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Navegando na Internet

Publicado: 31/12/2004 22:00

Autor: alzira

Sou viuva, não tenho filhos, moro numa fazenda no interior do Mato Grosso que por ser muito afastada das cidades me deixa completamente isolada de noticias e de tudo que está acontecendo por aqui e no mundo em geral. Aproveitei uma ida a cidade mais proxima e fiz uma assinatura da DirecTV e da internet via satelite para me situar de tudo que está ocorrendo por aí e também pra ter um meio de comunicação instantâneo e de massa (net) adquirí, por certo, um PC novinho e tomei algumas lições de como navegar direitinho e voltei pra minha casa. Logo, logo, vieram os instaladores e deixaram tudo a contento pra eu usar como melhor me aprovesse. Confesso que no início fiquei um pouco atrapalhada com a internet mas, dia após dia, fui me acostumando e em pouco tempo já navegava direitinho pelos sites. Assim como num passe de mágica me ví entrando nos "contoerotico" e comecei a ler tudo com a maior atenção. A cada conto ia ficando cada vez mais interessada pois estava me deixando com muita tesão até que um dia entrei nos contos de zoofilia e me amarrei com os relatos. Cada conto que lia eu me concentrava tanto no relato que me sentia a própria personagem da história (ou estória, não sei) e ficava com minha buceta toda molhada e cheia de tesão. Me sentia penetrada por cachorros, poneis, cavalos, e até oragotangos, como lí num relato aqui. Eu estava louca pra gozar e como vivo só e cercado por animais isto seria facil pra mim, só faltava querer, mesmo. Esta vontade foi me torturando a cada dia principalmente quando via meus cachorros engatados com as cadelas, os poneis trepando e cavalos com suas picas enormes enfiando tudo nas bucetas das éguas. Eu ficava paralizada olhando e minha cona destilava seu mel de tanto tesão. Escorria pelas minhas coxas e me molhava até os pés. Eu me tocava e sentia aquele líquido quente e cremoso saindo de dentro de mim. Já não estava mais aguentando e minha cabeça não pensava em outra coisa. Uma noite, depois de ler muitos contos entrei em transe de tanta vontade de ser penetrada por uma pica. Eu tenho uma buceta grande, lábios carnudos, muitos pelos e um grelinho bem saliente. Nêsse dia meu grelinho, de tanto tesão, ficou com quase dois centimetros pra fora e eu ao tocá-lo perdí todo o medo de meter com algum animal e chamei meu "bassê" pro meu quarto e tirei minha calcinha, me deitei na cama com as pernas pra fora, totalmente abertas expondo totalmente minha buceta. Êle sentiu o meu cheiro e ficando apoiado só nas patinhas trazeiras se enfiou entre minhas coxas e começou a lamber, gulozamente a cinha raxa. Sua lingua dura e aspera percorria toda a extensão da minha raxa me levando a loucura de tanto prazer. Eu comecei a ter espasmos seguidos, meu corpo tremia todo, minha buceta se contraia seguidamente e êle lambia todo o meu gôzo. Em certo momento eu o chamei pra cima da cama, coloquei um travesseiro em baixo dos quadrís pra elevar um pouco a minha buceta, abri novamente minhas pernas e êle agora subiu na minha barrica e seu cacete ficou bem na entrada da minha buceta. Meu cachorro começou a dar estocadas aceleradas e acertou a entrada rapidamente. Seu corpo se arqueou todo e seu pinto duro foi entrando, entrando, até que sentí seu saquinho colado na minha bundinha. Êle enfiava e tirava loucamente e eu gozava desesperadamente. Sua pica foi crescendo, engrossando, o nó se agigantando e eu senti aquele prazer inesquecível. Eu o segurei pra que o pinto não saisse da minha buceta e fiquei delirando de gozo até sentir seus jatos la no fundo da minha cona. Êle tirou seu cacete e me lambeu toda me fazendo gozar ainda mais uma vez. Foi uma experiência inesquecível mas não me satisfez totalmente pois era um cachorro pequeno e de pinto também pequeno. Eu queria experimentar algo mais avantajado e na noite seguinte escolhi um da raça "fila", enorme e bem dócil e o levei pro meu quarto. Logo que chegamos perto da cama o cachorro já estava enfiando o focinho entre as minhas pernas e cheirando a minha buceta. Eu não havia tomada banho, de propósito, pra que êle sentisse o meu cheiro de fêmea no cio. Deixei êle me cheirando bastante e fui vendo a cabeça, vermelha, do seu cacetão saindo da pele e seu nó crescendo de desejo por minha gruta. Tirei minha calcinha e deixei êle lamber todo o meu suco. Sua lingua entrava fundo na minha raxa indo até a entrada quase me penetrando de tanta força que êle lambia. Já não aguentando mais ficar em pé, tamanha a tesão que estava sentindo, deitei o meu tronco na cama, ficando com os pés apoiado no piso do quarto. O cachorrão subio com as patas ao redor dos meus quadris e me puxou de encontro a sua pica e estocando, vigorosamente, acelerado foi me enfiando aquela pica maravilhosa até não ficar nada mais de fora. Eu fui me sentindo cada vez mais preenchida à medida que seu cacete crescia, o nó se agigantava e seu magestoso instrumento me inundava com seus jatos de porra. Eu fiquei fazendo carinho nacabeça dêle pra que êle não tirasse seu cacete todo duro de dentro de mim e me rasgasse toda a buceta. Ficamos colados por um longo tempo. Minha buceta se contraia loucamente, apertando aquele nó enorme que me dava espasmos maravilhosos de gozo perfeito. Gozei tanto que pensei que iria desmaiar de prazer. Foi mais de meia hora gozando com aquela tora toda enfiada em mim até que foi amolecendo e diminuindo e quando eu sentí que estava molinha soltei o cachorrão e êle desceu e de mim saiu um caldal de porra do gôzo dêle. O bichão deitou todo satisfeito do fodão que havia dado em mim e eu fui ao banheiro e tomei um banho gostoso e quando voltei pro quarto já o encontrei todo tesudo de novo. Eu estava com a buceta toda inxada mas ainda tinha tesão e resolvi dar uma segunda trepada com o cachorrão. Agora queria ser sua "cachorra" de verdade e colocando um blusão de couro que tenho (pra não ser arranhada)me coloquei de quatro no tapete do quarto e me preparei para ser penetrada. CONTINUA
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