DESVIADOS
🗺️ Labirinto 📖 Contos 💌 Classificados 🎬 Vídeos 🚨 Safe mode

ℹ️ Regras do Site 📄 Termos de Serviço 🔒 Política de Privacidade 🍪 Política de Cookies

Navegando na Internet (2)

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: alzira

CONTINUAÇÃO = Me coloquei de quatro no tapete do quarto e me preparei pra receber o meu cachorrão fila que estava, já, cheio de tesão pra me foder de novo. Êle subiu em mim como se eu fosse a mais gostosa das cadelas; sentí suas patas enlaçarem o meu corpo e me puxarem gostosamente de encontro a sua pica. Começou a estocar procurando a entrada da minha buceta e eu mais louca do que nunca pra ser fodida de novo levantei minha bundinha e expus pra êle a minha raxa toda molhadinha de tesão. Seu membro deslizou gostosamente pela minha raxa até a entrada e o cachorrão sentiu a quentura do meu sexo e estocou alucinadamente sua pica pra dentro de mim. A medida que entrava e saia ia ficando cada vez mais grossa e comprida e eu já sentia o nó crescendo e quando êle deu uma enfiada com toda a sua força eu senti entrar tudo até o saco do cão. Seus movimentos foram diminuindo a razão que minha buceta ia ficando cada vez mais preenchida e ficou finalmente imóvel pois eu comecei a gozar e minha cona se contraiu totalmente e prendeu, bem lá no fundo, aquele cacete grosso e gostoso e seu nó que me enchia totalmente. O cachorro desceu e se virou e ficou acoplado em mim, parado e sentindo eu gozar, loucamente, na pica dêle. Quanto mais eu apertava aquela pica com as minhas contrações de gozo, mais dura, grossa e comprida ela ficava. Eu me sentia completa e feliz e, imóvel sentia o pulsar daquela vara toda atolada em minha gruta soltando os seus jatos de porra, me enchendo toda. Não sei quantas vezes eu gozei seguidamente e tambem o cachorro pois êle estava com a respiração acelerada e babava todo o chão de tanto que estava gostando da minha buceta. Perdí a noção do tempo e já estava com os joelhos doendo de tanto ficar de quatro quando êle deu sua ultima gozada e seu cacete foi se contraindo calmamente até sair, lentamente, da minha buceta que estava toda inchadinha de tanto levar pica. Escorreu um rio de porra de dentro de mim molhando todo o tapete. Me levantei e fui pro banheiro e tomei um novo banho reconfortador e quando voltei o meu fila estava dormindo calmamente ao lado da minha cama. Eu apaguei a luz, me deitei e dormi completamente satisfeita por aquela noite. Eu ainda hoje, de vez em quando, mato a tesão do meu fila e a cada vez que êle mete em mim gosto mais. Mas depois daquela noite eu fiquei me imaginando sendo possuida por uma pica ainda maior pois a tora do cachorrão, embora bem grande não era o suficiente pra minha "bucetona" que almejava coisas ainda maiores. Fiquei de olho então nos meus pôneis e depois de muito escolher fiquei com um reprodutor que era um bamba na arte de foder as fêmeas. Ficava olhando êle subir e com sua lança em riste enfiar até aos bagos nas fêmeas em cio e depois de algumas estocadas encher a buceta delas de porra. Notei que depois da primeira foda êle demorava mais a gozar e fiquei cronometrando os tempos e realmente depois de dar 2 trepadas êle demorava bastante pra gozar. Então eu fiz meus planos e comecei a me aproximar dêle e ficar alizando seu pelo pra êle pegar confiança em mim. Depois de alguns dias eu já estava dona de seus movimentos e resolvi, já doida de tesão, dar a minha buceta pro meu pônei. Na primeira vez que fui no estábulo pra trepar com êle eu levei duas fêmeas no cio e deixei êle dar duas boas trepadas e aproveitei pra esfregar minha mão nas suas bucetas e quando ela estava toda molhadinha com o suco delas eu passei em toda a minha raxa e pelos pra me deixar com o cheiro delas. Tirei minha roupa e fiquei alizando o pelo do pônei e êle, prontamente, sentiu o cheiro e meteu o focinho entre minhas pernas e deu aquele relincho caracteristico dos reprodutores machos e ví sua pica saindo da capa e ir crescendo e ficando dura de tanta tesão. Eu me ajoelhei num banquindo que tinha levado e deitei o meu tronco em cima de uma mesa baixinha que arranjara e minha bunda ficou virada pra êle. Sentí seu bafo quente na minha buceta e êle muntando em mim com suas patas apoiadas na madeira da mesa e sua pica subir por entre minhas pernas abertas até tocar no meu umbigo. Seu corpo se ajeitou pra traz e sua pica teza estocou procurando a entrada da minha bucetona já toda molhada de tanta tesão. Foram algumas tentativas procurando a entrada até que sentí aquela tora bem entre os labios da minha raxa e numa estocada furioza o pônei enfiou um pedaço da pica em mim. Puxou um pouquinho e enfiou mais, e mais, e mais, até que eu sentí meu útero ser tocado e seu saco bater na minha bundinha. Aí eu comecei a ser fudida realmente pois o meu pônei era um especialista nessa arte e enfiava e tirava sua vara em movimentos ritimados procurando o seu gozo. Minha buceta, completamente dilatada pela picona, gozava gostosamente a cada metida e eu me sentia nas nuvens pelo gozo que aquilo me proporcionava. Fui fodida com toda a força por mais de 15 minutos até que êle me encheu com sua porra quente que vazou pelos cantos da minha cona e me molhou toda. Foi maravilhoso e eu repetí aquela foda por muitos dias e até hoje dou as minhas escapulidas até o estábulo. CONTINUA
Nenhuma reação ainda.

📖 Você também pode gostar

Comentários

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro!

Entre para comentar.