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Eu não queria dar, mas meu amigo queria comer meu cu! Acabou comendo a força.

📅 Publicado em: 25/05/2025 15:02

👤 Autor: caca

Eu, Cacá, tinha 19 anos na época, hoje, aos 42, relembro com um sorriso safado. Ele, Vitor, 20 anos, era meu vizinho no Bixiga, São Paulo. Nos conhecemos três anos antes, quando me mudei pra um prédio na Rua Augusta, e ele morava numa casa antiga na Rua Santo Antônio. A gente se dava bem, jogava bola no Ibirapuera, zoava no fliperama da Liberdade e disputava no PlayStation 2 na casa dele, que ficava vazia à tarde.

O fogo acendendo

Vitor era branquelo, 1,78 m, 75 kg, com pernas grossas e uma bunda que parecia esculpida. O cabelo castanho bagunçado e uma barba ralinha davam um charme de moleque rebelde. Os lábios grossos e o olhar de canalha me pegaram logo de cara. A gente começou com punhetas despretensiosas, no sofá velho da sala dele, com o ventilador rangendo e o calor do Bixiga subindo pelas janelas. Eu gravava tudo com uma câmera escondida na mochila, capturando cada momento.

A primeira ousadia

Numa tarde abafada, enquanto ele jogava God of War, resolvi provocar. Minha mão deslizou pela coxa dele, roçando o volume duro no short. Ele abriu as pernas, me dando passe livre. Enfiei a mão por baixo, sentindo o pau de 18 cm, grosso, com uma cabeça vermelha que babava. Ele largou o controle, baixou o short e se ajeitou, com o caralho pulsando. Olhou pra mim com cara de safado, balançando o pau como provocação.

O tesão tomando conta

Encostei meu corpo no dele, sentindo o suor e o cheiro azedo de macho. Chupei a cabeça do pau, lambendo até as bolas suadas, com o cheiro forte dos pentelhos me inebriando. Ele agarrou meus cabelos, me xingando de “viadinho” e forçando o pau na minha garganta. Engasgava, mas bebia a mistura de saliva e líquido que escorria, louco de tesão.

A dominação

Ele me puxou e me jogou de quatro no sofá, arrancando meu short. Cuspiu no meu cu, roçando a cabeça do pau na entrada. Tentei resistir por provocação, mas ele me dominou, enfiando aquele caralho curvado. A dor foi intensa, com um peido escapando, mas logo virou prazer masoquista. Ele metia forte, puxando meu cabelo e xingando, enquanto o cheiro de suor e sexo enchia a sala.

O clímax

De bruços, com ele montado em mim, as pernas trançadas nas minhas, eu tava imobilizado. Ele fodia freneticamente, mordendo meu pescoço e sussurrando: “Tá gostando, puto? Vou te encher de porra.” Senti o jorro quente do leite dele, pulsando dentro de mim, enquanto gozava sem tocar no meu pau, num êxtase que me marcou pra sempre.

O depois

Ele saiu de cima, o pau pingando no chão. Passou os dedos no meu cu melado, esfregando porra e sangue na minha cara, rindo. A dor no meu cu arrombado misturava-se ao prazer. Foram três anos de fodas intensas, gravadas e postadas no selmaclub.com. Ainda penso no futuro: será que Vitor vai voltar? Acompanhe minhas aventuras pra saber!
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