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Como meu enteadinho é uma delícia

📅 Publicado em: 27/07/2024 14:04

👤 Autor: dom-pervertido

🏷️ Tags: #Assédio #Gay #Tween
Esse relato é verídico! Portanto, não me julguem.

Qdo conheci a Martinha (nome trocado) não achava que houvesse uma criatura tão doida por sexo, tão ninfomaníaca como ela. (Mas o caso dela eu conto em outro relato)

Ela tem um filho que chamaremos de Nicolas, de 9 aninhos , com uma bundinha arrebitada. Uma criança delicada de tudo, com geito de menina. Ama sentar no colo dos adultos para dar e receber carinho. E se o adulto estiver dirigindo então ...aí que ele quer colo mesmo.

Nunca passou pela minha cabeça algo em relação ao garoto, até porque, quando eu dormia lá, noutro dia, estava mais cansado do que na véspera, devido às taras da mãe.

Mas era só o moleque saber que eu estava em casa que vinha correndo sentar no meu colo para falar suas descobertas.

Eu até conversei com a mãe dele, se isso era normal, ela deixar ele ir assim, no colo todos, e a resposta dela foi: - se ele gosta, que mau há, o importante é ser feliz. Então tá!!!

Foi passando o tempo e às vezes eu o via voltando do final de semana que ficava com o pai, meio estranho, reclamando de dor na barriga e isso quando não sentava no meu colo para eu sentir um molhado na região do cuzinho dele.

Certo domingo à tarde, fui com a Martinha buscar Nicolas na casa do pai, mas ao chegar ela recebeu a notícia que eles iriam se atrasar para chegar.

Com isso ficamos no carro esperando , com Martinha fazendo o que faz de melhor, fazendo um delicioso boquete e melhor ainda, uma garganta profunda, me deixando a ponto de virá- la ali mesmo no carro e socar sem dó, como ela tanto gosta. Mas isso não foi possível porque na hora, o pai do Nicolas encosta o carro, deixando o moleque correr para meu carro, que com toda liberdade, foi abrindo a porta e pulando no meu colo. Fiquei petrificado com a Martinha olhando e dando alta risadas, ao ver seu filho sentado na minha rola super dura, disfarçada apenas pelo shorts de nylon.

E sua fala foi mais punk ainda, dizendo que precisava falar com o pai de Nicolas enquanto eu levava o garoto para dar uma volta pela quadra de trás já que lá era totalmente decerto, mas que deixasse um pouco de porra para ela depois.

Ao sair para essa volta, com o balanço do carro o Nicolas ia se ajeitando no meu colo, com minha rola na direção de seu cuzinho, falei no seu ouvido que gostaria de ver como estava seu cuzinho e conferir o quanto aquele anelzinho já estava bem arrombado para um garoto de 9 aninhos.

Quando vejo aquele anel já arrombado, sem nenhuma pregas meu pau que estava meio bambo, ficou mais duro do que quando sua mãezinha tinha me dado um trato com aquela boca aveludada, já comecei a tentativa de pincelar a cabeça do meu pau naquele anel, nisso o guri reclama dizendo:

Não é assim que meu pai faz, tio!!!!!!!!

E já vira de frente para mim, segurando meu pau com as duas mãozinhas e começa a chupar a cabeça do meu pau feito picolé. E que chupada, até pensei que fosse a mãe que o ensinou, pois a medida que ia chupando, ia deixado meu pau todo melado de sua saliva. Quase que eu seguro sua cabeça e soco tudo, fazendo de sua boquinha uma bucetinha para socar até o saco, mas me contive, pois mal cabia a cabeça, por isso fico aguardando para ver até onde ia aquela putinha pré cose.

Quando penso que seria um boquete seguido de uma boa gozada na cara ou garganta, o moleque se vira de novo e segurando o volante do carro começa a sentar no meu pau que aquela altura estava feito pedra, pronto para dar uma mixada de porra.

Igualzinho a mãe, o moleque rebolava e deixava o corpinho descer , forçando aquele anelzinho a se abrir para a cabeçona entrar deliciosamente. A cada rebolada era uns centímetros que entrava, até chegar na metade da minha rola.

Eu o abracei e comecei a beija sua orelha suas boquinha e desci a mão para seu pintinho super duro igualzinho ao critoris de sua mãe.

O moleque começa a subir e descer no meu pau, dizendo que era assim que o pai dele o ensinou, e eu ali entregue a um menino de 9 aninhos que sabia o que fazer.

Ao ver aquele anel vir para fora junto com a minha rola não demorou muito para o gozo vir e na hora perdi a noção de quem estava ali e o tesão foi mais alto fazendo eu abraça-lo e puxá- lo para baixo, fazendo meu pau entrar até o saco, o que arrancou uns gemidos seguido de gritos e choro. Mas o tesão nem se importou se minha rola de 18cm grossa seria mais do que o pai lhe dava, e muito menos pelas duas lágrimas. Só sei que ao dar uns 3 jatos bem dado de porra, percebi o melzinho de seu pintinho na minha mão.

Logo Nicolas ofegante, quis ir para o banco de trás, pois estava cansado e reclamando da dor na barriga.

Voltando para a frente da casa do pai , Martinha nos aguardava, dizendo que a farra devia ter sido ótima, pelo tempo que gastamos.

E me pergunta se foi melhor que a dela, o que fez Nicolas sorrir e pedir pizza.

Quando chegamos em casa levei o garoto para um banho e lá pude ver melhor o estrago naquele cuzinho que eu não sabia se foi eu ou se já está devido ao pai.

Claro que Martinha quis a sua parte, e como eu não podia esquecer aquele cuzinho que a ⅓ hora atrás me fez ir a nuvens, então com pensamentos em Nicolas, fiz sua mãe ter altos orgasmo, e pela 1 vez, Martinha quem arreou.

Certo tempo depois, Nicolas me deixa mais louco ainda. Mas isso eu falo na parte 2 do meu relato.
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