Gazela Nas Garras Do Tigre
Quando uma gazela se cansa de tentar fugir de um tigre, seu instinto de sobrevivência começa a perder força diante de sua natureza fundamental, que diz para ela — Não adianta fugir de seu destino. Olhe bem para aquele tigre te perseguindo. Você veio ao mundo com um único propósito: ter cada célula de seu corpo absorvida pelas células do corpo dele. Assim, você se tornará parte dele. Você até resistiu bravamente, mas não há mais porque lutar. Entregue-se!
O instinto de caça de um tigre é a sensação mais poderosa que lhe serve de combustível e sentido de ser. O ímpeto de ter aquela gazela dominada e absorvida por ele, é como o ímpeto que temos de gozar quando chega no ponto sem volta.
Eu assisti um vídeo de uma gazela sendo devorada viva. Ela olhava quieta e sem soltar um pio. Parecia estar entendendo o sentido de tudo aquilo e até de sua dor e a certeza de seu fim ou transformação (entenda como quiser).
Quando um homem se depara com outro homem, se o instinto de dominação animal tomar conta de um, ele verá o outro como um tigre vê uma gazela. Sua rola endurece instantaneamente e ele só consegue imaginar aquele outro cara sendo totalmente submetido à ele, como se não passasse de um mero instrumento que o destino lhe disponibilizara para o seu prazer absoluto. E o seu olhar e todo o seu corpo exala um odor que outro cara consegue sentir. Esse odor intimida o outro, que de repente começa a se sentir desconfortável. Mas algo dentro dele e que ele nem fazia ideia que pudesse existir, já teria sido atingido no alvo: sua gazela interior. E ele não consegue encarar o outro cara. Ele nem entende o que está acontecendo. Mas suas pernas tremem, sua respiração e seus batimentos cardíacos aceleram, sua pele transpira e então ele exala um odor. Diferente do outro. Mas o outro cara o sente. Ele não percebe esse cheiro. Mas cada célula de seu corpo sabe o que significa. E isso o deixa confiante. É quase como magnetismo. De repente ele se sente tão atraído pelo outro cara, que não consegue pensar em mais nada. Seus olhos procuram os alvos imediato: os lábios e a bunda do outro cara. E quando o outro percebe esses olhares, que começa a pensar em fugir disso, seja lá o que for, já é tarde demais. Pois seu pau começa a endurecer como nunca antes, ao mesmo tempo em que o seu ânus começa a piscar. Ele sente seu esfíncter relaxar e seus olhos, como se tivesse vontade própria, vão na direção da rola do outro. Ele não consegue acreditar que fez aquilo e que está sentindo essas coisas. Mas é inevitável. Ele será possuído pelo outro cara. Isso está escrito desde a fundação do mundo. Ele não quer isso. Não aceita isso. Mas seu corpo já se libertou do controle de sua consciência.
— Você pode me arrumar um cigarro?
— O quê?... eu, eu não fumo.
— É? Foi mal! Achei que fumasse.
— Não.
— Tá esperando qual ônibus?
— Eu... eu tô esperando o Central.
— Vai demorar um pouquinho.
— Ele só passa quando queremos pegar outro.
— É verdade. É sempre assim.
Ambos já estão cientes do que os está aguardando lá na frente. Um convite para uma cerveja e daí pra diante de torna fato consumado. Só questão de tempo. Uma olhada mais direta, insinuando a intenção de agarrar a gazela, e o tigre já não se aguenta de vontade de partir logo para o ataque definitivo. E num corredor escuro no meio do caminho, um puxão pelo braço. Agora não tem mais saída para a gazela. E no fundo, ela já está com seu cú até lubrificado. Uma escorada contra a parede e lá está o cara puxando a calça do outro. No escuro, nada se pode ver com clareza, mas as mãos tendo as unhas grudadas naquela bunda é a garantia de que aquele cu, agora, tem um dono. E não é o corpo nem a mente do cara que está prestes a se tornar fêmea. O dono desse cu é e sempre foi, desde a fundação do mundo, o cara que o conquistou. E o outro sente em seu cu, dedos cheios de saliva sendo esfregados nele. E então, a cabecinha da rola do outro abrindo passagem para o resto, que começa a invadir a sua intimidade mais sagrada e demolir toda a sua moral, destruindo o homem que ele sempre julgou ser.
— Ai!... De vagar! Eu nunca fiz isso.
— Delícia, esse cu apertadinho!
— Para! Tira, vai! Tá doendo... Aí! Caraca! Tá doendo, cara! Tira!
O cara o segura firme, não deixando a mínima chance para fulga.
— Agora, já era cara! Já atravessou!
E então o coitadinho sente aquilo rasgando o teu rabo, entrando quente e sem compaixão.
— Calma aí, pow! Para!
— Calma é o caralho! Aguenta que vai tudo.
E de repente o outro já nem se consegue mentir de pé. Uma ardência, uma queimação e uma dor dilacerante, o faz quase desmaiar. E então, a rola do outro atinge o fundo do reto, com a boquinha da rola babando em seu intestino.
— Tira! Tira, cara! Por favor!
— Tá bom... vou tirar.
Então, o cara é tomado de uma sensação de alívio que parece ser a sensação mais prazerosa que já sentiu. Aquele alívio de uma dor de barriga daquelas, quando finalmente se senta no vaso. E essa sensação de torna cada vez maior. E então ele acaba soltando seu primeiro gemido fêmea, enquanto a rola desliza para fora de seu reto. De repente...
— Aí! Puta que pariu!
Quando parecia que o cara ia continuar retirando a rola, de repente ele dá aquela martelada forte e rápida.
— Toma piroca, toma!
— Aí, meu Deus!
E mal a rola atinge o fundo, o cara puxa rápido e enterra novamente, com a mesma intensidade, e assim começa a estocar rápido naquele cu que sempre pertenceu a ele.
— Guenta! Guenta! Toma piroca nesse cu, toma!
— Ai, aí... Caralho! Aí...
— Tá gostando, tá?
Todo o senso de moral já era. Toda vergonha já era. Toda a macheza já era.
— Tô, ser desgraçado filho da puta! Não para! Não para!
— Kkkk. De quem é esse cu, fala?
— Para com isso, vai!
— Fala de quem é esse cu!
De repente, o cara para de estocar e começa a dar só martelada sem piedade.
— É teu! É teu, cara!
— É meu, é!
— É!
— Então toma leite, toma!
E o cara se agarra em sua barriga e ele sente tudo dentro dele.
— Ai, meu Deus do céu! Como é gostoso!
— Tá sentindo, tá? Minha piroca latejando dentro do teu cu? Quer dizer, meu cu? Tá sentindo meu leite no fundo do cu, tá? Toma leite, cu! Tinha tudinho, cu!
E assim, o cara finaliza o outro. Remove sua rola e simplesmente vai embora, sem sequer se despedir. Pois esse aí já foi devorado e já o alimentou.
O homenzinho chega em casa, com seu cu lotado de leite, se sentindo leve e até realizado. De hoje em diante, ele nunca mais vai parar de dar, de chupar e de servir a outros machos.
O instinto de caça de um tigre é a sensação mais poderosa que lhe serve de combustível e sentido de ser. O ímpeto de ter aquela gazela dominada e absorvida por ele, é como o ímpeto que temos de gozar quando chega no ponto sem volta.
Eu assisti um vídeo de uma gazela sendo devorada viva. Ela olhava quieta e sem soltar um pio. Parecia estar entendendo o sentido de tudo aquilo e até de sua dor e a certeza de seu fim ou transformação (entenda como quiser).
Quando um homem se depara com outro homem, se o instinto de dominação animal tomar conta de um, ele verá o outro como um tigre vê uma gazela. Sua rola endurece instantaneamente e ele só consegue imaginar aquele outro cara sendo totalmente submetido à ele, como se não passasse de um mero instrumento que o destino lhe disponibilizara para o seu prazer absoluto. E o seu olhar e todo o seu corpo exala um odor que outro cara consegue sentir. Esse odor intimida o outro, que de repente começa a se sentir desconfortável. Mas algo dentro dele e que ele nem fazia ideia que pudesse existir, já teria sido atingido no alvo: sua gazela interior. E ele não consegue encarar o outro cara. Ele nem entende o que está acontecendo. Mas suas pernas tremem, sua respiração e seus batimentos cardíacos aceleram, sua pele transpira e então ele exala um odor. Diferente do outro. Mas o outro cara o sente. Ele não percebe esse cheiro. Mas cada célula de seu corpo sabe o que significa. E isso o deixa confiante. É quase como magnetismo. De repente ele se sente tão atraído pelo outro cara, que não consegue pensar em mais nada. Seus olhos procuram os alvos imediato: os lábios e a bunda do outro cara. E quando o outro percebe esses olhares, que começa a pensar em fugir disso, seja lá o que for, já é tarde demais. Pois seu pau começa a endurecer como nunca antes, ao mesmo tempo em que o seu ânus começa a piscar. Ele sente seu esfíncter relaxar e seus olhos, como se tivesse vontade própria, vão na direção da rola do outro. Ele não consegue acreditar que fez aquilo e que está sentindo essas coisas. Mas é inevitável. Ele será possuído pelo outro cara. Isso está escrito desde a fundação do mundo. Ele não quer isso. Não aceita isso. Mas seu corpo já se libertou do controle de sua consciência.
— Você pode me arrumar um cigarro?
— O quê?... eu, eu não fumo.
— É? Foi mal! Achei que fumasse.
— Não.
— Tá esperando qual ônibus?
— Eu... eu tô esperando o Central.
— Vai demorar um pouquinho.
— Ele só passa quando queremos pegar outro.
— É verdade. É sempre assim.
Ambos já estão cientes do que os está aguardando lá na frente. Um convite para uma cerveja e daí pra diante de torna fato consumado. Só questão de tempo. Uma olhada mais direta, insinuando a intenção de agarrar a gazela, e o tigre já não se aguenta de vontade de partir logo para o ataque definitivo. E num corredor escuro no meio do caminho, um puxão pelo braço. Agora não tem mais saída para a gazela. E no fundo, ela já está com seu cú até lubrificado. Uma escorada contra a parede e lá está o cara puxando a calça do outro. No escuro, nada se pode ver com clareza, mas as mãos tendo as unhas grudadas naquela bunda é a garantia de que aquele cu, agora, tem um dono. E não é o corpo nem a mente do cara que está prestes a se tornar fêmea. O dono desse cu é e sempre foi, desde a fundação do mundo, o cara que o conquistou. E o outro sente em seu cu, dedos cheios de saliva sendo esfregados nele. E então, a cabecinha da rola do outro abrindo passagem para o resto, que começa a invadir a sua intimidade mais sagrada e demolir toda a sua moral, destruindo o homem que ele sempre julgou ser.
— Ai!... De vagar! Eu nunca fiz isso.
— Delícia, esse cu apertadinho!
— Para! Tira, vai! Tá doendo... Aí! Caraca! Tá doendo, cara! Tira!
O cara o segura firme, não deixando a mínima chance para fulga.
— Agora, já era cara! Já atravessou!
E então o coitadinho sente aquilo rasgando o teu rabo, entrando quente e sem compaixão.
— Calma aí, pow! Para!
— Calma é o caralho! Aguenta que vai tudo.
E de repente o outro já nem se consegue mentir de pé. Uma ardência, uma queimação e uma dor dilacerante, o faz quase desmaiar. E então, a rola do outro atinge o fundo do reto, com a boquinha da rola babando em seu intestino.
— Tira! Tira, cara! Por favor!
— Tá bom... vou tirar.
Então, o cara é tomado de uma sensação de alívio que parece ser a sensação mais prazerosa que já sentiu. Aquele alívio de uma dor de barriga daquelas, quando finalmente se senta no vaso. E essa sensação de torna cada vez maior. E então ele acaba soltando seu primeiro gemido fêmea, enquanto a rola desliza para fora de seu reto. De repente...
— Aí! Puta que pariu!
Quando parecia que o cara ia continuar retirando a rola, de repente ele dá aquela martelada forte e rápida.
— Toma piroca, toma!
— Aí, meu Deus!
E mal a rola atinge o fundo, o cara puxa rápido e enterra novamente, com a mesma intensidade, e assim começa a estocar rápido naquele cu que sempre pertenceu a ele.
— Guenta! Guenta! Toma piroca nesse cu, toma!
— Ai, aí... Caralho! Aí...
— Tá gostando, tá?
Todo o senso de moral já era. Toda vergonha já era. Toda a macheza já era.
— Tô, ser desgraçado filho da puta! Não para! Não para!
— Kkkk. De quem é esse cu, fala?
— Para com isso, vai!
— Fala de quem é esse cu!
De repente, o cara para de estocar e começa a dar só martelada sem piedade.
— É teu! É teu, cara!
— É meu, é!
— É!
— Então toma leite, toma!
E o cara se agarra em sua barriga e ele sente tudo dentro dele.
— Ai, meu Deus do céu! Como é gostoso!
— Tá sentindo, tá? Minha piroca latejando dentro do teu cu? Quer dizer, meu cu? Tá sentindo meu leite no fundo do cu, tá? Toma leite, cu! Tinha tudinho, cu!
E assim, o cara finaliza o outro. Remove sua rola e simplesmente vai embora, sem sequer se despedir. Pois esse aí já foi devorado e já o alimentou.
O homenzinho chega em casa, com seu cu lotado de leite, se sentindo leve e até realizado. De hoje em diante, ele nunca mais vai parar de dar, de chupar e de servir a outros machos.
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