito. Fiquei bombando durante um bom tempo e ela gozou sei lá quantas vezes, de repente meu pau saiu e quando fui colocar ele apontou p/ seu cusinho que já estava bem relaxado e fui empurrando com calma, bem devagar, ela soloçava e pedia que fosse com calma que estava doendo mas que estava sentindo um tesão que não sentia desde quando ainda era solteira, pois só tinha feito isso antes de casar e seu marido achava que essas coisas era porcaria. Quando percebi já estava todo atolado em seu cu, ela chorava de dor e tesão e novamente dizia que me amava. Fomos engatados até bem próximo da janela da sala e ela tentava se soltar dizendo que eu era maluco e eu bombava cada vez mais e ela cedeu, toda mole, me oferecendo a língua para ser chupada e eu disse baixinho, se gritar eu bombo mais forte e ela apenas sorriu e balançou a cabeça positivamente. Acho que trepamos por quase 20 minutos sem eu gozar, mas quando veio ela se ajoelhou e pediu que gozasse em seu rosto, pois tinha essa tara a muito tempo. Enchi seu rosto de porra e depois ficamos deitados no chão da sala, até que ela foi se lavar e foi embora me dando um beijo, me agradecendo e dizendo que me amava. Depois desse dia ela passou a me ligar para sair várias vzs onde se mostrou uma dadeira de cu profissional, mas isso é outra história, se vc gostou e queiser viver coisas desse tipo, me escreva.
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