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Desejos de um Padrasto

📅 Publicado em: 04/03/2016 10:00

👤 Autor: contos_anonimo

📂 Categoria: Heterossexual

🏷️ Tags: #Outros
Meu conto a seguir é um desabafo. Uma estoria parecida com tantas que por aí existem.

Muitas vezes o destino nos reserva um terrível desafio, o qual lutamos dia após dia.

Como cruzar a frágil fronteira que separa a convivência entre pessoas da mesma família, estando o homem no lugar de pai? Quando não existem laços de sangue, fica ainda mais difícil resistir às tentações da carne. E são muitos os que falham, os que caem. Neste caminho sem volta, como seguir adiante quando relações são quebradas

e pedaços de vida ficam espalhados pela incerteza do futuro a seguir? Às vezes, homens tomam decisões difíceis e por mais erradas que sejam, fazem besteira e precisam aprender a conviver com seus erros…

Eu a vi crescer. A conheci pequena, por volta dos oito anos. Pele branquinha, cabelos escuros e uma grande e gostosa boca carnuda. Muito alegre, comunicativa e invocada.

Aos 11 seus seios começaram a despontar, duas uvinhas rosadinhas naquela pele branca, alva como a neve. Eu a via dormindo entre lençóis, com as blusinhas de pijama sendo marcadas por aqueles montinhos cada dia mais convidativos e sedutores.

Vez ou outra, ao passar pelo quarto onde ela dormia, podia contemplar aquelas coxas grossas, alvas. Aninhadas entre elas, calcinhas pequenas de várias cores, rosa, preta, branquinhas e com florzinhas e lacinhos. Sempre perfumadas pelo cheiro de seu sexo, já com pelos que despontavam para fora das costuras e das rendas…

Sempre foi pequena. Mesmo crescendo, tinha proporções menores que a de outras garotas da mesma idade. Mesmo assim, despertava em mim uma libido inexplicável e tentadora. Passei a deixar a porta do quarto aberta e ao vê-la passando no meio da noite, exibia meu troféu, grande e cheio de desejo por ela. Ela sempre foi curiosa e reparava, entre a penumbra da noite, no tamanho do meu amigo, sempre louco de desejo por ela. Pena que nunca teve coragem de chegar perto e tocar, sentir o quão quente ele estava, pulsando e doido para estar ali, dentro dela.

Com o passar dos dias, seu corpinho tomava cada vez mais a forma de uma mulher. Seios arredondando, cintura afinando e quadris bem torneadinhos por uma bundinha cada dia mais redonda. Seus cabelos cada dia mais longos e bonitos, emoldurando um rosto de menina moça radiante e feliz, com aquela bocona gostosa coberta de batom.

Então certo dia, ela arrumou um namoradinho. Ele foi seu primeiro e único homem. Perdi a conta das vezes que ao passar pela porta de seu quarto, escutava ele se deleitando naquele corpinho. Certa noite ao espiar pela fechadura, vi ele em cima dela, bombando gostoso e alucinado. Ela de pernas abertas, de olhos fechados, só sentindo aquela pica entrando e saindo de seu buraquinho rosado. Pude escutar seu gemido suave, entre os urros animalescos do crápula que fudia aquela bucetinha sem dó e sem piedade! Que desperdício de energia! Para que querer gozar tão rápido num pedacinho de céu tão delicado e lindo? No lugar dele, eu fuderia aquela xana por horas a fio, até ela desfalecer de tanto gozo…

Ainda hoje, mesmo depois de algun tempo e já separada dele, ela continua a provocar. Continua com o mesmo corpinho mignon lindinho. Carente, usa calcinhas que enfiam em seu rabinho redondo tesudo. Ora sua xaninha está cabeludinha, ora depilada – aliás sua depilação é um show a parte, proporcionado por uma ótima câmera escondida.

Me masturbo quase sempre lembrando a vez que pude contemplar seus dedinhos envolta de seu grelinho rosado, girando por minutos a fio, enquanto via algo pelo seu celular. Quisera eu saber o que a excitou a ponto dela se tocar, desejando um membro quente e grosso naquela xoxotinha divina e molhada. Toda vez que revejo a cena, minha boca enche de vontade de lamber loucamente aquela vagina abertinha e convidativa. Acho que vou enlouquecer de vontade…

Não posso avançar mais nas coisas que já fiz. Ela me odeia, me acha um tarado por volta e meia apreciar o seu jeito de andar, de sentar e de se expor naquelas roupinhas curtas e marcantes. Me acha velho e indigno de lhe dar prazer, mesmo que por um momento, mesmo que por uma parte de sua vida carente e desnorteada…

Se você menina que lê esse conto puder matar meus desejos ou acalentar esse fogo que me consome, me escreva –
[email protected]
Estou desesperado de tesão, com esse desejo que queima minha pica todas as noites. Como eu queria encontrar, em algum lugar, uma delícia que correspondesse a tanto tesão reprimido…
Nenhuma reação ainda.

Comentários

G

Gozador comentou:

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04/03/2016 10:56
S

sabrina comentou:

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04/03/2016 11:41
L

Luana comentou:

http://proibidocontos.blogspot.com.br Novo Blog de Contos, venha conferir! Contos Proibidos

04/03/2016 14:48
J

Juan comentou:

Eu já passei por algo assim com minha enteada. Eu namorava e quando fomos morar juntos, eu ganhei na bagagem uma enteadinha. Ela tinha 8 anos também. Branquinha, magra, cabelos e olhos castalhos. Um doce de menina. A aparência frágil contrastava com o gênio forte e as vezes rude, principalmente com a mãe. Ela judiava da mãe sempre que podia. Márcia minha namorada se desdobrava para agradar a filha, e a menina cada vez mais pisava na mãe. Sempre tivemos liberdade em casa. Eu sempre ajudava a Márcia a cuidar da menina. Até banho as vezes eu quem dava. Escova os dentes da menina, e todas as noites eu acordava para colocar a pequena Julia para fazer xixi, senão ela molhava a cama todas as noites. Não sei onde comecei a ter pensamento e atitudes de safadeza com a Júlia, mas aconteceu. Uma vez toquei sua pepeka, durante o xixi da madrugada e lambi os dedos para sentir o gostinho dela e gostei. Coloquei ela na cama completamente apagada, tomei coragem, abaixei a calcinha e chupei um pouco. que tesão. Voltei para minha cama e fiquei cutucando a Márcia até ela acordar. Queria transar logo. Meti gostoso na mãe pensando na filha. Os dias seguintes eu mal podia resistir em tocar a Júlia. Aquilo me queimava por dentro pois sei que é errado. Eu já estava perdendo a noção das coisas e durante uma trepada eu chamei a Márcia por Júlia, Na hora a Márcia me olhou e disse: – Júlia… eita você cuida tanto da minha filha que já trocou meu nome e riu… Todas as noites eu chupava a xoxota da pequena Júlia. Cada vez mais forte. Eu já estava planejando como iria transar com ela, queria a qualquer custo meter naquela pequenina xoxota infantil. Mas não podia fazer aquilo. Com medo do pior acontecer logo, eu chamei a Márcia para conversar. Disse que eu estava com medo e confidenciei que tinha tido um pesadelo, e que no tal pesadelo eu transava com a Júlia. E disse que acho que seria o momento de terminarmos o relacionamento, pois eu amava ela e a Júlia e jamais iria aceitar algo ruim assim. A Márcia ainda tentou argumentar dizendo que aquilo era normal, que a filha já estava crescendo que nada iria acontecer. Mas não deu. Semanas depois eu pedi para ela ir embora. Foi triste, mas evitei ter feito algo pior para a menina. Não sei se a Júlia tem consciência do que fazia com ela. Acho que não via nada. Sono pesado mesmo. Até hoje tenho contato com a Márcia. Saímos algumas vezes ainda, e vamos para motéis da cidade. Sempre vejo a Júlia, que agora está com 10 anos e um tesãozinho.

05/03/2016 09:04
A

anonimo comentou:

que tal uma mamae deixar eu tc com aua filinha kkkk meu zap 88997957770

05/03/2016 10:10
A

Autor do Conto comentou:

É companheiro, você foi um cara corajoso! Fico lendo esses contos de incesto e muitas vezes penso que em grande parte dos casos é pura fantasia. Posso dizer, por experiência própria que é muito difícil viver com todo esse tesão reprimido, tendo a sua volta o objeto de sua tentação, sempre desfilando em sua frente com roupinhas apertadas, pernocas de fora, dormindo pelos cantos da casa, ora no sofá, ora até em sua cama e você ali só olhando e nada podendo fazer. Você tomou uma decisão difícil, mas acredite. O que passo é ainda mais difícil. Quisera eu, para não magoar a pessoa que me ama e as pessoas em minha volta, não ter cedido tanto espaço aos desejos da carne. É bem difícil pensar racionalmente com a cabeça de cima, enquanto a de baixo pulsa querendo estar ali, dentro daquela coisinha linda e fofa que passa a sua frente. A gente acaba pirando, criando situações descabidas somente para satisfazer essa tara louca e proibida. Passei por muitos apertos e hoje vivo em uma situação difícil, em uma luta constante comigo mesmo. Muitas vezes pensei em ir embora…

07/03/2016 05:48