Desejos de um Padrasto
Muitas vezes o destino nos reserva um terrível desafio, o qual lutamos dia após dia.
Como cruzar a frágil fronteira que separa a convivência entre pessoas da mesma família, estando o homem no lugar de pai? Quando não existem laços de sangue, fica ainda mais difícil resistir às tentações da carne. E são muitos os que falham, os que caem. Neste caminho sem volta, como seguir adiante quando relações são quebradas
e pedaços de vida ficam espalhados pela incerteza do futuro a seguir? Às vezes, homens tomam decisões difíceis e por mais erradas que sejam, fazem besteira e precisam aprender a conviver com seus erros…
Eu a vi crescer. A conheci pequena, por volta dos oito anos. Pele branquinha, cabelos escuros e uma grande e gostosa boca carnuda. Muito alegre, comunicativa e invocada.
Aos 11 seus seios começaram a despontar, duas uvinhas rosadinhas naquela pele branca, alva como a neve. Eu a via dormindo entre lençóis, com as blusinhas de pijama sendo marcadas por aqueles montinhos cada dia mais convidativos e sedutores.
Vez ou outra, ao passar pelo quarto onde ela dormia, podia contemplar aquelas coxas grossas, alvas. Aninhadas entre elas, calcinhas pequenas de várias cores, rosa, preta, branquinhas e com florzinhas e lacinhos. Sempre perfumadas pelo cheiro de seu sexo, já com pelos que despontavam para fora das costuras e das rendas…
Sempre foi pequena. Mesmo crescendo, tinha proporções menores que a de outras garotas da mesma idade. Mesmo assim, despertava em mim uma libido inexplicável e tentadora. Passei a deixar a porta do quarto aberta e ao vê-la passando no meio da noite, exibia meu troféu, grande e cheio de desejo por ela. Ela sempre foi curiosa e reparava, entre a penumbra da noite, no tamanho do meu amigo, sempre louco de desejo por ela. Pena que nunca teve coragem de chegar perto e tocar, sentir o quão quente ele estava, pulsando e doido para estar ali, dentro dela.
Com o passar dos dias, seu corpinho tomava cada vez mais a forma de uma mulher. Seios arredondando, cintura afinando e quadris bem torneadinhos por uma bundinha cada dia mais redonda. Seus cabelos cada dia mais longos e bonitos, emoldurando um rosto de menina moça radiante e feliz, com aquela bocona gostosa coberta de batom.
Então certo dia, ela arrumou um namoradinho. Ele foi seu primeiro e único homem. Perdi a conta das vezes que ao passar pela porta de seu quarto, escutava ele se deleitando naquele corpinho. Certa noite ao espiar pela fechadura, vi ele em cima dela, bombando gostoso e alucinado. Ela de pernas abertas, de olhos fechados, só sentindo aquela pica entrando e saindo de seu buraquinho rosado. Pude escutar seu gemido suave, entre os urros animalescos do crápula que fudia aquela bucetinha sem dó e sem piedade! Que desperdício de energia! Para que querer gozar tão rápido num pedacinho de céu tão delicado e lindo? No lugar dele, eu fuderia aquela xana por horas a fio, até ela desfalecer de tanto gozo…
Ainda hoje, mesmo depois de algun tempo e já separada dele, ela continua a provocar. Continua com o mesmo corpinho mignon lindinho. Carente, usa calcinhas que enfiam em seu rabinho redondo tesudo. Ora sua xaninha está cabeludinha, ora depilada – aliás sua depilação é um show a parte, proporcionado por uma ótima câmera escondida.
Me masturbo quase sempre lembrando a vez que pude contemplar seus dedinhos envolta de seu grelinho rosado, girando por minutos a fio, enquanto via algo pelo seu celular. Quisera eu saber o que a excitou a ponto dela se tocar, desejando um membro quente e grosso naquela xoxotinha divina e molhada. Toda vez que revejo a cena, minha boca enche de vontade de lamber loucamente aquela vagina abertinha e convidativa. Acho que vou enlouquecer de vontade…
Não posso avançar mais nas coisas que já fiz. Ela me odeia, me acha um tarado por volta e meia apreciar o seu jeito de andar, de sentar e de se expor naquelas roupinhas curtas e marcantes. Me acha velho e indigno de lhe dar prazer, mesmo que por um momento, mesmo que por uma parte de sua vida carente e desnorteada…
Se você menina que lê esse conto puder matar meus desejos ou acalentar esse fogo que me consome, me escreva –
[email protected]
Estou desesperado de tesão, com esse desejo que queima minha pica todas as noites. Como eu queria encontrar, em algum lugar, uma delícia que correspondesse a tanto tesão reprimido…
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