Enteado
Meu enteado 13 é magro, moreno, cabelo liso e sempre me chamou a atenção.
Meu enteado é novinho, moreno, magro e cabelo liso. O conheci quando era menino ainda
Mudamos para uma casa em que o banheiro tem uma porta de ferro (veneziana) amassada e dá pra ver dentro por uma fresta.
A noite ficávamos só eu e ele em casa e quando ele ia banhar dava pra ver pela porta.
Mas o leke nunca batia punheta a noite. Só via o pintinho molinho.
Pra resolver isso, comecei a colocar tadalafil em seu suco, no jantar.
Resolvido o problema. Ele entrava no banheiro de pau duro.
Batia gostoso o pauzinho q tem um tufo de pentelhos pretos como únicos pelos do corpo.
Ele batia com as duas mãos. Uma por vez, alternando. Fazia caras e bocas de tesão. E quando gozava, saia poucas golfadas, mas com um volume muito grande. Tipo, 3 golfadas como se mijasse. Nunca tinha visto assim
Quando gozava, se abaixava como se estivesse metendo por trás de alguém de pé e torcia a cara toda. Com ctz sentia tesão demais.
O que achava engraçado é ele não saber pq ficava com o pau tão duro. Depois que gozava terminava o banho e o pau não descia.
Isso aconteceu por semanas.
E eu toda vez que via a cena, me masturbava junto. Mas com o tempo eu queria mais. Ao mesmo tempo não queria afetar nossa vida familiar.
Foi então que eu consegui comprar Rivotril. Pra quem não sabe é o nome comercial do Clonazepam. Não é o Boa Noite Cinderela, é muito mais fraco.
Fiz uns testes para saber o quanto eu poderia colocar no suco. O Rivotril é gotas e tem sabor de pêssego.
Cheguei a colocar 50 gotas e o leke até dormia bem. Mas não sentia confiança ainda.
Numa noite de sexta, arquitetei meu plano, sabia que ele ia dormir até o meio dia de sábado, como sempre fazia, então era só fazer ele dormir mais cedo.
Como de costume jantamos, e no seu suco coloquei 3 ml de Rivotril, usei uma seringa pra contar.
O leke jantou, tomou o suco e foi banhar. Deitou na cama e ficou jogando no celular. Tudo como na rotina.
Como eu estava apreensivo e excitado, resolvi dar uma volta na rua a pé. Depois de uns 40 minutos voltei.
A luz do quarto dele estava acesa, ele dormia com o celular na mão e com o rosto em cima do fio do carregador.
Arrumei ele, tirei o celular e o fio e o coloquei na posição certa com a cabeça no travesseiro. Ele chegou a abrir os olhos nessa hora.
Apaguei a luz. Voltei e passei a mão no pau dele. Nessa hora ele virou pro lado.
Ainda não estava na hora.
Fui pra sala assistir tv e depois de meia hora voltei. Meu tempo estava acabando e eu tinha cerca de 1 hora sozinho com ele.
Ele estava todo espalhado na cama, braços e pernas abertas, sem camisa e de bermuda.
Sentei no chão e passei a mão no pau dele. Não fez qualquer reação.
Fiquei ali alisando e o pauzinho ficou duro.
Abri o botão e o velcro, puxei a bermuda pra baixo, até ficar toda a cuequinha exposta.
Que visão linda a da juventude. Seu peito e barriga lisos, os contornos suave dos ossos sob a pele morena, a sua cuequinha branca mostrando um pauzinho duro apontando pra cima.
Comecei a puxar a cuequinha pra baixo, olhando pro rosto dele, esperando alguma reação. Mas não expressou nada.
Os pentelhos negros surgiram e o pauzinho pulou pra fora. Abaixei até onde deu a cueca.
Agora que via de perto, parecia menor, o saquinho era redondo e as bolas eram simétricas. Abaixei o rosto e sem colocar as mãos, abocanhei.
Que pau gostoso, descia a cabeça e engolia tudo. Sentia os pentelhos finos, baterem no canto da minha boca. Tirei o pau da boca e passei a lingua no pentelhos. Cheirei e mordi os pentelhos.
Tinha cheiro de menino e sabonete. Desci nos ovos, mamei e lambi o saco. Tentei alcançar o cuzinho com a língua, mas como estava de bermuda e cueca um pouco acima do joelho, não conseguia alcançar.
Eu não quis tirar tudo, porque se chegasse alguem eu poderia arrumar tudo rápido.
Enfiei a mão e com o indicador consegui alcançar o seu cuzinho. Brinquei bastante lá. Depois voltei a chupar o pau. A cabeça do pau dele era marron e saia toda pra fora, mas ainda tinha um pouco de sobra de pele. Ele estava na fase que o pinto ainda não se desenvolveu todo. Um pouco de menino e um pouco de homem.
Eu curtia o pau todo. Enfiava a ponta da língua por dentro da fimose e rodeava a cabeça toda do pau.
Eu sabia que a chance era única e resolvi fazer mais. Cobri ele com um lençol e corri pro banheiro.
Tomei um banho rápido e fiz uma xuca com o chuveirinho.
Voltei e ele estava na mesma posição, com o pau duro ainda. Tirei o lençol, subi nele, sem encontar meu corpo, só os paus se tocaram e comecei a broderagem.
Primeiro esfreguei meu pau no dele, o saquinho dele por baixo do meu e os cacetes se esfregando.
Depois segurei os paus juntos e masturbava os dois.
Subi um pouco mais e apontei para o meu cu. Fui abaixando e por ser fino, entrou fácil. Segurei na grade da janela e comecei a cavalgar. Mas muito pouco, sentir aquele pauzinho dentro de mim foi surreal. E mesmo sem tocar no meu pau, comecei a gozar. A porra esguichava sobre a barriga do meu menino.
Meu corpo todo ficou como que anestesiado. Abaixei e beijei a boca dele. Só por cima dos lábios.
Levantei e fui limpar e arrumar tudo.
No dia seguinte ele levantou ao meio dia. Não estava muito bem. Reclamou de dor na cabeça e ficou o resto do dia no quarto com o celular.
Eu por minha vez, me dei por satisfeito, tudo o que eu queria já fiz. Não vai ter repetição.
Nunca se deve abusar da sorte.
Meu enteado é novinho, moreno, magro e cabelo liso. O conheci quando era menino ainda
Mudamos para uma casa em que o banheiro tem uma porta de ferro (veneziana) amassada e dá pra ver dentro por uma fresta.
A noite ficávamos só eu e ele em casa e quando ele ia banhar dava pra ver pela porta.
Mas o leke nunca batia punheta a noite. Só via o pintinho molinho.
Pra resolver isso, comecei a colocar tadalafil em seu suco, no jantar.
Resolvido o problema. Ele entrava no banheiro de pau duro.
Batia gostoso o pauzinho q tem um tufo de pentelhos pretos como únicos pelos do corpo.
Ele batia com as duas mãos. Uma por vez, alternando. Fazia caras e bocas de tesão. E quando gozava, saia poucas golfadas, mas com um volume muito grande. Tipo, 3 golfadas como se mijasse. Nunca tinha visto assim
Quando gozava, se abaixava como se estivesse metendo por trás de alguém de pé e torcia a cara toda. Com ctz sentia tesão demais.
O que achava engraçado é ele não saber pq ficava com o pau tão duro. Depois que gozava terminava o banho e o pau não descia.
Isso aconteceu por semanas.
E eu toda vez que via a cena, me masturbava junto. Mas com o tempo eu queria mais. Ao mesmo tempo não queria afetar nossa vida familiar.
Foi então que eu consegui comprar Rivotril. Pra quem não sabe é o nome comercial do Clonazepam. Não é o Boa Noite Cinderela, é muito mais fraco.
Fiz uns testes para saber o quanto eu poderia colocar no suco. O Rivotril é gotas e tem sabor de pêssego.
Cheguei a colocar 50 gotas e o leke até dormia bem. Mas não sentia confiança ainda.
Numa noite de sexta, arquitetei meu plano, sabia que ele ia dormir até o meio dia de sábado, como sempre fazia, então era só fazer ele dormir mais cedo.
Como de costume jantamos, e no seu suco coloquei 3 ml de Rivotril, usei uma seringa pra contar.
O leke jantou, tomou o suco e foi banhar. Deitou na cama e ficou jogando no celular. Tudo como na rotina.
Como eu estava apreensivo e excitado, resolvi dar uma volta na rua a pé. Depois de uns 40 minutos voltei.
A luz do quarto dele estava acesa, ele dormia com o celular na mão e com o rosto em cima do fio do carregador.
Arrumei ele, tirei o celular e o fio e o coloquei na posição certa com a cabeça no travesseiro. Ele chegou a abrir os olhos nessa hora.
Apaguei a luz. Voltei e passei a mão no pau dele. Nessa hora ele virou pro lado.
Ainda não estava na hora.
Fui pra sala assistir tv e depois de meia hora voltei. Meu tempo estava acabando e eu tinha cerca de 1 hora sozinho com ele.
Ele estava todo espalhado na cama, braços e pernas abertas, sem camisa e de bermuda.
Sentei no chão e passei a mão no pau dele. Não fez qualquer reação.
Fiquei ali alisando e o pauzinho ficou duro.
Abri o botão e o velcro, puxei a bermuda pra baixo, até ficar toda a cuequinha exposta.
Que visão linda a da juventude. Seu peito e barriga lisos, os contornos suave dos ossos sob a pele morena, a sua cuequinha branca mostrando um pauzinho duro apontando pra cima.
Comecei a puxar a cuequinha pra baixo, olhando pro rosto dele, esperando alguma reação. Mas não expressou nada.
Os pentelhos negros surgiram e o pauzinho pulou pra fora. Abaixei até onde deu a cueca.
Agora que via de perto, parecia menor, o saquinho era redondo e as bolas eram simétricas. Abaixei o rosto e sem colocar as mãos, abocanhei.
Que pau gostoso, descia a cabeça e engolia tudo. Sentia os pentelhos finos, baterem no canto da minha boca. Tirei o pau da boca e passei a lingua no pentelhos. Cheirei e mordi os pentelhos.
Tinha cheiro de menino e sabonete. Desci nos ovos, mamei e lambi o saco. Tentei alcançar o cuzinho com a língua, mas como estava de bermuda e cueca um pouco acima do joelho, não conseguia alcançar.
Eu não quis tirar tudo, porque se chegasse alguem eu poderia arrumar tudo rápido.
Enfiei a mão e com o indicador consegui alcançar o seu cuzinho. Brinquei bastante lá. Depois voltei a chupar o pau. A cabeça do pau dele era marron e saia toda pra fora, mas ainda tinha um pouco de sobra de pele. Ele estava na fase que o pinto ainda não se desenvolveu todo. Um pouco de menino e um pouco de homem.
Eu curtia o pau todo. Enfiava a ponta da língua por dentro da fimose e rodeava a cabeça toda do pau.
Eu sabia que a chance era única e resolvi fazer mais. Cobri ele com um lençol e corri pro banheiro.
Tomei um banho rápido e fiz uma xuca com o chuveirinho.
Voltei e ele estava na mesma posição, com o pau duro ainda. Tirei o lençol, subi nele, sem encontar meu corpo, só os paus se tocaram e comecei a broderagem.
Primeiro esfreguei meu pau no dele, o saquinho dele por baixo do meu e os cacetes se esfregando.
Depois segurei os paus juntos e masturbava os dois.
Subi um pouco mais e apontei para o meu cu. Fui abaixando e por ser fino, entrou fácil. Segurei na grade da janela e comecei a cavalgar. Mas muito pouco, sentir aquele pauzinho dentro de mim foi surreal. E mesmo sem tocar no meu pau, comecei a gozar. A porra esguichava sobre a barriga do meu menino.
Meu corpo todo ficou como que anestesiado. Abaixei e beijei a boca dele. Só por cima dos lábios.
Levantei e fui limpar e arrumar tudo.
No dia seguinte ele levantou ao meio dia. Não estava muito bem. Reclamou de dor na cabeça e ficou o resto do dia no quarto com o celular.
Eu por minha vez, me dei por satisfeito, tudo o que eu queria já fiz. Não vai ter repetição.
Nunca se deve abusar da sorte.
Nenhuma reação ainda.
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