Dormitório
Isso aconteceu há alguns anos.
Nessa época eu era militar da ativa e minha mulher tinha uma pequena loja de roupas.
Quem comprava o estoque na capital era eu. Ia de ônibus fardado para não pagar a passagem. Na volta da mesma forma, só pagava a bagagem.
Ia num dia e voltava no outro.
Costumava pernoitar num Dormitório onde a dona tinha um filho de dez anos, o Marcelo.
Ele tinha fascínio por polícia, como a maioria dos garotos da sua idade. A farda, a arma, as algemas, os brevês, a graduação. Tudo aguçava a curiosidade infantil.
Numa manhã em que eu estava me aprontando para voltar para casa, Marcelinho bateu na porta. Entrou e começou a conversar sem parar.
Perguntei sobre a sua mãe e ele respondeu que tinha ido fazer compras.
Achei interessante a situação. Peguei a pistola, tirei o carregador e a munição da agulha e dei pra ele brincar. Ele ficou brincando na cama de atirar em bandidos imaginários e eu tirei minha roupa para banhar.
Marcelinho não deu atenção em me ver nu. Entrei no pequeno banheiro do quarto e deixei a porta aberta. Tomei banho na frente dele e isso me excitou. Sai nu me enxugando com o pau totalmente duro.
Nessa hora ele parou de brincar e ficou olhando pro meu cacete, deitado na cama. Criança nessa idade não sabe disfarçar. Olha e pronto.
Resolvi investir. Disse que ia mostrar as algemas.
Me aproximei e peguei as algemas dizendo que ele ia experimentar. Ele esticou os braços e eu o algemei. Nessa hora coloquei um joelho na cama e o meu pau tava apontando pra ele. Assim que travei as algemas, puxei suas mãozinhas pro meu pau. Ele rio e ainda tentou puxar de volta, mas não deixei. Fiquei esfregando meu pau duro naquelas mãozinhas macias. Ele ria e tentava puxar o braço, mas não cerrava os punhos, eu conseguia juntar as mãozinhas espalmadas dele e apertava no meu pau.
Brinquei alguns segundos assim.
Depois disse que iria retirar as algemas. Mandei ele deitar e esticar os braços pra cima pra poder destrancar com a chave.
Assim que ele deitou e esticou os braços, subi de joelhos na cama, deixando o pau duro bem na direção do seu rosto.
Aí não teve jeito, virei o rosto dele pro meu lado e puxei pela nuca mandando abrir a boca.
Nessa idade é ótimo, até os 11 anos eles obedecem um adulto conhecido, estão programados pra obedecer. Depois dos 12 já era. Têm opinião própria.
Assim que ele abriu a boca, segurei o pau na direção e fui colocando a cabeça dentro. Que delicia sentir aquela boquinha imaculada no cacete.
Ele não chupava, só abria a boca. Eu segurava na sua nuca com uma mão e batia punheta com a outra, colocando a cabeça do pau na boca de Marcelinho.
O tesão tomou conta de mim. O coração disparou, as mãos formigavam. Larguei meu pau e segurei a sua cabeça com as duas mãos. Comecei a fuder a boca dele, com certo cuidado, mas com muito tesão.
Logo senti que ia gozar. Aumentei o ritmo não me importando mais se ele ia engasgar. Disse pra ele engolir tudo. Repeti várias vezes…Engole….engole…engole…
Comecei a gozar, apertava sua cabeça e baguncava os seu cabelos, enquanto meu leite saia.
Gozei muito e parei de bombar.
Olhei pra Marcelinho. Meu pau duro ainda na sua boca, o esperma escorrendo pelos lábios, os olhos vermelhos cheios de lágrimas. Ele respirava forte, quase soluçando, estava assustado.
Tirei as algemas. Limpei ele e dei água. Ele continuava assustado, precisava acalma-lo.
Disse que daqui 15 dias iria voltar e trazer um presente para ele. Perguntei o que ele queria. Respondeu um celular.
Pronto. Prometi trazer o celular. Conversamos sobre modelos e ele foi melhorando.
Ele saiu e continuei a arrumar minhas coisas. Na cama ficou um pouco de esperma, mas a maior parte ele engoliu.
Nunca maia voltei naquele dormitório.
Não devemos abusar da sorte!
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