Estuprado pelo ex e o primo dele
A essa altura da vida Eduardo e eu morávamos juntos. Ele já formado em odontologia e eu estudando direito. Descobri que ele me traia depois de ele começar a chegar tarde em casa sem motivo aparente, não querer sexo, chegar em casa de banho tomado e não “deixar” eu ir o encontrar no consultório. Enfim, descobri e terminei sem alarde. Ele tentou se desculpar e prometer rios e fundos, mas minha decisão já havia sido tomada.
Alguns meses após o término eu estava morando sozinho em um apartamento em um bairro classe média e fui informado pelo porteiro que havia um rapaz chamado Geovane que estava solicitando entrada para falar comigo, alegando ser meu primo. Não autorizei a entrada e resolvi descer para ver pessoalmente quem era, contudo, o mesmo foi embora antes da minha chegada. Passou algumas semanas e voltando de um barzinho após a faculdade meu carro foi fechado por outro e desce um rapaz mascarado com arma em punho dizendo “perdeu, viadinho”. Pensando ser somente um assalto, ameacei descer para entregar o carro, mas fui surpreendido com “vamos pra teu apartamento, sem aprontar senão tu morre. E meu camarada vai entrar junto”. Assim foi feito. Uma quadra antes do prédio paramos para a entrada do segundo homem também mascarado que não deu um pio sequer. Estava rezando para que o porteiro não abrisse o portão e me obrigasse a baixar o vidro, mas ao encostar o carro na entrada o portão já foi aberto. Com os dois atrás de mim e a arma nas costas, subimos até o apartamento e ao entrar a porta foi fechada e a chave confiscada pelo segundo homem.
E: até que enfim sós, novamente (tirando a máscara)
A: Eduardo?
E: em carne, osso e raiva
A: por que? Tu quem foi um filho da puta traidor
E: pensa nas tuas palavras a partir de agora, senão poderão ser as últimas
A: o que tu quer comigo?
E: quero foder teu rabinho gostoso, junto com meu primo. Ele me contou que sempre quis arrombar tua bundona
G: prazer, putinha. Sou Geovane
A: como nunca te vi antes se vocês são primos? Tá complicada essa história
E: não interessa os detalhes, interessa que vamos comer teu rabo
A: não vai não, saiam da minha casa agora ou vou gritar por socorro
G: grita e eu te mato filho da puta (apontando a arma pra minha cabeça) - eu havia esquecido q ele tava armando
E: gritar até vai, mas de dor nesse cu gostoso
A: não, por favor, por tudo que vivemos juntos, não faz isso comigo
E: poderíamos estar junto ainda se não fosse tua culpa
A: minha culpa? Eu não te chifrei tu quem foi desonesto
E: eu te amo, podemos voltar e esqueço tudo que tu fez até agora
A: MAS EU NÃO FIZ NADA
Senti um forte tapa na cara. E em seguida vi o rosto raivoso de Geovane. Foi a primeira vez que o vi sem a máscara, branco, loiro, olhos azuis, 1.80mt de altura, corpo atlético, mãos grandes.
G: mais um grito e tu morre. Agora abaixa e mama a gente na moral
Obrigado abaixei e fiquei de joelhos em frente aos dois. Uma cena que em outra situação me daria tesão, mas naquele momento estava me dando nojo, principalmente ao sentir o cheiro dos paus após abaixarem as calças e cuecas. Um cheiro forte de pau sujo e mijado, Eduardo sabia que eu odiava isso.
E: do jeitinho que tu gosta, puta kkkkkkkk
G: aproveita e se delicia com essa rolas
Relembrando, o pau de Edu tinha 17cm, não muito grosso, cabeça rosa quase vermelha, veias aparentes. O de Geovane tem 15cm, grosso como um detergente Ype, levemente curvado para cima, cabeça rosa chiclete e é veias aparentes.
Tentei resistir, mas acabei levando alguns tapas e puxões de cabeça. A primeira a entrar em minha boca foi a de Geovane, o gosto de mijo era surreal. Por ser grossa, não conseguia engolir muito, mas ele forçou até entrar tudo na minha garganta me causando uma dor horrível, me fazendo chorar e sentir o cheiro azedo dos seus pentelhos. Quando aliviou e eu consegui sair, não tive tempo para respirar e Edu socou na minha boca, novamente aquele gosto horrível de mijo, dessa vez com um sabor salgado de suor e um cheiro podre de quem bateu punheta e não se lavou. Ficaram me revezando por um tempo, enquanto eu me sentia cada vez mais humilhado e sujo. Edu me arrastou até o quarto pelos cabelos, me jogando na cama e me mantendo de bruços aonde arrancou minhas roupas
E: cuzinho fechadinho, não tá dando pra ninguém? Kkkkk
G: que delícia, meu pau vai rasgar esse cu kkkkkkk
E: teu pau vai acabar com ele kkkk tu mete primeiro então, quero ver esse puto chorando
A: não, por favor, não façam isso comigo
G: iiih, perdeu playboy, já era kkkkk vai perder o cabaço de novo, mas em carinho
A: NAAAO, por favor (chorando)
E: cala a boca senão vai ser pior
A: deixa eu me limpar antes então
G: adoro um cuzinho cheio kkkkk faço tua chuca com meu pau, fica de boa
E: nunca me deixou te comer sem chuca, agora vai dar a força kkkkk
G: te prepara, vai doer mais quando eu empurrar a merda pra dentro de volta kkkkkk
Eu estava desesperado.
Senti cuspidas no meu cu, em seguida a cabeça do pau de Geovane encostou. Ali, tive a ciência que se não morresse de dor, não morria mais. Parecia tão incompatível. Ele empurrou, mas não entrou, me causou uma dor aguda e me fez gritar. Edu que me segurava veio para minha frente e socou o pau ainda fedido na minha boca para eu não gritar. Mais cuspidas, mais tentativas e nada. Sentia dor, mas meu cu não cedia. Geovane já estava com raiva e Edu também, alegando eu eu estava travando o cu e estava mesmo. Mais um investida que me fez tentar fugir, mas acabei sendo agredido com socos e puxões de cabelo por ambos, e num descuido o cu relaxou e entrou metade daquele músculo grosso em mim. A dor foi tanta que desmaiei. Acredito que por segundo, pois quando recobrei a consciência escutava eles falando
E: desmaiou a puta só com uma estocada kkkkkkk
G: te disse que sou bicho bruto, sou da roça rapaz kkkkkk
E: acostumado a comer galinha, óbvio que vai rasgar um viadinho de carne e osso
G: rasguei mesmo, olha só
Eu sentia. A dor era cortante e ardida, como cortar o dedo, mas no cu. Sentia escorrer pela famosa “costura” um líquido, era sangue. O pau de Edu pulsava na minha boca e quando ele percebeu que eu acordei passou a socar na minha garganta, enquanto Geovane começou a torturar meu buraco. Cada entrada e saída dele mesmo que devagar pareciam navalhas me cortando mais, fora a pressão que eu senti no baixo ventre, provavelmente do cu “cheio”. Eu chorava e gritava mesmo que abafado pelo pau na boca. Me sentia humilhado. Ele passou a meter mais rápido no meu cu, a dor e a pressa foram aumentando e senti cheiro de coco no ar
G: a putinha tá se cagando kkkk
E: usa a bosta pra lubrificar kkkk
G: vem meter agora tu, vou lavar o pau e socar na boca dessa puta
Ele tirou do meu cu, mas senti mais dor ainda com a saída dele. Enquanto Edu trocava na minha cabeça era o momento de conseguir fugir. Mas não consegui, acabei apanhando violentamente dele. Levei muitos socos no rosto e chutes nas costelas. Lembro de ouvir ele falar que “sempre quis me bater assim”. Foi Geovane quem o fez parar de me agredir. Infelizmente, não parou aí. Mesmo comigo caindo aos pedaços, Edu socou o pau no meu cu e Geovane me fez chupar seu pau e seus pés chulezentos. Lembro q os pés dele eram menores q os de Edu, que calçava 43. Sinceramente, a partir daqui não consigo lembrar de muita coisa. Lembro de sentir muita dor no corpo e no cu, cheiro de chulé, pés do Edu e de Geovane na minha boca e rosto, Geovane me comendo de novo e depois apaguei. Acordei no hospital. Tomei pontos no cu, realmente me rasgaram, trincou uma costela e quebrou o nariz. Me encontram no apartamento nesse estado e me levaram pro hospital, mas como acordei somente 2 dias depois não houve tempo para prender nenhum dos dois, ambos haviam saído do Brasil.
Até hoje não tenho notícias de Edu e nem quero. A família dele se mudou também, pois não aguentaram os apontamentos das pessoas pelo crime de Eduardo. Demorei a me recuperar e mais ainda até ter outra relação…
———————
Em anexo fotos de pau similares do de Edu e Geovane.
Isso aconteceu em 2014. Só voltei a ter relações em 2017, essa com o irmão novinho e dotado da minha cunhada. Se quiserem, volta para contar.
Alguns meses após o término eu estava morando sozinho em um apartamento em um bairro classe média e fui informado pelo porteiro que havia um rapaz chamado Geovane que estava solicitando entrada para falar comigo, alegando ser meu primo. Não autorizei a entrada e resolvi descer para ver pessoalmente quem era, contudo, o mesmo foi embora antes da minha chegada. Passou algumas semanas e voltando de um barzinho após a faculdade meu carro foi fechado por outro e desce um rapaz mascarado com arma em punho dizendo “perdeu, viadinho”. Pensando ser somente um assalto, ameacei descer para entregar o carro, mas fui surpreendido com “vamos pra teu apartamento, sem aprontar senão tu morre. E meu camarada vai entrar junto”. Assim foi feito. Uma quadra antes do prédio paramos para a entrada do segundo homem também mascarado que não deu um pio sequer. Estava rezando para que o porteiro não abrisse o portão e me obrigasse a baixar o vidro, mas ao encostar o carro na entrada o portão já foi aberto. Com os dois atrás de mim e a arma nas costas, subimos até o apartamento e ao entrar a porta foi fechada e a chave confiscada pelo segundo homem.
E: até que enfim sós, novamente (tirando a máscara)
A: Eduardo?
E: em carne, osso e raiva
A: por que? Tu quem foi um filho da puta traidor
E: pensa nas tuas palavras a partir de agora, senão poderão ser as últimas
A: o que tu quer comigo?
E: quero foder teu rabinho gostoso, junto com meu primo. Ele me contou que sempre quis arrombar tua bundona
G: prazer, putinha. Sou Geovane
A: como nunca te vi antes se vocês são primos? Tá complicada essa história
E: não interessa os detalhes, interessa que vamos comer teu rabo
A: não vai não, saiam da minha casa agora ou vou gritar por socorro
G: grita e eu te mato filho da puta (apontando a arma pra minha cabeça) - eu havia esquecido q ele tava armando
E: gritar até vai, mas de dor nesse cu gostoso
A: não, por favor, por tudo que vivemos juntos, não faz isso comigo
E: poderíamos estar junto ainda se não fosse tua culpa
A: minha culpa? Eu não te chifrei tu quem foi desonesto
E: eu te amo, podemos voltar e esqueço tudo que tu fez até agora
A: MAS EU NÃO FIZ NADA
Senti um forte tapa na cara. E em seguida vi o rosto raivoso de Geovane. Foi a primeira vez que o vi sem a máscara, branco, loiro, olhos azuis, 1.80mt de altura, corpo atlético, mãos grandes.
G: mais um grito e tu morre. Agora abaixa e mama a gente na moral
Obrigado abaixei e fiquei de joelhos em frente aos dois. Uma cena que em outra situação me daria tesão, mas naquele momento estava me dando nojo, principalmente ao sentir o cheiro dos paus após abaixarem as calças e cuecas. Um cheiro forte de pau sujo e mijado, Eduardo sabia que eu odiava isso.
E: do jeitinho que tu gosta, puta kkkkkkkk
G: aproveita e se delicia com essa rolas
Relembrando, o pau de Edu tinha 17cm, não muito grosso, cabeça rosa quase vermelha, veias aparentes. O de Geovane tem 15cm, grosso como um detergente Ype, levemente curvado para cima, cabeça rosa chiclete e é veias aparentes.
Tentei resistir, mas acabei levando alguns tapas e puxões de cabeça. A primeira a entrar em minha boca foi a de Geovane, o gosto de mijo era surreal. Por ser grossa, não conseguia engolir muito, mas ele forçou até entrar tudo na minha garganta me causando uma dor horrível, me fazendo chorar e sentir o cheiro azedo dos seus pentelhos. Quando aliviou e eu consegui sair, não tive tempo para respirar e Edu socou na minha boca, novamente aquele gosto horrível de mijo, dessa vez com um sabor salgado de suor e um cheiro podre de quem bateu punheta e não se lavou. Ficaram me revezando por um tempo, enquanto eu me sentia cada vez mais humilhado e sujo. Edu me arrastou até o quarto pelos cabelos, me jogando na cama e me mantendo de bruços aonde arrancou minhas roupas
E: cuzinho fechadinho, não tá dando pra ninguém? Kkkkk
G: que delícia, meu pau vai rasgar esse cu kkkkkkk
E: teu pau vai acabar com ele kkkk tu mete primeiro então, quero ver esse puto chorando
A: não, por favor, não façam isso comigo
G: iiih, perdeu playboy, já era kkkkk vai perder o cabaço de novo, mas em carinho
A: NAAAO, por favor (chorando)
E: cala a boca senão vai ser pior
A: deixa eu me limpar antes então
G: adoro um cuzinho cheio kkkkk faço tua chuca com meu pau, fica de boa
E: nunca me deixou te comer sem chuca, agora vai dar a força kkkkk
G: te prepara, vai doer mais quando eu empurrar a merda pra dentro de volta kkkkkk
Eu estava desesperado.
Senti cuspidas no meu cu, em seguida a cabeça do pau de Geovane encostou. Ali, tive a ciência que se não morresse de dor, não morria mais. Parecia tão incompatível. Ele empurrou, mas não entrou, me causou uma dor aguda e me fez gritar. Edu que me segurava veio para minha frente e socou o pau ainda fedido na minha boca para eu não gritar. Mais cuspidas, mais tentativas e nada. Sentia dor, mas meu cu não cedia. Geovane já estava com raiva e Edu também, alegando eu eu estava travando o cu e estava mesmo. Mais um investida que me fez tentar fugir, mas acabei sendo agredido com socos e puxões de cabelo por ambos, e num descuido o cu relaxou e entrou metade daquele músculo grosso em mim. A dor foi tanta que desmaiei. Acredito que por segundo, pois quando recobrei a consciência escutava eles falando
E: desmaiou a puta só com uma estocada kkkkkkk
G: te disse que sou bicho bruto, sou da roça rapaz kkkkkk
E: acostumado a comer galinha, óbvio que vai rasgar um viadinho de carne e osso
G: rasguei mesmo, olha só
Eu sentia. A dor era cortante e ardida, como cortar o dedo, mas no cu. Sentia escorrer pela famosa “costura” um líquido, era sangue. O pau de Edu pulsava na minha boca e quando ele percebeu que eu acordei passou a socar na minha garganta, enquanto Geovane começou a torturar meu buraco. Cada entrada e saída dele mesmo que devagar pareciam navalhas me cortando mais, fora a pressão que eu senti no baixo ventre, provavelmente do cu “cheio”. Eu chorava e gritava mesmo que abafado pelo pau na boca. Me sentia humilhado. Ele passou a meter mais rápido no meu cu, a dor e a pressa foram aumentando e senti cheiro de coco no ar
G: a putinha tá se cagando kkkk
E: usa a bosta pra lubrificar kkkk
G: vem meter agora tu, vou lavar o pau e socar na boca dessa puta
Ele tirou do meu cu, mas senti mais dor ainda com a saída dele. Enquanto Edu trocava na minha cabeça era o momento de conseguir fugir. Mas não consegui, acabei apanhando violentamente dele. Levei muitos socos no rosto e chutes nas costelas. Lembro de ouvir ele falar que “sempre quis me bater assim”. Foi Geovane quem o fez parar de me agredir. Infelizmente, não parou aí. Mesmo comigo caindo aos pedaços, Edu socou o pau no meu cu e Geovane me fez chupar seu pau e seus pés chulezentos. Lembro q os pés dele eram menores q os de Edu, que calçava 43. Sinceramente, a partir daqui não consigo lembrar de muita coisa. Lembro de sentir muita dor no corpo e no cu, cheiro de chulé, pés do Edu e de Geovane na minha boca e rosto, Geovane me comendo de novo e depois apaguei. Acordei no hospital. Tomei pontos no cu, realmente me rasgaram, trincou uma costela e quebrou o nariz. Me encontram no apartamento nesse estado e me levaram pro hospital, mas como acordei somente 2 dias depois não houve tempo para prender nenhum dos dois, ambos haviam saído do Brasil.
Até hoje não tenho notícias de Edu e nem quero. A família dele se mudou também, pois não aguentaram os apontamentos das pessoas pelo crime de Eduardo. Demorei a me recuperar e mais ainda até ter outra relação…
———————
Em anexo fotos de pau similares do de Edu e Geovane.
Isso aconteceu em 2014. Só voltei a ter relações em 2017, essa com o irmão novinho e dotado da minha cunhada. Se quiserem, volta para contar.
Nenhuma reação ainda.
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