Um pé no cu
Depois de ter sido arrombado por Samuel e Bruno eles me deixaram descansar até a tarde do dia seguinte. Eram dois verdadeiros cavalheiros, me servindo comida na cama ou sofá e fazendo cafuné. Vez ou outra, dava uma mamada neles, mas nada demais. No final da noite, tomamos banho e saímos para jantar em um dos poucos restaurantes que estava aberto. Foi divertido, rimos, comemos e bebemos como 3 velhos amigos. Ao chegarmos em casa, mais uma sessão de mamadas e cheiradas e chupadas de pés, dessa vez sem chulé (o que me deixou triste). Na manhã seguinte, acordei e ambos não estavam, encontrei uma mensagem no app de mensagens dizendo que haviam saído para correr e que era para eu os esperar do jeitinho que devo. Rapidamente levante e tomei um banho rápido, ficando pronto para receber meus homens. Assim que entraram, me viram sentando no chão em frente aos sofás os aguardando
B: bom dia, cadelinha. Muito bem, atendeu ao comando do teu macho com maestria
S: tá pronta para limpar teus homens?
A: sim, senhor
B: então vem
Se mantiveram em pé e fizeram eu ir engatinhando até eles. Chegando ordenaram que eu tirasse os tênis dos dois o que fiz revelando os pés suados e com chulé deles, pois estavam sem meias. Cheirei e lambi os pezões dos dois com muita vontade, eu estava hipnotizado por aqueles chulés de pezões brancos, as solas chegavam a serem rosadas. Bruno me pegou pelos cabelos e me levantou, levando meu rosto direto para o sovaco de Samuel, que estava com CC ardido. Ele esfregou os pelos do sovaco na minha cara como se estivesse lavando uma panela com bombril, fiquei com todo o rosto fedido. Fiquei de joelhos e esperei tirarem as rolas suadas para eu mamar, recebi o pauzão de Bruno no rosto. Senti o peso daquela vara, pois ele “espancava” meu rosto com o pau, estava tão inebriado naquela situação que não percebi Samuel atrás de mim e quando percebi senti o pau entrando seco e me rasgando o cu. Gritei e foi a deixa para Bruno socar o pauzão inteiro na minha garganta. Senti dor no cu e na garganta ao mesmo tempo, o que me desesperou por alguns segundos, até Bruno retirar o pau e permitir que eu gemesse de dor por alguns segundos
A: aí meu cu, tira, tá doendo
S: aguenta viado
A: tira, por favor, só um pouco. Ta seco
B: aguenta, caralho, abre esse cu para ele meter e fica quieto
A: tá doendo, Bruno
B: aguenta, porra. Se reclamar de novo vou meter junto
Afim de evitar duas varas no cu que já estava dolorido, fiquei quieto e aguentei o pau de Samuel me rasgando no seco. Ele me comeu por alguns minutos e gozou fundo em meu cu, dando lugar para Bruno socar em seguida
A: aiiii, devagar
B: cala a porra da boca e aguenta que agora vou bater o leite do meu camarada. mama o pau e cheira o pezão dele e fica quieto porra (seguido de uma socada única e um tapa forte em meu rabo)
Fiz o que meu macho mandou e passei a mamar o pau gozado de Samuel com gosto de cu e porra e chupar seu pé chulezento. Aquele macho loiro me olhava com muita fome nos olhos, claramente queria me fazer sofrer da forma que fosse. Samuel passou a enfiar o pé em minha boca como se fosse o pau dele, sentia seus dedos tocarem minha garganta e a forçarem pedindo passagem, mas isso era loucura. Engolir um pé? Tá doido. Bruno seguia metendo forte em meu cu o que já estava me causando uma ardência chata e o aumento da dor no fundo do cu, já que ele metia tudo e a velocidade da metida. Seguia aguentando tudo quietinho e fazendo as vontades de meus homens e ao sentir Bruno gozar pensei ser o fim do meu pequeno sofrimento, mas me enganei
B: enchi teu rabo com mais leite, quero ver colocar essa porra toda para fora kkkkkk
S: vai colocar para fora não…. Vai ajudar a lubrificar
B: como assim?
S: sempre quis meter meu pé em um cuzinho, já vi alguns vídeos e fiquei curioso
A: um pé no meu cu? Não, tá é louco, não vou deixar
S: tu não tem que deixar nada. Se complicar te pego a força
B: cara, o pé no cu dele? Vai machucar para caramba aí não poderemos meter depois
S: essa puta aguentou duas rolas, claro que aguenta meu pé. Segura ele, não quero machucar. Juro que paro se perceber algo demais
A: Bruno, não deixar. Por favor, meu cu não (quase chorando)
B: vamos tentar, amor. Ele tá certo, tu aguentou duas vara grossa. Aguenta o pé dele também
A: mas vai doer muito
B: tu é viadinho capacho de macho, tem que sofrer um pouco. E eu vou estar aqui para te dar forças
Bruno me segurou e empinou meu rabo na direção do pezão 40 de Samuel. Ele deu uma cuspida forte e depois começou a penetrar o pé. Os dedos entraram fácil, mas causaram um pouco de dor. Conforme foi empurrando o pé, a dor piorava. Senti ficar insuportável e percebi que nem metade do pé havia entrado, o que me fez começar a chorar de dor e desespero
A: aí, para, tá doendo, não aguentou mais, me solta Bruno
B: calma amor, aguenta mais um pouco, da uma socada com o pé Samuel, como se tivesse fodendo o cu dele
A: AAAAAAI MEU CU, PARA, SOCORRO, TÁ ME RASGANDO, TIRA
S: calma porra, só mais um pouco
B: cara, chega. Já deu
S: só mais um pouco, tá bom demais esse cu apertando meu pé
B: tira cara, chega
S: tá bom
A: aaaaaaiiii, tira devagar, tá doendo muito
B: porra cara, tu rasgou ele. Teu pé tá puro sangue, deixa eu ver esse cu por dentro
S: putz, acho que passei o limite mesmo
B: tá sangrando, mas acho que vai ficar bem. Mama meu pau e do Samuel
A: mamar vocês? Rasgaram meu cu e querem mamada?
S: mama ou leva pau no cu, escolhe.
B: isso aí… mamar ou pica no cu rasgado?
Os mamei, mas não demoraram a gozar. Passei o resto da manhã com dor no cu e a tarde mamei eles mais um pouco. No final da tarde, Samuel foi embora agradecendo pelo “buffet livre” que ele teve. Passei uns 4 dias sem conseguir dar meu cu para Bruno, o que deixava ele bem bravo e o fez descontar na próxima vez que me comeu.
B: bom dia, cadelinha. Muito bem, atendeu ao comando do teu macho com maestria
S: tá pronta para limpar teus homens?
A: sim, senhor
B: então vem
Se mantiveram em pé e fizeram eu ir engatinhando até eles. Chegando ordenaram que eu tirasse os tênis dos dois o que fiz revelando os pés suados e com chulé deles, pois estavam sem meias. Cheirei e lambi os pezões dos dois com muita vontade, eu estava hipnotizado por aqueles chulés de pezões brancos, as solas chegavam a serem rosadas. Bruno me pegou pelos cabelos e me levantou, levando meu rosto direto para o sovaco de Samuel, que estava com CC ardido. Ele esfregou os pelos do sovaco na minha cara como se estivesse lavando uma panela com bombril, fiquei com todo o rosto fedido. Fiquei de joelhos e esperei tirarem as rolas suadas para eu mamar, recebi o pauzão de Bruno no rosto. Senti o peso daquela vara, pois ele “espancava” meu rosto com o pau, estava tão inebriado naquela situação que não percebi Samuel atrás de mim e quando percebi senti o pau entrando seco e me rasgando o cu. Gritei e foi a deixa para Bruno socar o pauzão inteiro na minha garganta. Senti dor no cu e na garganta ao mesmo tempo, o que me desesperou por alguns segundos, até Bruno retirar o pau e permitir que eu gemesse de dor por alguns segundos
A: aí meu cu, tira, tá doendo
S: aguenta viado
A: tira, por favor, só um pouco. Ta seco
B: aguenta, caralho, abre esse cu para ele meter e fica quieto
A: tá doendo, Bruno
B: aguenta, porra. Se reclamar de novo vou meter junto
Afim de evitar duas varas no cu que já estava dolorido, fiquei quieto e aguentei o pau de Samuel me rasgando no seco. Ele me comeu por alguns minutos e gozou fundo em meu cu, dando lugar para Bruno socar em seguida
A: aiiii, devagar
B: cala a porra da boca e aguenta que agora vou bater o leite do meu camarada. mama o pau e cheira o pezão dele e fica quieto porra (seguido de uma socada única e um tapa forte em meu rabo)
Fiz o que meu macho mandou e passei a mamar o pau gozado de Samuel com gosto de cu e porra e chupar seu pé chulezento. Aquele macho loiro me olhava com muita fome nos olhos, claramente queria me fazer sofrer da forma que fosse. Samuel passou a enfiar o pé em minha boca como se fosse o pau dele, sentia seus dedos tocarem minha garganta e a forçarem pedindo passagem, mas isso era loucura. Engolir um pé? Tá doido. Bruno seguia metendo forte em meu cu o que já estava me causando uma ardência chata e o aumento da dor no fundo do cu, já que ele metia tudo e a velocidade da metida. Seguia aguentando tudo quietinho e fazendo as vontades de meus homens e ao sentir Bruno gozar pensei ser o fim do meu pequeno sofrimento, mas me enganei
B: enchi teu rabo com mais leite, quero ver colocar essa porra toda para fora kkkkkk
S: vai colocar para fora não…. Vai ajudar a lubrificar
B: como assim?
S: sempre quis meter meu pé em um cuzinho, já vi alguns vídeos e fiquei curioso
A: um pé no meu cu? Não, tá é louco, não vou deixar
S: tu não tem que deixar nada. Se complicar te pego a força
B: cara, o pé no cu dele? Vai machucar para caramba aí não poderemos meter depois
S: essa puta aguentou duas rolas, claro que aguenta meu pé. Segura ele, não quero machucar. Juro que paro se perceber algo demais
A: Bruno, não deixar. Por favor, meu cu não (quase chorando)
B: vamos tentar, amor. Ele tá certo, tu aguentou duas vara grossa. Aguenta o pé dele também
A: mas vai doer muito
B: tu é viadinho capacho de macho, tem que sofrer um pouco. E eu vou estar aqui para te dar forças
Bruno me segurou e empinou meu rabo na direção do pezão 40 de Samuel. Ele deu uma cuspida forte e depois começou a penetrar o pé. Os dedos entraram fácil, mas causaram um pouco de dor. Conforme foi empurrando o pé, a dor piorava. Senti ficar insuportável e percebi que nem metade do pé havia entrado, o que me fez começar a chorar de dor e desespero
A: aí, para, tá doendo, não aguentou mais, me solta Bruno
B: calma amor, aguenta mais um pouco, da uma socada com o pé Samuel, como se tivesse fodendo o cu dele
A: AAAAAAI MEU CU, PARA, SOCORRO, TÁ ME RASGANDO, TIRA
S: calma porra, só mais um pouco
B: cara, chega. Já deu
S: só mais um pouco, tá bom demais esse cu apertando meu pé
B: tira cara, chega
S: tá bom
A: aaaaaaiiii, tira devagar, tá doendo muito
B: porra cara, tu rasgou ele. Teu pé tá puro sangue, deixa eu ver esse cu por dentro
S: putz, acho que passei o limite mesmo
B: tá sangrando, mas acho que vai ficar bem. Mama meu pau e do Samuel
A: mamar vocês? Rasgaram meu cu e querem mamada?
S: mama ou leva pau no cu, escolhe.
B: isso aí… mamar ou pica no cu rasgado?
Os mamei, mas não demoraram a gozar. Passei o resto da manhã com dor no cu e a tarde mamei eles mais um pouco. No final da tarde, Samuel foi embora agradecendo pelo “buffet livre” que ele teve. Passei uns 4 dias sem conseguir dar meu cu para Bruno, o que deixava ele bem bravo e o fez descontar na próxima vez que me comeu.
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